BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#imparcialidad

Sol habla de la imparcialidad de este personaje decadente que tuvimos que soportar esta edición que es ADB, que usó su rol para inflar jugadores mientrás a ella no la dejo ni decirle "Te quiero" a Cinzia #solzia #GranHermano https://t.co/uu0djDRCID #GranHermano #imparcialidad #personajes

NOTA PÚBLICA O episódio envolvendo o afastamento do presidente do Tribunal de Contas do Maranhão pelo ministro Flávio Dino reforça uma questão que o Brasil precisa enfrentar: quais são os limites da atuação do STF e como preservar a imparcialidade e o equilíbrio entre os Poderes? Não se questiona a necessidade de investigar os graves fatos noticiados e punir eventuais culpados. Questiona-se a imparcialidade de um ministro que governou o Maranhão por dois mandatos para atuar em casos que envolvem o Estado e o grupo político com o qual rompeu politicamente. Além da ausência de competência do STF, Dino deveria se declarar impedido, assim como deveria ter feito ao julgar Bolsonaro. Isso também vale para Alexandre de Moraes, que se declarou vítima dos atos que ele próprio analisou. Além disso, conduz um inquérito interminável iniciado em 2019 e que coloca uma espada na cabeça de qualquer pessoa que ouse criticar sua atuação. A relativização do foro e o cerceamento de garantias individuais no processo contra Bolsonaro foram inúmeras. Para citar um único exemplo, mais de 200 milhões de mensagens e áudios foram entregues à defesa às vésperas do julgamento, tornando humanamente impossível sua análise. Não se trata de defender este ou aquele personagem. Trata-se de garantir que a mesma regra valha para todos. A imprensa noticiou, além disso, que um Ministro do Supremo teria atuado para impedir o apoio de partidos de centro à candidatura de Flávio Bolsonaro. Se isso é verdade, a autoridade atuou claramente a favor de Lula, o que desequilibra o pleito eleitoral e atinge frontalmente a democracia. Urge uma reforma do Judiciário, pois o STF é essencial à democracia e precisa voltar a exercer sua missão de verdadeira Corte Constitucional, deixando as disputas políticas para a política. Rogério Marinho (PL/RN) Líder da Oposição no Senado #Justiça #Democracia #STF

Mais difícil ainda é acreditar em imparcialidade de juiz militante. Isso sim é um atentado contra o Estado: juiz comentando na imprensa caso que julgará. https://t.co/e5XIInTpFq #Justiça #Imparcialidade #Judiciário

A foto circulando foi em um evento, em abril de 2023, no qual estavam presentes inclusive esposas e filhos. Havia programação de um show de um conhecido cantor nacional. O advogado é proprietário de escritório que representa diversos parlamentares, de direita, esquerda e centro, diversas empresas brasileiras e estrangeiras, além do próprio artista que se apresentou. Entre diversos segmentos políticos, estão na foto um senador candidato a governo pelo PL, dois outros candidatos ao Senado apoiados pelo Flávio e dois candidatos à reeleição a deputado que farão palanque para a direita na Bahia, onde precisamos virar votos. Entre os candidatos ao Senado, está o então presidente da Câmara, a quem nunca deixei de criticar e ser voz pública ativa sempre que entendi haver condução com irregularidades ou contra a direita. Não deixarei de contestar tudo que considero ser errado, seja contra a esquerda, o centro, a própria direita ou qualquer pessoa. Sempre defendi todas as investigações sérias, conduzidas com rigor técnico, imparcialidade, apontando responsabilidades e dentro do estrito respeito à lei. Assim como ocorre com a maior figura política de direita do nosso país, podem revirar minha vida, tentar difamar, inventar, constranger, que não vai ter resultado. Não tenho nada de desvio, corrupção ou favorecimentos. Tiveram que inventar uma farsa de golpe para me perseguir e tentar me afastar da vida pública. Ainda assim, não interrompo a luta nem deixo de defender meus ideais. #Política #Direita #Transparência

El peso del odio que recibió la jueza @mariafiuni durante 17, con consecuencias irreparables por el caso de @ELIGIOCEDENO debe ser investigado y aclarado cuando esto termine. Uno medio sabe el asunto, pero parte de la justicia es saber la verdad. #Justicia #Verdad #Imparcialidad

