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#Salvação

Alexandre de Moraes protocolou de ontem pra hoje uma defesa de 44 páginas. Faço aqui uma comparação da defesa dele, com as razões da minha condenação, da Débora do batom e do seu Alcides, de Santa Catarina, no 08/Jan. Vamos acompanhar se o STF inicia um caminho para a salvação do tribunal ou se irá se afundar nessa lama de injustiça e de blindagem de crimes. #Justiça #STF #DireitosHumanos

Isso é um ultimato. É um ultimato. Se mesmo depois de tudo o que está vindo à tona, de tudo o que já foi exposto, de tudo o que estamos vendo ser feito pela nossa Suprema Corte e por esse governo, essas pessoas vencerem de novo, acabou. Não haverá para quem correr ou para onde recorrer. Não tem próxima chance. Não tem plano B. Não tem salvação mágica. Se mesmo com o apoio externo que hoje parece possível, com esse vento favorável vindo dos Estados Unidos, o povo brasileiro não acordar, nada disso vai adiantar. Se o povo não entender a gravidade deste momento e não agir à altura, mais quatro anos não serão apenas mais quatro anos. O Brasil pode entrar num buraco do qual não sabemos quando conseguirá sair. Um caminho em que eleições podem virar teatro, a democracia pode se tornar apenas uma fachada e o sofrimento da população deixa de ser suficiente para mudar quem está no poder. Venezuela, Irã, Coreia do Norte. Olhem para países que atravessaram o ponto em que simplesmente votar diferente já não bastava para mudar o rumo. Quando essa porta se fecha, não é simples reabri-la. E só Deus sabe quando uma nova oportunidade aparece. Por isso, esta eleição não é “só mais uma”. É a hora de parar com vaidade, ego, disputa interna e briga por detalhes. Primeiro precisamos tirar essas pessoas do poder. Ainda temos uma chance. É AGORA. TIREM ESSA CORJA DE VÍBORAS DO PODER! #Eleição2024 #Democracia #Brasil

Um Ministro do Supremo batendo de porta em porta dos colegas em busca da própria salvação. Bem, Alexandre é um dos ministros que acha que foi eleito pra governar o Brasil. Ao menos agora tá tendo uma noção do que é ter que fazer uma campanha e pedir votos 😅 https://t.co/QMGWMe2GpO #Supremo #Política #Campanha

Todo o discurso cristão dele é sempre no sentido de destruir os adversários e reduzir a pó. Cristo já tinha um discurso diferente: "Eu não vim para trazer o juízo, mas sim a salvação". #Cristianismo #Salvação #Amor

“cortar todas as linhas de salvação que sustentam economicamente este regime tirânico, até que Teerão fique isolado”

EUA lançam "tiro de aviso" para isolar economia do Irão
observador.pt

A ÚNICA salvação política do Zema é concorrer ao Senado por MG e anunciar apoio total ao Flávio Bolsonaro contra um mal maior. Não tem outra. No dia em que ele emocionou e bateu no Flávio eu disse que ele tinha implodido sua candidatura - se concretizou. Espero que ele pense. #Política #Eleições2024 #Senado

Gabriel Sá Aug 14

OPINIÃO: Assisti a entrevista de Rogério Caboclo aos amigos do Tricolaços. Absolutamente perdido, o pré-candidato demonstrou claríssimo desconhecimento do clube, proferiu frases bisonhas sobre as contas, não mostrou nenhum projeto palpável e foi absolutamente protocolar na explicação da séríssima questão da CBF. Além disso, fica cada vez mais claro, até por comportamento, o apoio de Olten Ayres. O presidente do Conselho do São Paulo dá as cartas na eleição. É dele o principal apoio a Caboclo. Olten fez parte e tentou sustentar o governo Casares, investigado em todas as frentes possíveis, até que o mesmo sofresse impeachment. Olten sustentou relação pessoal com outros investigados. O presidente do Conselho tem papel direto na gestão que encaminhou a destruição do São Paulo FC, e agora 'pula de lado' e tenta se vender como parte da salvação. A antiga Oposição (STP) tem nomes fortes, como Miguel Sousa, que jogam contra a candidatura de Marcelinho Portugal Gouvêa. Caboclo busca apoio para sustentar a candidatura, veremos até onde vai. #SãoPauloFC #Eleições #Futebol

