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#Modernização
Observador 4h

Rail transport between Marco de Canaveses and Peso da Régua will be suspended from November 3 to March 24 due to modernization and electrification works on the Douro Line, with alternative road transport available. #TransporteFerroviário #LinhaDoDouro #Modernização (translated)

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Marco de Canaveses-Régua sem comboios até março por obras
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Observador 21h

The article by Manuel Peres Alonso highlights the need for Portugal not only to receive European funds but to effectively transform them into productivity and efficient institutions, reflecting on the contradiction between economic modernization and the expectation of equality among citizens. #TransformaçãoEconómica #FundosEuropeus #DesenvolvimentoSustentável (translated)

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Portugal recebe. Mas transforma efetivamente?
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Observador 3d

The article criticizes the way the Socialist Party omits important aspects of Portuguese history, such as the Regicide of 1908, while celebrating October 5th, and presents a distorted view of the First Republic, characterizing it as a period of modernization and progress, while ignoring its failures and the political instability of the time. #República #PartidoSocialista #HistóriaPortugal (translated)

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A República imaginária do PS
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S
Sandra Silva 4d

The president of the Health Unit of São Miguel Island, Sandra Silva, stated, in turn, that the new Health Unit of Livramento and São Roque fits into the modernization of primary healthcare, intending in the medium term to invest, in addition to the existing human resources, in more doctors, nurses, psychologists, nutrition, and dentistry. #Saúde #Açores #Desperdício (translated)

Bolieiro quer o combate ao desperdício na Saúde
observador.pt
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Observador 4d

Liliana Pimentel was elected president of the National Association of Independent Municipal Movements (AMAI) for the term 2026-2029, highlighting the importance of representation and the modernization of the association's communication, while emphasizing the crucial role of these movements in responding to the needs of communities in Portugal. #MovimentosIndependentes #Autarquias #PolíticaPortuguesa (translated)

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Liliana Pimentel lidera Movimentos Autárquicos Independentes
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Observador 6d

The article by Brito da Silva argues that before increasing the burden on citizens, the State should reform itself and demonstrate the efficiency and transparency of the use of the revenues already collected, especially concerning the maintenance and modernization of road infrastructures. #Transparência #Eficiência #Mobilidade (translated)

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Antes de cobrar mais ao cidadão, reformem o Estado
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São Paulo FC 1w

São Paulo Futebol Clube announced that it signed a partnership with Ticketmaster on Friday (2) to integrate the club's ticket office with the Sócio Torcedor program. According to the club, the agreement would combine participation in the program, ticket purchases, and access to games within a single ecosystem, as part of the modernization of services offered to fans. The partnership also included the renovation of the Memorial Luiz Cássio dos Santos Werneck, in MorumBIS. The agreement was signed by the president of São Paulo, Harry Massis, and the general director of Ticketmaster Brazil, Donovan Ferreti. #SãoPaulo #Futebol #SócioTorcedor (translated)

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Lula 2w

Crime organizado se combate chegando ao andar de cima, onde estão quem financia e quem lucra. Vamos asfixiar economicamente o crime e retomar os territórios com polícia, educação, cultura, formação profissional e oportunidades. Com a aprovação da PEC da Segurança, que só depende do voto no Senado, o Governo Federal terá mais instrumentos para atuar em parceria com estados e municípios. A PEC vai redefinir o papel da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal, com mais inteligência e mais gente. Nós mapeamos, nessa luta contra o crime organizado, os presídios de onde a facções comandam a bandidagem. Vamos transformar esses 138 presídios estaduais em unidades de segurança máxima. Financiar a modernização desses presídios. Segurança é presença do Estado e proteção para o povo brasileiro. #SegurançaPública #CombateAoCrime #PolíticaEficiente

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Lula Sep 9

Presidente Lula visita às obras de revitalização e modernização do VLT de Teresina https://t.co/kaRKH9p8Wm #Lula #Teresina #VLT

