BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#Aviso

Leonardo Jardim vem dando um "carinho especial" em Lorran para, quem sabe, o jovem voltar a ter sequência no Flamengo. O treinador já avisou que só depende do atleta. Foto: Gilvan de Souza / Flamengo https://t.co/G6c9TxiDwz #Flamengo #LeonardoJardim #Futebol

La Aemet ha emitido un aviso especial por la tercera ola de calor del verano, que comenzará el martes 21 de julio y se extenderá hasta al menos el jueves 23, con temperaturas que podrían alcanzar los 44 ºC en gran parte de España. #OlaDeCalor #Aemet #TemperaturasElevadas

La Aemet lanza un aviso especial por la ola de calor: "Temperaturas nocturnas y diurnas muy altas"

El aumento de temperaturas en España activa avisos en diez comunidades autónomas debido a una tercera ola de calor, con máximas que podrían alcanzar hasta 45 grados en algunas zonas, además de posibles tormentas y peligro extremo de incendios. #OlaDeCalor #Aemet #TemperaturasAltas

El aumento del calor activa avisos en diez comunidades autónomas: hasta 40 grados y tormentas

Dice Thiago Espinosa que la directiva le avisó que no tendría muchos minutos en este semestres y por eso se fue a Peñarol. Ahorita estoy viendo a Kevin Álvarez improvisando por izquierda y a Borja improvisando de extremo izquierdo. @ClubAmerica #FútbolMexicano #ClubAmerica #Peñarol

C
CHIVAS 1d

15' ¡Llegó el primer aviso del Guadalajara! 🔥 Disparo de @richydezma que mete en problemas a la defensiva de Toluca. El balón es enviado a tiro de esquina. #Guadalajara #Toluca #Fútbol

La Agencia Estatal de Meteorología (AEMET) ha emitido un aviso especial por la tercera ola de calor del verano, que se espera que dure hasta el 23 de julio, con temperaturas que podrían alcanzar hasta 45 grados en amplias zonas de España. #OlaDeCalor #EmergenciaClimática #CambioClimático

Aemet lanza un aviso especial por la tercera ola de calor del verano, con temperaturas de hasta 45 grados

La Agencia Estatal de Meteorología (Aemet) ha emitido un aviso especial alertando sobre una nueva ola de calor en España, con previsiones de temperaturas extremas que pueden alcanzar hasta 45 grados en diversas regiones, principalmente en el sur y el este de la península, y que se prolongará al menos hasta el 23 de julio. #OlaDeCalor #TemperaturasExtremas #AEMET

La Aemet lanza un nuevo aviso especial por ola de calor en España: temperaturas extremas de hasta 45º

In 2026, no EU country changed exam grading deadlines. Romania even expedited results. Ukraine, at war, complied. Sweden saw the risks and acted in time. Portugal? The government, against all warnings, installed chaos. It wasn't bad luck. It was a choice. CPI, urgent. (translated)

Madrid. La jueza que investiga la dana ha incorporado a la causa las comunicaciones del Centro de Emergencias que documentan más de una treintena de avisos sobre inundaciones en Chiva en la primera hora del Cecopi, revelando la gravedad de la situación que resultó en 231 fallecidos. #DANA #Emergencias #Inundaciones

Emergencias tramitó un aluvión de avisos de la cabecera del barranco del Poyo desde el inicio del Cecopi de la dana

Este fin de semana, la Comunidad de Madrid experimentará altas temperaturas, alcanzando máximas de hasta 38 grados, con activación de aviso amarillo por calor intenso, especialmente el sábado, cuando se esperan temperaturas superiores a 34 grados en la Sierra y hasta 38 en localidades del sur como Aranjuez. #CalorExtremo #Madrid #AvisoAmarillo

Altas temperaturas con hasta 38 grados y aviso amarillo: el tiempo de fin de semana en Madrid
Fran 2d

Coudet perdió solo tres partidos desde que es técnico de River, con boca, una final en cinco minutos y por Copa Argentina con Aldosivi. No tengo ni la más puta idea hasta cuando va durar esto, pero les aviso que no van a echarlo. Empecemos a rezarle a los refuerzos que faltan. #RiverPlate #Coudet #FútbolArgentino

