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#Confissão

“Mesmo que um colega tenha envolvimento, um filho, não pode ser submetido a esse vexame. Até a Máfia tem ética.” Foi a maior declaração de como eles enxergam a si mesmos. Praticamente uma confissão. #Ética #Confissão #Reflexão

Normose 6d

não supero os detalhes: a produtora chamar “GoUp” pra fazer GolPE com o filme do Bolsonaro e o fundo chamar "HeavensGate" PORTA DO CÉU pra esconder grana corrupta no paraíso fiscal ou é deboche ou confissão não intencional dos crimes KKKKKKKKKKK #Política #Corrupção #Brasil

Daniel Vorcaro decidiu falar. Preso desde março, o dono do Banco Master prepara uma nova proposta de delação premiada e avisou a um interlocutor da família que fará uma “confissão pública”. A revelação foi publicada nesta sexta-feira, 4 de setembro pela coluna Radar, da VEJA. Segundo a revista, antes de denunciar ao gabinete do ministro André Mendonça o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, por obstrução de Justiça e ameaças, Vorcaro manifestou o desejo de “explodir todo o sistema” e “passar a República a limpo”. O ponto mais explosivo é outro: a nova proposta estaria sendo construída por seus advogados com relatórios, dados extraídos de celulares, documentos bancários do exterior e uma infinidade de mensagens de poderosos. Se esse material existe, não estamos diante apenas da palavra de um investigado interessado em obter benefícios, mas de possíveis elementos objetivos, verificáveis e rastreáveis. Em depoimento gravado ao gabinete de Mendonça, em 27 de agosto, Vorcaro já havia afirmado que sua colaboração atingiria pessoas do “núcleo do atual governo” e episódios nos quais, segundo ele, foram cruzadas “linhas de moralidade” e “linhas de ilicitude”. Também alegou que pessoas com poder não querem que ele fale. PF e PGR rejeitaram propostas anteriores de colaboração. Agora, Vorcaro ameaça ultrapassar os filtros institucionais e levar sua versão diretamente ao público. Ainda não existe acordo assinado ou homologado, e os documentos mencionados pela VEJA não foram divulgados. Nenhuma acusação pode ser tratada como prova antes da devida apuração. Mas o caminho correto não é impedir o depoimento, destruir o material ou enterrar o caso: é preservar, periciar e investigar tudo, com independência e transparência. Se Vorcaro realmente abrir os arquivos, o Brasil poderá descobrir até onde chegaram os tentáculos do Banco Master - e quem teme aquilo que ele pode provar. #DelaçãoPremiada #Corrupção #Justiça

🚨ATENÇÃO: Decidido a delatar, Vorcaro fala em passar a República a limpo: ‘Vou fazer uma confissão pública’ https://t.co/N1zwWMRAFM #Política #Brasil #Corrupção

A PF tem há meses mensagens do Lulinha que soam como uma confissão. Ele não poderia viajar para a Suíça porque não teria como explicar a “origem do dim dim” que ia bancar a farra. E o que fizeram desde então? Trocaram o delegado e avisaram ao André Mendonça que só iam continuar a investigação depois das eleições. Nesse meio tempo, surge o ex sócio do Gilmar Mendes, que faz as vezes de dublê de procurador, e subitamente decide mandar o caso para a primeira instância. Não dá nem pra chamar de obstrução de justiça. O desespero está tamanho que os caras tão dando all-in na impunidade. É aposta que vai todo mundo preso ou ninguém vai. #Impunidade #Justiça #Eleições

O mais grave nisso tudo é que se fosse algum bolsonarista, Alexandre ja teria metido umas 4 buscas e apreensões e umas 2 prisoes preventivas. Queria entender o que esta faltando; uma confissão? https://t.co/llhkj5Pqm1 #justiça #política #Brasil