O cara - sim, cara mesmo, pois para ser juiz é necessário ser IMPARCIAL - que vai julgar o @FlavioBolsonaro num processo movido pelo Lula, esteve em sua casa jantando com… o Lula! Pqp, que várzea de país! https://t.co/x4YzuU5eGA #Justiça #Política #Imparcialidade

Esperar “responsabilidade fiscal” do Estado que desrespeita direitos fundamentais e viola princípios do Estado de Direito - como o juiz natural, a inércia do Judiciário e a imparcialidade do magistrado - é como esperar que um traficante cumpra as regras do “regime semiaberto”. #DireitosHumanos #EstadoDeDireito #Justiça

TESTIGOS DIGITALES Quiero agradecer a @GustavoBolivar y a más de 70.000 testigos digitales que han elaborado una rigurosa investigación sobre los resultados electorales del pasado 21 de junio. La autoridad competente debe examinar con imparcialidad nuestras demandas de nulidad. #TestigosDigitales #Elecciones #JusticiaElectoral

Como confiar? - Diretor da PF escolhido pelo governo fez tour internacional com o presidente da República e participou de degustação de whisky com ministros do STF e o PGR em Londres, bancada pelo protagonista da maior fraude da história do país; - Presidente foi flagrado convidando um desses ministros do STF para tomar café, enquanto a PF tentava driblar o atual relator do caso de seu filho, pedindo ao Supremo redistribuição da investigação por supostos crimes de corrupção e tráfico de influência, e acionando o próprio governo, na AGU, contra a atuação do mesmo relator; - O relator do caso do filho do presidente, no âmbito do escândalo do roubo dos aposentados, havia reclamado do corpo mole da PF e cobrado informações e imparcialidade, sobretudo após a cúpula da corporação ter trocado três delegados que conduziam os trabalhos e um perito, em manobras vistas como evidências de pressão política; - O ministro do café, como presidente interino do STF, remeteu o pedido da PF ao PGR indicado pelo próprio presidente da República, e o PGR não se opôs à redistribuição do caso do filho dele para um novo relator; - Esse PGR jamais pediu investigação sobre qualquer ministro do STF, incluindo o do resort, cuja empresa teve cotas milionárias compradas pelo cunhado e operador do protagonista da maior fraude do país, e o do café, cuja esposa fechou contrato alegadamente advocatício de R$ 130 milhões com o banco do protagonista da maior fraude do país, com quem o próprio ministro do café conversava via WhatsApp; - No Supremo, a redistribuição do caso do filho do presidente foi então a sorteio, mas, por ironia do destino e para decepção de todos que atuaram ou torceram pela troca, o caso caiu novamente com o mesmo relator que a PF tentou driblar; - A outra ironia da história é que os ministros do café e do resort, exercendo controle já criticado como intrusivo sobre os trabalhos da PF em relatorias anteriores (seja de trama golpista e 8/1, seja na etapa inicial do caso da maior fraude do país), abriram precedentes para legitimar até eventuais excessos do relator do caso do filho do presidente na supervisão da atividade policial... Haja cafezinho agora. #Corrupção #Justiça #Política

@SamPancher A imparcialidade não termina na sentença. Começa na conduta. Juiz que toma café com uma das partes troca a equidistância pela suspeita. Depois reclamam. #Justiça #Imparcialidade #Ética

