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#Hoje

Hoje (02/09) é comemorado o Dia Nacional da Classe Trabalhadora. Hoje também, a PEC da Escala 6x1 pode ser votada no Senado Federal. https://t.co/aIFYOlYyV2 #DiaDoTrabalhador #Trabalho #Senado

FLÁVIO BOLSONARO INIMIGO DO POVO! Eu, o @movimento_vat e o @mtst protestamos hoje em frente à mansão de R$ 600 MILHÕES de Flávio em Brasília. O "senador" se articula para impedir o fim da escala 6x1 para o povo, mas nunca trabalhou na vida e mesmo assim vive no máximo luxo bancado pela classe trabalhadora que sustenta sua família na política há décadas. CHEGA! É FIM DA ESCALA 6X1 JÁ e Flávio Bolsonaro e sua família desempregados em outubro! #ForaFlávio #Protesto #Justiça

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Em 95 eu não desisti, Quantas taças vi você levantar, Por isso que hoje eu estou aqui pra te incentivar, Por onde for, vou te ver jogar! É DIA DE ALÇAPÃO! 🏟️🔥 https://t.co/5F5BMaBkRO #Futebol #Esporte #Incentivo

🚨 AGORA! Ministério Público apura possível cobrança indevida de R$ 255,7 MILHÕES na dívida do Corinthians com a Caixa pela Neo Química Arena. A apuração foi iniciada após uma representação que aponta supostas inconsistências nos cálculos do financiamento. O promotor Cássio Conserino determinou uma perícia detalhada. A representação sustenta que, em agosto de 2019, a Caixa cobrou R$ 536,09 milhões, partindo de um saldo principal de R$ 423,94 milhões. O documento afirma que não foram localizadas planilhas ou cálculos que expliquem como o financiamento de R$ 400 milhões chegou a esse valor. Outro ponto contestado é a multa contratual de 10%, que teria sido aplicada sobre todo o saldo devedor, e não apenas sobre as parcelas vencidas. Uma reconstrução matemática apresentada na representação aponta que o saldo real em agosto de 2019 seria de R$ 280,34 milhões, o que indicaria uma DIFERENÇA de R$ 255,7 milhões. Hoje, Corinthians e Caixa consideram que a dívida é de cerca de R$ 640 milhões. O promotor chegou a levantar a hipótese de o financiamento JÁ ESTAR QUITADO caso a cobrança indevida seja confirmada e haja aplicação do artigo 940 do Código Civil, que prevê DEVOLUÇÃO EM DOBRO DO VALOR cobrado em excesso. Neste momento, a apuração tem natureza não criminal. Para qualquer eventual devolução de valores ou reconhecimento de quitação, ainda seria necessário confirmar os cálculos e passar por um processo judicial. 🗞️ @geglobo | @brunocassucci 📸 Rodrigo Coca/SCCP #Corinthians #Caixa #Dívida

🚨Os editoriais de hoje dos jornalões pedem a renúncia de Moraes, não acontecerá. Ele sabe que poderá voltar a ser tratado como salvador da pátria, por esses mesmos jornais, se retomar a caça aos bolsonaristas. Também sabe que, ano que vem, se Lula e Alcolumbre estiverem no comando, quem pode se dar mal é Mendonça. Vai aguardar, como Vorcaro, a coisa amainar. Porém, investigado, qualquer tentativa de interferir no procedimento poderá caracterizar obstrução de justiça. Se a briga noticiada ontem com Mendonça ocorresse nesse novo contexto, hoje ele poderia estar preso preventivamente. #Política #Justiça #Brasilidade

🚨 FIM DA 6x1 JÁ! Hoje, a PEC pelo FIM da Escala 6x1 que sou autora está sendo votada no Senado. Mas essa luta não é de agora, é de anos atrás. É de quando o @RickAzzevedo começou um movimento histórico que mobilizou a juventude e a classe trabalhadora. De quando fizemos uma luta sem precedentes pra colher as assinaturas pra PEC e consegui prorotocolá-la. É de décadas, da época da Constituição de 88. É da classe trabalhadora, desde que lutamos contra as opressões praticadas pelos patrões. Hoje, mais um passo dessa luta será dado! Campanha eleitoral CNPJ: 68.438.024/0001-60 #Escala6x1 #ClasseTrabalhadora #LutaPorDireitos

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

A Folha vai pedir também o afastamento de Mendonça da mesma forma que fez hoje contra Alexandre de Moraes? #Política #Brasil #Justiça

Não deixemos a “direita” permitida mais uma vez se colocar no tabuleiro com prudência e sofisticação fingindo ser “oposição” ao sistema. Se o que está acontecendo hoje fosse com BOLSONARO ou COM QUALQUER UM de SEUS FILHOS, todos, absolutamente todos, estariam DEVASTANDO @FlavioBolsonaro , @BolsonaroSP e @CarlosBolsonaro . #Política #Brasil #Direita

COBREM OS SENADORES! Todos esses serão candidatos nessas eleições e vão precisar do seu voto. Mostrem que quem se atravessar no caminho do fim da escala 6x1 não vai ser eleito. Não podemos permitir nem mais um dia de espera. A ESCALA 6X1 PRECISA ACABAR HOJE! https://t.co/uXNH6Smzdg #Eleições2024 #Escala6x1 #VotoConsciente

