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#Douro
Observador 3d

The Portuguese government launched support of 12 million euros for wine growers in the Douro Demarcated Region, which received 425 applications in response to difficulties in the marketing of this year's harvest. #Douro #Viticultura #ApoioAgrícola (translated)

observador.pt
425 candidaturas ao apoio de 12 milhões para viticultores
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Observador 6d

The start of the works for the high-speed line between Porto and Lisbon, which includes eight kilometers of tunnels, a new bridge over the Douro, and a controversial station in Vila Nova de Gaia, has generated protests regarding its location and impacts on local mobility. #TGV #Transportes #VilaNovaDeGaia (translated)

observador.pt
Ponte, 8 km em túnel e estação polémica. Obra do TGV arranca
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Observador 6d

Rail transport between Marco de Canaveses and Peso da Régua will be suspended from November 3 to March 24 due to modernization and electrification works on the Douro Line, with alternative road transport available. #TransporteFerroviário #LinhaDoDouro #Modernização (translated)

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Marco de Canaveses-Régua sem comboios até março por obras
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Observador Sep 3

Dois anos após o trágico acidente de helicóptero no rio Douro que resultou na morte de cinco militares da GNR, o processo judicial ainda está em andamento, enquanto a Câmara de Lisboa presta homenagem às vítimas do elevador da Glória. #AcidenteHelicóptero #HomenagemVítimas #Justiça

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8h. Acidente Douro. 2 anos depois processo ainda decorre
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Observador Sep 3

O advogado do piloto do helicóptero que se despenhou no rio Douro, resultando em cinco mortos, pede um processo público devido à lentidão da investigação e questiona a competência dos magistrados envolvidos. #AcidenteDouro #Justiça #Helicóptero

observador.pt
Acidente no Douro. Advogado do piloto pede processo público
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Mercado Azul Aug 19

A mensagem completa de despedida de Rodrigo Mora: "Muitos sonhos, alguma timidez e, acima de tudo, muita vontade de jogar futebol: foi assim que, com apenas 9 anos, cheguei ao FC Porto. Olhando para trás, 10 anos depois, percebo que não cresci apenas como jogador. Cresci também como homem, como pessoa. O FC Porto moldou o meu ADN, incutiu-me valores e encheu-me de memórias. Levarei tudo isso comigo para o resto da minha vida! Entrei orgulhosamente para história do livro de honra de vitórias sem igual aos 15 anos, quando tive a oportunidade de me estrear na equipa B, pela mão do Mister Folha. Mais tarde, a 25 de setembro de 2024, realizei um dos meus maiores sonhos: estrear-me na equipa principal do FC Porto com apenas 17 anos. À parte de todos os golos, vitórias e prémios, o verdadeiro privilégio que tive foi o de sentir diariamente, ao longo de uma década, o carinho, o apoio e a paixão dos nossos sócios e adeptos. Vocês, dragões, estiveram sempre presentes! Vocês, tripeiros, fizeram a diferença! Vocês, o povo mais forte, fizeram-me sentir o verdadeiro significado de representar este clube! São vocês a alma do FC Porto! É a vossa raça que nos torna autênticos e a vossa paixão que nos faz perceber a responsabilidade de vestir de azul e branco. Convosco, consegui cumprir aquele que era, esse sim, o meu maior sonho: ser campeão nacional e poder festejar esse título na Avenida dos Aliados. Uma nação inteira vestida de azul e branco. Um troféu erguido perante uma cidade coberta de euforia, felicidade. Um grito só de todos nós que se propagou muito para além do Douro. Um sonho de criança que ainda hoje não consigo descrever. Mas a vida não pára, a vida avança... Chega hoje o momento de me despedir. É realmente difícil encontrar palavras que expliquem tudo aquilo que este clube representa para mim. Saio com o coração cheio! O FC Porto fez parte da minha infância e da minha adolescência. E fará para sempre parte da minha vida. Vou seguir o meu caminho, mas há coisas que nunca vão mudar. A pronúncia do Norte está em mim e onde eu estiver haverá sempre um pouco mais de azul! O FC Porto será sempre o clube do meu coração." #FCPorto #Despedida #Futebol

