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#Provas

muitas pessoas comentando que foi desmentido, essa notícia agora é recente, e ela que tem as provas, nem ele nem os advogados disseram nada, todas adms daqui são mulheres, nós preferimos acreditar nela, se ele quiser dizer algo então seja homem e apareça #Notícias #Provas #Justiça

🚨 TUTORIAL | Como denunciar as publicações discriminatórias contra o BTS à HYBE A HYBE disponibiliza um canal oficial para que fãs denunciem conteúdos que ataquem seus artistas. Se você deseja ajudar, siga o passo a passo abaixo. 1️⃣ Acesse o site 🔗 https://t.co/Fg3VmnVZx5 2️⃣ Selecione as opções - Category BIG HIT MUSIC BTS - Type Report a malicious post Slander/Profanity 3️⃣ Preencha os campos - Title Discriminatory and Xenophobic Statements Contents (texto abaixo, em inglês) Dear HYBE Artist Protection Team, I would like to formally report a recent case of public discrimination and hateful speech directed at BTS by Brazilian influencer Pietra Bertolazzi. Following BTS' performance at the 2026 FIFA World Cup Closing Ceremony, she publicly referred to the members as "effeminate men," "vain," and said they caused her "second-hand embarrassment." She also stated that she did not know who they were and did not want to know, while claiming that their influence on today's generation was "serious" and harmful. After receiving criticism, instead of retracting her comments, she continued posting additional content reinforcing her statements. She compared BTS and K-pop to the decline of masculinity, portrayed them as symbols of cultural decay, and dismissed the positive impact their music has had on millions of people worldwide. She also publicly responded to fans by claiming that BTS promotes a distorted view of men and encouraged people to stop "idolizing men," framing the group as a negative influence. These statements go beyond personal opinion about music. They rely on harmful stereotypes regarding gender expression, reinforce prejudice against Asian male artists, and contribute to xenophobic and discriminatory narratives that have historically targeted Korean and East Asian entertainers. The controversy has received significant media attention in Brazil, with national news outlets covering both her statements and the widespread backlash from fans. Fan communities have also issued public statements condemning the discriminatory nature of her comments. As BTS has repeatedly faced prejudice based on their appearance, culture, and ethnicity throughout their career, we believe this situation deserves attention from HYBE's Artist Protection team. We respectfully ask that this incident be documented and reviewed, and that appropriate measures be considered to protect BTS from discriminatory attacks and harmful stereotypes. 4️⃣ Escolha a rede social Em Posting Channel, selecione: Instagram 5️⃣ Adicione o link Cole o link da publicação denunciada. https://t.co/qHjuiZgVZ7 6️⃣ Data da publicação Preencha: 2026.07.20 7️⃣ Autor da publicação Pietra Bertolazzi 8️⃣ URL do perfil https://t.co/iRU8A2tPtL 9️⃣ Anexe as provas Adicione capturas de tela das publicações e stories. 🔟 Confirme Marque a caixa: ☑️ I confirm that this report is truthful and contains no false or fabricated information Depois clique em Submit. Quanto mais denúncias fundamentadas forem enviadas, maiores são as chances de o caso ser registrado pela equipe de proteção aos artistas da HYBE. #BTS #HYBE #Discrimination

Atenção!!! Assunto que venho tratando há meses. A estrutura de robôs do PT neste ano é impressionante. *Esquema ilegal de perfis fantasmas movimenta milhões de reais para atacar Flávio Bolsonaro* *Denúncia revela estrutura criminosa com dezenas de contas falsas com conteúdo mentiroso e pago nas redes sociais* O Partido Liberal (PL) reuniu provas que revelam uma rede digital criminosa coordenada com páginas fantasmas impulsionadas com milhões de reais em redes sociais. O objetivo é um só: promover ataques sistemáticos e mentirosos ao senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, e a outros políticos da direita. “Estamos diante de uma situação gravíssima e inédita. São fortes os indícios de existência de uma verdadeira organização criminosa digital. Uma estrutura complexa, sofisticada, organizada e ilegal de criação de perfis fantasmas para a contratação de impulsionamentos irregulares, que depois são desativadas e substituídas por novos perfis lícitos", denuncia a advogada Maria Claudia Bucchianeri, autora da representação e integrante da equipe jurídica da pré-campanha de Flávio Bolsonaro. A representação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), protocolada na ultima sexta-feira (17) desvenda a construção de uma estrutura ilegal, complexa e sofisticada para criação de perfis fantasmas para propaganda irregular nas redes sociais, com organização posterior desativação e substituição por novas páginas semelhantes para dificultar seu rastreamento, autoria e financiadores. O PL fez um levantamento que identificou mais de 50 páginas com mais de 4,6 mil anúncios pagos com dinheiro obscuro, que alcançaram próximo de 250 milhões de visualizações. A estratégia criminosa tem um procedimento comum entre os diversos perfis. As páginas têm, em comum, datas próximas de criação, utilizam telefones com o mesmo DDD, mantêm sites hospedados na mesma plataforma, registram domínios semelhantes e empregam legendas genéricas para dificultar a identificação automática do conteúdo político. O levantamento encontrou anúncios pagos inclusive em moedas estrangeiras, como pesos colombianos e dólar. A estimativa de patrocínio ilegal soma quase R$ 3 milhões de reais. A ação pede o rastreamento do esquema financeiro e a quebra do sigilo com a identificação de patrocinadores, administradores e responsáveis pela estrutura técnica da rede fantasma. #CriminalidadeDigital #Eleições2024 #FakeNews

