Este fue el recuento definitivo de todos los votos que metimos: Lo dimos absolutamente todo, nunca hubo tanta dinamica y voto furioso por parte de fandom de Pincoya como esta placa. #GranHermano #VotoFurioso #Pincoya #GranHermano
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4° dinámica de votos SOL AL 9009 🔥🔥 META: 50.000 VOTOS Comenten sus comprobantes de votos ESPECIFICANDO LA CANTIDAD DE VOTOS EMITIDOS para mayor control Pueden votar por: https://t.co/mgd49rOSd2 o https://t.co/D0MRoM1QWe @idkjlyn #GranHermano https://t.co/elVZw0LGLs #Votación #GranHermano #Participación
Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord
Se la strategia di Vannacci è quella di attendere all'opposizione per diventare prima forza, il Cdx deve fare di tutto per allearsi per non perdere l'egemonia. Se la strategia di Vannacci è quella di andare al potere, il Cdx deve fare di tutto per allearsi per coordinare un'azione di governo. Se la strategia di Vannacci è quella di indebolire il Cdx per far vincere la Sinistra, il Cdx deve fare di tutto per allearsi per smascherare il diabolico piano di Renzi [LOL]. Se il Cdx non si allea con Vannacci per ragioni politiche (linea Craxi-Ronzulli) allora si dichiara una forza centrista e deve allearsi con Calenda, Renzi, Ruffini e tutti i centristi togliendoli al Campo largo. L'elettorato muterà di conseguenza. Se il Cdx non si allea con Vannacci per ragioni tattiche (Vannacci al governo cresce ancora a spese degli altri) sceglie di perdere le elezioni pur di preservare una sparuta classe dirigenziale. Se il Cdx non si allea con Vannacci perché prevede che nascerà un centro autonomo dal Campo Largo equivalente a Vannacci o perché non si farà il Campo Largo si prende un grosso rischio ma stabilisce, in questo caso, una strategia possibile. Se Vannacci rifiuta ogni proposta del Cdx il Cdx, a maggior ragione e in maniera ancora più netta che in tutti i casi precedenti, deve necessariamente provare ogni tipo di percorso di alleanza con Vannacci per rendere evidente le sue intenzioni e chiarire che la dinamica di alleanza viene inficiata da Vannacci. #politica #alleanze #strategia
Han llegado Mikael Baza y Mirza Katovic a la Ciutat Esportiva Joan Gamper Los alemanes firman hoy sus respectivos contratos con el Barça. Estarán en dinámica de filial 🎥 @juliclaramunt https://t.co/4Q24MveXyt #FCBarcelona #Fichajes #LaMasia
❗️ Mikael Baza y Mirza Catovic ya están en Barcelona. Ambos pasarán reconocimiento médico durante la mañana de hoy en el Hospital de Barcelona y se incorporarán a la dinámica del Barça Atlètic. Dos fichajes más para Juliano Belletti. https://t.co/IzjU37R6BJ #Barça #Fichajes #LaLiga
2° dinámica de votos SOL AL 9009 🔥🔥 META: 50.000 Comenten sus comprobantes de votos ESPECIFICANDO LA CANTIDAD DE VOTOS EMITIDOS para mayor control Pueden votar por: https://t.co/mgd49rOSd2 o https://t.co/D0MRoM1QWe @idkjlyn #GranHermano https://t.co/XJn13SafGU #GranHermano #Votación #Participación
Estoy 100% segura de que esta semana la producción hará todo lo posible para que salga una “hiena” o un “poderosísimo” 👀. Este domingo se viene el estreno de La Granja VIP y Televisa va a necesitar quemar a uno de sus cartuchos más fuertes para intentar opacarlos. Primera estrategia: la dinámica que acaban de sacar ahorita para mandar a nominación directa a alguien. #LaGranjaVIP #Televisa #estrategia
Sinceramente? Estamos indignadas com tudo o que está acontecendo. Porque chegou em um ponto em que parece que, não importa o que a gente faça, nunca está bom. Nunca. Desde o começo, nós ouvimos críticas e pedidos mas dentro das nossas possibilidades, fomos atrás de atender cada um deles. Disseram que um único dia não seria suficiente. Nós ampliamos a quantidade de dias. Disseram que precisávamos disponibilizar mais ingressos. Aumentamos a capacidade e chegamos a 5 mil ingressos, um número muito maior do que o planejado inicialmente, quando a exposição aconteceria em apenas um dia. Disseram que precisávamos filtrar melhor quem realmente teria interesse no RM e em sua carreira, para que os ingressos chegassem a pessoas que realmente fossem ouvintes e conhecessem