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#Fidelidade

What scares me the most about this analysis of the "intergalactics" is the world of lies and cynicism they live in. The growth of votes for Flávio Bolsonaro came from loyalty to his bolsonarista base and the agendas he has been building with entrepreneurs who advocate for a different policy of economic and industrial development for Brazil. This narrowing has brought together business sectors that were distant from bolsonarism and opened up space for a new development project and a vision for the country. Interestingly, what we see today in Brazil also appears in Europe: liberals creating a "sanitary barrier" to prevent the right from coming to power, while labeling Eduardo Bolsonaro and Kim Paim as "far-right" here. They say they are very radical. Soon, they will call us fascists. In a few months, we will once again see this discourse being used against Eduardo by Constantino and other intergalactic figures saying it is good to distance oneself from "extremisms." This is the same mechanism observed in Germany by Merz with the AfD, and in other European countries: establishing a moderate liberal political boundary and attributing the label of extremism to those on the other side of it. In the end, part of the liberal project seems to depend precisely on these barriers to contain the advance of right-wing conservatism. Of course, at heart, they are a system, a trust operation. It's unbelievable how brazen they are. (translated)

A melhor parte é quando o Flávio manda a mensagem totalmente fabricada por marketeiro, dizendo que se arrependeu das traições à esposa,que ama a família, que encontrou a fé, etc, e o cara responde "meu, se sabe com quem você está falando?". Tipo "pra cima de mim, não vioão". #Relacionamentos #Traição #Fidelidade

Quando o ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO precisa publicar uma nota para dizer que questões de Estado não podem ser conduzidas por “amizades, afinidades ou circunstâncias pessoais”, o Brasil precisa prestar atenção. ISSO NÃO É UMA FRASE QUALQUER. É o chefe da Advocacia-Geral da União sentindo a necessidade de reafirmar publicamente IMPESSOALIDADE, INDEPENDÊNCIA TÉCNICA E FIDELIDADE À CONSTITUIÇÃO em plena crise institucional. O recado está dado. E O SENADO VAI CONTINUAR LONGE DE BRASÍLIA COMO SE NADA ESTIVESSE ACONTECENDO? Nesta terça-feira, os senadores precisam voltar ao Congresso. Precisamos enfrentar os fatos revelados nos últimos dias e dar encaminhamento ao pedido de IMPEACHMENT DE ALEXANDRE DE MORAES. SENADORES, VOLTEM PARA BRASÍLIA. A ELEIÇÃO NÃO COLOCA A CONSTITUIÇÃO DE FÉRIAS. #Brasil #Impeachment #Constituição

VIRAM ISSO? Hermione aparece no trailer simplesmente segurando uma flauta. Essa flauta foi um presente do Hagrid pro Harry e é ela que faz o Fofo dormir. Série está muito fiel ao livro! ❤️ https://t.co/89Vo4nYb9H #HarryPotter #Série #FidelidadeAoLivro

Eu, como fã do Messi, já estava me preparando há muito tempo para os últimos anos de carreira do Leo, mas não dá... O texto de despedida da Argentina veio como um baque, pois a ficha de que está acabando de verdade voltou a cair. Desde a infância cresci ouvindo que deveria odiar a Argentina, mas foi com eles que vivi sentimentos únicos. A Copa América de 2021, a Copa do Mundo de 2022, a Finalísisma, a Copa América de 2024, a Copa do Mundo de 2026... Pude viver, sentir e vibrar pelo meu ídolo, pude apreciar, pude aproveitar os anos mais vitoriosos do meu jogador favorito, do meu ídolo. Em um cenário de que o Barcelona é uma religião, Lionel Messi é o nosso D10S e torcer por ele até contra minha seleção foi uma das maiores provas de fidelidade. Obrigado por tudo Messi, mas principalmente por ter dado tantas alegrias tentando apenas realizar um sonho. #Messi #Futebol #Argentina

Nosso santinho colecionável #5 com o eterno professor Olavo. 🥹 “Conservadorismo significa fidelidade, constância, firmeza. Não é coisa para homens de geleia.” https://t.co/rx16QFPZLC #Conservadorismo #Olavo #Colecionável

"Odisseia", de Christopher Nolan, é a grande sensação deste verão, com salas de cinema cheias e muitas discussões, sejam elas sobre a escolha dos atores ou sobre a fidelidade ao poema de Homero, o que em si mesmo é um sinal de que o cinema ainda pode ser mais do que um comando e uma assinatura de streaming. E também de um interesse pelos grandes livros, que muitas vezes julgamos enterrados nas bibliotecas ou reservados a acadêmicos. Por isso, queremos hoje não só discutir como é que uma história com mais de 3 mil anos ainda nos atrai e o que há mesmo de especial na Odisseia.