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Luís Reis Aug 18

TÃO FELIZES QUE NÓS ÉRAMOS "Anda por aí gente com saudades da velha portugalidade. Saudades do nacionalismo, da fronteira, da ditadura, da guerra, da PIDE, de Caxias e do Tarrafal, das cheias do Tejo e do Douro, da tuberculose infantil, das mulheres mortas no parto, dos soldados com madrinhas de guerra, da guerra com padrinhos políticos, dos caramelos espanhóis, do telefone e da televisão como privilégio, do serviço militar obrigatório, do queres fiado toma, dos denunciantes e informadores e, claro, dessa relíquia estimada que é um aparelho de segurança. Eu não ponho flores neste cemitério. Nesse Portugal toda a gente era pobre com exceção de uma ínfima parte da população, os ricos. No meio havia meia dúzia de burgueses esclarecidos, exilados ou educados no estrangeiro, alguns com apelidos que os protegiam, e havia uma classe indistinta constituída por remediados. Uma pequena burguesia sem poder aquisitivo nem filiação ideológica a rasar o que hoje chamamos linha de pobreza. Neste filme a preto e branco, pintado de cinzento para dar cor, podia observar-se o mundo português continental a partir de uma rua. O resto do mundo não existia, estávamos orgulhosamente sós. Numa rua de cidade havia uma mercearia e uma taberna. Às vezes, uma carvoaria ou uma capelista. A mercearia vendia açúcar e farinha fiados. E o bacalhau. Os clientes pagavam os géneros a prestações e quando recebiam o ordenado. Bifes, peixe fino e fruta eram um luxo. A fruta vinha da província, onde camponeses de pouca terra praticavam uma agricultura de subsistência e matavam um porco uma vez por ano. Batatas, peras, maçãs, figos na estação, uvas na vindima, ameixas e de vez em quando uns preciosos pêssegos. As frutas tropicais só existiam nas mercearias de luxo da Baixa. O ananás vinha dos Açores no Natal e era partido em fatias fininhas para render e encharcado em açúcar e vinho do Porto para render mais. Como não havia educação alimentar e a maioria do povo era analfabeta ou semianalfabeta, comia-se açúcar por tudo e por nada e, nas aldeias, para sossegar as crianças que choravam, dava-se uma chucha embebida em açúcar e vinho. A criança crescia com uma bola de trapos por brinquedo, e com dentes cariados e meia anã por falta de proteínas e de vitaminas. Tinha grande probabilidade de morrer na infância, de uma doença sem vacina ou de um acidente por ignorância e falta de vigilância, como beber lixívia. As mães contavam os filhos vivos e os mortos era normal. Tive dez e morreram-me cinco. A altura média do homem lusitano andava pelo metro e sessenta nos dias bons. Havia raquitismo e poliomielite e o povo morria cedo e sem assistência médica. Na aldeia, um João Semana fazia o favor de ver os doentes pobres sem cobrar, por bom coração. Amortalhado a negro, o povo era bruto e brutal. Os homens embebedavam-se com facilidade e batiam nas mulheres, as mulheres não tinham direitos e vingavam-se com crimes que apareciam nos jornais com o título ‘Mulher Mata Marido com Veneno de Ratos’. A violação era comum, dentro e fora do casamento, o patrão tinha direito de pernada, e no campo, tão idealizado, pais e tios ou irmãos mais velhos violavam as filhas, sobrinhas e irmãs. Era assim como um direito constitucional. Havia filhos bastardos com pais anónimos e mães abandonadas que se convertiam em putas. As filhas excedentárias eram mandadas servir nas cidades. Os filhos estudiosos eram mandados para o seminário. Este sistema de escravatura implicava o apartheid. Os criados nunca dirigiam a palavra aos senhores e viviam pelas traseiras. O trabalho infantil era quase obrigatório porque não havia escolaridade obrigatória. As mulheres não frequentavam a universidade e eram entregues pelos pais aos novos proprietários, os maridos. Não podiam ter passaporte nem sair do país sem autorização do homem. A grande viagem do mancebo era para África, nos paquetes da guerra colonial. Aí combatiam por um império desconhecido. A grande viagem da família remediada ao estrangeiro era a Badajoz, a comprar caramelos e castanholas. A fronteira demorava horas a ser cruzada, era preciso desdobrar um milhão de autorizações, era-se maltratado pelos guardas e o suborno era prática comum. De vez em quando, um grande carro passava, de um potentado veloz que não parecia sujeitar se à burocracia do regime que instituíra uma teoria da exceção para os seus acólitos. O suborno e a cunha dominavam o mercado laboral, onde não vigorava a concorrência e onde o corporativismo e o capitalismo rentista imperavam. Salazar dispensava favores a quem o servia. Não havia liberdade de expressão e o lápis da censura aplicava-se a riscar escritores, jornalistas, artistas e afins. Os devaneios políticos eram punidos com perseguição e prisão. Havia presos políticos, exilados e clandestinos. O serviço militar era obrigatório para todos os rapazes e se saíssem de Portugal depois dos quinze anos aqui teriam de voltar para apanhar o barco da soldadesca. A fé era a única coisa que o povo tinha e se lhe tirassem a religião tinha nada. Deus era a esperança numa vida melhor. Depois da morte, evidentemente." Clara Ferreira Alves in "A Pluma Caprichosa", jornal Expresso.