o trabalho dele. Disseram também que queriam um projeto de aniversário voltado para streaming, com metas e incentivo para ouvir o trabalho do RM. Nós fizemos. E agora estamos sendo criticadas justamente por isso. Gente, o que exatamente vocês esperavam que a gente fizesse? A Stream Battle foi criada como uma ação de aniversário e, ao mesmo tempo, como uma forma de incentivar a comunidade a conhecer, ouvir e celebrar a música do RM. E existe uma coisa que, para nós, é extremamente óbvia: Se você está se candidatando a um ingresso para uma exposição dedicada à carreira de um artista, por que seria absurdo esperar que você também tenha interesse em ouvir a música dele? Estamos falando de uma exposição sobre RM, sua trajetória, sua arte, sua música, sua carreira e tudo aquilo que construiu o artista que estamos celebrando. Não estamos pedindo que ninguém faça algo absurdo. Estamos propondo uma dinâmica de streaming. E, sim, as metas de streaming fazem parte da dinâmica. Inclusive, isso atende diretamente a uma cobrança que recebemos anteriormente: fazer um projeto de aniversário que também contribuísse para os números e para a divulgação do trabalho musical dele. Então é realmente bizarro, para nós, ver pessoas indignadas porque uma ação criada para celebrar um artista envolve… ouvir o artista. E antes que alguém distorça o propósito: nunca falamos que seriam liberados mais ingressos. Apenas falamos que vocês teriam MAIS UMA CHANCE! Até porque eles foram esgotados né. Quem não quiser participar da Stream Battle, tudo bem. Existem outras formas de acompanhar o projeto e a exposição. Mas não faz sentido transformar uma dinâmica de streaming em algo negativo simplesmente porque ela existe. Principalmente quando ela também funciona como uma forma de apoiar o artista que você quer prestigiar! Nós estamos fazendo isso de forma voluntária. Estamos dedicando nosso tempo, nosso trabalho, nosso dinheiro e nossa energia para construir uma exposição que, desde o início, cresceu muito além do que tínhamos planejado. Era um dia. Viraram vários. Era uma quantidade menor de ingressos. Chegamos a 5 mil. E cada vez que recebemos um pedido, tentamos adaptar o projeto para que mais pessoas pudessem participar. Mas parece que, independentemente do que façamos, sempre existe alguma coisa para reclamar. E isso cansa. Porque por trás de cada mudança existem pessoas trabalhando. Existem reuniões, orçamento, planejamento, produção, negociação, divulgação e inúmeras coisas que vocês não veem. Nós podemos ouvir críticas. Podemos conversar. Podemos explicar decisões. Mas também precisamos dizer que é extremamente frustrante ver um projeto que está sendo construído com tanto esforço ser constantemente tratado como se nada do que fizéssemos fosse suficiente. Nós ouvimos vocês. Nós mudamos. Nós ampliamos. Nós criamos. Nós entregamos. E, sinceramente, chega um momento em que precisamos perguntar, o que vocês esperam que a gente faça para que, finalmente, seja suficiente? Estamos fazendo uma batalha de stream, para aumentar os ouvintes dele (que vocês SABEM que são poucos), criamos um site pra isso e estão reclamando de OUVIR O ARTISTA. Afinal, quem é o anti aqui? #RM #Música #Exposição
MASIVA DE VOTOS SOLANGISTAS (Grupo Whatsapp) DINÁMICA 14 YIPIO AL 9009 📊Votos efectuados: 15066✅ #granhermano https://t.co/fYERzBdH4R #votación #elecciones #solangistas
Ya Lulos, les traigo una dinámica de hacer TT. colores, nombres, frutas países de todo. Rt y Citas ❤️❤️❤️ #SinFraudeSeVaYipio YIPIO AL 9009 #GranHermano https://t.co/MFhRMzy7vy #Dinámica #Tendencias #RT