O ano litúrgico não é uma simples comemoração dos acontecimentos do passado, mas é a presença viva de Cristo, que continua a obra de salvação na sua Igreja e nos guia ao encontro com Ele. #AudienciaGeral #Liturgia #Fé #Cristianismo

Andrew Sousa Aug 11

Cara, nenhum outro jogador do país com três títulos em dois anos seria tratado assim. Ainda mais num clube bagunçado nesse nivel. “Retorno esportivo não justifica”: quase 200 milhões em premiação por taças. Fora o rombo evitado com a salvação de um rebaixamento. Pelo amor… #Futebol #Esporte #Premiação

Esse site desonesto distorce fatos com a desprezível intenção de prejudicar. Na CPMI do 08/Jan fui escolhido coordenador do grupo de oposição. Mesmo em minoria, aprovamos dezenas de requerimentos que demonstraram a armadilha do 08/Jan. Consegui concentrar em meu gabinete o atendimento de vários advogados de diversos presos exatamente para documentar as arbitrariedades. Fui o parlamentar com mais requerimentos de diligências e oitivas aprovados na CPMI, atrás apenas da relatora. Dentre dezenas deles: • Plano Escudo – por que G. Dias não acionou a defesa do Planalto; • Acionamento da Guarda Presidencial e Comando Militar do Planalto; • Força Nacional – por que Flávio Dino convocou 6 pelotões e não usou; • ABIN – adulteração de relatório sobre a chegada de manifestantes; • Segurança Presidencial – retirada extraordinária de Lula de Brasília; • Câmeras da Praça dos Três Poderes e do Ministério da Justiça; • Apuração das quase 2 mil prisões arbitrárias e inspeção penitenciária. Em razão dos avanços, o governo Lula e o STF sabotaram a CPMI. Nosso voto em separado, baseado nesses requerimentos, prova a farsa do “golpe”. Fruto desse trabalho na CPMI, elaboramos no meu gabinete o principal projeto de Anistia (PL 5793/2023), relatado pelo dep. Rodrigo Valadares, que acabou também sendo barrado pelo STF, em mais uma intromissão nas competências do legislativo. Por trabalhar para salvar os presos do 08/Jan e desmontar a verdadeira armação, sofri perseguição direta contra mim e minha família. Após o fim da CPMI, a Polícia Federal invadiu minha residência e gabinete, em um inquérito que hoje está arquivado (parte enviada à 1ª instância), porque resolveram querer me prender na farsa do “golpe”. Hoje estou exilado, sem mandato nem cargo público, por ter desmontado a narrativa usada para calar, perseguir, prender e extinguir a direita. A única salvação para as famílias destruídas pelas arbitrariedades do 08/Jan, neste momento, é a eleição de Flávio Bolsonaro. Pergunto ao site desonesto: o que vocês fizeram ou estão fazendo pela defesa dos perseguidos do 08 de Janeiro? #Justiça #DireitosHumanos #Liberdade

Chief Aug 8

Percebam que eu nem falo de Flávio Bolsonaro direito no meu perfil, não defendo as cagadas, mas também não vou ficar atacando o cara 24h em época de eleição, pq eu entendo A REALIDADE de que ele é o ÚNICO com capital político para tirar o Lula de lá. (Nem acredito que vá, mas é o que tem alguma chance) Se eu quero o LULA FORA, não faz sentido eu ficar minando o Flávio, minha estratégia é minar os que estão ajudando o Lula. Eu sou da turma dos que não acredita em salvação do Brasil, mas, acredito que tem os menos piores, que podem diminuir impostos, burocracias etc... e principalmente sigo o ensinamento do Olavo de Carvalho: "Vc não precisa gostar do Bolsonaro, pra escolher um lado, basta ver quem odeia ele." Dito isso, tá muito engraçado nas minhas postagens a militância do MBL, não conseguem defender o Renan de NADA do que aponto: ou me xingam e imputam crime, ou falam "e o bozo?" " e o Flávio?" 😂😂😂 Nisso eu tenho que dar créditos, MBL conseguiu um amontoado de cadelas trabalhando de graça (comandados pelos que mamam em gabinetes). O trabalho de lavagem cerebral e adestramento é muito bom, tenho que reconhecer. #Política #Eleições #Brasil

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

O Rojas e o Hinestroza foram improdutivos até enfrentando os seus compatriotas horríveis do colombianao. A cada jogo fica mais difícil enxergar alguma salvação. #Futebol #Colômbia #Jogadores