A pergunta que Moraes fez a Bolsonaro é uma armadilha, e ela é inconstitucional. O ministro deu 48 horas para a defesa dizer se o ex-presidente autorizou o vídeo produzido com inteligência artificial exibido na convenção do PL que lançou a candidatura de Flávio. E avisou o que acontece se a resposta for sim: volta ao regime fechado. Ou seja, ele manda o preso declarar o fato que ainda falta para agravar a própria pena. E caso negue, já está cavada uma justificativa para cassar a candidatura do seu filho. Ninguém no Brasil é obrigado a produzir prova contra si mesmo. Está no artigo 5º, inciso LXIII, da Constituição, e no Pacto de San José da Costa Rica. Quem alega descumprimento tem o dever de prová-lo. Moraes inverteu o ônus: não tinha a prova, mandou o condenado fornecê-la sob ameaça de cadeia. E há o problema anterior, mais grave. Moraes não deveria ser o juiz da execução penal. A lei atribui essa função ao juízo da execução. O Supremo, por regimento interno, tomou a competência para si. Regimento não é lei. É o mesmo arranjo que a Corte de Cassação da Itália descreveu ao anular a extradição de Zambelli: o mesmo homem que seria vítima também investiga, instrui, julga e executa. Sem imparcialidade não há processo. Some o que houve em 17 de julho. Moraes suspendeu por 30 dias as visitas a Bolsonaro e chamou a medida de punição. Punição é sanção disciplinar, e sanção disciplinar exige falta prevista em lei, procedimento com defesa e aplicação por autoridade que não é o relator. Agora, o vídeo. Ele começa dizendo o que é: "Isso que vocês estão vendo aqui não sou eu, é uma simulação da minha imagem e da minha voz feita com inteligência artificial". Não há eleitor induzido a erro. Não há fato falso. A resolução responde que pune do mesmo jeito, autorizado ou não, avisado ou não. É exatamente esse o problema. Mas note quem escreveu essa norma. Não foi o Congresso. Foi o próprio Tribunal Superior Eleitoral, por resolução, com sanção que pode chegar à cassação de registro. Legislar sobre matéria eleitoral é competência privativa da União, e a mesma Lei das Eleições que autoriza o Tribunal a expedir instruções proíbe que elas restrinjam direitos ou criem sanções não previstas em lei. O Judiciário eleitoral escreve a regra, fiscaliza a regra, julga a regra e pune por ela, mais uma monstruosidade legal. E mesmo essa regra quem poderia aplicar é a Justiça Eleitoral. Flávio Bolsonaro não é parte na execução penal do pai. É candidato. Ainda assim Moraes invadiu como um trem descarrilhado, invocou jurisprudência eleitoral e insinuou ilícito de um terceiro que sequer está nos autos. O objetivo é claro: montar um tribunal paralelo que esvazie a Justiça Eleitoral, para seguir censurando e perseguindo opositores, e garantir a recondução do Descondenado. Como falar em eleição em que um lado pode tudo e o outro é sistematicamente calado, com suas lideranças acossadas por investigações infinitas e por prisões? O governo Trump está correto: o Brasil vive um estado de censura e perseguição política, operado por um ministro que se apresenta como vítima, investiga, julga, executa a pena e agora fiscaliza a campanha do adversário. #DireitosHumanos #Justiça #LiberdadeDeExpressão

