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#Modernização

O Irão afirmou estar preparado para neutralizar qualquer possível infiltração terrestre dos Estados Unidos, destacando a modernização de suas forças e prontidão operacional em meio a tensões crescentes após recentes ataques mútuos. #GuerraTraduzida #Irão #TensõesNoMédioOriente

Invasão terrestre? Irão diz-se preparado para "infiltração"

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Se o bandido não gosta, então estamos na direção certa. Reforçamos ainda mais nossas forças de segurança com novos investimentos em viaturas, armamentos, tecnologia, a nova sede do 7º BAEP, a modernização do CAES e a integração de mais de 4 mil câmeras ao programa Muralha Paulista. E os resultados já aparecem: alcançamos a menor taxa de criminalidade da história, enquanto cerca de 90 mil celulares roubados já foram recuperados das mãos do crime e estão sendo devolvidos aos seus verdadeiros donos. Em São Paulo, quem prospera é a população. O crime, não. #SegurançaPública #Criminalidade #SãoPaulo

A Comissão Europeia aprovou positivamente o 9.º pedido de pagamento do Plano de Recuperação e Resiliência, permitindo a liberação de 2,3 mil milhões de euros, que contribuirão para áreas estratégicas como a transição energética e a modernização da Administração Pública. #PRR #RecuperaçãoEconómica #UniãoEuropeia

Bruxelas dá luz verde ao 9.º cheque do PRR

Seja para medidas de eficiência energética na indústria, para a modernização das redes elétricas ou para contribuir para a redução dos preços da energia através do aumento da produção de energias renováveis ou da capacidade de armazenamento, eu defendo que os recursos gerados pelas atividades poluentes devem ser utilizados para criar sistemas energéticos mais limpos e competitivos.

Bruxelas disponibiliza 81 milhões para eficiência energética
observador.pt

A Comissão Europeia anunciou um apoio de 81,4 milhões de euros a Portugal para programas de eficiência energética em edifícios da Polícia Judiciária e do Instituto Nacional de Medicina Legal, integrando um pacote total de 2,5 mil milhões de euros destinado à modernização de sistemas energéticos na União Europeia. #UniãoEuropeia #EficiênciaEnergética #FundoDeModernização

Bruxelas disponibiliza 81 milhões para eficiência energética
Lula 3w

Uma alegria imensa voltar a Salvador para entregar o Novo Teatro Castro Alves! Foram mais de R$ 260 milhões investidos para recuperar esse patrimônio do povo baiano e da cultura do Nordeste. Em um processo que uniu modernização tecnológica e respeito ao patrimônio histórico, a estrutura teve intervenções na mecânica cênica, na acústica, na iluminação, na segurança e na inclusão, com cabines de Libras, audiodescrição e legendagem simultânea. Mais de 2 mil trabalhadores participaram da reconstrução ao longo de três anos. Ficou lindo e pronto para receber nossos artistas e o público com conforto e comodidade. Investir em cultura também é gerar emprego, renda e orgulho para o nosso país. A cultura é prioridade em nosso governo porque preserva, fortalece e constrói a nossa identidade. 📸 @ricardostuckert #Cultura #Patrimônio #Teatro

O Governo de Portugal investiu 18 milhões de euros na modernização do Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) nos últimos três anos, com o objetivo de melhorar a redundância das comunicações e a cobertura territorial. #SIRESP #Governo #Modernização

