The European Union has officially joined the United States' economic pressure campaign against Iran, according to U.S. Treasury Secretary Scott Bessent. (translated)
European Union and UK drivers are suing Uber in Amsterdam, claiming data violations and a dynamic pay system that results in the loss of significant earnings. (translated)

Se em janeiro eu não tivesse colocado minha vida em risco ao rejeitar os 2 milhões e denunciar todo esse caso, hoje, sequer teríamos chances de uma eleição. A credibilidade daqueles que em 2022 se colocavam como guardiões da democracia, acabou… hoje não tem mais globo, nem faria lima, não tem mais moral por parte dessas pessoas para decidirem nada. Precisamos unir as pessoas de bem, e fazer nosso país acreditar que ainda há aqueles que não se corrompem e querem um Brasil melhor! #Democracia #Corrupção #União
The European Commission assured that, despite gas storage levels in the EU being below previous years, there is no immediate risk to gas supply during the winter, with current reserves at 65.85% and Portugal standing out with 93.08%. (translated)
Germany, France, and Poland warned Russia that they will respond to the escalation of violence in Europe, after Berlin accused Moscow of being behind an attack with an explosive drone at Leipzig airport. (translated)
André Ventura presented a motion of censure in Parliament against Luis Neves, taking advantage of António José Seguro's lack of response to question the continuity of the Government, while the increasing tension of the hybrid war of Russia in the European Union and the movements in the football transfer market in Portugal are being discussed. (translated)

🇲🇽🇮🇹 Ontem houve por aqui uns “entendidos” que garantiam que a Liga se tinha enganado na inscrição de Santiago Giménez. Afinal, a explicação é outra. O internacional mexicano tem também cidadania italiana por via familiar, o que permite ao FC Porto registá-lo como cidadão da União Europeia. Assim, não ficou sujeito aos procedimentos de imigração aplicados a jogadores extracomunitários, dispensando a intervenção da AIMA nesse processo. Após a inscrição a Liga Portugal atualizou a bandeira para a seleção da qual é internacional: a do México Tudo simples #LigaPortugal #Futebol #SantiagoGiménez
Various AI chatbots, such as ChatGPT and Claude, are allowing access to disinformation content from Russian media, often used as tools of the Kremlin, despite European Union sanctions. (translated)

Sergei Loznitsa criticized the cut in funding by the European Union to the Venice Biennale due to Russian participation, stating that the measure is ineffective and diverts attention from the inability to impose effective sanctions against Moscow. (translated)
The Minister of Foreign Affairs of Greenland declared that the times of conquering countries are over and emphasized the importance of dialogue with the USA, while thanking the support of the European Union in light of the threats of intervention. (translated)
The European Union is facing the escalation of Vladimir Putin's hybrid war with a diplomatic and measured approach, while dealing with increasing pressure and security threats in Europe, as evidenced by the recent failed attack at Leipzig airport. (translated)
Members of the European Parliament proposed new European legislation to combat stress and harassment at work, with recommendations to protect the mental health of workers and to require employers to adopt preventive measures. (translated)

“Houve um apoio amplo à adoção de uma proibição de entrada na União Europeia (UE) para ex-combatentes russos, bem como para reforçar mais [as restrições] em relação aos vistos para turistas russos”
The European Union has expressed broad support for restricting tourist visas for Russian citizens, following the entry into the EU of a suspect in a drone attack in Leipzig with a visa issued by Italy, highlighting internal security concerns and the need to intensify restrictions. (translated)

ARMY PELO FIM DA ESCALA 6X1 #ARMYPeloFimDaEscala6x1 A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (2) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1. Apesar do pedido, ainda não há previsão de quando a PEC será pautada no plenário. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) não deu garantias aos senadores de votar ainda nesta quarta-feira, como é o desejo de aliados do governo. O relatório do senador Omar Aziz (PSD-MA) manteve o texto aprovado pela Câmara dos Deputados como uma estratégia para agilizar a aprovação final. Caso o parecer de Aziz seja o aprovado pelo plenário do Senado, o texto não precisará retornar para a Câmara, já que não terá sofrido modificações. Dessa forma, poderá ser promulgado pelo Congresso. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da 6x1 estipula uma jornada semanal de 40 horas de trabalho – atualmente, são 44 horas. Com a nova escala, seriam mantidos os limites de 8 horas diárias de trabalho. A grande mudança é garantir que os trabalhadores tenham dois dias de descanso semanal sem a possibilidade de redução salarial. Preferencialmente, um desses dias deve ser o domingo. Para que os trabalhadores brasileiros cheguem às 40 horas semanais com dois dias livres haverá um período de transição. Se aprovada, a PEC deve seguir a seguinte cronologia: em dois meses, redução da jornada semanal para 42 horas, com dois dias de repouso semanal remunerado; em um ano após esses dois meses, redução da jornada semanal para 40 horas. A mudança não será aplicada para trabalhadores com ensino superior que ganhem por mês mais de 2,5 vezes o teto do INSS, ou seja, quem ganhe mais de R$ 21.188 por mês. Fonte: 🔗https://t.co/xv2SHh5lO2 #PEC #Trabalho #Senado
A new package of European Union sanctions against Russia, set to be approved in October, could target over a thousand individuals and companies, with the aim of intensifying pressure on the Russian Federation. (translated)

The Minister of Foreign Affairs, Paulo Rangel, stated that the European Union should not approve new measures regarding the settlements in the West Bank before the elections in Israel, although Portugal advocates for the suspension of trade with those areas. (translated)
Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord
The European Union's foreign ministers are meeting in Ireland to discuss new sanctions against Russia and the situation in the Middle East, in an informal session that will not result in concrete decisions. (translated)
The head of European Union diplomacy, Kaja Kallas, classified a failed attack attributed to Russia at Leipzig airport as state-sponsored terrorism and announced discussions on the EU's response to this incident during an informal meeting of foreign ministers in Ireland. (translated)