LM10 Brasil Jul 16

“Vozinha tem que salvar o futebol" "Salah tem que salvar o futebol " “Xhaka tem que salvar o futebol” “Bellingham tem que salvar o futebol” Agora eles têm que implorar para Pedri e Lamine Yamal. 😭😭😭 https://t.co/vC6ymwelkv #Futebol #Salvação #Jogadores

A última pérola de Rodrigo Constantino foi proclamar, com a solenidade de quem descobre a roda, que permanece independente, sem partido e sem político de estimação. Pérola, sim, mas de imitação: o que ele quis dizer, e não disse, é que permanece ausente. Ausente, não independente. Eu também não tenho partido. Jamais me filiei a qualquer legenda e não cultivo fetiches eleitorais. Mas conservo, ainda que contra a maré dos tempos, o senso das proporções. Votarei em Flávio não por devoção, mas por elementar cálculo de sobrevivência: comparado ao resto do cardápio, ele é tábua de salvação. Constantino, esse, não precisa de tábua alguma. Vive nos Estados Unidos como cidadão americano, com o Brasil reduzido a um pano de fundo conveniente: uma legião de leitores fiéis e, suponho, o salário generoso que a grande mídia alguma vez, depositou em sua conta. O resto que se exploda. Que o país afunde ou nade, pouco lhe importa, pois, do contrário, não estaria espalhando seu veneno nas redes sociais. Do alto de sua montanha americana, ele prossegue dando lições como um Zaratustra de botequim, ditando o certo e o errado com a gravidade de quem se contempla no espelho e se acha sublime. Na verdade, é um Narciso piorado, bem piorado: não se apaixona pela própria imagem, mas pela própria ausência. Constantino é, enfim, o que sempre foi: um tolo requintado que se julga a mais espetacular das criaturas: o super-homem da indiferença, o hipócrita da distância, o moralista que cobra dos outros o que ele próprio se dispensou de viver. #Política #Independência #Hipocrisia

Rony Gabriel Jun 25

A melhor chance de Bolsonaro deixar a prisão é a vitória de Flávio. Além da situação de Jair, a melhor chance do Brasil tirar o PT, é Flavio, isso quem diz são os números, as pesquisas. O perdão bíblico, aquele da oração do Pai nosso quando Jesus ensina a orar “perdoai nossas ofensas, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO”, Numa visão cristã, deve de fato se estender aos inimigos, aos algozes, ou aquele que mantém um homem justo e honesto preso injustamente. É cristão, bonito e nobre perdoa-lo, e até convida-lo para ser “irmão em Cristo”. Afinal, a salvação é para todos. Mas não deveria tal atitude se estender a própria casa? Ou talvez, uma palavra torta, ou até mesmo grosseira, tem mais gravidade que as atitudes do algoz anteriormente citado? Enfraquecer aquele que é o único que tem chances reais de fazer algo de fato contra as injustiças cometidas, é como se recusar a tomar a possível cura para uma doença, pelo simples fato de que o médico supostamente foi grosseiro no atendimento. #Brasil #Política #Justiça

“A partir da estreia, o Neymar, que não entra em campo há 27 dias, já virou a esperança de salvação do Brasil.” 🎙️ André Rizek, no Sportv. 🎥 @sportv | @geglobo https://t.co/7EvaRTi2rk #Neymar #Brasil #Futebol

Mylon Jun 6

Num campeonato permeado por imports, quem venceu o CBLOL foram 8 BRASILEIROS 🇧🇷🇧🇷🇧🇷 Isso é lindo, a nossa região tem salvação👏 #CBLOL #LeagueOfLegends #Brasil