Governo gastou 18milhões na modernização do SIRESP em 3 anos
Lula 4w

Investir na indústria naval de defesa é investir em soberania. Na primeira agenda do dia em Itajaí (SC), acompanhei o batismo da Fragata Cunha Moreira, o terceiro de quatro navios de alta tecnologia da classe Tamandaré, construído com mão de obra nacional qualificada para a Marinha do Brasil. As embarcações têm 107 metros de comprimento, convés de voo e hangar para helicópteros, além de radares, sistemas de armas avançados e sensores integrados, nos mais rigorosos padrões de navegabilidade, estabilidade, operação, desempenho e segurança. Entre outras funções, vão atuar para proteger as riquezas da chamada Amazônia Azul, área marítima de mais de 5,7 milhões de km². O programa vai gerar 23 mil empregos (entre diretos, indiretos e induzidos) ao longo de sua execução. Investimento estimado de R$ 13,9 bilhões até 2030, dos quais R$ 10,5 bilhões pelo Novo PAC. Um impulso à indústria e à qualificação de empresas nacionais para a produção, manutenção e modernização dos navios. 📸 @ricardostuckert #IndústriaNaval #Defesa #Soberania

O elenco profissional se reapresentou para os trabalhos esta semana e encontrou novidades no CT Moacyr Barbosa. 🔙💢 Durante o período de pausa para a Copa, o Vasco realizou melhorias na estrutura do centro de treinamento, com a modernização do refeitório e a criação de um novo lounge para os atletas. As obras reforçam o compromisso permanente do clube com a evolução da infraestrutura e com a oferta de um ambiente cada vez mais qualificado para o dia a dia da equipe. Parte dos recursos utilizados nas obras veio da S.A.B. — Sociedade Anônima Brahma, programa que reverte 10% das compras de produtos Brahma feitas pelo Zé Delivery para o clube escolhido pelo torcedor. 🛵🍻 Siga contribuindo: compre Brahma pelo Zé Delivery, selecione o Vasco e ajude o clube dentro e fora de campo. #VascoDaGama #Futebol #Infraestrutura #Esporte

O artigo de Rita Nunes critica a dependência excessiva das micro e pequenas empresas em Portugal em relação aos apoios estatais, argumentando que a verdadeira modernização e competitividade dessas empresas só ocorrerá se o Estado reduzir a sua carga fiscal e burocrática, permitindo que os empresários invistam e cresçam sem imposições. #PME #Economia #Impostos

Deixem as PME trabalhar!
FC Porto Jun 8

Modernização, transformação e a mesma identidade. Uma história de sucesso que nos define 💙 As obras seguem a bom ritmo no Estádio do Dragão 🔜 https://t.co/zc8un6FsPO #Modernização #Transformação #Sucesso

SAPO May 20

A Mars anunciou um investimento de 220 milhões de euros na sua histórica fábrica em Slough, Reino Unido, entre 2023 e 2028, como parte de um comprometimento de mil milhões de euros em modernização e inovação nas suas operações europeias. #Economia #Empresas #Investimento

Mars investe 220 milhões de euros em histórica fábrica no Reino Unido
SAPO May 16

Um novo livro de Luís Eloy Azevedo argumenta que o julgamento popular de 1975, que absolveu o homicida de um proprietário agrícola e condenou a vítima, exemplificou o extremismo que afetou a reforma da Justiça no pós-revolucionário em Portugal, revelando as tensões entre trabalhadores e patrões e a falta de uma visão clara para a modernização do sistema judicial. #Justiça #História #25deAbril

Julgamento popular em 1975 de homicídio de proprietário agrícola ajudou a hipotecar reforma da Justiça – livro
SAPO May 15

Portugal busca se destacar na agenda tecnológica europeia através da simplificação regulatória e adoção de inteligência artificial, como enfatizado por Bernardo Correia, secretário de Estado para a Digitalização, que defende a modernização da administração pública e a promoção de um ambiente favorável ao investimento e à inovação, apesar de já superar a Estônia em alguns índices de digitalização. #Digitalização #InteligênciaArtificial #Inovação

Do “amor” pela Estónia a realidade digital de Portugal
Observador May 14

Portugal se prepara para crises alimentares investindo 200 milhões de euros na construção e modernização de silos para cereais e na promoção de reservas estratégicas, em resposta à crescente insegurança alimentar desde a pandemia e a invasão da Ucrânia. #ReservasAlimentares #SegurançaAlimentar #IndústriaAgroalimentar

Como Portugal prepara reservas de alimentos para crises