Alunos do 12° ano com provas suspensas receberão suas notas no final do dia, conforme confirmado pela Associação Nacional de Diretores Escolares, após comunicação do Ministério da Educação para evitar atrasos na divulgação dos resultados. #ExamesNacionais #Educação #Ucrânia

8h. Exames. Alunos vão ter notas no final do dia diz ANDE

O ministro da Educação de Portugal informou que 1400 provas de exames nacionais permanecem sem notas devido a problemas de avaliação, assegurando que nenhum aluno será prejudicado no acesso ao ensino superior, enquanto questionamentos sobre o sistema de emergência médica e uma nova escalada de ataques aéreos dos EUA ao Irão também dominam as notícias. #Educação #ExamesNacionais #Notícias

As notícias das 3h

The one who presided over the National Examination Jury confirms: the minister proceeded with the digital correction of 300 thousand tests without evaluating the pilot that had already failed. It wasn't bad luck, it was a decision. Fernando Alexandre has only one way: to resign. The Parliament has only one: to approve the Bloco's CPI. (translated)

Students in the sun at the school gates all day. Grades at 7:30 PM. Thousands of tests without grades. Sheets that "did not show up". And on the report card, instead of a number, the word: "suspended". The minister is suspended. It's time for all parties to be clear about the CPI regarding the chaos of the exams. (translated)

Na noite desta quinta-feira, 16 de julho, Donald Trump determinou a desclassificação de documentos de inteligência que tratam de fraudes em sistemas de votação eletrônica e de possíveis interferências estrangeiras em processos eleitorais. Os arquivos incluem um relatório atribuído à CIA segundo o qual integrantes do governo da Venezuela desenvolveram interesse contínuo - e provavelmente capacidade operacional - para manipular sistemas de votação eletrônica, incluindo a tecnologia da Smartmatic, utilizada durante anos nas eleições venezuelanas. De acordo com o documento, durante a eleição presidencial de 2012, o plano previa a instalação de máquinas supostamente alteradas em cerca de 300 centros de votação localizados em regiões historicamente favoráveis a Hugo Chávez. O objetivo seria garantir uma vantagem de aproximadamente 1,5 milhão de votos - Chávez venceu aquele pleito por cerca de 1,6 milhão de votos. Trump afirmou que “centenas de milhões de registros de eleitores americanos estão nas mãos de governos estrangeiros”, declarou que os sistemas permanecem vulneráveis a hackers, manipulação e corrupção e acusou a China de tentar interferir nas eleições dos Estados Unidos. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, classificou as acusações de Trump como “inteiramente fabricadas”, afirmou que a China nunca interferiu nas eleições americanas e pediu que Washington deixe de usar o país como tema de disputa política. Trump também acusou autoridades de esconderem provas de fraude eleitoral, denunciou a permanência de não cidadãos e pessoas mortas nos registros eleitorais e voltou a defender uma ampla reforma do sistema de votação americano. Afinal, quão seguros são os sistemas eleitorais diante da crescente guerra cibernética e das operações de influência conduzidas por Estados estrangeiros? E qual é a probabilidade de que países como a China também estejam tentando influenciar processos eleitorais, inclusive no Brasil? Ignorar essa possibilidade seria ingenuidade. #Eleições2023 #SegurançaCibernética #InteligênciaArtificial

An irresponsible rush forward, in the face of the chaos they created 👉Even now there are teachers waiting for items to correct 👉There is an unknown number, but predictably significant, of incomplete graded tests 👉The second phase starts without students knowing their grades from the first (translated)