A primeira-dama Janja, fez um apelo público nesta quinta-feira, 6 de agosto, para que o Discord seja retirado “imediatamente” do ar e cobrou que sejam encontrados “instrumentos” para isso. Janja não ocupa cargo eletivo e não recebeu um único voto para decidir quais plataformas 200 milhões de brasileiros podem acessar. Ainda assim, pediu publicamente uma medida extrema e, pouco depois, o advogado-geral da União, Jorge Messias, anunciou que a AGU pretende recorrer à Justiça para tentar suspender o Discord no país. A ofensiva ocorre após um caso gravíssimo envolvendo crimes contra menores praticados por usuários do Discord. E aqui não há relativização: aliciadores, abusadores e criminosos que atacam crianças precisam ser identificados, caçados pela polícia, processados e presos. Mas banir o Discord resolve o quê? Absolutamente nada. O criminoso não desaparece quando o aplicativo sai do ar; ele simplesmente troca de plataforma ou migra para qualquer outro serviço disponível. Bloquear milhões de usuários não é política de segurança pública; é a confissão de que o Estado prefere censurar a fazer o difícil trabalho de investigar, localizar e prender criminosos. Curiosamente, essa fúria para “bloquear de qualquer forma” uma rede social nunca aparece com a mesma eficiência para impedir efetivamente o uso de celulares dentro dos presídios, de onde facções comandam tráfico, golpes, extorsões e assassinatos. Para tirar celular de bandido da cadeia, são décadas de fracasso; mas, para tirar do ar uma plataforma usada por milhões de brasileiros, encontram “instrumentos” imediatamente. Prendam os criminosos, protejam as crianças, responsabilizem quem violar a lei. Mas não transformem censura coletiva em atalho para a incompetência do Estado. O bandido troca de plataforma em cinco minutos; mas, o precedente autoritário fica para todos. E, a menos de dois meses da eleição, comprar uma guerra com uma plataforma usada massivamente por jovens é uma estratégia eleitoral brilhante. Vai pegar muito bem com o eleitor jovem, Janja. Continue com seu autoritarismo. #LiberdadeDeExpressão #Censura #DireitosHumanos

Centrão da toga, por meio de sua porta-voz mais caricata, tenta constranger Mendonça, acusando-o de extrapolar mais que Moraes. Além da confissão enviesada de que Moraes extrapola, mas para o “bem”, o sistema prepara o terreno para blindar Lulinha. Quem blinda o lulismo - como se viu na Lava Jato - ganha crédito com Lula para emplacar aliados indicados pelo presidente. Ninguém larga a mão de ninguém. #Política #Justiça #Corrupção