Todos estão a ver A Odisseia. Por causa de Nolan ou Homero?
observador.pt
newscolina Aug 13

🚨 Ex-diretores do Vasco utilizaram ingressos destinados a torcedores para acompanhar o Carnaval em camarote na Sapucaí. Segundo apuração do Lance!, ex-integrantes das diretorias do Vasco e da Vasco SAF utilizaram, para fins pessoais, ingressos que haviam sido destinados pelo clube a ações de relacionamento e ao programa de fidelidade dos sócios-torcedores durante o Carnaval de 2025. Entre os nomes citados estão Felipe Carregal, então vice-presidente Jurídico, Silvio Almeida, ex-vice-presidente Financeiro, e Bianca Reis, que ocupava a Diretoria Jurídica da Vasco SAF. Felipe Elias, atual conselheiro da SAF, também solicitou um par de ingressos, mas afirmou não ter comparecido ao desfile. Os ingressos faziam parte de um acordo firmado entre a Vasco SAF e uma empresa do setor de turismo. A agência compraria entradas pelo valor integral para revendê-las em pacotes turísticos e, como parte da negociação, o clube recebeu ingressos para o camarote. A previsão inicial era destinar parte das entradas a ações de relacionamento e o restante aos sócios-torcedores, que poderiam resgatá-las com pontos do programa de fidelidade. Carregal e Bianca Reis não responderam aos contatos da reportagem. Felipe Elias preferiu não se manifestar além de afirmar que não esteve no desfile. Silvio Almeida, por sua vez, afirmou que os ingressos foram oferecidos pelo então CEO da SAF, Carlos Amodeo, em um grupo que reunia conselheiros da SAF, assessores da presidência e dirigentes do clube. Segundo ele, foi informado que as entradas eram para uso do CRVG e não faziam parte de ações com sócios, além de afirmar que a distribuição ocorreu com ciência do presidente. 📰 @pedrocobalea_ 📷 Matheus Lima | Vasco #Vasco #Carnaval2025 #FutebolBrasileiro

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

🚨 Os hand banners oficiais da B-ARMY360 estão oficialmente ajustados! Realizamos pequenos ajustes para garantir uma melhor legibilidade, equilíbrio visual e adaptação para impressão em grande escala, sempre preservando a essência e o conceito original de cada arte. 📌 Além disso, também fizemos algumas padronizações: ✨ Adicionamos no verso de todos os banners o trecho de ARIRANG com a romanização simplificada, facilitando o acompanhamento durante BODY TO BODY. ✨ As instruções presentes nos três banners agora são exatamente as mesmas, garantindo uma comunicação padronizada para todo o público nos 3 dias. ✨ Fizemos alterações em detalhes como letras, fontes e traduções do coreano, visando maior legibilidade, padronização e fidelidade ao conteúdo. Agradecemos imensamente a todos que participaram dessa etapa e, principalmente, às artistas que confiaram seu trabalho ao projeto. Cada detalhe foi pensado com muito carinho para proporcionar uma experiência única para toda a ARMY. 🧶 Segue o fio! #BARMY360 #BARMY360HandBanner #BARMY #Kpop #Army

Observador Jul 17

Článek Amélie Rita Monteiro zkoumá, jak víra v pozitivní aspekt stárnutí ovlivňuje zdraví a kognitivní funkce jednotlivců, přičemž poukazuje na výzkum, který ukazuje, že lidé se silnými pozitivními přesvědčeními o stáří mají vyšší pravděpodobnost zlepšení svých schopností, a představuje projekt Longevity AI by Fidelidade, který pomáhá lidem emocionálně se spojit s myšlenkou dlouhého a zdravého života. #Longevidade #EnvelhecimentoPositivo #SaúdeMental