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Lula Sep 9

Estaremos logo mais no Piauí para acompanhar avanços na educação de tempo integral, na modernização do VLT de Teresina e em obras viárias. Algumas das conquistas da nossa gestão no estado: 1️⃣ 192 mil alunos beneficiados no Pé-de-Meia. A partir do ano que vem, o programa que combate a evasão escolar será universalizado para todos os alunos do ensino médio da rede pública. 2️⃣ Institutos Federais: 22 dos 27 (81%) no estado criados nas gestões Lula e Dilma. Quatro deles anunciados no atual mandato. Na gestão anterior? Nenhum. 3️⃣ O Farmácia Popular teve 307 mil beneficiários em 2025, salto de 53% em relação a 2022. Em fevereiro de 2025, 100% dos 41 itens do programa passaram a ser gratuitos. 4️⃣ O Mais Médicos saltou de 340 em 2022 para 521 profissionais em agosto de 2026, aumento de 53%. 5️⃣ Na segurança hídrica, 13,3 mil cisternas foram entregues desde 2023. Em 2022? Zero. A Barragem Atalaia, que havia sido paralisada em 2018, foi retomada. Estamos construindo a barragem Nova Algodões e a Adutora Jaicós. 6️⃣ Pelo Novo PAC, são R$ 47 bilhões em obras, com 100% dos municípios contemplados. No Minha Casa, Minha Vida, 35 mil moradias foram contratadas na atual gestão e 22 mil, entregues. 7️⃣ Na ferrovia Transnordestina, 61% dos 391km do Piauí estão prontos. Finalização prevista para julho de 2018. 8️⃣ 67,4 mil empregos com carteira assinada criados no estado de janeiro de 2023 a julho de 2026. 9️⃣ 433 mil famílias contempladas pelo Gás do Povo, 90% delas chefiadas por mulheres. Mais de 580 mil famílias beneficiadas pelo Luz do Povo, com isenção ou desconto na conta de luz. 🔟 830 empresas apoiadas pela Nova Indústria Brasil, com R$ 5,4 bilhões em investimentos. O Piauí, e o Brasil, estão prontos para mais! #Educação #Desenvolvimento #Piauí

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Observador Sep 5

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, promete uma resposta à crise institucional envolvendo os juízes Moraes e Mendonça, pedindo reformas que incluem um código de ética, o fim do Inquérito das Fake News e a modernização da Justiça. #STF #Justiça #FakeNews

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STF em crise: Fachin promete resposta e pede reformas
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Kiritkumar Gentilal Sep 2

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

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MarioFrias Aug 31

🗣️ DOMINGO ESPETACULAR | Flávio Bolsonaro defendeu a modernização do SUS com mais investimento em tecnologia. A proposta é usar inovação para melhorar o atendimento, reduzir a burocracia e fazer o sistema funcionar melhor para quem realmente precisa. Tecnologia a serviço do paciente. É disso que o SUS precisa. #SUS #Saúde #Inovação

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Fernando Haddad Aug 27

Programa de Governo para a agricultura familiar lançado! Hoje, em Presidente Prudente, apresentamos nossas propostas para fortalecer os produtores rurais de São Paulo. Vamos levar mais crédito, Seguro Rural Paulista, modernização da rede de energia e da conectividade, fortalecimento da pesquisa e incentivo aos serviços ambientais. Também, vamos rever o planejamento de implantação dos pedágios, que estão prejudicando quem trabalha e produz. Nosso compromisso é valorizar as Casas de Agricultura, os institutos de pesquisa e o patrimônio público ligado à inovação no campo. Haddad governador. Vote 13! 📸 Diogo Zacarias #AgriculturaFamiliar #SãoPaulo #DesenvolvimentoRural

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Observador Aug 26

O governo ucraniano acusou a China de fornecer motores turbojato e novos componentes para a modernização dos drones Geran, utilizados pela Rússia em ataques contra a Ucrânia. #GuerraNaUcrânia #Drones #China

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China acusada de ajudar Rússia na modernização de drones
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Sport Club Internacional Aug 14

⏰ 𝟐𝟑:𝟓𝟑 No passado, o horário do apito final que transformou nossa história. Para o futuro, o número que pode fazer a diferença para o Colorado. ❤️🤍 No embalo das comemorações pelos 20 anos da primeira Libertadores alvirrubra, o ídolo Tinga apresentou, nesta sexta-feira, seu projeto de modernização da estrutura do CT Parque Gigante. A TV Inter acompanhou a entrevista coletiva concedida pelo bicampeão da América e apresenta, agora, o resumo do evento organizado no Museu do Clube do Povo. Assista! #Colorado #Libertadores #Tinga

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Observador Aug 8

A coligação liderada por Lula da Silva apresentou seu programa eleitoral para a reeleição, destacando como prioridades a defesa da soberania e da democracia, a modernização do Estado, a segurança, e o combate às desigualdades sociais, raciais e de gênero, com um enfoque na recuperação econômica e no fortalecimento das políticas públicas. #LulaDaSilva #Eleições2026 #PartidoTrabalhista

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Coligação de Lula da Silva apresenta programa eleitoral
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Observador Jul 28

Os Estados Unidos estão se preparando para investir mais de 500 milhões de dólares em programas para combater a influência da China nas Américas, África e Ásia, após cortes significativos em iniciativas similares no ano passado, com foco na modernização de cabos submarinos de comunicação na região do Caribe e na recuperação de influência diplomática em áreas estratégicas. #EstadosUnidos #China #InfluenciaGlobal

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EUA reforçam programas para contrariar influência da China
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Observador Jul 20

O Irão afirmou estar preparado para neutralizar qualquer possível infiltração terrestre dos Estados Unidos, destacando a modernização de suas forças e prontidão operacional em meio a tensões crescentes após recentes ataques mútuos. #GuerraTraduzida #Irão #TensõesNoMédioOriente

observador.pt
Invasão terrestre? Irão diz-se preparado para "infiltração"
13625
Kiritkumar Gentilal Jul 13

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

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