"Companheiro" Ortega acabou com as eleições. A Folha foi falar de Bukele e esqueceu do Brasil A canalhice da "imprensa" não tem limite. Em 19 de julho, no ato dos 47 anos da revolução sandinista, Daniel Ortega, companheiro de Foro de São Paulo, anunciou que "não haverá mais eleições" na Nicarágua, para que a oposição não chegue ao poder. Sem poder deixar de condenar o autogolpe, a Folha fez o que a militância de redação sabe fazer: saiu à procura de um "equivalente" do outro lado. E escalou Nayib Bukele. O texto vergonhoso "esquece" que Bukele foi reeleito em 2024 com quase 85% dos votos, depois de ter praticamente ACABADO com o crime no país que, em 2015, era o mais violento do planeta, com 103 homicídios por 100 mil habitantes. El Salvador fechou 2025 com 82 homicídios. Oitenta e dois, no país inteiro, no ano inteiro. É razoável questionar medidas do governo Bukele quanto ao devido processo legal, e a reeleição indefinida aprovada em 2025 merece crítica. Também é certo que nenhum país com aquela violência encerraria o ciclo do crime sem romper com a lógica dos "direitos dos manos", em que o criminoso acumula direitos infinitos e a vítima tem apenas o direito de perecer diante dele, exatamente como ocorre no Brasil. Só que em El Salvador há eleição marcada para 2027 e há oposição no parlamento. Ortega acaba de anunciar que eleição não haverá mais nenhuma. Mas a principal falha do editorial nem é a falsa equivalência entre um governo eleito que combate o crime e um regime comunista sem eleições, que reprime o opositor, não o bandido. O maior problema da peça é não mencionar o Brasil. A Folha também ignora as centenas de presos, condenados e exilados políticos produzidos pelo estado de exceção brasileiro. Não se trata de dizer que todo mundo que estava em Brasília no 8 de Janeiro era inocente, nem que vandalismo não deva ser punido. Trata-se de olhar para o que foi feito com os réus. Eles foram julgados diretamente pelo Supremo, sem foro especial e em velocidade recorde para os padrões da corte, e assim perderam a revisão integral da condenação por instância superior. O tribunal que se declarou vítima dos fatos investigou, acusou na prática e julgou. Moraes, apresentado como alvo pessoal da suposta trama, foi o relator dos processos. As condutas foram tratadas em bloco. Somem-se as preventivas prolongadas, a censura de redes sociais, cujo número exato ninguém conhece até hoje, e os 552 acordos condicionados à confissão de culpa. Quando alguém é perseguido pela sua posição política, julgado por quem se apresenta como vítima, sem juiz natural, sem duplo grau de jurisdição, sem individualização de conduta e sob severas limitações ao exercício pleno da defesa, o nome disso é prisão política. Há ainda os brasileiros que não podem voltar ao país sem risco de prisão por mera manifestação de opinião. Jair Bolsonaro é o exemplo mais evidente: o líder da oposição condenado por magistrados que o tratavam publicamente como ameaça à democracia e que figuravam como vítimas do próprio enredo levado a julgamento. E não é leitura minha. Sempre que a palavra final coube a uma autoridade fora do Brasil, a conclusão foi a mesma. Os Estados Unidos não entregaram Allan dos Santos, porque o que a justiça brasileira definiu como crime é tratado ali como discurso protegido, e a Interpol se recusou a incluí-lo na lista vermelha por falta de indícios. A Audiência Nacional espanhola negou em definitivo a extradição de Oswaldo Eustáquio, apontando conexão e motivação política. A Argentina concedeu refúgio a um condenado do 8 de Janeiro por fundado temor de perseguição política. E a Corte de Cassação da Itália, ao recusar a entrega de Carla Zambelli, escreveu o óbvio sobre Moraes, ofendido e julgador no mesmo processo: "a coincidência entre a figura da vítima e a do juiz" compromete a imparcialidade que se exige de um Estado de Direito. Quatro jurisdições diferentes, a mesma leitura. Só a Folha não conseguiu enxergar. O regime autoritário brasileiro foi inaugurado pelo Ato Institucional de 2019, o "Inquérito das Fake News", aberto por portaria do Judiciário, sem provocação do Ministério Público, para criminalizar a crítica a ministros do Supremo, e usado com fúria na reação à descondenação do establishment pego com a mão na botija na Lava Jato. À época, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou o arquivamento do inquérito e pediu que a portaria fosse declarada ilegal e inconstitucional, apontando investigação conduzida por "verdadeiro tribunal de exceção". Moraes recusou o arquivamento, contrariando a jurisprudência da própria corte, segundo a qual o pedido do procurador-geral é de atendimento irrecusável, e tocou o inquérito assim mesmo. Está tocando até hoje. No Brasil, a sua liberdade de expressão depende da sua inclinação política. Esquerdista confessa a difamação em livro, vira "mestre" das redes sociais e ensina, em evento do PT, que "vale tudo para salvar a democracia". Lula chama o adversário de "genocida" e, num palanque em Catalão, em junho, lembrou que traidor da pátria costumava ser enforcado, com os filhos de Bolsonaro em mente. Já quem pendura na própria janela uma faixa com a palavra "ladrão", sem citar nome nenhum, recebe a visita da Polícia Federal, como em Presidente Prudente. A Folha não pode denunciar a ditadura nicaraguense, que segue o modelo cubano e venezuelano defendido desde sempre pela esquerda brasileira, porque isso exporia a hipocrisia do próprio "jornal", que passou anos justificando o estado de exceção no Brasil em nome da "defesa da democracia". Autocracia, para a "imprensa profissional", é sempre um fenômeno distante. E medido com réguas diferentes conforme o governo seja de esquerda ou de direita. A Folha denuncia a Nicarágua para não confessar o seu próprio papel na destruição do Brasil. #Brasil #Eleições #LiberdadeDeExpressão

Rai Jul 2

PARA! PARA! PARA! Então a Michelle teria confessado para o SESTARO (PARA O SESTARO!) que quem disse pra ela "Fique quieta no seu lugar, porque você não entende nada de política" foi o VALDEMAR? FOI O VALDEMAR E NÃO O FLÁVIO? Explica pra gente, @claudio_dantas_ https://t.co/9w4zaykHVM #Política #Confissão #Escândalo

Tracklist Jun 30

QUERIDAS! Karol G foi a convidada especial de Rosalía na Sala de Confissão em show da LUX Tour, em Los Angeles. ❤️ https://t.co/KnOWtaiADL #KarolG #Rosalía #LUXTour

Sou um romancista, porque não invento? Quero imaginar-me na sua pele e usar o talento que tenho para o fazer. Deixa-me ver como é que um tipo de 24 anos que, pela sua própria confissão, não leu nada do que eu fiz, não tem qualquer registo criminal, vai do zero ao assassinato, para tentar matar alguém que não conhece