ESSE MOMENTO É NOSSO!!! Lula, junto de Erika Hilton @ErikakHilton acaba de assinar o decreto para proteger os fãs contra práticas abusivas de eventos e shows no Brasil. Conheça o decreto: * As empresas de ingressos deverão informar, desde o início da compra sobre o preço total do ingresso com todas as taxas cobradas; * As taxas e seus valores precisam corresponder a serviços efetivamente prestados, e as empresas de venda deverão DOCUMENTAR os critérios de cada taxa e seu custo operacional, para serem fiscalizados; * Plataforma de venda de ingressos terão que combater softwares, bots, scripts e outras formas de compra em massa; * Site de revenda ingresso terão que informar quando o ingresso estiver acima ado preço original, se o vendedor é pessoa física e jurídica e impedir a publicação de anúncios em massa, abusivos e irregulares de ingressos para determinado evento ou show, Esses sites terão que disponibilizar um canal de denúncia. * As filas virtuais para compra de ingressos deverão mostrar posição, quantas pessoas estão esperando na frente do consumidor e em quanto tempo ele conseguirá comprar. Quando o fã chegar no momento da compra, o ingresso ficará reservado temporariamente pra que ele possa concluir a compra. O prazo para a pessoa concluir a compra deverá ser razoável e ser informado em contagem regressiva. * Além do consumidor já ter sido informado do preço real, com as taxas, esse preço não poderá mudar no momento de finalização da compra por mudança de lote ou mecanismos abusivos como “precificação dinâmica”. * Serão consideradas abusivas todas as práticas que reduzam ou dificultem artificialmente o acesso à meia-entrada. * As meias-entradas promocionais são responsabilidade da empresa, e não podem reduzir o número total das meias-entradas em categorias garantidas por Lei.E as taxas deverão ser proporcionais ao preço do ingresso! Se é meia-entrada, o consumidor também paga metade das taxas! * As empresas deverão ter noção da demanda dos shows e as bilheterias físicas deverão garantir segurança, acessibilidade, bem-estar, condições dignas de espera e os atendimentos prioritários previstos em Lei. Elas também deverão PROTEGER OS CONSUMIDORES DE PRÁTICAS ABUSIVAS. * Você não acha estranho os ingressos para grandes shows e eventos acabarem em um minuto e no minuto seguinte estarem nas mãos de cambistas? Eu também acho. Agora, as empresas deverão preservar seus registros de vendas físicas e virtuais por DOIS ANOS e encaminhá-los às autoridades competentes para AUDITAR essas vendas! #Ingressos #DireitosDoConsumidor #EventosBrasil
12° dinámica de votos YIPIO AL 9009 😭🙏🏻 META: 50.000 VOTOS Comenten sus comprobantes de votos ESPECIFICANDO LA CANTIDAD DE VOTOS EMITIDOS para mayor control Pueden votar por: https://t.co/mgd49rOSd2 o https://t.co/fVokK8ZyEa @idkjlyn #GranHermano https://t.co/ag9PxOBHQE #Votación #GranHermano #Yipio
MASIVA DE VOTOS SOLANGISTAS (Grupo Whatsapp) DINÁMICA 12 YIPIO AL 9009 📊Votos efectuados: 15191✅ #granhermano https://t.co/WVNwSG4Syh #votación #elecciones #participación
📺 DIRECTO @JijantesFC 🗣️ @miguelruizfc: "Lo que me gustó de Rodri es que, incluso entrando en dinámica, domina, organiza el equipo... Tiene que ir sumando minutos al lado de Pedri, Fermín, Olmo para acostumbrarse a los ritmos". 🔗 https://t.co/JF7sX4F4Aa https://t.co/kY1vDLXBTW #Fútbol #Deportes #LaLiga
A 16-year-old boy killed his mother in Centocelle, Rome, after using a false pretext to call 112 the day before, revealing mental health issues and a tragic family dynamic. (translated)

10ma dinámica de votos YIPIO AL 9009 😭🙏🏻 META: 30.000 VOTOS Comenten sus comprobantes de votos ESPECIFICANDO LA CANTIDAD DE VOTOS EMITIDOS para mayor control Pueden votar por: https://t.co/mgd49rOSd2 o https://t.co/fVokK8ZyEa @idkjlyn #GranHermano https://t.co/xtBi5HXtvG #Votación #GranHermano #Participación
The analysis argues that the apparent decline of influencers on social media does not represent a victory for digital citizenship, but is more related to changes on the platforms and the tension between the business model of these profiles and the new dynamics of use and technological tools. (translated)

‼️MEDIOS DE PAGO SOLANGISTAS Si pueden votar individualmente a YIPIO AL 9009 mediante https://t.co/Uy4o5Xlclu y comentar sus comprobantes de votos en la dinámica que publicó @cotyverse, mucho mejor. #MediosDePago #Votación #Solangistas
9na dinámica de votos YIPIO AL 9009 META: 30.000 VOTOS Comenten sus comprobantes de votos ESPECIFICANDO LA CANTIDAD DE VOTOS EMITIDOS para mayor control Pueden votar por: https://t.co/mgd49rOSd2 o https://t.co/fVokK8ZyEa @idkjlyn #GranHermano https://t.co/bYAcDKGmRj #Votación #GranHermano #Comunidad