Já se viu com 100 anos? A ciência sugere que devia

Bom dia! Muitas vezes queremos ajudar Deus a conduzir a nossa própria história. Tentamos moldar os planos, controlar os caminhos e encontrar soluções com a força das nossas mãos. Mas há momentos em que o maior ato de fé não é fazer mais, e sim confiar mais. Hoje, entregue ao Senhor aquilo que pesa em seu coração. Não permita que o orgulho diga que tudo depende de você. A graça de Deus não precisa ser aperfeiçoada pela sabedoria humana; ela já é perfeita. Quando reconhecemos nossas limitações, abrimos espaço para que o poder de Deus se revele de forma extraordinária. Que nesta manhã você caminhe com um coração humilde, disposto a aprender, obedecer e descansar. O Senhor não procura pessoas que aparentam ser fortes, mas corações sinceros que confiam Nele acima de todas as coisas. Ore, faça a sua parte com fidelidade e deixe que Deus realize aquilo que está além das suas forças. Há portas que nenhuma habilidade humana abre, mas que uma simples oração, feita com fé, é capaz de escancarar. Que o seu dia seja guiado pela paz que vem do céu, pela sabedoria da Palavra e pela certeza de que Deus continua trabalhando, mesmo quando seus olhos ainda não conseguem enxergar. Que o Senhor conduza cada passo da sua jornada e encha o seu coração de esperança. #Fé #Confiança #Esperança

Simone Tebet quer ser senadora pelo Estado de São Paulo. Vai defender as bandeiras do combate aos narcoterroristas ou manter fidelidade ao chefe, Lula da Silva? Vai defender o Agro paulista ou passar a mão na cabeça do bando fora da lei do MST, como faz o chefe? Afinal, o que Tebet fez nos últimos três anos e meio pelo país? #Política #SãoPaulo #SimoneTebet

Simone Tebet quer ser senadora pelo Estado de São Paulo. Mas ela conhece as demandas dos paulistas? Vai defender as bandeiras do combate aos narcoterroristas ou manter fidelidade ao chefe, Lula da Silva? Vai defender o Agro paulista ou passar a mão na cabeça do bando fora da lei do MST, como faz o chefe? Afinal, o que Tebet fez nos últimos três anos e meio pelo país? #Política #SãoPaulo #Eleições2024

Observador Jul 10

Álvaro Santos Pereira, novo governador do Banco de Portugal, anunciou a mudança do projeto da nova sede, reduzindo o custo de 191,99 milhões na compra de dois edifícios para cerca de 165 milhões ao adquirir apenas um, o que gerou críticas de Mário Centeno e acusação de conluio do CDS com a Fidelidade para investigação pelo Ministério Público. #BancoDePortugal #ÁlvaroSantosPereira #MárioCenteno

Nova sede. Álvaro altera e poupa 35 milhões. Centeno critica
Mercado Azul Jun 8

Iker Casillas testemunhou hoje em tribunal num processo em que exige 3.7M€ ao FC Porto e à Fidelidade como compensação após o enfarte sofrido. Preparem-se porque o fio é longo. Desse montante, 2.5M€ diz respeito ao FC Porto. O antigo guarda-redes afirma ter direito à Incapacidade Permanente Absoluta para o Trabalho Habitual, que lhe garantiria 70% do valor original do contrato restante com o FC Porto. O FC Porto pagou já mais de 1M€ ao jogador durante o período de recuperação. Iker Casillas alega que não consegue correr mais do que "20 ou 50 metros", mas numa manhã acesa em tribunal, a defesa da seguradora Fidelidade contestou a argumentação do espanhol. Iker Casillas pratica Padel duas vezes por semana durante 45 minutos e já participou por múltiplas vezes em jogos de exibição de lendas e de cariz social. Em causa para a decisão final está o facto (ou não) do alto esforço físico que Casillas colocava ao atuar pelo FC Porto ter sido o causador do enfarte do miocárdio. Será essa decisão que irá imputar ou não responsabilidades ao FC Porto e à Fidelidade. Os peritos da seguradora Fidelidade discordam da opinião que terá sido esse o principal facto a originar o problema e até utilizaram em tribunal declarações de Sara Carbonero, ex-mulher do espanhol, onde a mesma insinuou um elevado consumo de álcool ao longo da sua carreira de futebol. O caso procede em tribunal e aguarda decisão da juíza. #IkerCasillas #FCPorto #Justiça