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Rui Campos Fotografia Aug 16

Esta fotografia, do acervo antigo do AFDS - Arquivo Fotografico do Douro Superior, da Colecção do Estúdio Foto Felizes, de Amândio Felizes Tetino, pertence a uma colecção de imagens de crianças vestidas de anjos, em Vila Nova de Foz Côa. E quanto mais olhamos para elas, mais perguntas aparecem. Serão estas as mesmas crianças que vemos noutra fotografia da colecção, reunidas nas Escadas da Pedreira, em 1950? Ou estaremos perante uma outra festividade, realizada em Foz Côa, numa data que ainda desconhecemos? E por que razão estavam todas vestidas de anjos? A fotografia não nos diz os seus nomes. Não sabemos a ocasião, nem a data exacta. Sabemos apenas que estas crianças estiveram aqui, naquele momento, há mais de um século. Talvez alguém reconheça um rosto. Talvez uma fotografia guardada numa gaveta, uma história de família ou uma velha lembrança permita finalmente dar um nome a estas crianças. Porque, às vezes, para descobrir a história de uma fotografia, basta encontrar alguém que diga: «Eu sei quem é aquela criança.» Se reconhecer alguém, diga-nos. 🙂 #RuiCamposFotografoa #ArquivoDouroSuperior #Memoria #Comunidade #Passado #Fotos Antigas #VilaNovaDeFozCôa #Religião #Catolicismo #anjos

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Rui Campos Fotografia Aug 15

Dialéticas — Pensar a Fotografia a partir da Prática (O título ainda não é final) A ser editado pelo AFDS - Arquivo Fotografico do Douro Superior Terminei a revisão de "Dialéticas — Pensar a Fotografia a partir da Prática". O livro reúne 54 ensaios escritos ao longo de vários anos. Não nasceram com a intenção de fazer um livro. Foram escritos enquanto fotografava, projectava, experimentava e me confrontava com dúvidas que a própria prática ia colocando. Serviram-me, antes de mais, para tentar perceber até onde aquilo que estava a fazer com a fotografia poderia ultrapassar a minha circunstância e adquirir outras implicações. Agora começa a parte mais difícil. Tenho o esquiço do livro terminado, mas ainda não tenho a certeza de que tenha encontrado a sua forma definitiva. Antes de a decidir, quero entregá-lo a algumas pessoas da minha confiança — e, deliberadamente, não apenas a pessoas ligadas à fotografia. Quero saber o que acontece a estes textos quando deixam de estar diante de alguém que conhece as perguntas que lhes deram origem. O que se compreende? O que fica por compreender? O que parece excessivo? O que falta? Que ensaios dialogam entre si? Quais parecem deslocados? E, sobretudo, o que fica depois de fechar o livro? Por isso, procuro alguns leitores dispostos a fazer mais do que ler. Quero que me contradigam, que levantem dúvidas, que apontem fragilidades e que me digam aquilo que talvez eu já não consiga ver. O processo será acompanhado por um conjunto de questões às quais cada leitor poderá responder depois da leitura. Se gostarias de receber o esquiço e participar nesta última etapa de construção do livro, envia-me uma mensagem. Mas há uma condição: terás de me convencer de que devo enviar-to. Se me convenceres, receberás uma cópia e o teu contributo será reconhecido na edição física da obra. Dialéticas não tem, por enquanto, data de apresentação. Ficará terminado e pronto para publicação, aguardando o momento certo — ou a eventualidade de algum dos projectos que já têm apresentação marcada não chegar a essa data. Talvez seja precisamente esta ausência de urgência que permita ao livro encontrar a sua forma certa. Agora, preciso de leitores. Mas, mais do que leitores, preciso de interlocutores. #RuiCamposFotografia #livro #Fotografia #ensaística #ensaiosfotográficos #Arquivo #AFDS #ArquivoDouroSuperior