MAIS UM CAPÍTULO DA FRAUDE AOS APOSENTADOS. Segundo a Polícia Federal, em agosto de 2024 um operador do esquema do INSS avisou que havia pagado duas vezes, por engano, uma propina destinada a um codinome usado nas planilhas internas. A Polícia Federal cruzou essa conversa com os extratos bancários. Encontrou exatamente o que a mensagem descrevia: duas transferências idênticas, de R$ 300.000,10 cada, feitas no mesmo dia, por empresas diferentes, para o mesmo destino. Foi esse erro de digitação que provou que a planilha paralela não era papel de fantasia. Era contabilidade real de propina, batendo centavo a centavo com o sistema bancário. Eu acompanhei esse tipo de material de perto quando presidi a CPMI do INSS. Vimos planilha, vimos codinome, vimos indício. Disseram que faltava prova no relatório final. Pois aqui está mais uma prova. Corrupção deixa rastro. E rastro, mais cedo ou mais tarde, alguém encontra. Que Deus abençoe o Brasil. #Corrupção #INSS #PolíciaFederal

Aviso y síntoma Algunas veces el futuro nos avisa dejando en el presente pistas de lo que está por venir. Lo ocurrido con el humorista Quequé no es una anécdota ni un simple error judicial : es un aviso y un síntoma de lo que está por venir si el PPVox logra llegar al poder tras las elecciones del 27. #Política #Futuro #Aviso

The serious warning that everything can quickly worsen with a band of criminals in power whose only priority is to remain there at any cost to maintain their impunity and their ability to steal. (translated)

Donald Trump ha ordenado una segunda oleada de ataques del Ejército de EE. UU. contra Irán, justificando las acciones como una respuesta a las amenazas iraníes y afirmando que los bombardeos continuarán hasta nuevo aviso. #Trump #Irán #EEUU

Trump no da tregua y lanza la segunda oleada de ataques en un día contra Irán

Em outras palavras, a juiza aceitando o pedido protocolado, o Vasco anuncia a assinatura do MoU e pegam o empréstimo DIP. Admar avisou na coletiva que o cenario poderia mudar, gente. #Vasco #MoU #DIP

E

Tristán, un vecino de Bédar, expresó su inseguridad tras no recibir aviso sobre el incendio que causó la tragedia en la región, donde muchos evacuados enfrentaron caos y desinformación durante la emergencia, lo que llevó a que varios residentes y turistas quedaran atrapados y desorientados. #IncendioAlmería #EvacuaciónCaótica #SeguridadVecinal

Tristán, vecino de Bédar, siguió la evolución de las llamas desde su casa porque nadie le avisó del incendio: "Ya no me siento seguro aquí"

