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#Museus

𝟐𝟐 𝐀𝐍𝐎𝐒 a coleccionar histórias de Esforço, Dedicação, Devoção e Glória 🏆 Feliz aniversário, #MuseuSporting 💚 https://t.co/WCpVU4S3Ra #História #Futebol #Aniversário

Como muda uma pintura quando a observamos através dos olhos de uma personagem literária? Mona Lisa — Leonardo da Vinci (1452–1519) Elizabeth Bennet poderia sorrir diante de todas as teorias em torno daquele sorriso famoso. Emma Woodhouse provavelmente tentaria imediatamente decifrar a personalidade da mulher retratada. Nenúfares — Claude Monet (1840–1926) Anne Elliot poderia ver neles o tempo, a memória e a mudança. O Sr. Darcy talvez apreciasse precisamente a calma e a contenção da imagem. A Noite Estrelada — Vincent van Gogh (1853–1890) Catherine Morland poderia transformar o céu inquieto no início de um mistério. Marianne Dashwood talvez notasse primeiro a emoção e só depois a paisagem. Estas personagens pertencem ao mundo de Jane Austen (1775–1817), enquanto as pinturas vêm de períodos muito diferentes. Talvez uma forma interessante de olhar para a arte seja perguntar não apenas: “O que vejo?” mas também: “O que outra pessoa veria nesta pintura?” #HistóriaDaArte #PinturasFamosas #LeonardoDaVinci #ClaudeMonet #VincentVanGogh #ArteELiteratura #Museus #20260826 #0016 #MrCultureweise #CaptainWeb #Português

A report by Europol highlights that museum robberies in Europe have become more violent and targeted more valuable items, reflecting a new criminal dynamic where opportunistic criminals take advantage of the expanding black market for art, as evidenced by the theft at the Louvre, which caused losses of 88 million euros. (translated)

Assaltos a museus são mais violentos e mais caros

Como muda uma pintura quando a vemos através dos olhos de uma personagem literária? Mona Lisa — Leonardo da Vinci (1452–1519) Elizabeth Bennet poderia sorrir perante todas as teorias em torno daquele famoso sorriso. Emma Woodhouse provavelmente tentaria imediatamente decifrar o carácter da mulher retratada. Nenúfares — Claude Monet (1840–1926) Anne Elliot poderia ver ali o tempo, a memória e a mudança. Mr. Darcy talvez apreciasse precisamente a calma e a contenção da imagem. A Noite Estrelada — Vincent van Gogh (1853–1890) Catherine Morland poderia transformar aquele céu inquieto no início de um mistério. Marianne Dashwood talvez percebesse primeiro a emoção e só depois a paisagem. As personagens pertencem ao mundo de Jane Austen (1775–1817), enquanto as pinturas vêm de épocas muito diferentes. Talvez uma forma interessante de olhar para a arte seja perguntarmo-nos não apenas: «O que vejo eu?», mas também: «O que veria outra pessoa?» #HistóriaDaArte #PinturasFamosas #LeonardoDaVinci #ClaudeMonet #VincentVanGogh #ArteELiteratura #Museus #20260825 #0009 #CaptainWeb #MrCulturewise #Português