Corpus Christi não é mais uma festa do calendário litúrgico, mas um regresso às raízes da fé para renovar o amor e a fidelidade a Deus. Trata-se da fé na presença do Senhor Ressuscitado, que está vivo e continua a passar no meio de nós, que se faz pão para a nossa fome de vida e visita os recantos do nosso coração e da nossa história, também os mais escuros. #ViagemApostólica https://t.co/AFWThkZaWc #Fé #Espiritualidade #Amor

La FAA ordena inspeccionar 471 Boeing 737 MAX por riesgo de grietas estructurales

CHROME HEARTS JÁ É MARCA REGISTRADA DO #JIMIN! Há mais de 10 anos o cantor sul-coreano utiliza a marca que pertence ao grupo de luxo LVMH, o mesmo que detém o capital da DIOR. Para além dos crucifixos, ele também já utilizou outras peças como correntes, pulseiras e anéis por mais de uma década, mantendo fidelidade ao seu estilo pessoal. Não tem como não se encantar! #ChromeHearts #Jimin #Moda

Gil Diniz May 29

Caro patriota, peço que você leia com atenção este relato, contarei algo que vi de perto nos bastidores do poder. Na política, fidelidade é algo raro. Principalmente nos momentos difíceis. Quando alguém perde o poder, ainda mais de uma maneira injusta, passa a ser perseguido também injustamente e se torna alvo de uma tempestade política e midiática. E é muito comum que seus antigos aliados desapareçam. Durante o governo Donald Trump, a aproximação com a família Bolsonaro foi construída principalmente pelo esforço de @BolsonaroSP . Foi através dessa relação que Trump passou a conhecer melhor Jair Bolsonaro e a admirá-lo como um líder patriota e alinhado aos valores conservadores. Mas então veio a avalanche. Trump perdeu a eleição de 2020 em um processo altamente manipulado. A perseguição contra ele aumentou de forma brutal, com investigações forjadas, ataques falsos e ameaças reais de prisão. Em um momento destes, qual seria a prática normal nos meios políticos? Se afastar de Trump e sua família, tratando como se estes fossem vermes contaminados. Soterrar sua história e seus valores, os tratando como leprosos. Mas uma figura fez exatamente o inverso: Eduardo Bolsonaro. Levando consigo os valores ensinados por Jair Bolsonaro, Eduardo permaneceu fiel a Donald Trump justamente em seu pior momento. Quando o ex-presidente americano havia perdido o poder, enfrentava acusações pesadas e era tratado como um “pária” pelo establishment, Eduardo foi até os Estados Unidos prestar solidariedade pessoalmente. Na prática, naquele momento, muitos acreditavam que a trajetória política de Trump havia acabado. Não existia ganho político óbvio em manter aquela proximidade. Mas Eduardo escolheu a lealdade. Escolheu honrar a amizade. Escolheu mostrar que ainda existiam pessoas dispostas a permanecer ao lado de um líder injustiçado quando quase todos haviam se afastado. As imagens que ilustram este post mostram justamente isso: Eduardo visitando Trump em 2021, em meio ao maior caos político vivido pelo americano. E também a mensagem enviada posteriormente por Trump, reconhecendo a amizade e a fidelidade demonstradas naquele momento tão difícil. Grandes homens sabem reconhecer outros grandes homens. E mesmo sem buscar nada em troca, hoje o Brasil colhe os frutos dessa postura. O acesso que Eduardo e Flávio Bolsonaro possuem à Casa Branca, mesmo durante o momento duro enfrentado pelo bolsonarismo, com Jair Bolsonaro e centenas de patriotas presos injustamente, é reflexo direto dessa relação construída com lealdade verdadeira. Se hoje Trump recebe os Bolsonaros de braços abertos e demonstra respeito por @FlavioBolsonaro como uma importante liderança para o futuro, muito disso passa pelo caráter e articulação de Eduardo Bolsonaro. Porque quando Trump parecia derrotado e abandonado pelo mundo político, Eduardo permaneceu ao lado dele. E se o jogo virou nos Estados Unidos, vai virar aqui também. Os sinais já começam a aparecer e o futuro reserva grandes mudanças para o Brasil. #Política #Lealdade #Conservadores