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#Protest

Bij provincies door het hele land liggen 217 verzoeken om vergunningen van boeren in te trekken. Dat antwoordde minister Jaimi van Essen (Landbouw en Natuur, D66) dinsdag op Kamervragen van de BBB. Uit het Brabantse protest bleek al hoe explosief zulke intrekkingsverzoeken kunnen worden https://t.co/lzUVvo6R8g #Landbouw #Boeren #Vergunningen

Over a year ago, I reported that the Göttingen Public Prosecutor's Office (our beloved hate and incitement task force) was once again investigating me over a meme. The background at the time involved protests by left-wing (called "liberals" in American terms) women who were https://t.co/b578xiVuUc #FreeSpeech #Censorship #MemeWars #DE

El Gobierno está lanzando bulos a la desesperada negando el contenido LITERAL del informe. Saben que ese informe les coloca al borde del delito del artículo 582 del Código Penal. Hoy tiene que salir toda España a la calle. Y mañana la oposición debe actuar en consecuencia. #España #Justicia #Protesta

An investigation by the Dda of Catanzaro revealed a system of exploitation of agricultural workers in the Piana di Sibari, Calabria, with wages of 3 euros per hour, inhumane working conditions, and threats against those who protested, leading to the arrest of 20 people, both foreign and Italian citizens. (translated)

Braccianti schiavi nei campi della Calabria: paghe da 3 euro l’ora e minacce, 20 fermi dei carabinieri

In the context of the escalating collective bargaining conflict, the labor unions have announced a 48-hour warning strike in several northern German ports, including Hamburg, to protest the rejected wage offer from employers. (translated)

Warnstreik in mehreren Nordseehäfen angekündigt

Moscow has summoned the chargé d'affaires of the German embassy to protest against the sanctions imposed by Germany following an assassination attempt at Leipzig/Halle Airport. (translated)

Moskau bestellt Geschäftsträger der deutschen Botschaft ein

"Some participants were injured during actions performed by the police and were taken to the hospital." (translated)

NOS 3h

The situation in the Spanish enclave of Ceuta has become critical due to the ongoing influx of migrants, leading to increasing pressure on the government and protests in various cities in support of the residents of Ceuta. (translated)

Onhoudbare situatie in exclave Ceuta stelt de Spaanse regering op de proef

They are called Manuel and Jesús and are worker from Cádiz in the metal industry who have been blacklisted for engaging in union activities. They were on a crane for 28 days as a protest. They have had to pack their bags again in order to work outside the Bay of Cádiz. (translated)

Soto Ivars has declared on 'Espejo Público' that today's demonstrations in support of Ceuta are also a protest against the Government, which has left the city in a critical situation following the massive influx of immigrants. (translated)

Soto Ivars, claro sobre las manifestaciones de hoy en apoyo a Ceuta

Véanme esta belleza. Los petristas publican un video que, dicen, es una manifestación en Cali contra el gobierno de Abelardo. Pero resulta que fue grabado en julio pasado, durante el gobierno de Petro, y es una manifestación por la falta de infraestructura. ¡Vida hijueputa! https://t.co/hSThTRW1Pe #Colombia #Cali #Protestas

Onet.pl 3h

A single mother from Poznań, Sandra Mayer, was brutally evicted from the house she had lived in for 33 years, despite protests from neighbors and helpless intervention from the Church, which led to the destruction of her property and left her and her 14-year-old child homeless. (translated)

Samotna matka straciła dach nad głową. Kościół nie wstrzymał eksmisji

FLÁVIO BOLSONARO INIMIGO DO POVO! Eu, o @movimento_vat e o @mtst protestamos hoje em frente à mansão de R$ 600 MILHÕES de Flávio em Brasília. O "senador" se articula para impedir o fim da escala 6x1 para o povo, mas nunca trabalhou na vida e mesmo assim vive no máximo luxo bancado pela classe trabalhadora que sustenta sua família na política há décadas. CHEGA! É FIM DA ESCALA 6X1 JÁ e Flávio Bolsonaro e sua família desempregados em outubro! #ForaFlávio #Protesto #Justiça

URGENT - The staff of Radio France votes for a strike to protest against the column by Charles Sapin from "Valeurs Actuelles" and demands its immediate removal from the program schedule. (translated)

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

🚨Estou nesse momento na frente da MANSÃO de Flávio Bolsonaro protestando com o @movimento_vat e o @mtst contra as artimanhas do senador que tenta impedir o fim da escala 6x1. Estendemos aqui o maior medo dele: uma Carteira de Trabalho. https://t.co/QvZgrpxm4i #Protesto #DireitosTrabalhistas #FlávioBolsonaro

Today I supported the protest of the Spaniards who demand effective protection of the European Union's borders and the restoration of order in Ceuta. TIGHT BORDERS. ZERO ILLEGAL MIGRATION. SAFE EUROPE. The security of Europeans must be a priority. (translated)

"See oli täiesti arusaadav, et ta oleks seal, sest küsimused olid põhiseaduslikud, juriidilised. Tol ajal oli suur protest valitsuse tegevuse vastu. Siis sa võtad muidugi oma õigusnõuniku sinna oma paremaks käeks,"

"Pealtnägija": kes on presidendiks valitud Ülle Madise ja mida ta Eesti elust mõtleb?
www.err.ee

Acabo de tomar ciência da presença de petistas na porta de minha casa. Fico feliz que eles já estejam nas ruas pedindo o impeachment de Alexandre de Moraes! Dia 7 de setembro, na Av. Paulista, às 15:00, será a nossa vez de protestar: “FORA LULA, FORA MORAES!” https://t.co/Rf6QJdC0sm #Impeachment #ForaLula #Proteste

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Trump blames the Iranian population for his failure, as he is frustrated that they are not rising up against their regime, and he seems to not understand the reality in Iran, where death sentences for protesters are increasing. (translated)

Trump gibt den Menschen im Iran Mitschuld an seinem Misserfolg