Rushdie no Porto: de Oz ao homem que o tentou matar
observador.pt

Sou privilegiado: faço parte da pequena parcela de brasileiros que estudou numa boa escola (a única escola particular de Pomerode). Mas havia algo além, ainda mais raro por aqui: extrema diversidade social*. Na minha sala, estavam filhos de donos dos maiores negócios da cidade, assim como filhos de lavradores e de operadores de máquinas em fábricas. Eu não sabia na época, mas havia muitos bolsistas lá (boa parte deles bancada pela Igreja Luterana da Alemanha - já que minha escola era da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil). Isto me fez crescer tendo amizades num espectro social bem amplo (algo que também era facilitado pela própria distribuição demográfica de Pomerode - casas dos ricos ficavam no mesmo bairro das casass dos mais pobres). E foi isto um dos meus maiores choques quando cheguei em São Paulo para fazer a faculdade, aos 17 anos: a enorme segregação e aversão entre classes sociais (que é a regra em quase todo Brasil). De certa forma, considero que tive uma criação parecia com a que teria na Alemanha - não pela ascendência dos meus colegas, mas pela ausência de barreiras sociais rígidas tipicamente brasileiras. *alguém pode argumentar que não havia diversidade racial na minha sala, e isto é verdade (só dois dos alunos poderiam ser considerados pardos). Mas não era algo artificial, já que havia bem poucos pretos e pardos em Pomerode naqueles tempos (algo que aos poucos está mudando, o que é bom também). #DiversidadeSocial #Educação #SociedadeBrasileira

BRASIL 1x0 EDUARDO BOLSONARO O ministro relator Alexandre de Moraes votou pela condenação criminal de Eduardo Bolsonaro pela prática reiterada de coação no curso do processo por ataques a autoridades brasileiras que resultaram em sanções e tarifas. O conteúdo do voto utilizou uma série de documentos apresentados por mim na noticia de fato e no depoimento prestado à PF que serviram de provas para afastar as alegações preliminares e indicaram a própria confissão do réu. Faltam ainda os votos dos ministros Flávio Dino, Carmen Lúcia e Cristiano Zanin que integram a Primeira Turma do STF. Por enquanto, o Brasil está vencendo o traidor da Pátria que recebeu dinheiro do Vorcaro para fazer o país de refém e libertar o líder de organização criminosa na trama golpista, Jair Messias Bolsonaro. A Suprema Corte inicia a legítima defesa da independência judicial e soberania nacional! Segue o jogo… #Brasil #EduardoBolsonaro #STF

"Olá. Aqui é a BIGHIT MUSIC. Temos o prazer de anunciar o lançamento de “Come Over”, do "BTS. Para celebrar o 13º aniversário de debut do BTS, a faixa “Come Over” será lançada durante o “2026 FESTA”. Esta música foi criada com profundo cuidado e sinceridade, e esperamos contar com o seu carinho, interesse e apoio. “Come Over” é uma música que captura as emoções sinceras dos artistas enquanto se preparam para se reunir com os fãs após um longo hiato. A canção transmite a confissão honesta de um coração que, em todos os momentos em que se sente perdido, inevitavelmente busca “você”, e pergunta se, depois de vagar e finalmente bater à sua porta, ainda será aceito como é. A faixa é marcada por uma batida poderosa que remete a um hino de estádio, palmas rítmicas e sons de guitarra distorcida, que se combinam para criar uma atmosfera grandiosa e majestosa. *Data de lançamento: 01:00 da manhã, sexta-feira, 12 de junho de 2026 (BRT) Obrigado." #BTS #ComeOver #FESTA2026

VEM MUITO AI! 🔥 "Para celebrar o 13° aniversário do BTS, a faixa "Come Over" será lançada durante o BTS FESTA 2026. Esta música foi criada com profundo carinho e sinceridade, e contamos com seu caloroso interesse e apoio. "Come Over" é uma música que captura emoções sinceras dos artistas enquanto se preparem para se reunir com os fãs após longo hiato. Ela transmite a confissão honesta de um coração que, em cada momento de perda, inevitavelmente busca "você" e pergunta se, depois de vagar e finalmente bater à sua porta, ainda será aceito como é [...]" Come Over está marcada no calendário do festa para ser lançada no dia 12 de junho. Vamos trabalhar muito para retribuir todo amor dessa música, B-ARMY!!! COME OVER IS COMING PROD SUGA IS COMING BTS FESTA 2026 #BTS_ComeOver #BTS13thAnniversary #BTSFESTA2026 #BTS #ComeOver #BTSFESTA2026

"Olá. Aqui é a BIGHIT MUSIC. Temos o prazer de anunciar o lançamento de “Come Over” do BTS. Para celebrar o 13º aniversário de estreia do BTS, a faixa “Come Over” será lançada durante o “2026 FESTA”. Esta música foi criada com muito carinho e sinceridade, e contamos com o seu interesse e apoio. “Come Over” é uma canção que captura as emoções sinceras dos artistas enquanto se preparam para se reunir com os fãs após um longo hiato. Ela transmite a confissão honesta de um coração que, em cada momento de perda, inevitavelmente busca “você” e pergunta se, depois de vagar e finalmente bater à sua porta, ainda será aceito como é. A faixa é definida por uma batida poderosa que lembra um hino de estádio, palmas rítmicas e sons de guitarra distorcidos, tudo se combinando para criar uma atmosfera grandiosa e majestosa." BTS FESTA 2026 #BTS13thAnniversary #BTSFESTA2026 #BTS #ComeOver #BTSFESTA2026

