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#boți

Hoy, durante mi posesión como representante a la Cámara, le dijimos la verdad de frente al Presidente del CNE: recuperaremos la segunda curul afro que le arrebataron a nuestra gente para entregársela al clan Pulgar. ¡Nunca más permitiremos que las curules afro sean utilizadas como botín político ni como instrumento de quienes solo defienden sus propios intereses! #JusticiaSocial #DerechosAfro #PolíticaInclusiva

No doy mas, estoy devastado, no imagine jamas perder asi la final. Me mandan mensajes y videos de teorías infinitas, no se que pensar ni que decir, me quedo con una sola cosa. La arenga de Messi en una final(puede ser filmada?) Ademas, es normal decir : olvidémonos de todo hay que jugar? No es mas normal decir acordemonos de nuestras familias, de cuando eramos pibes, vamos a ganar? La cara de los demas, el planteo, los cambios, Simeone se acomoda el botin en una jugada clave y con Inlgaterra fue un leon. Necesito psicólogo , psiquiatra, whisky y mala sangre. #Fútbol #Final #Messi

Olá, @oBoticario. A influenciadora Eduarda Vallery, que possui uma parceria com sua marca, fez comentários preconceituosos e racistas contra um grupo de K-pop (vídeo anexo). Acreditamos que essa conduta não represente os valores do Boticário. Perfil: https://t.co/4G2GkNrGIo https://t.co/0STU0Flvfy #Preconceito #Diversidade #Respeito

ravico 1d

Olá @oBoticario. A influenciadora Eduarda Vallery, que possui uma parceria com sua marca, fez comentários preconceituosos e racistas contra um grupo de K-pop (vídeo anexo). Acreditamos que essa conduta não representa os valores do Boticário. perfil: https://t.co/QYGZcZwRi4 https://t.co/e0b09fVfCW #OQueÉIsso #Diversidade #Respeito

REPLY‼️ Olá @oBoticario. A influenciadora Eduarda Vallery, que possui uma parceria com sua marca, fez comentários preconceituosos e racistas contra um grupo de K-pop (vídeo anexo). Acreditamos que essa conduta não representa os valores do Boticário. perfil: https://t.co/mlUcB6wUXF https://t.co/75FnSx9BQR #Racismo #Preconceito #Diversidade

Olá @oBoticario. A influenciadora Eduarda Vallery, que possui uma parceria com sua marca, fez comentários preconceituosos e racistas contra um grupo de K-pop (vídeo anexo). Acreditamos que essa conduta não representa os valores do Boticário. Perfil: https://t.co/BOXKRTVUZG https://t.co/FmETTwDa2m #Boticario #Racismo #Inclusão

"Despedida" Por esta tremenda imagen de Messi al finalizar el partido, sacándose los botines ¿para siempre? https://t.co/Cczo5pwCjx #Messi #Despedida #Fútbol

🤯🇦🇷 Enzo Fernández se contactó con un EMPRENDEDOR CORDOBÉS para conseguir los botines que había usado en el Mundial 2022. ❌ Los probó en un entrenamiento y la marca lo retó, esos botines ya no se comercializan y debía usar los rosas… 😮‍💨 Pero venía Inglaterra y no podía dudar: Enzo decidió salir a la cancha con sus botines de la gloria, esos del golazo a México, y ahora también del gol de su vida a los ingleses. Esos botines mañana jugarán la final. 🔜 #EnzoFernández #Mundial2022 #Fútbol

El segundo tiempo de esta criatura de 39 años. Y está a 90 minutos de ganar otro mundial más el balon de oro a mejor jugador del mundial y el botín de oro como goleador. https://t.co/vzZevocyet #Mundial #BalonDeOro #Goleador

LAUTARO MARTÍNEZ EMOCIONADO “La primera vez que mi viejo me compró un par de botines, soñaba con hacer este gol" SI ME CONMUEVE 😭 https://t.co/LS1dQwFyCq #LaLiga #Fútbol #Emoción

Durante a transmissão ao vivo do youtuber iShowSpeed durante a meia-final do Mundial 2026 entre Espanha e França, os influentes empresários espanhóis Ana Botín, do Banco Santander, e Juan Roig, do Mercadona, tiveram uma breve e viral interação, aproveitando a oportunidade para promover suas empresas e convidar iShowSpeed a abrir uma conta no Openbank. #Mundial2026 #iShowSpeed #BancoSantander

Juan Roig e Ana Botín no mundial e no "live" de youtuber

Isso aqui é SURREAL. Ana Botín, presidente do Banco Santander com um patrimônio de 3 bilhões de euros, pedindo uma foto ao Speed e que ele abra uma conta em seu banco. To achando que o Speed já tá no top10 pessoas mais conhecidas do mundo https://t.co/mG8fxSY2Mo #BancoSantander #AnaBotín #Famosos

Essa daí é a Ana Botín (dona do Banco Santander) e o Juan Roig (bilionário do grupo Mercadona)… e o Speed tirando os dois pra merda kkkkkkkkkk https://t.co/BHvLyZ6i2T #BancoSantander #JuanRoig #Speed

Surrealista. Ana Botín, presidenta del Banco Santander con un patrimonio de 3 mil millones de euros, pidiéndole una foto a IShowSpeed y que se abra una cuenta en su banco, mientras le presenta a Juan Roig, presidente de Mercadona con un patrimonio de 9 mil millones de euros. “Mercadona es el Walmart de España y Banco Santander es el JPMorgan de Europa” #Surrealismo #Economía #Bancos

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Dos de los ladrones involucrados en el robo de joyas en el Museo del Louvre, que ocurrió en octubre de 2025 y permitió sustraer piezas valoradas en 88 millones de euros, han confesado a la policía que el líder del grupo no estaba satisfecho con el botín obtenido, creyendo que podrían haber robado más. #RoboLouvre #JoyasHistóricas #AtracoDelSiglo

Novedades sobre el robo en el Louvre: los ladrones confiesan que el líder no estaba contento porque "podrían haber robado más"

How many of the accounts you can discuss with on social media actually belong to real people? In 2022, bots were said to account for 43.2% of tweets. More complex studies speak of 5% bot accounts that produced up to 29% of all content on Twitter. The number differs, but the conclusion does not: automated content. (translated)

Lo que cuenta el papá de Enzo acá 🥹 No tenían plata pero le compró los botines más caros al hijo y le dijo a la mujer "para un trabajador, las mejores herramientas". Soy lágrimas https://t.co/1qJahxGifo #Familia #AmorDePadre #Superación

Pedro Neto está jugando el Mundial con un AGUJERO EN SU BOTÍN para evitar la presión y los dolores en el talón. ¿Qué les parece? ⁉️🇵🇹 https://t.co/YW9zAqM1Vg #Mundial #Fútbol #PedroNeto

Goleiro palestino é assassinado em Gaza. Segundo a Federação Palestina de Futebol, Saleem Al-Ashqar, goleiro do clube palestino Khadamat Khan Younis, foi morto pelo exército israelense na Faixa de Gaza. De acordo com testemunhas, o atleta estava comprando botijão de gás em uma loja de rua quando um tanque das forças armadas de Israel abriu fogo contra civis e o atingiu. O incidente aconteceu na cidade de Al-Qarara, em Khan Younis. Aos 32 anos, o jogador esperava o seu primeiro filho e tinha se casado há apenas 5 meses. Via: @JornalOGlobo 📷Divulgação #Gaza #Justiça #Futebol