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#Convergència

Explicando o que aconteceu: Dino atravessou Mendonça quando ele afastou Andrei. Depois atravessou Mendonça DE NOVO, usando uma decisão de outro processo para derrubar uma decisão do TSE, violando publicamente e explicitamente nao apenas o juiz natural que carecia de sorteio, mas tambem o tribunal superior eleitoral. Aí Fux entrou em campo pra dizer: ACABOU ESSA PALHAÇADA. Caso diferente? Processo diferente, distribuição diferente, juiz diferente. Não existe isso de escolher o ministro do STF que vai despachar o que vc quer por convergência ideológica em periodo eleitoral! Fux simplesmente fechou a porteira da zona que se tornou o tribunal e devolveu a decisão para quem tem que decidir: o colegiado. Decisao do Dino, que liberava fake news pró lula foi derrubada ate que os ministros se reúnam e decidam se fake news era crime apenas quando dava para atacar o Bolsonaro. No fim, teve que aparecer alguem naquela corte para lembrar que processo tem regra. E foi Fux. #Justiça #STF #Eleições

El reportaje de 'El Intermedio' sobre Maricarmen, que documenta su experiencia durante un desahucio, se erige como un símbolo histórico de la lucha por el derecho a la vivienda y la convergencia comunitaria en un contexto de deshumanización y crisis social. #Desahucios #Periodismo #ViviendaDigna

La imagen para la historia de Maricarmen: el reportaje de 'El Intermedio' que traspasará el tiempo
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«Puede que estemos ante uno de los vestigios más importantes jamás descubiertos para comprender la Lutecia gala. La prudencia científica exige todavía verificar su función y su cronología, pero la convergencia de los indicios es especialmente notable» #Lutecia #arqueología #historia

Hallan en París una muralla que podría ser de la Lutecia gala que describió Julio César
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FLÁVIO PODE VENCER NO PRIMEIRO TURNO? Durante o programa de Claudio Dantas, Yeda Brandi, Eli Vieira e Dantas analisaram a evolução de Flávio Bolsonaro nas pesquisas e afirmou que esse cenário já não pode ser descartado. Flávio reduziu sua rejeição entre 3 e 5 pontos e ainda possui um potencial de crescimento de 23 pontos percentuais, especialmente entre os cerca de 32 milhões de eleitores que estavam indecisos. Yeda destacou também o avanço entre os católicos, a aproximação com o eleitorado feminino e a convergência dos principais institutos, que já registram uma tendência de crescimento. Até o Datafolha, teria apontado uma alta de cinco pontos em apenas 17 dias — uma movimentação considerada estatisticamente expressiva. Flávio precisa construir duas grandes ondas para vencer já no primeiro turno. A primeira seria fazer os institutos convergirem para o seu crescimento — etapa que, na avaliação dela, já aconteceu. Agora, a disputa entra em uma nova fase: transformar a queda da rejeição e o apoio dos antigos indecisos em uma onda capaz de definir a eleição ainda no primeiro turno. 🇧🇷👉🏻22 e confirma? #FlávioBolsonaro #Eleições2024 #PolíticaBrasileira

Esta mañana participé junto al Secretario de Hacienda, @CarlosGuberman, del Consejo de Responsabilidad Fiscal, que reúne a los ministros de Economía de todas las provincias. Conversamos acerca de las principales variables del Presupuesto y de la importancia de cumplir con el Programa de Convergencia, en especial a la Regla del Gasto. El equilibrio fiscal es la base de una Argentina con estabilidad, previsibilidad y crecimiento sostenido. #Economía #Presupuesto #EquilibrioFiscal

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LULA ARTICULOU PRESENÇAS NO 7 DE SETEMBRO CNN: Lula atuou para garantir a presença de Edson Fachin e Davi Alcolumbre no palanque, numa tentativa de exibir “diálogo e convergência” em meio à crise no STF. Traduzindo: Lula precisou articular para ter gente ao lado dele https://t.co/oo0YBOwFRO #Lula #7deSetembro #STF

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

La convergencia en prestaciones de los modelos de IA de USA y CHI tiene una consecuencia impredecible: al ser mucho más baratos los de CHI, ¿como van a justificar las empresas USA de IA las cotizaciones desmesuradas de sus acciones?. https://t.co/LcjaucY2DF #IA #Convergencia #Economía #USA #CHI

