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#Liberais

Data vênia, vamos ao que interessa: a adoção do modelo econômico Javier Milei pela campanha de Flávio Bolsonaro. Foi o que prometeu a Daniella Marques -- a Zélia Cardoso de Mello atualizada dos ultra liberais bolsonaristas. #Economia #FlávioBolsonaro #JavierMilei

1. Vamos nepalizar. 2. Magnitsky : Dudu é radical e extremista, melhor o Flávio se afastar. Incoerência? Não. Estratégia. Os liberais querem o maior número de pessoas presas para servirem de refém . Vale tudo para continuar no comando das autarquias, inclusive levar velhinhas para a prisão. Esse verme odeia o povo e so quer boletar, mesmo que em cima do sofrimento de gente comum. Em tempo: para liberar o dinheiro dele, ele não nepalizou com o Xandão. Por que? #Política #Estratégia #Liberdade

Tudo que os liberais querem é isolar o Edu, por isso ai. A rede internacional que ele criou permite uma credibilidade robusta e com substancia politica. #liberalismo #politica #credibilidade

Vocês estão rindo? Mas o Moraes já está sinalizando que, se ele ganhar essa, vai tratar todo mundo que tentou tirá-lo do Supremo como tratou os golpistas. É exatamente isso que ele está dizendo aí. Então, você, jornalista; você, apresentador; você, político; você, empresário; enfim, qualquer pessoa que tenha tentado prejudicá-lo, e que ele interprete como alguém que tentou tirá-lo do Supremo, será tratado como golpista tanto quanto Jair Bolsonaro. Vai ter o mesmo tratamento. Então, sabe esse tratamento que muitos de vocês, jornalistas, pensadores, empresários e isentões liberais, acharam 100% correto no julgamento do Bolsonaro? Pois é. Quero ver se vocês, tendo um processo e um julgamento a jato, sem a defesa ter acesso direito às provas, sem poder recorrer ou ter o recurso avaliado e julgado pela Primeira Turma, vão gostar. Quero ver se vão concordar e continuar falando: ‘Não, foi tudo certo, né?’, como falaram do processo do Bolsonaro. #Justiça #Política #LiberdadeDeImprensa

Flávio disparou depois de ter se aproximado mais de Nikolas e Michelle e ter dado um “chega pra lá” no irmão, que até se afastou um pouco do infiltrado da Austrália. Esse, desesperado, já bate publicamente no Flavio, deixando a máscara cair e expondo que age pela vitória do Lula. Estou a um post do Kim para mudar meu apoio ao Flavio já no primeiro turno. Rifar a turma duguinista do 5o Excremento e se cercar de liberais como Daniella Marques é o que Flavio precisa para vencer. Bora que a prioridade é e sempre foi derrotar o PT! #Política #Eleições2024 #Brasil

Anão Santos está perdendo completamente o controle. Vai terminar uma eleição na qual poderia ter 8% a 10% dos votos, quem sabe negociar, no segundo turno, um ministério ou algo do tipo com o Flávio, estabelecer o partido, eleger uns três deputados federais e, talvez, quatro deputados estaduais. Poderia sair bastante fortalecido da eleição, com um partido mais estruturado e potencial para crescer ao longo dos próximos dez anos. Mas, como é um adolescente no corpo de um velho, se cagou todo. Vai conseguir a antipatia até dos liberais, será usado pelos petistas, não vai chegar a lugar algum e, depois da derrota, ainda terá de assistir ao bolsonarismo vencer Lula. Enquanto isso, o Missão corre o risco de não conseguir eleger talvez nem o Kim. Em alguns meses, boa parte dos seus quadros pode ir embora — ou até acabar expulsando o próprio Anão do partido. É um nível de fracasso que exige excelência para conseguir alcançar. #Eleições2024 #PolíticaBrasil #AnálisePolítica

Sejam de esquerda, de direita, liberais ou iliberais, um conselho: poupem para a reforma. Criar mecanismos de poupança para a complementar a pensão pública não é privatizar: é bom senso. Dizer o oposto é que é irresponsável. https://t.co/YD690oVL74 #Economia #Poupança #Reforma

Reeleger Lula significa aprofundar a crise econômica, ampliar ainda mais o poder do STF e empurrar o país para uma crise institucional. Por isso, deixo um convite aos meus amigos liberais que declararam voto em Lula em 2022: tenham a coragem de dizer, claramente, que não votarão nele novamente em 2026. Arrependimento só tem valor quando muda escolhas. De nada adianta dizer que se arrependeu em 2022 se, na hora decisiva, votar no PT mais uma vez. #Lula #Brasil #Eleições2026

Aparentemente, os cheganos não gostam de ser chamados de cheganos. Não percebo. PS? Socialistas. PSD? Sociais-democratas. IL? Liberais. BE? Bloquistas. E por aí fora. Preferem chegões? Chegassos? Cheguistas? Chegajos? Ladrõesdemalas? https://t.co/Vv0KMeqX3B #Política #Portugal #Identidade