590
Rui Campos Fotografia Aug 10

3. Porque é relevante para a região e para o Mundo? O primeiro destinatário do AFDS é o próprio território onde nasceu. Um arquivo desta natureza pode devolver à região uma coisa que muitas vezes se perde no processo de desenvolvimento: a consciência daquilo que ela é. As fotografias permitem reconhecer lugares, recuperar memórias, documentar património, contar histórias, estudar transformações e dar visibilidade a pessoas e actividades que raramente chegam aos grandes arquivos nacionais. Podem ser utilizadas por investigadores, escolas, artistas, jornalistas, municípios, instituições culturais, empresas e pela própria população. Mas o seu valor não termina aí. Um território que conhece e documenta a sua própria identidade está melhor preparado para a comunicar. A fotografia pode contribuir para a valorização do património, para a promoção turística, para a criação artística, para a educação, para a investigação e para a economia local. É aqui que o AFDS assume uma ambição maior: utilizar a fotografia como instrumento de desenvolvimento. Não se trata de fotografar a região para dizer simplesmente que ela é bonita. Trata-se de produzir conhecimento e representação capazes de gerar novas possibilidades para o território. E existe ainda uma segunda escala. O Douro Superior é uma realidade local, mas aquilo que nele acontece participa de fenómenos universais: a transformação das paisagens rurais, o despovoamento, a emigração, a relação entre memória e identidade, as alterações económicas, a transformação das comunidades e a relação entre as pessoas e os lugares onde vivem. Por isso, documentar rigorosamente este território é também contribuir para a compreensão do mundo. O AFDS parte de um lugar concreto para construir uma memória que pode interessar muito para além dele. É essa talvez a sua maior importância: mostrar que um território periférico não é um território sem importância. Pelo contrário. Quando é observado com atenção, documentado com rigor e interpretado com inteligência, qualquer território pode tornar-se uma fonte de conhecimento sobre o seu tempo. O AFDS existe para fazer exactamente isso: guardar o que está a desaparecer, documentar o que está a acontecer e criar, através da fotografia, instrumentos para pensar aquilo que ainda está por acontecer. Visite a página do AFDS e descubra este projecto: www.arquivodourosuperior.wordpress.com #RuiCamposFotografia #ArquivoDouroSuperior #ArquivosFotográficos #fotografiasantigas #InteriorDePortugal #Portugal #Memória #Desenvolvimento #Sociedade #Comunidades

354
Rui Campos Fotografia Aug 10

1. Porque é que é diferente O Arquivo Fotográfico do Douro Superior nasceu de uma ideia simples: um território também se conhece através das imagens que dele se fazem, das pessoas que o habitam, dos lugares que transformam e das marcas que deixam no tempo. Mas o AFDS não é um arquivo fotográfico convencional. Não nasceu para reunir fotografias antigas, nem para conservar apenas imagens consideradas importantes pela sua qualidade artística ou documental. Nasceu para acompanhar um território. Desde 2005, o arquivo tem vindo a construir uma representação fotográfica continuada do Douro Superior e das regiões que com ele se relacionam. São centenas de milhares de imagens que registam paisagens, património, actividades económicas, festas, acontecimentos, pessoas, mudanças urbanas, transformações sociais e, sobretudo, a vida quotidiana. Essa continuidade é fundamental. Uma fotografia isolada mostra um momento. Um arquivo permite perceber uma transformação. É essa dimensão que distingue o AFDS: não se limita a fotografar o território; procura compreender o território através da fotografia. Cada imagem passa a fazer parte de uma memória colectiva que, com o tempo, ganha um valor que nenhuma fotografia isolada poderia ter. O arquivo é, por isso, simultaneamente memória, documentação, investigação e matéria de criação. É uma infraestrutura cultural construída a partir da fotografia, mas que ultrapassa largamente a própria fotografia. Visite a página do AFDS e descubra este projecto: www.arquivodourosuperior.wordpress.com #RuiCamposFotografia #ArquivoDouroSuperior #ArquivosFotográficos #fotografiasantigas #InteriorDePortugal #Portugal #Memória #Desenvolvimento #Sociedade #Comunidades