❗️#CasoBarçaNegreia La hija de #Negreira es psicóloga forense: experta en valorar deterioros cognitivos y simulación en el ámbito penal. Su trayectoria en el Departament de Justícia y en la evaluación de medidas penales alternativas añade un elemento de análisis al contexto de la incapacidad procesal del ex vicepresidente del CTA. En mayo de 2023, un informe del Instituto de Medicina Legal de Cataluña concluyó que José María Enríquez Negreira padece un trastorno neurocognitivo compatible con un posible Alzheimer, condición por la que se determinó que no estaba en condiciones de afrontar el procedimiento judicial por los pagos recibidos del FC Barcelona durante casi dos décadas. Existe un dato de relevancia en su entorno familiar: María Luisa Enríquez Romero, hija del exdirigente arbitral, es psicóloga forense y ha desarrollado una parte significativa de su trayectoria profesional en el ámbito de la ejecución de medidas de seguridad para personas con trastornos mentales dentro del "Departament de Justícia" de la Generalitat de Cataluña. En 2011, la hija de Negreira publicó un trabajo en la revista Informaciones Psiquiátricas en el que detallaba su experiencia como Delegada de ejecución de medidas de seguridad de internamiento en el Servei de Mesures Penals Alternatives de la provincia de Barcelona. En dicho texto exponía sus funciones de coordinación con equipos forenses, centros psiquiátricos, juzgados y familias en casos de internamientos o medidas de seguridad por trastornos mentales. Su trayectoria constata asimismo una vinculación profesional con el ámbito de la salud mental en Cataluña, reflejada en su actividad y presencia en redes del sector (donde felicitó al nuevo director del Plan Director de Salud Mental y Adicciones de la Generalitat). En la actualidad, figura además vinculada al gabinete Peritajes Barcelona, especializado en peritajes psicológicos y evaluaciones forenses en los órdenes penal, civil y de familia. La convergencia entre la incapacidad procesal dictaminada para el exdirigente arbitral y la alta especialización de su hija en psicología forense y medidas penales alternativas añade un elemento de análisis al contexto del caso. Ante este escenario de notable coincidencia técnica en el entorno familiar del investigado, surgen interrogantes de interés público: ¿qué protocolos de verificación garantizan la absoluta distancia e independencia entre los peritos del Instituto de Medicina Legal y los profesionales del ámbito forense que componen el entorno de las partes? ¿Hasta qué punto el conocimiento especializado dentro del núcleo familiar influye en los cauces habituales de la evaluación médica en un procedimiento de esta trascendencia? Y, en aras de la máxima transparencia institucional, ¿resulta oportuno auditar y explicitar la trazabilidad de estas periciales oficiales para disipar cualquier duda sobre el proceso? #SaludMental #Justicia #PsicologíaForense

eldiario.es Jul 19

La final del Mundial entre España y Argentina simboliza no solo la lucha por el título, sino la convergencia de dos filosofías futbolísticas que han evolucionado, destacando el legado de Messi y la oportunidad de una nueva generación española de establecer su propia historia. #FútbolModerno #FinalSoñada #LionelMessi

La final que soñó el fútbol
Spainball Jul 17

el 50% de los “convergents de tota la vida” desde que se metió a junqueras en la trena: https://t.co/6Es5nZWnHs #Política #Cataluña #Convergència

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EL MUNDO Jul 12

Článek zkoumá dekádu od konce Convergència, její pokusy o revitalizaci prostřednictvím PDeCAT a následné volby, které vedly k výraznému poklesu podpory pro Junts, přičemž poukazuje na vliv korupce a politických rozhodnutí na osud někde silného politického subjektu. #Cataluña #Convergència #JxCat

Diez años del convulso fin de Convergència: del fallido lavado de imagen con el PDeCAT al hundimiento electoral de Junts
Observador Jun 12

Líderes do G7 reúnem-se em França para discutir a situação na Ucrânia e no Médio Oriente, abordando questões como o apoio à Ucrânia, as relações com a China e a regulação digital, enquanto buscam convergências para enfrentar desafios globais e desequilíbrios económicos. #G7 #Ucrânia #RelaçõesInternacionais

G7 reúne-se em França para debater Ucrânia e Médio Oriente

André Ventura: Ou há um caminho de convergência e esta lei se transforma de má em boa, ou esta lei assim não serve, tem o efeito contrário de prejudicar quem trabalha e desproteger ainda mais quem já está numa situação precária.