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#Salvação

“Vozinha tem que salvar o futebol" "Salah tem que salvar o futebol " “Xhaka tem que salvar o futebol” “Bellingham tem que salvar o futebol” Agora eles têm que implorar para Pedri e Lamine Yamal. 😭😭😭 https://t.co/vC6ymwelkv #Futebol #Salvação #Jogadores

A última pérola de Rodrigo Constantino foi proclamar, com a solenidade de quem descobre a roda, que permanece independente, sem partido e sem político de estimação. Pérola, sim, mas de imitação: o que ele quis dizer, e não disse, é que permanece ausente. Ausente, não independente. Eu também não tenho partido. Jamais me filiei a qualquer legenda e não cultivo fetiches eleitorais. Mas conservo, ainda que contra a maré dos tempos, o senso das proporções. Votarei em Flávio não por devoção, mas por elementar cálculo de sobrevivência: comparado ao resto do cardápio, ele é tábua de salvação. Constantino, esse, não precisa de tábua alguma. Vive nos Estados Unidos como cidadão americano, com o Brasil reduzido a um pano de fundo conveniente: uma legião de leitores fiéis e, suponho, o salário generoso que a grande mídia alguma vez, depositou em sua conta. O resto que se exploda. Que o país afunde ou nade, pouco lhe importa, pois, do contrário, não estaria espalhando seu veneno nas redes sociais. Do alto de sua montanha americana, ele prossegue dando lições como um Zaratustra de botequim, ditando o certo e o errado com a gravidade de quem se contempla no espelho e se acha sublime. Na verdade, é um Narciso piorado, bem piorado: não se apaixona pela própria imagem, mas pela própria ausência. Constantino é, enfim, o que sempre foi: um tolo requintado que se julga a mais espetacular das criaturas: o super-homem da indiferença, o hipócrita da distância, o moralista que cobra dos outros o que ele próprio se dispensou de viver. #Política #Independência #Hipocrisia

A melhor chance de Bolsonaro deixar a prisão é a vitória de Flávio. Além da situação de Jair, a melhor chance do Brasil tirar o PT, é Flavio, isso quem diz são os números, as pesquisas. O perdão bíblico, aquele da oração do Pai nosso quando Jesus ensina a orar “perdoai nossas ofensas, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO”, Numa visão cristã, deve de fato se estender aos inimigos, aos algozes, ou aquele que mantém um homem justo e honesto preso injustamente. É cristão, bonito e nobre perdoa-lo, e até convida-lo para ser “irmão em Cristo”. Afinal, a salvação é para todos. Mas não deveria tal atitude se estender a própria casa? Ou talvez, uma palavra torta, ou até mesmo grosseira, tem mais gravidade que as atitudes do algoz anteriormente citado? Enfraquecer aquele que é o único que tem chances reais de fazer algo de fato contra as injustiças cometidas, é como se recusar a tomar a possível cura para uma doença, pelo simples fato de que o médico supostamente foi grosseiro no atendimento. #Brasil #Política #Justiça

“A partir da estreia, o Neymar, que não entra em campo há 27 dias, já virou a esperança de salvação do Brasil.” 🎙️ André Rizek, no Sportv. 🎥 @sportv | @geglobo https://t.co/7EvaRTi2rk #Neymar #Brasil #Futebol

Mylon Jun 6

Num campeonato permeado por imports, quem venceu o CBLOL foram 8 BRASILEIROS 🇧🇷🇧🇷🇧🇷 Isso é lindo, a nossa região tem salvação👏 #CBLOL #LeagueOfLegends #Brasil

A direita limpinha, à maneira de Flávio Morgenstern, aquela que gosta de posar diante de estantes de livros como quem exibe um diploma de grandeza intelectual, a direita que herdou de Olavo de Carvalho apenas a estética de biblioteca e o gesto teatral do sábio, mas não a sabedoria nem o discernimento, resolveu, no apagar das luzes do segundo tempo, proclamar que não existe terceira via e que Flávio Bolsonaro é a única salvação possível. Por quê? Porque levaram pancada até o osso. A surra foi tão generosa que alcançou até o santinho de pau oco, o jovem Nikolas, e a outrora elegantíssima Michele, agora desmascarada como a Madrasta Má de um conto de fadas de mau gosto. Depois de serem humilhados pela opinião pública, essa que, com frequência, se faz passar pela voz de Deus, e de sentirem, no fundo do bolso, o peso da própria inépcia, mudam subitamente de discurso. Ótimo! Antes tarde do que nunca. Sejam bem-vindos, patetas da direita caviar. Mas que fique lavrado em ata, com tinta indelével: não foi por convicção, nem por tardia honestidade intelectual, que fizeram a meia-volta ou a mea-culpa. Convictos, vocês nunca foram. Intelectualmente honestos?, hmmm, surgem dúvidas. O que os moveu foi o cheiro inconfundível da derrota e o desconforto burguês de ver o próprio capital político derreter como gelo ao sol tropical. Nada mais previsível. Nada menos edificante. #Direita #Política #Brasil