No seu discurso à nação, Donald Trump acusou a China de interferir nas eleições de 2020, alegando que obteve ilegalmente registos de 220 milhões de eleitores, sem apresentar provas, ao mesmo tempo em que criticou a integridade do sistema eleitoral dos Estados Unidos e apelou à reforma da legislação eleitoral antes das eleições intercalares de 2026. #EleiçõesEUA #Trump #InterferênciaEstrangeira

Trump acusa China de interferir nas eleições de 2020

O tribunal britânico decidiu reabrir a investigação sobre a morte do adolescente Jools Sweeney, de 14 anos, no contexto de um desafio do TikTok, após constatar que provas das redes sociais foram anteriormente omitidas e que há novas linhas de investigação a serem exploradas. #ReinoUnido #TikTok #SegurançaOnline

Reaberto caso de adolescente morto em desafio do TikTok

Montenegro, os Exames Nacionais e os Bodes Expiatórios do Governo Em que um primeiro-ministro descobre, meses depois de todos os outros, que nem toda a gente concordava com o projecto que ele próprio lançou Há uns anos, quando ainda vivia a fase de organizar mudanças de casa com a ajuda de primos e cunhados, aprendi uma lição que nenhum manual de gestão ensina com a mesma clareza que um dia de caixotes e escadas: não se distribui trabalho a quem discorda do plano sem que isso volte, mais cedo ou mais tarde, sob a forma de uma caixa mal fechada ou de um móvel arranhado. Não é malícia. É apenas o que acontece quando se pede a alguém que execute uma ideia em que não acredita — a coisa acaba sempre por se notar nas juntas. Foi mais ou menos essa a cena que Luís Montenegro nos ofereceu esta semana, em Setúbal, nas jornadas do PSD/CDS. A poucas horas do fim das correcções dos exames nacionais, com professores a trabalhar contra-relógio e famílias em suspenso há semanas, o primeiro-ministro decidiu que era a altura certa para apontar o dedo: "aqui e ali tem havido alguma resistência" à digitalização das provas, disse, sublinhando que os professores "não têm todos a mesma opinião sobre este processo" e que isso "perturba o processo em si". Fê-lo, garantiu, "não para sacudir responsabilidades, nem para acusar ninguém" — a frase mais desmentida pela própria frase que se segue de que há memória recente. A reacção não se fez esperar. Filinto Lima, da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos de Escolas Públicas, chamou às declarações o que elas são: imprudentes, infelizes, e inúteis para resolver o que quer que fosse — "inflamou os ânimos", disse, numa altura em que os classificadores fazem "tudo por tudo" para que as pautas saiam a tempo. E aqui está o busílis: o que falhou, segundo quem esteve no terreno, não foi a boa vontade dos professores, foi a digitalização de milhões de páginas e uma plataforma que "não foi amiga" de quem tinha de a usar todos os dias. Ora, Montenegro não inventou este género de argumento — apenas herdou-o e agravou-o. Desde Junho que o ministro da Educação, Fernando Alexandre, vinha ensaiando a mesma partitura, sempre com um culpado novo à mão. Primeiro foram as escolas, acusadas de convocar para a correcção professores já falecidos, ou de não entregarem todos os exames às forças de segurança para transporte até à Casa da Moeda. Depois vieram os próprios professores, criticados por agrafarem a prova em cima do código QR, complicando a leitura digital das folhas. Mais tarde, já com o calendário atrasado, a bola passou para os pais, "imprudentes" por terem marcado férias justamente nesta época. Só esta semana, e pela primeira vez, o ministro reconheceu publicamente o trabalho dos classificadores e pediu desculpa pelos erros sucessivos. Um mês, um bode expiatório — e a acusação de Montenegro não é senão o mais recente episódio de uma série que já vai longa. É como culpar sucessivamente o condutor, depois o sinal de trânsito, depois o passageiro, pelo mesmo engarrafamento — quando a estrada, desde o início, só tinha uma faixa para o volume de carros que ali passou a circular. Peter Drucker dizia que "a cultura come a estratégia ao pequeno-almoço" — e não haverá frase mais aplicável a este episódio. Podia o Governo ter a melhor estratégia de digitalização da Europa; se não levou consigo, desde o primeiro dia, quem teria de a operar — nem verificou se a plataforma aguentava o volume real de páginas, nem se os professores tinham sido devidamente preparados — a estratégia fica reduzida a um powerpoint bonito e a uma sucessão de culpados trocados a cada mês que passa. E aqui chegamos ao verdadeiro problema, que não é de comunicação nem de tacto — é de sequência. Um gestor competente não descobre a resistência da sua equipa quando já não há tempo para a resolver. Descobre-a no dia zero, quando ainda pode ajustar o plano, reforçar a formação, ou simplesmente ouvir porque é que uma parte dos seus colaboradores não está convencida. Descobrir a discórdia às portas do prazo final, e responder-lhe com uma acusação pública — depois de meses a repetir o mesmo gesto com escolas, professores e pais, sucessivamente — não é liderança. É o gestor que chega à missa depois de esta ter terminado, e ainda assim se queixa de que os fiéis já não estão sentados. Se há uma coisa que este episódio nos ensina, caro leitor, é que a resistência de quem executa raramente é o problema — é o sintoma. E os sintomas, ao contrário do que por vezes convém a quem está no poder, não se corrigem com um discurso, nem com um culpado novo a cada semana. Corrigem-se olhando para a doença que os produziu, mesmo que essa doença tenha sido, desde o início, uma decisão mal preparada lá em cima. #Política Portuguesa, #Educação, #Exames Nacionais, #Luís Montenegro, #Gestão Pública, #Governo, #reforma educativa, #Exames, #correcção de provas