2. Porque é que é único? A singularidade do AFDS está sobretudo na escala, na continuidade e na relação directa com o território. Existem muitos arquivos fotográficos. Existem arquivos de instituições, de fotógrafos, de famílias, de jornais, de municípios e de museus. O que torna o AFDS diferente é a decisão de construir, de forma sistemática e continuada, uma memória visual de uma região inteira, acompanhando-a enquanto ela acontece. Não se trata apenas de conservar o passado. Trata-se de criar, no presente, aquilo que no futuro será uma das principais fontes para compreender este território. A fotografia permite registar aquilo que os documentos escritos muitas vezes não registam: a aparência das ruas, a arquitectura que desaparece, a forma como as pessoas se vestem, trabalham e ocupam os espaços, os rostos de uma comunidade, os pequenos negócios, as festas, os gestos, as paisagens e até aquilo que parece demasiado banal para merecer ser guardado. É precisamente esse quotidiano que amanhã poderá adquirir um enorme valor documental. O AFDS tem ainda outra característica pouco comum: não pretende separar a fotografia documental da fotografia artística. Uma imagem pode ser simultaneamente documento e obra. Pode informar, provocar emoção, gerar conhecimento e construir uma representação de um lugar. Por isso, o arquivo não é apenas uma colecção de fotografias. É um sistema de leitura do território. E quanto mais tempo passa, maior é o seu valor. Porque cada nova fotografia não vale apenas por si própria: acrescenta uma camada àquilo que já foi registado e permite estabelecer relações, comparar épocas, identificar mudanças e compreender processos. É essa acumulação de tempo que transforma uma colecção num arquivo. Visite a página do AFDS e descubra este projecto: www.arquivodourosuperior.wordpress.com #RuiCamposFotografia #ArquivoDouroSuperior #ArquivosFotográficos #fotografiasantigas #InteriorDePortugal #Portugal #Memória #Desenvolvimento #Sociedade #Comunidades

Entrei num Uber e o motorista olhou pra mim e disse: “caracasss, to muito feliz! Peguei o Léo Lins há menos de uma semana e agora você!” Contei essa coincidência pro @LeoLins e ele me disse: “o rapaz do Uber tá igual a justiça, pegou eu e você hehehe” Léo e eu temos sido perseguidos. Ele, por fazer graça. Eu, por não achar graça nenhuma na política brasileira. Triste é o país que persegue quem combate a corrupção e faz piada, enquanto blinda corruptos e os verdadeiros bandidos. Léo Lins foi aplaudido de pé, ontem, num Teatro Guaíra lotado em Curitiba. O público reconheceu não só o talento dele em fazer piadas, mas sua coragem em não se dobrar à perseguição. Léo teve shows censurados na internet, exibições em teatro canceladas por prefeitos e respondeu a vários processos. Chegou a ser condenado a 8 anos e 3 meses de prisão, pena de crimes graves. Processar um comediante por uma piada no palco, como artista, seria como processar o ator que representa um personagem homicida, racista, desbocado numa peça teatral ou filme. Enquanto artistas de esquerda podem tudo em peças, filmes e museus, o artista de direita é perseguido até por uma piada. Vivemos num país de dois pesos e duas medidas, em que as liberdades vêm sendo fragilizadas e a direita, sistematicamente, perseguida. #LiberdadeDeExpressão #Humor #Corrupção

RM BRASIL Jul 22

🎥 | #RM falando sobre como foi #V quem o levou a um museu pela primeira vez, em 2018, despertando seu interesse pela arte. 🐨: Foi em 2018. Eu estava realmente, realmente entediado e não tinha nada para fazer. Eu não conhecia muitas opções além de fazer compras ou ficar jogando no quarto. Então, do nada, um dos membros da equipe, o V, me sugeriu: “Por que a gente não vai a um museu?” E eu pensei: “Um museu? Eu não sou o tipo de pessoa que vai a museus.” (risos) “Não deve ser simplesmente chato ir a um museu?” Mas acabamos indo, porque realmente não tínhamos nada para fazer. Lá, vi pinturas de Monet, Van Gogh e Cézanne. Claro, eu já conhecia os nomes deles, porque os tinha visto nos livros da escola. Mas foi literalmente a primeira vez que tive a oportunidade de ver, pessoalmente, as obras originais deles. Acho que o Impressionismo continua sendo a maior e mais acessível porta de entrada para quem está de fora do mundo da arte. Monet, Van Gogh e Cézanne foram quem abriram essa porta para mim. E, conforme fui me aprofundando cada vez mais nesse universo, meu gosto foi ficando um pouco mais complexo e sofisticado. Foi assim que tudo começou para mim. #Arte #Museu #Impressionismo