354
Rui Campos Fotografia Aug 10

O Arquivo Fotográfico do Douro Superior (AFDS) nasceu de uma ideia: utilizar a fotografia para conhecer, documentar e desenvolver um território. Ao longo de mais de duas décadas, foi construindo uma memória visual continuada de uma região, reunindo imagens que não registam apenas aquilo que existe, mas também aquilo que muda, desaparece ou se transforma. É essa perspectiva que torna o AFDS diferente de um arquivo fotográfico convencional e lhe dá uma importância que ultrapassa a própria fotografia. Para compreender essa importância, é preciso perceber três coisas: porque é um arquivo diferente, porque é único e porque é relevante para a região e para o mundo. #RuiCamposFotografia #ArquivoDouroSuperior #ArquivosFotográficos #fotografiasantigas #InteriorDePortugal #Portugal #Memória #Desenvolvimento #Sociedade #Comunidades

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Franceinfo Jul 30

Pavel Dourov, le fondateur de Telegram, a été intégré par les autorités russes sur une liste des terroristes en raison de son refus de céder aux exigences de Moscou concernant la surveillance de masse et la censure sur sa plateforme de messagerie. #Telegram #PavelDourov #censure

www.franceinfo.fr
Le patron de Telegram, Pavel Dourov, placé sur la liste des "terroristes" par la Russie
12430
Cerfia Jul 29

🚨🇷🇺 ALERTE INFO | La Russie a émis un AVIS de RECHERCHE international contre le fondateur de Telegram, Pavel Dourov. Moscou l'accuse de « complicité de terrorisme », reprochant à la plateforme de ne pas avoir supprimé un bot qui aurait été utilisé par les services ukrainiens pour recruter de jeunes Russes en vue d'actions de sabotage. #Telegram #Russie #Terrorisme

15985
Franceinfo Jul 29

La Russie a lancé un avis de recherche international contre Pavel Dourov, le fondateur de Telegram, l'accusant de complicité de terrorisme en raison de l'utilisation de sa messagerie par des services spéciaux ukrainiens pour recruter des jeunes Russes pour des activités criminelles et de sabotage. #Russie #Telegram #terrorisme

www.franceinfo.fr
La Russie émet un avis de recherche international contre le patron de Telegram, Pavel Dourov, accusé de complicité de terrorisme
10065
L
Le Soir Jul 29

La Russie a émis un avis de recherche international contre Pavel Dourov, le fondateur de Telegram, l'accusant de complicité de « terrorisme » dans le cadre d'une enquête criminelle. #Russie #Telegram #PavelDourov

www.lesoir.be
La Russie émet un avis de recherche international contre le patron de Telegram pour complicité de « terrorisme »
11250
FC Porto Jun 25

O Douro como palco, o Porto como orgulho. 💙 FC Porto 🤝 Porto Ferreira 🤝 Sogrape Vídeo completo 🎥 https://t.co/U4QDZKd58T https://t.co/ubRXcxocx4 #Douro #FC Porto #Porto

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FC Porto Jun 23

Um marco histórico nas águas do Douro 💙 O FC Porto junta-se à Sogrape e à Casa Porto Ferreira na Regata de Barcos Rabelos 2026 🗓️ Amanhã ⌚ 11h30 🏳️ Partida: Cabedelo 🏁 Chegada: Ponte Luiz I https://t.co/yN0SH41Tvc #Douro #Regata #FCPorto

14416
Observador Jun 12

Todo o território de Portugal, incluindo os arquipélagos da Madeira e Açores, enfrenta um risco muito elevado de exposição à radiação UV até segunda-feira, com temperaturas máximas que podem variar entre 30 e 40 graus Celsius, especialmente nas regiões do Alentejo, Ribatejo e Douro, de acordo com o aviso do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). #RadiaçãoUV #TemperaturasElevadas #IPMA

observador.pt
País em risco muito elevado de exposição à radiação UV
13722
Observador Jun 12

Todo o território de Portugal, incluindo os arquipélagos da Madeira e Açores, enfrenta um risco muito elevado de exposição à radiação UV até segunda-feira, com temperaturas máximas que podem variar entre 30 e 40 graus Celsius, especialmente nas regiões do Alentejo, Ribatejo e Douro, de acordo com o aviso do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). #RadiaçãoUV #TemperaturasElevadas #IPMA

www.diepresse.com
Operation „Economic Outcast“: Iran droht den USA wegen neuer Sanktionen mit Vergeltung
13722