A Nota Sem Rosto Como um exame deixou de ter aluno, e passou a ter apenas respostas Imagine um pai a tentar explicar ao filho, na véspera do exame, uma regra nova: se a resposta certa for escrita na página errada do caderno, vale zero. Não é um exagero pedagógico. É, literalmente, a instrução oficial deste ano. E a razão para essa exigência quase absurda de precisão revela, melhor do que qualquer discurso oficial, o que mudou de facto na forma como Portugal avalia os seus jovens: já não é um professor a ler um exame. É uma máquina a decidir para onde vai cada resposta — e, se a resposta estiver no sítio errado, simplesmente deixa de existir para efeitos de nota. Vale a pena perceber a mecânica com um exemplo simples. Imagine um exame com vinte perguntas, feito por trezentos alunos — seis mil respostas, ao todo. Com sessenta professores disponíveis para corrigir, o modelo antigo distribuiria os alunos: cada professor receberia o exame completo de cinco alunos, do princípio ao fim. O modelo novo faz o oposto: distribui as perguntas. Cada professor fica responsável por uma pergunta específica — a número sete, digamos — e corrige essa mesma pergunta em cem alunos diferentes. No total, corrige as mesmas cem respostas que corrigiria antes; mas nunca vê o exame completo de ninguém. É essa fragmentação, e não a digitalização em si, que está no centro da polémica deste Verão. Nem todas as perguntas passam por este processo, importa dizê-lo. As de escolha múltipla — preencher o círculo certo — são lidas e corrigidas inteiramente pela máquina, sem qualquer professor envolvido, tal como um teste de bolinhas tradicional. Só as perguntas de desenvolvimento, onde o aluno escreve por extenso, é que são digitalizadas e distribuídas aos classificadores humanos. E é justamente aí, nessa distribuição, que apareceram os erros mais graves deste ano: folhas de continuação cortadas a meio, itens de um aluno a aparecerem trocados com os de outro, professores a receberem, sem explicação, perguntas de disciplinas que nunca leccionaram. Há uma boa imagem portuguesa para o que se perde neste modelo: um painel de azulejos. Cada azulejo, sozinho, é só uma mancha de cor sem sentido — um losango azul, um traço branco. É preciso ver o conjunto, a parede inteira, para perceber que ali está um barco, uma cena de caça, uma figura religiosa. O exame de um aluno é isso: um conjunto de respostas que só ganham sentido lidas em conjunto, como percurso de uma pessoa — onde acertou por saber, onde errou por distracção, onde revelou uma lacuna de base. O modelo actual entrega a cada professor um azulejo de cada vez, tirado de painéis diferentes, sem nunca lhe mostrar a parede. Corrige-se o azulejo. Já não se lê o quadro. Especialistas em avaliação educativa há muito que alertam para este tipo de perda: a avaliação fragmentada por item pode ganhar em uniformidade de critério, mas sacrifica quase sempre a capacidade de dar um feedback que ajude o aluno a perceber, verdadeiramente, onde e porque falhou — porque já ninguém, no final da linha, tem uma visão de conjunto para lho explicar. Um director de escola resumiu bem a diferença entre o problema antigo e a solução nova, ao ser confrontado com a polémica: no sistema anterior "há sempre erros pontuais", mas "são sempre resolvidos". Não havia, até este ano, adiamentos nacionais de notas nem pedidos de intervenção da Justiça por parte de sindicatos. E o mais incómodo de toda esta história é que o aviso já tinha sido dado, com um ano de antecedência. Em 2025, o mesmo modelo foi testado num projecto-piloto, só com o exame de Filosofia — pouco mais de 23 mil provas, um décimo do volume deste ano. Os professores desse piloto relataram, já então, exames que desapareciam do sistema, folhas em branco ou completamente pretas, respostas cortadas a meio, itens trocados entre alunos. O Ministério classificou esse piloto como "muito positivo" e decidiu alargá-lo, no ano seguinte, a todas as disciplinas do secundário — um salto de vinte para trezentas mil provas, sem que nada do que já se sabia estar por resolver tivesse sido, de facto, resolvido. A resposta às falhas seguiu, semana após semana, o mesmo guião: negar primeiro, admitir depois. O ministro garantiu ao Parlamento que a maioria dos relatos de erro eram falsos — e teve de recuar dias depois, quando confirmou publicamente que cerca de 30% das provas tinham, de facto, erros de digitalização. Garantiu que nenhum aluno seria prejudicado, ao mesmo tempo que o prazo de entrega das notas era adiado. Garantiu segurança total do sistema, horas depois de a plataforma ter estado suspensa por uma falha grave, com uma consultora externa chamada às pressas para ajudar a resolvê-la. E, numa intervenção que resume talvez melhor do que qualquer crítica externa o espírito de todo o processo, disse aos deputados que era preciso "experimentar, testar e falhar" — uma filosofia perfeitamente razoável para um protótipo em fase de testes, bem mais discutível quando o que está em jogo é o acesso de 166 mil jovens ao ensino superior. Não escrevo isto para condenar a digitalização em si — há, nela, ganhos reais de consistência que seria injusto ignorar. Escrevo-o porque um sistema já reprovado num piloto do ano anterior foi, ainda assim, alargado à pressa a todo o país, e porque a fragmentação da correcção, por muito bem-intencionada que seja a sua lógica, retira a quem avalia a única coisa que devia estar sempre presente numa escola: a visão de uma pessoa inteira, não de uma sucessão de respostas soltas. Um exame, no fundo, devia ser uma conversa adiada entre um aluno e alguém que o lê por inteiro. O que temos agora é um mosaico corrigido às cegas, azulejo a azulejo, por gente que nunca chega a recuar o suficiente para ver a parede. #educação, #exames nacionais, #avaliação educativa, #correcção digital, #Portugal, #escola, #professores, #IAVE, #EduQA