Depois de toda a conduta grave de Moraes revelada ontem (veja abaixo), é cômico ver a esquerda hoje tentar se recuperar gritando: "Mendonça já se reuniu com Vorcaro!". É correto que isso tenha sido noticiado, mas tentar sugerir que eles estão no mesmo universo é uma piada:👇 https://t.co/ukJwTfh7Ks #Política #Brasil #Moraes

Hoje se encerra o prazo determinado pela Justiça para que o Administrador Judicial, Watchdog e Gatekeeper apresentem manifestação conjunta sobre o empréstimo DIP. #Justiça #AdministraçãoJudicial #EmpréstimoDIP

A vantagem de ter nascido no velho testamento é que a gente não se emociona mais na primeira curva da estrada. Ontem eu já dizia que o André Mendonça tinha metido o louco e usado uma estratégia Kamikaze. Hoje ele amanhece como um corpo estendido no chão do Supremo... PS: O corpo é uma metáfora, por óbvio. #Supremo #Política #Brasil

poponze 2h

Erika Hilton denuncia tentativa de Flávio Bolsonaro de barrar a PEC que acaba com a escala 6x1: “Flávio Bolsonaro interrompeu a sua campanha para tentar impedir que o Senado aprove HOJE a nossa PEC. A turma de Flávio Bolsonaro está organizada para impedir a aprovação na CCJ, pedir vista e tentar alterar o texto. Caso não consigam, o plano é induzir senadores bolsonaristas a faltarem no Plenário, impedindo que a PEC tenha quórum para ser votada.” #PEC #FlávioBolsonaro #ErikaHilton

André Ventura will announce today whether Chega will move forward with a motion of censure against the government of Luís Montenegro, following several controversies involving the Minister of Internal Administration, Luís Neves, who stated that he has no intention of leaving the Executive. (translated)

As notícias das 12h

Sabe do que a gente precisava estar falando hoje? Do fim da escala 6x1. Porque agora Alcolumbre quer usar até a crise criada pelo Mendonça envolvendo o STF como justificativa para ameaçar uma votação que pode garantir um dia a mais de descanso para milhões de trabalhadores. Desculpa esfarrapada. O próprio relator, Omar Aziz, já disse que uma coisa não tem absolutamente nada a ver com a outra. A crise no STF não pode servir de pretexto para o Senado abandonar o trabalhador. E é bom prestar muita atenção no que está acontecendo. Enquanto Flávio Bolsonaro sabota o fim de uma jornada desumana, a pauta que realmente mexe com a vida de milhões de brasileiros quase não ganha destaque. Cadê a mesma pressão? Cadê a manchete dizendo que o trabalhador pode perder a oportunidade de conquistar mais descanso, sem redução de salário? Porque a nossa prioridade precisa ser essa: o trabalhador. O povo brasileiro. Escândalo político ocupa horas de televisão. Briga entre Poderes ocupa páginas e páginas. Mas uma votação que pode mudar concretamente a vida de quem trabalha seis dias e descansa apenas um quase desaparece do debate. Não podemos deixar. O Senado precisa votar o fim da escala 6x1. E trabalhador nenhum pode esquecer quem trabalhou para aprovar e quem trabalhou para impedir. A pauta é o povo. #Trabalhador #FimDaEscala6x1 #Senado

COBERTURA ESPECIAL: O Senado Federal deve votar hoje, na Comissão de Constituição e Justiça, o fim da escala 6X1, com redução da jornada de trabalho. Pode ser a conquista trabalhista mais importante desde a promulgação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Acompanhe os desdobramentos aqui ao longo do dia. #Trabalho #Legislação #DireitosTrabalhistas

🚨É HOJE! A batalha pelo fim da escala 6x1 na CCJ do Senado começa às 9h. Vou acompanhar tudo e deixar vocês informados. Máxima atenção nesse dia decisivo. Vai ter muito inimigo do povo mostrando as caras. #CCJ #Senado #BatalhaPolítica

🚨 TODOS OS OLHOS EM FLÁVIO BOLSONARO! Foi revelado que o senador Flávio Bolsonaro interrompeu a sua campanha para tentar impedir que o Senado aprove HOJE a nossa PEC que acaba com a escala 6x1. Conforme as revelações, a turma de Flávio Bolsonaro está organizada em duas frentes principais: - Impedir a aprovação da PEC na CCJ do Senado. Para isso, aliados de Flávio planejam fazer um pedido de vistas, para que a PEC não seja votada na manhã de hoje, e tentar alterar o texto por meio de emendas que, na prática, mantêm a escala 6x1 de pé. - Caso não consigam barrar nossa PEC na CCJ, o plano da turma de Flávio Bolsonaro é induzir os senadores bolsonaristas a faltarem no Plenário do Senado, impedindo que a PEC tenha quórum suficiente para ser votada. Por isso, precisamos pressionar TODOS os senadores do partido de Flávio Bolsonaro para que eles não faltem ao trabalho amanhã e que eles votem A FAVOR da PEC na CCJ sem que o texto seja alterado um milímetro sequer. Veja quais senadores pressionar 👇🏽 #FlávioBolsonaro #PEC #Senado

Foto enviada pelo advogado de Daniel Vorcaro ao banqueiro no dia em que levou André Mendonça ao alfaiate para comprar um terno. É uma das revelações da minha reportagem de hoje. Para ler a íntegra, ouvir os áudios e ler as mensagens, acesse: https://t.co/tAmovZnn3J. https://t.co/Rp1QJK9Nl7 #reportagem #política #investigação