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

Os liberais progressistas não conseguem aceitar Renan Santos em terceiro nas pesquisas. Pedro Dória: "Descobriram uma maneira de manipular a Atlas". Atlas deu 8% (Umas das pesquisas que mais acertam no mundo) e Real Time Big Data deu 9% para o Renan. A pesquisa fajuta desse aboiolado tenta colocar o Renan com 2%. Chora na cama que é mais quentinho. #Política #Pesquisas #Eleições

Roberto Motta Jul 18

Para os pseudo-liberais que querem “reduzir a desigualdade”: “Os seres humanos nascem com capacidades diferentes. Se eles são livres, eles não são iguais. E se eles são iguais, eles não são livres.” ―Aleksandr Solzhenitsyn #liberdade #desigualdade #filosofia

Kim D. Paim Jul 18

Sobre as propostas FEMINISTAS, vamos incluir uma informaçao imporante? As propostas partiram da Daniella Marques, uma LIBERAL aliada de Constantino, ex-membra do time Paulo Guedes e querida na Faria Lima. Agora podem voltar a reclamar. Do meu lado sigo contra os liberais. #Feminismo #Liberais #Política

O medo que o sistema demonstra em relação a Jair Bolsonaro é algo que talvez não se veja desde os tempos de Getúlio Vargas. O desespero diante da possibilidade de que qualquer gesto ou atitude dele possa beneficiar Flávio Bolsonaro chega a ser até engraçado. O pior é que Alexandre e os liberais parecem não perceber que estão fortalecendo o bolsonarismo. Ao agir dessa forma, transformam ser bolsonarista um símbolo de resistência: somos exilados, perseguidos, torturados, censurados e vítimas de arbitrariedades sem fim. A história mostra que esse tipo de processo deixa marcas profundas e continua ecoando por gerações. Marquem minhas palavras: vamos vencer esta eleição. Com sangue, suor e lágrimas, mas nada diferente do que sempre foi para a gente. Vamos retomar o nosso país e libertar o nosso povo. #Bolsonaro #Eleições2024 #PolíticaBrasileira

GOL DE PLACA DE FLAVIO BOLSONARO!!!! O senador @FlavioBolsonaro acaba de propor ampliar o antigo conceito do NAFTA — hoje substituído pelo USMCA — para uma Área de Livre Comércio das Américas (AFTA), integrando não apenas a América do Norte, mas todo o continente. Se implementada, uma iniciativa dessa natureza representa o maior movimento de abertura comercial da história do Brasil, ampliando significativamente o acesso dos produtos brasileiros aos mercados dos Estados Unidos, Canadá, México e dos demais países das Américas. Essa proposta aumenta as oportunidades para exportações, investimentos e integração econômica, Aguardando meus amigos liberais elogiarem e dizerem que apoiam. Aguardando meus amigos que defendem abertura comercial elogiarem a proposta. https://t.co/pBYfXmcWky #AFTA #Comércio #IntegraçãoEconômica

Kim D. Paim Jun 18

-Liberais DERRUBRAM o império; -Governaram toda a república velha; -Voltaram no pós-Vargas; -Deram o golpe de 64 e sequestraram o país (mais de 200 nomes pro alto escalão saiu do IPES); -Comandaram a redemocratização, FHC e Lula. O LIBERAISMO É A RAIZ DOS MALES. 137 ANOS DE FRACASSO. #HistóriaBrasil #Política #Liberalismo

Europe is about to open its doors to new GMOs (renamed "NGTs") without risk assessment, labeling, or traceability. Today, in the ENVI Committee, conservatives, liberals, and the far-right united to crush the rights of consumers and farmers. (translated)

Rafael Gloves Jun 12

Os “liberais que fazem L” querem mais uma vez empurrar a reforma fiscal no intestino grosso da classe média, abrindo espaço e garantindo mais uns 8 aninhos de bilhões em emendas parlamentares, salário de funça passando de 100.000, viagens pra Copa do Mundo e etc. NÃO VAI COLAR. #ReformaFiscal #ClasseMédia #Política

Observador Jun 3

O artigo de Francisco Jorge Gonçalves explora os limites da tolerância multicultural em democracias liberais, utilizando o caso de Henry Nowak como exemplo de como a acomodação de símbolos culturais pode conflitar com a segurança pública, questionando a necessidade de restrições jurídicas ao porte de lâminas em espaços públicos, independentemente de motivações religiosas. #Multiculturalismo #SegurançaPública #IdentidadeCultural

Quando o multiculturalismo toca em lâminas
Observador May 15

O artigo de Rui Ramos discute o ressurgimento do antissemitismo no Ocidente, destacando como a violência e a discriminação contra judeus estão aumentando em países como França, Reino Unido, Austrália e EUA, e alerta que essa perseguição não afeta apenas a comunidade judaica, mas também representa uma ameaça à estrutura das sociedades democráticas liberais. #antisemitismo #judaísmo #sociedade

O regresso de um velho ódio