EDITORIAL — BLOG DO MACEDO: A TORCIDA VENCEU. AGORA, SÓ A INTERVENÇÃO SALVA O CORINTHIANS‼️ Em pouco mais de dois anos, o Corinthians viu três ex-presidentes saírem pela porta dos fundos, não pela porta da glória, não pelo caminho do legado, mas empurrados pela força bruta da torcida que se recusou a ser anestesiada. Andrés Sanchez expulso. Augusto Melo expulso. Duílio Monteiro Alves renunciando antes que o mesmo destino batesse à sua porta. Três nomes. Três capítulos de uma crise que não é acidente, é estrutura. Que fique registrado: isso não foi a política do clube funcionando. Não foi o Conselho Deliberativo acordando por consciência própria. Não foi o Fiscal atuando com rigor repentino. Não foi nenhuma instância interna descobrindo, do nada, que tinha obrigação de defender o patrimônio corintiano. Foi a torcida. Foi o fiel que pagou ingresso, que assinou streaming, que comprou camisa e que, em vez de aceitar o silêncio, escolheu o barulho. Foi a pressão de fora para dentro, das arquibancadas para os corredores do Parque São Jorge, das redes sociais para as cadeiras do plenário, das ruas para as salas fechadas onde decisões eram tomadas às escuras. Andrés Sanchez carregava um histórico que já seria motivo de afastamento em qualquer clube com governança minimamente séria. A torcida não esperou, pressionou, documentou, denunciou, não deu trégua. Augusto Melo chegou prometendo reconstrução e entregou escândalo atrás de escândalo: auditoria que não existia, empresa de segurança fantasma, saques em dinheiro vivo, contratos que desafiavam qualquer explicação razoável. A torcida não abaixou a cabeça, pressionou, foi às ruas, ocupou as câmeras, foi aos gabinetes do Ministério Público. Duílio Monteiro Alves, que administrou o clube no período em que as dívidas estruturais se aprofundaram e que deixou perguntas sem resposta sobre sua gestão, viu o ambiente se tornar insustentável e pulou antes de ser empurrado. Três saídas. Uma única força motriz: a consciência corintiana organizada. Mas aqui o Blog do Macedo precisa ser honesto com quem lê este espaço há anos: comemorar é legítimo, mas parar na comemoração seria ingênuo. Porque o que acabou foi o capítulo, não o livro. A estrutura que permitiu que esses três governassem o clube com opacidade, com sobreposição de interesses, com contratos questionáveis e com desprezo pela base associativa, essa estrutura continua de pé. Enquanto ela existir, o próximo Andrés, o próximo Augusto, o próximo Duílio já está sendo formado em algum corredor do Parque. A saída dos três é histórica porque é a prova de que a pressão popular funciona. Mas a história não para aqui. O único caminho real é a intervenção judicial. Não a intervenção como punição simbólica. A intervenção como instrumento de salvação patrimonial, o que o Ministério Público já tem elementos mais do que suficientes para requerer através de uma Ação Civil Pública. Uma gestão profissional, auditoria independente com poderes reais, prestação de contas transparente, e um processo eleitoral refundador conduzido sob supervisão externa. Enquanto o clube depender apenas de sua própria política interna para se corrigir, estará dependendo do mesmo sistema que gerou o problema para resolvê-lo. A torcida fez sua parte, e que parte. Agora é hora das instituições fazerem a delas. O Corinthians não precisa de mais um presidente que chegue prometendo ordem. Precisa de um processo que torne a desordem impossível. Só a intervenção é o caminho. #BlogdoMacedo APOIO: #1908CoffeeStation #Corinthians #Intervenção #Torcida

Assim como há idade mínima para o voto, acredito que deva haver idade máxima. A participação política, do voto ao exercício de mandato, deve ter um marcador de entrada e um limite que encaminhe a saída. Derrotar a gerontocracia é parte do processo de salvação de nossa geração #Política #Voto #Gerontocracia