Observador Jul 13

Governo português, através da ministra da Cultura, anunciou a necessidade de rever o regime de gratuitidade nos museus devido a exigências da Comissão Europeia, que considera discriminatórias as regras que restringem a entrada gratuita a cidadãos portugueses e residentes em Portugal, em contrariedade ao artigo 56.º do Tratado sobre o Funcionamento da UE. #ComissãoEuropeia #Museus #Cultura

Governo revê a gratuitidade nos museus por exigência da CE
Observador Jul 13

Vzhledem k finančním tlakům a evropským normám vláda zvažuje zrušení bezplatného vstupu do muzeí jednou týdně, což vyvolává diskuze o jeho nevyhnutelnosti. #Museus #Cultura #Governo

O fim da borla semanal nos museus é inevitável?

Quando a Arte Me Apanha de Surpresa: Dos “Amigos Improváveis” a Duchamp e Manzoni No fim-de-semana passado, para diminuir o ócio, decidi ver um filme: "Amigos Improváveis". Já tinha ouvido falar dele, mas nunca me tinha sentado, verdadeiramente, a apreciá-lo. Bastaram poucos minutos para perceber que não era apenas uma comédia dramática; era o encontro improvável entre dois mundos que, à partida, nunca se tocariam. De um lado, Philippe, um aristocrata tetraplégico, culto, refinado, rodeado de arte, música clássica e silêncio. Do outro, Driss, um jovem de origem humilde, impulsivo, directo, cheio de vida e sem filtros. A relação entre os dois cresce precisamente dessa colisão de universos — e eu, do meu sofá, dei por mim a sorrir com a franqueza de Driss e a serenidade de Philippe. Há uma cena, no entanto, que ficou cravada na memória. Philippe mostra a Driss uma pintura abstracta caríssima. Driss olha para o quadro, inclina a cabeça e diz aquilo que eu próprio já pensei diante de certas obras: "Isto? Isto podia ter sido feito por mim." Ri-me, claro. Porque ali, naquele momento, Driss estava a verbalizar a perplexidade que tantos de nós sentimos quando confrontados com arte abstracta. Para ele, eram apenas manchas. Para Philippe, era emoção, gesto, intenção. Mais tarde, Driss pinta o seu próprio quadro — uma brincadeira, quase um desafio — e Philippe acaba por vendê-lo a um coleccionador por uma pequena fortuna. E eu percebi ali algo essencial: o valor da arte não está apenas no objecto, mas na história que o envolve, na narrativa que lhe atribuímos, no olhar que lhe dedicamos. De repente, dei por mim a pensar em artistas que levaram esta ideia ao extremo. Um campo de forças, não uma sentença individual Ao reflectir sobre tudo isto, lembrei-me de algo fundamental: o valor da arte não é decidido por uma única pessoa ou entidade. Nasce da interacção entre vários agentes — críticos, curadores, museus, coleccionadores, galerias, leiloeiras, mercado e público. Em termos sociológicos, o valor artístico é construído dentro de um "campo", um espaço onde diferentes forças competem, legitimam e disputam o que merece ser chamado de arte. Ou seja: quando Driss olha para um quadro e diz que podia tê-lo feito, e Philippe responde com serenidade que há ali algo mais, ambos estão a participar — sem o saber — nesse jogo complexo de legitimação. A arte vive dessa tensão entre o olhar individual e o consenso colectivo. Duchamp: o homem que me ensinou a desconfiar das certezas Lembrei-me então de Marcel Duchamp, o artista que virou o mundo artístico do avesso. Em 1917, Duchamp pega num urinol — um objecto banal, industrial, sem qualquer pretensão estética —, vira-o ao contrário, assina-o R. Mutt e apresenta-o como obra de arte. Assim nasce "A Fonte". Quando ouvi falar desta peça pela primeira vez, confesso que também pensei: "Isto é provocação pura." Mas quanto mais reflicto, mais percebo que Duchamp não queria que eu admirasse a forma; queria que eu questionasse o conceito. Queria que eu percebesse que a arte não é apenas aquilo que se pinta ou esculpe — é também aquilo que se declara como arte. Com Duchamp, aprendi que a arte conceptual é um convite à dúvida, ao desconforto e, sobretudo, ao pensamento. Manzoni: quando a provocação se transforma em obra E se Duchamp já me tinha abanado, Piero Manzoni empurrou-me definitivamente para fora da zona de conforto. Em 1961, Manzoni cria "Merda de Artista" — 90 latas seladas, alegadamente contendo excremento seu, vendidas ao preço do ouro. Quando descobri esta obra pela primeira vez, fiquei entre o riso e a incredulidade. Mas depois percebi o génio: Manzoni estava a expor a obsessão do mercado pela "aura" do artista, pela ideia de que tudo o que ele toca se transforma automaticamente em arte. E eu, mais uma vez, fui obrigado a perguntar-me: o que é que realmente valorizo numa obra? A técnica? A intenção? O nome? O choque? A subjectividade como bússola Entre a pintura abstracta de "Amigos Improváveis", o urinol de Duchamp e as latas de Manzoni, percebi algo fundamental: a arte não é um território de certezas, mas um espaço de diálogo. A subjectividade não é um erro — é a minha própria assinatura invisível sobre a obra. E quanto mais me permito entrar neste jogo, mais descubro que a provocação, o desconforto e até o riso são portas de entrada para novas formas de pensar. Fica a pergunta para vós: já vos aconteceu olhar para uma obra de arte e pensar exactamente o mesmo que o Driss? E, se sim, o que fizeram com esse pensamento — riram-se dele, ou deixaram-no crescer até vos mudar a forma de ver?