A direita limpinha, à maneira de Flávio Morgenstern, aquela que gosta de posar diante de estantes de livros como quem exibe um diploma de grandeza intelectual, a direita que herdou de Olavo de Carvalho apenas a estética de biblioteca e o gesto teatral do sábio, mas não a sabedoria nem o discernimento, resolveu, no apagar das luzes do segundo tempo, proclamar que não existe terceira via e que Flávio Bolsonaro é a única salvação possível. Por quê? Porque levaram pancada até o osso. A surra foi tão generosa que alcançou até o santinho de pau oco, o jovem Nikolas, e a outrora elegantíssima Michele, agora desmascarada como a Madrasta Má de um conto de fadas de mau gosto. Depois de serem humilhados pela opinião pública, essa que, com frequência, se faz passar pela voz de Deus, e de sentirem, no fundo do bolso, o peso da própria inépcia, mudam subitamente de discurso. Ótimo! Antes tarde do que nunca. Sejam bem-vindos, patetas da direita caviar. Mas que fique lavrado em ata, com tinta indelével: não foi por convicção, nem por tardia honestidade intelectual, que fizeram a meia-volta ou a mea-culpa. Convictos, vocês nunca foram. Intelectualmente honestos?, hmmm, surgem dúvidas. O que os moveu foi o cheiro inconfundível da derrota e o desconforto burguês de ver o próprio capital político derreter como gelo ao sol tropical. Nada mais previsível. Nada menos edificante. #Direita #Política #Brasil

EDITORIAL — BLOG DO MACEDO: A TORCIDA VENCEU. AGORA, SÓ A INTERVENÇÃO SALVA O CORINTHIANS‼️ Em pouco mais de dois anos, o Corinthians viu três ex-presidentes saírem pela porta dos fundos, não pela porta da glória, não pelo caminho do legado, mas empurrados pela força bruta da torcida que se recusou a ser anestesiada. Andrés Sanchez expulso. Augusto Melo expulso. Duílio Monteiro Alves renunciando antes que o mesmo destino batesse à sua porta. Três nomes. Três capítulos de uma crise que não é acidente, é estrutura. Que fique registrado: isso não foi a política do clube funcionando. Não foi o Conselho Deliberativo acordando por consciência própria. Não foi o Fiscal atuando com rigor repentino. Não foi nenhuma instância interna descobrindo, do nada, que tinha obrigação de defender o patrimônio corintiano. Foi a torcida. Foi o fiel que pagou ingresso, que assinou streaming, que comprou camisa e que, em vez de aceitar o silêncio, escolheu o barulho. Foi a pressão de fora para dentro, das arquibancadas para os corredores do Parque São Jorge, das redes sociais para as cadeiras do plenário, das ruas para as salas fechadas onde decisões eram tomadas às escuras. Andrés Sanchez carregava um histórico que já seria motivo de afastamento em qualquer clube com governança minimamente séria. A torcida não esperou, pressionou, documentou, denunciou, não deu trégua. Augusto Melo chegou prometendo reconstrução e entregou escândalo atrás de escândalo: auditoria que não existia, empresa de segurança fantasma, saques em dinheiro vivo, contratos que desafiavam qualquer explicação razoável. A torcida não abaixou a cabeça, pressionou, foi às ruas, ocupou as câmeras, foi aos gabinetes do Ministério Público. Duílio Monteiro Alves, que administrou o clube no período em que as dívidas estruturais se aprofundaram e que deixou perguntas sem resposta sobre sua gestão, viu o ambiente se tornar insustentável e pulou antes de ser empurrado. Três saídas. Uma única força motriz: a consciência corintiana organizada. Mas aqui o Blog do Macedo precisa ser honesto com quem lê este espaço há anos: comemorar é legítimo, mas parar na comemoração seria ingênuo. Porque o que acabou foi o capítulo, não o livro. A estrutura que permitiu que esses três governassem o clube com opacidade, com sobreposição de interesses, com contratos questionáveis e com desprezo pela base associativa, essa estrutura continua de pé. Enquanto ela existir, o próximo Andrés, o próximo Augusto, o próximo Duílio já está sendo formado em algum corredor do Parque. A saída dos três é histórica porque é a prova de que a pressão popular funciona. Mas a história não para aqui. O único caminho real é a intervenção judicial. Não a intervenção como punição simbólica. A intervenção como instrumento de salvação patrimonial, o que o Ministério Público já tem elementos mais do que suficientes para requerer através de uma Ação Civil Pública. Uma gestão profissional, auditoria independente com poderes reais, prestação de contas transparente, e um processo eleitoral refundador conduzido sob supervisão externa. Enquanto o clube depender apenas de sua própria política interna para se corrigir, estará dependendo do mesmo sistema que gerou o problema para resolvê-lo. A torcida fez sua parte, e que parte. Agora é hora das instituições fazerem a delas. O Corinthians não precisa de mais um presidente que chegue prometendo ordem. Precisa de um processo que torne a desordem impossível. Só a intervenção é o caminho. #BlogdoMacedo APOIO: #1908CoffeeStation #Corinthians #Intervenção #Torcida