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#esquecimento

Uma bebé de um ano e meio morreu após ser esquecida durante cerca de sete horas dentro da carrinha de uma creche em Almada, levando a um debate sobre os mecanismos psicológicos que podem explicar tal falha, em um caso que o psicólogo Eduardo Sá descreve como trágico e irreparável. #TragédiaInfantil #Esquecimento #Luto

Uma bebé morreu esquecida numa carrinha. Como se explica?

O artigo discute estratégias e soluções para evitar o esquecimento de crianças em carros, destacando a importância da combinação de tecnologia, comportamentos e protocolos nas creches após a trágica morte de uma bebé de 18 meses em Almada. #SegurançaInfantil #Tecnologia #Creches

Que soluções há para o esquecimento de crianças nos carros?

Polícia Judiciária vyšetřuje úmrtí jednoleté dítěte v Almadě, které zůstalo několik hodin zapomenuto v dodávce na horkém slunci, přičemž školka si jeho nepřítomnosti všimla až při vyzvednutí matkou. #Almada #MorteInfantil #Esquecimento

23h. PJ a investigar morte de criança de 1 ano em Almada

Como em toda eleição, o sistema, que sempre teve no consórcio da imprensa seu principal porta-voz e que, a cada ciclo eleitoral, apenas muda de disfarce, seja passando pelos “isentões”, pela “terceira via” e, agora, pelos chamados “permitidos, atua de forma uníssona na tentativa de enterrar vivos Jair Bolsonaro e SEUS FILHOS. Curioso é que sem Bolsonaro, nenhum grupo destes hoje teriam chegado onde chegaram. O preço que ele paga hoje é o esquecimento proposital, censura, tortura, prisão ilegal e até possível morte. Quanto aos perseguidos políticos do 8 de janeiro, esqueçam. Eles são usados pelos citados como exemplo para que o povo obedeça seus direcionamentos econômicos e sociais. #Eleições2024 #LiberdadeDePressa #PolíticaBrasileira

"PT aposta no esquecimento"... E a coragem para expulsar? Esquema antigo e bem conhecido? https://t.co/abZFXx8XKE #PT #Política #Corrupção

Victor Garcia Jun 24

Vai nos salvar das tarifas, Flávio? Logo após as tarifas, veio esse post. Não deixem cair no esquecimento, compartilhe. https://t.co/7UwqaVp3U3 #Tarifas #Economia #Compartilhe

Alex Jun 19

Ok mas vocês têm memória curta? É que eu não! O assunto foi abafado mas está gravado! Para os mais esquecidos podem recordar esta situação , que tal como a outra, foi aqui muito criticada por vocês quando aconteceu! #sstvi https://t.co/R4L1eTOPU3 #memória #critica #esquecimento

Broca May 30

todo mundo posta vídeo da Libertadores de 2019 e 2025, e a de 2022 acaba ficando de lado 13 jogos 12 vitórias e 1 empte 33 gols marcados e 8 sofridos 7 jogos sem sofrer gols não deixem ela cair no esquecimento, não é justo https://t.co/oFPIOhkXZr #Libertadores #Futebol #História

🚨 ATENÇÃO MILITÂNCIA! É AGORA OU NUNCA: O FIM DA 6X1 ESTÁ EM RISCO! Tags do dia: FIM DA ESCALA 6X1 JÁ SEM TRANSIÇÃO TRABALHADOR QUER VIVER Se a PEC não avançar esta semana, a pauta cai no esquecimento. Daqui a pouco vem São João, recesso parlamentar, eleições e Copa do Mundo. Se a gente deixar empurrar, já era! O lobby dos patrões está pesadíssimo e o partido PL, dos Bolsonaros, está fazendo de tudo para sabotar e atrapalhar o fim da escala 6x1. Pressione AGORA! Comente, compartilhe e cobre os deputados! FIM DA ESCALA 6X1 JÁ SEM TRANSIÇÃO TRABALHADOR QUER VIVER #FimDaEscala6x1 #Trabalhador #AçãoAgora

A Consciência Histórica e o Esquecimento Deliberado Como ter consciência histórica desprezando a própria história? A pergunta, ainda que pareça carregar em si uma contradição íntima, impõe-se com a lucidez cruel de quem observa o presente e nele descobre o cadáver ainda quente do passado recente. A dificuldade real não estaria em conservar o que se passou há duzentos anos, tempo que a pátria, em seus surtos de amnésia seletiva, já aprendeu a transformar em lenda ou em nada. O drama, aqui, é outro: lutamos, ou fingimos lutar, para manter vivo o que se desenrolou ontem, quase anteontem. Um homem de conduta ilibada, avesso aos poderosos, marginal ao sistema que o repelia, chega, por milagre ou por acidente da História, ao poder supremo. Não se passaram oito anos e já uma multidão apressada deseja declará-lo morto, sepultá-lo em vida, simplesmente porque o incomunicável permanece incomunicável. Num país minimamente afeito à cultura, habituado à preservação do que tem densidade, um personagem de tal quilate seria matéria diária de reflexão. Justamente por estar silenciado, sua figura se imporia como enigma e lição: legado a ser interrogado, não mumificado. Seria pedir demasiado? Seria utópico? Não, se tivéssemos olhos para o que se passa alhures. Na África do Sul, a aura de Nelson Mandela resistiu intacta a quase vinte e sete anos de prisão. Não se discute aqui a sua ideologia. Discute-se a lealdade de um povo à própria memória. A estranha coincidência, que já nem surpreende, é que só os “heróis” da esquerda parecem merecer tal conservação devota. Pepe Mujica, por exemplo, passou treze anos encarcerado e nem um único dia a sua “memória revolucionária” foi deixada ao desamparo: regada, cultivada, transformada em hagiografia permanente. A direita, ao contrário, revela-se singularmente hábil em sepultar o seu herói de anteontem, na ilusão pueril de que hoje mesmo gestará o salvador de amanhã. Aqui reside a diferença gritante. A esquerda não se atormenta com a urgência de substitutos; aceita que os seus líderes envelheçam, quase centenários, sem que o mito se desgaste, vide Fidel e Lula. A direita, por sua vez, é pródiga em novos messias: quantos não tentaram, nos últimos quatro anos, suplantar o herói de 2018? Essa febre de substituição revela o que realmente nos falta: memória. Matamos a memória a intervalos regulares, como quem cumpre um ritual bárbaro. Rompemos a corda que nos liga ao passado e seguimos, cambaleantes como bêbados, esbarrando nos muros que nós mesmos erguemos no escuro. O herói incomunicável disse, com clareza cortante, o que deveríamos fazer e em quem votar. Disse: votem em Flávio! Ponto! Nada mais idiota, nada mais suicida, do que desrespeitá-lo agora, fingindo esquecer quem ele foi e é e o que representou e representa. Recuperar a memória não é gesto de nostalgia: é condição de sobrevivência. Ou ouvimos o herói de ontem, ou não teremos amanhã. O resto é ruído, ilusão e a velha, a eterna, a brasileira arte de enterrar vivos os nossos melhores. #História #Memória #Identidade