A Nota Sem Rosto Como um exame deixou de ter aluno, e passou a ter apenas respostas Imagine um pai a tentar explicar ao filho, na véspera do exame, uma regra nova: se a resposta certa for escrita na página errada do caderno, vale zero. Não é um exagero pedagógico. É, literalmente, a instrução oficial deste ano. E a razão para essa exigência quase absurda de precisão revela, melhor do que qualquer discurso oficial, o que mudou de facto na forma como Portugal avalia os seus jovens: já não é um professor a ler um exame. É uma máquina a decidir para onde vai cada resposta — e, se a resposta estiver no sítio errado, simplesmente deixa de existir para efeitos de nota. Vale a pena perceber a mecânica com um exemplo simples. Imagine um exame com vinte perguntas, feito por trezentos alunos — seis mil respostas, ao todo. Com sessenta professores disponíveis para corrigir, o modelo antigo distribuiria os alunos: cada professor receberia o exame completo de cinco alunos, do princípio ao fim. O modelo novo faz o oposto: distribui as perguntas. Cada professor fica responsável por uma pergunta específica — a número sete, digamos — e corrige essa mesma pergunta em cem alunos diferentes. No total, corrige as mesmas cem respostas que corrigiria antes; mas nunca vê o exame completo de ninguém. É essa fragmentação, e não a digitalização em si, que está no centro da polémica deste Verão. Nem todas as perguntas passam por este processo, importa dizê-lo. As de escolha múltipla — preencher o círculo certo — são lidas e corrigidas inteiramente pela máquina, sem qualquer professor envolvido, tal como um teste de bolinhas tradicional. Só as perguntas de desenvolvimento, onde o aluno escreve por extenso, é que são digitalizadas e distribuídas aos classificadores humanos. E é justamente aí, nessa distribuição, que apareceram os erros mais graves deste ano: folhas de continuação cortadas a meio, itens de um aluno a aparecerem trocados com os de outro, professores a receberem, sem explicação, perguntas de disciplinas que nunca leccionaram. Há uma boa imagem portuguesa para o que se perde neste modelo: um painel de azulejos. Cada azulejo, sozinho, é só uma mancha de cor sem sentido — um losango azul, um traço branco. É preciso ver o conjunto, a parede inteira, para perceber que ali está um barco, uma cena de caça, uma figura religiosa. O exame de um aluno é isso: um conjunto de respostas que só ganham sentido lidas em conjunto, como percurso de uma pessoa — onde acertou por saber, onde errou por distracção, onde revelou uma lacuna de base. O modelo actual entrega a cada professor um azulejo de cada vez, tirado de painéis diferentes, sem nunca lhe mostrar a parede. Corrige-se o azulejo. Já não se lê o quadro. Especialistas em avaliação educativa há muito que alertam para este tipo de perda: a avaliação fragmentada por item pode ganhar em uniformidade de critério, mas sacrifica quase sempre a capacidade de dar um feedback que ajude o aluno a perceber, verdadeiramente, onde e porque falhou — porque já ninguém, no final da linha, tem uma visão de conjunto para lho explicar. Um director de escola resumiu bem a diferença entre o problema antigo e a solução nova, ao ser confrontado com a polémica: no sistema anterior "há sempre erros pontuais", mas "são sempre resolvidos". Não havia, até este ano, adiamentos nacionais de notas nem pedidos de intervenção da Justiça por parte de sindicatos. E o mais incómodo de toda esta história é que o aviso já tinha sido dado, com um ano de antecedência. Em 2025, o mesmo modelo foi testado num projecto-piloto, só com o exame de Filosofia — pouco mais de 23 mil provas, um décimo do volume deste ano. Os professores desse piloto relataram, já então, exames que desapareciam do sistema, folhas em branco ou completamente pretas, respostas cortadas a meio, itens trocados entre alunos. O Ministério classificou esse piloto como "muito positivo" e decidiu alargá-lo, no ano seguinte, a todas as disciplinas do secundário — um salto de vinte para trezentas mil provas, sem que nada do que já se sabia estar por resolver tivesse sido, de facto, resolvido. A resposta às falhas seguiu, semana após semana, o mesmo guião: negar primeiro, admitir depois. O ministro garantiu ao Parlamento que a maioria dos relatos de erro eram falsos — e teve de recuar dias depois, quando confirmou publicamente que cerca de 30% das provas tinham, de facto, erros de digitalização. Garantiu que nenhum aluno seria prejudicado, ao mesmo tempo que o prazo de entrega das notas era adiado. Garantiu segurança total do sistema, horas depois de a plataforma ter estado suspensa por uma falha grave, com uma consultora externa chamada às pressas para ajudar a resolvê-la. E, numa intervenção que resume talvez melhor do que qualquer crítica externa o espírito de todo o processo, disse aos deputados que era preciso "experimentar, testar e falhar" — uma filosofia perfeitamente razoável para um protótipo em fase de testes, bem mais discutível quando o que está em jogo é o acesso de 166 mil jovens ao ensino superior. Não escrevo isto para condenar a digitalização em si — há, nela, ganhos reais de consistência que seria injusto ignorar. Escrevo-o porque um sistema já reprovado num piloto do ano anterior foi, ainda assim, alargado à pressa a todo o país, e porque a fragmentação da correcção, por muito bem-intencionada que seja a sua lógica, retira a quem avalia a única coisa que devia estar sempre presente numa escola: a visão de uma pessoa inteira, não de uma sucessão de respostas soltas. Um exame, no fundo, devia ser uma conversa adiada entre um aluno e alguém que o lê por inteiro. O que temos agora é um mosaico corrigido às cegas, azulejo a azulejo, por gente que nunca chega a recuar o suficiente para ver a parede. #educação, #exames nacionais, #avaliação educativa, #correcção digital, #Portugal, #escola, #professores, #IAVE, #EduQA

Aviso que habrá temperaturas de 42 grados y tormentas con granizo.

La Aemet avisa de la vuelta del calor extremo a España y de la llegada de calima
www.abc.es

La Agencia Estatal de Meteorología (Aemet) ha advertido sobre el regreso del calor extremo a España, activando avisos rojos en Aragón y la Comunidad Valenciana por temperaturas que podrían superar los 42 grados, mientras se anticipan tormentas en diversas regiones del país. #CalorExtremo #Aemet #Tormentas

La Aemet avisa de la vuelta del calor extremo a España y de la llegada de calima