💣 MP DENUNCIA ARMANDO MENDONÇA POR FURTO DE MATERIAS DA NIKE, COAÇÃO DE TESTEMUNHAS E TENTATIVA DE APROPRIAÇÃO‼️ Armando Mendonça é acusado de desviar 131 itens esportivos dos almoxarifados do clube, ameaçar funcionários que conduziram auditoria interna e furtar camisas da NFL. Denúncia do MP foi protocolada nesta terça-feira (3) e pede suspensão imediata do dirigente. A informação foi divulgada inicialmente pelo portal ESPN e confirmada pelo BlogdoMacedo. O promotor Cassio Roberto Conserino, da 6ª Promotoria Criminal de São Paulo, denunciou nesta terça-feira (3/6/2026) o vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, pelos crimes de apropriação indébita agravada e continuada, tentativa de apropriação indébita, furto qualificado pelo abuso de confiança e coação no curso do processo, O documento de 35 laudas integra o processo 1573131-07.2025.8.26.0050, na Vara Criminal de São Paulo. OS CRIMES IMPUTADOS Apropriação indébita: entre junho e outubro de 2025, Armando desviou 131 itens da Nike, 100 camisas, 9 blusas, 9 calças, 6 pares de tênis, 4 shorts, 2 malas e 1 mochila, dos almoxarifados do Parque São Jorge e do Centro de Treinamento, valendo-se do cargo para controle irrestrito sobre o estoque. Tentativa de apropriação: tentou se apropriar de 19 camisas da NFL restantes do jogo Corinthians x Palmeiras (31/08/2025), mas cancelou o pedido ao perceber que estava sendo monitorado pelos auditores. Furto qualificado: subtraiu 8 camisas da NFL sem qualquer registro no sistema do clube, explorando o abuso de confiança do cargo. Coação: em 10 de novembro de 2025, enviou "notificação extrajudicial" exigindo retratação pública dos funcionários Marcelo Munhoes e Reginaldo Prados do Nascimento, autores da auditoria e testemunhas do inquérito, sob ameaça de medidas cíveis e criminais. A AUDITORIA E OS NÚMEROS A investigação nasceu de auditoria interna ordenada pelo próprio presidente Osmar Stábile. O relatório de 94 laudas identificou os desvios e expôs um colapso de governança nos almoxarifados. Notas fiscais não lançadas no sistema do clube somaram R$ 5,1 milhões em 2024 e R$ 1,07 milhão entre maio e setembro de 2025, irregularidade que o MP quer comunicar à Receita Federal. A GRAVAÇÃO QUE INCRIMINA Em 25 de setembro de 2025, ao saber da auditoria, Armando ligou para Marcelo Munhoes, que gravou a conversa de 39 minutos. Na ligação, o vice-presidente disse textualmente que, por ocupar o cargo, podia "pegar" roupas da Nike, "se eu peguei é porque eu peguei",e mencionou presentear desembargadores com tênis e camisetas. Para o MP, trata-se de confissão extrajudicial e retrato de uma cultura de "coronelismo" no Parque São Jorge. A DEFESA NÃO CONVENCEU No interrogatório policial, Armando admitiu a retirada de 47 itens, mas alegou "relacionamento institucional". O MP rebateu: as notas de solicitação registram formalmente seu nome; várias trazem a justificativa "para uso próprio"; nenhum comprovante de destinação institucional foi apresentado; e o Estatuto do SCCP não atribui ao vice-presidente qualquer função de gestão de material esportivo. O QUE O MINISTÉRIO PÚBLICO PEDE - Condenação criminal nas quatro imputações, em concurso material; - Indenização ao SCCP pelo valor de mercado dos bens desviados, mais R$ 100 mil por danos morais; -Suspensão imediata do cargo e proibição de frequentar o clube durante o processo; - Proibição de contato com testemunhas, especialmente Marcelo e Reginaldo, que trabalham na sede; - Perícia técnica no sistema interno do clube; - Alerta de que, se continuar pressionando testemunhas, pode ser requerida prisão preventiva. A vítima formal é o próprio SCCP, representado por Osmar Stábile, o mesmo presidente que ordenou a auditoria que expôs o homem de sua própria diretoria. #BlogdoMacedo APOIO: #1908CoffeeStation #Corrupção #Furto #Justiça