"Vale condenar sem provas? Vale comprar testemunhas pra condenar uma pessoa inocente??? Manipulando essa plateia pq o nobre advogado compra testemunhas. FOI EXATAMENTE ASSIM QUE ADEMIR SANTANA ME CONDENOU INJUSTAMENTE. Adriana 🗣️🗣️🗣️🗣️ #Quemamacuida https://t.co/xj4dWnM79e #Justiça #DireitosHumanos #Inocência

🚨 ESTREIA! O 1° EP de ‘Summer Clouds Bring Love and Chaos’ já está disponível no Viki! Após ir mal nas provas, um rapaz começa a receber aulas particulares do namorado de sua irmã e acaba se apaixonando por ele. https://t.co/yn5V9UxchH #SummerClouds #Romance #Viki

Capisco lo stupore, ma l’idea di provare Chukwueze come quarto di destra va contestualizzata nel percorso di Amorim: allo Sporting adatta in quella posizione due ali offensive come Catamo e Quenda; allo United, lo fa con Amad Diallo. Da sempre predilige un mancino a piede invertito, offensivo, in quella posizione. Chuku é l’unico mancino in rosa tra i giocatori offensivi. Era naturale lo provasse. Poi si vedranno le risposte nelle settimane di lavoro. #Football #Tactics #Amorim

A Iniciativa Liberal propõe adiar o debate sobre o Estado da Nação para a próxima semana, argumentando que é essencial ouvir o ministro da Educação sobre a correção dos exames nacionais, enquanto diretores escolares expressam confiança em que mais de 90% das provas já foram corrigidas. #Noticiário #Educação #Política

As notícias das 8h

A morte de Ann Widdecombe, ex-ministra e porta-voz do Reform UK, está a ser investigada como um caso de terrorismo pelas autoridades britânicas após o surgimento de novas informações e provas, enquanto um homem de 28 anos foi preso em conexão com o caso no mesmo dia em que outro suspeito foi libertado. #ReinoUnido #Terrorismo #Crime

Morte de Ann Widdecombe investigada como terrorismo

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

A matéria do #Fantástico com denúncias de ex-namoradas que acusam Lucas Strabko, o Cartolouco, de agressão e violência psicológica. Ele já se tornou réu por um desses casos. Há vídeos, fotos, depoimentos e várias provas contra esse sujeito. QUE NOJENT0. https://t.co/1Q8fIFYDcc #Justiça #Violência #Cartolouco