Observador Jun 23

França registou na terça-feira o dia mais quente desde 1947, com uma média nacional de 29,8°C e recordes absolutos de temperatura em várias cidades, prevendo-se máximas entre 40°C e 42°C até ao fim de semana, o que levou ao encerramento de monumentos e museus, incluindo a Torre Eiffel, e à emissão de alertas vermelhos em 58 departamentos devido à intensidade da onda de calor. #França #OndaDeCalor #Meteorologia

França regista o dia mais quente desde 1947
FC Porto Jun 2

A escola do futuro no Museu FC Porto⭐ O novo Programa Educativo do Museu Futebol Clube do Porto foi formalmente apresentado a professores, instituições do setor do ensino e autarquias. Disponível já a partir do ano letivo 2026/2027, para todos os ciclos desde o pré-escolar ao secundário e alinhado com diretrizes do Ministério de Educação, este projeto resulta de uma parceria entre o FC Porto e a Universidade Católica Portuguesa. 👉 + info: https://t.co/DmVfiWnnAJ #Educação #Museus #Inovação

SAPO May 19

O ministro angolano da Cultura, Filipe Zau, anunciou que Angola está em diálogo com Portugal e outros países para recuperar objetos culturais roubados ou levados do país, muitos deles durante a guerra, destacando a importância da restituição para a educação nacional e a preservação da memória coletiva. #CulturaAngolana #Restituição #Museus

Angola em contacto com Portugal para recuperar peças de museu
SAPO May 18

Centenas de atividades gratuitas, incluindo concertos, recriações históricas e oficinas interativas, celebram o Dia Internacional dos Museus em Portugal sob o lema Museus a unir um mundo dividido, destacando o papel dos museus na promoção do diálogo e inclusão social, com eventos que ocorrerão até o próximo domingo em várias localidades do país. #DiaInternacionalDosMuseus #Museus #InclusãoCultural

Centenas de atividades celebram Dia Internacional dos Museus
SAPO May 16

O antropólogo João Pacheco de Oliveira destacou, em Lisboa, que a transformação de museus coloniais em museus indígenas é um processo político que envolve a restituição de artefatos e a busca por cidadania e direitos dos povos originários, durante o colóquio “Histórias da Antropologia e Restituições”, que contou com a participação de representantes indígenas e pesquisadores de diversos países. #Descolonização #Restituição #AntropologiaIndígena

Transformação de museus coloniais em indígenas é um processo político – investigador