A pergunta que Moraes fez a Bolsonaro é uma armadilha, e ela é inconstitucional. O ministro deu 48 horas para a defesa dizer se o ex-presidente autorizou o vídeo produzido com inteligência artificial exibido na convenção do PL que lançou a candidatura de Flávio. E avisou o que acontece se a resposta for sim: volta ao regime fechado. Ou seja, ele manda o preso declarar o fato que ainda falta para agravar a própria pena. E caso negue, já está cavada uma justificativa para cassar a candidatura do seu filho. Ninguém no Brasil é obrigado a produzir prova contra si mesmo. Está no artigo 5º, inciso LXIII, da Constituição, e no artigo 8º do Pacto de San José da Costa Rica, do qual o Brasil é signatário. Quem alega descumprimento tem o dever de prová-lo. O que Moraes fez foi inverter o ônus: não tinha a prova da autorização, então mandou o condenado fornecê-la, sob ameaça de cadeia. E há o problema anterior, mais grave. Moraes não deveria ser o juiz da execução penal. A Lei de Execução Penal atribui essa função ao juízo da execução. O Supremo, por regimento interno, tomou a competência para si. Regimento não é lei. E o resultado prático é o arranjo que a Corte de Cassação da Itália descreveu com todas as letras ao anular a extradição de Zambelli: o mesmo homem se apresenta como vítima, também investiga, instrui, julga e executa. Não existe imparcialidade possível nessa estrutura, e sem imparcialidade não existe processo. Some a isso o que aconteceu em 11 de julho. Moraes suspendeu por 30 dias as visitas a Bolsonaro porque o filho divulgou uma carta do pai. Suspensão de visita é sanção disciplinar. Sanção disciplinar exige falta prevista em lei e procedimento com direito de defesa antes da punição. Não existe, em lei alguma, a falta de "ter uma carta divulgada por terceiro". Houve pena sem tipo, sem processo, aplicada pelo mesmo ministro que criou a regra, apontou a violação e julgou o caso. Agora, sobre o vídeo. Ele começa dizendo o que é: "Isso que vocês estão vendo aqui não sou eu, é uma simulação da minha imagem e da minha voz feita com inteligência artificial". Não há eleitor induzido a erro. Não há fato falso. A norma diz existir para proteger o eleitor da manipulação, e não houve manipulação de ninguém. Mas note quem escreveu essa norma. Não foi o Congresso. Foi o próprio Tribunal Superior Eleitoral, por resolução, criando vedação e sanção que podem chegar à cassação de registro. Legislar sobre matéria eleitoral é competência privativa da União, exercida por lei. O Judiciário eleitoral escreve a regra, fiscaliza a regra, julga a regra e pune por ela, mais uma monstruosidade legal. E mesmo essa regra, quem poderia aplicá-la é a Justiça Eleitoral, por competência definida no artigo 121 da Constituição. Flávio Bolsonaro não é parte na execução penal do pai. É candidato. Ainda assim, Moraes invadiu como um trem descarrilhado, invocou jurisprudência eleitoral e insinuou ilícito de um terceiro que sequer está nos autos. O objetivo é transparente: montar um tribunal paralelo que esvazie a Justiça Eleitoral, para seguir censurando e perseguindo opositores, e garantir a recondução do Descondenado. Jair Bolsonaro não deveria estar preso, porque não cometeu crime algum. Mas os vícios que listei valem inclusive para quem acredita na condenação. Como falar em eleição quando um lado escreve as regras, julga as regras e pune por elas, e o outro tem 48 horas para escolher entre a própria cela e a acusação contra o filho? O governo Trump está correto: o Brasil vive um estado de censura e perseguição política, operado por um ministro que se apresenta como vítima, investiga, julga, executa a pena e agora fiscaliza a campanha do adversário. #Justiça #Política #DireitosHumanos

Estou empenhado em garantir que a história americana seja celebrada com precisão, imparcialidade e orgulho, honrando o notável progresso, a liberdade e o engenho que definem a nossa grande nação.

Trump ordena fim de vestígios marxistas do Smithsonian
observador.pt

"Companheiro" Ortega acabou com as eleições. A Folha foi falar de Bukele e esqueceu do Brasil A canalhice da "imprensa" não tem limite. Em 19 de julho, no ato dos 47 anos da revolução sandinista, Daniel Ortega, companheiro de Foro de São Paulo, anunciou que "não haverá mais eleições" na Nicarágua, para que a oposição não chegue ao poder. Sem poder deixar de condenar o autogolpe, a Folha fez o que a militância de redação sabe fazer: saiu à procura de um "equivalente" do outro lado. E escalou Nayib Bukele. O texto vergonhoso "esquece" que Bukele foi reeleito em 2024 com quase 85% dos votos, depois de ter praticamente ACABADO com o crime no país que, em 2015, era o mais violento do planeta, com 103 homicídios por 100 mil habitantes. El Salvador fechou 2025 com 82 homicídios. Oitenta e dois, no país inteiro, no ano inteiro. É razoável questionar medidas do governo Bukele quanto ao devido processo legal, e a reeleição indefinida aprovada em 2025 merece crítica. Também é certo que nenhum país com aquela violência encerraria o ciclo do crime sem romper com a lógica dos "direitos dos manos", em que o criminoso acumula direitos infinitos e a vítima tem apenas o direito de perecer diante dele, exatamente como ocorre no Brasil. Só que em El Salvador há eleição marcada para 2027 e há oposição no parlamento. Ortega acaba de anunciar que eleição não haverá mais nenhuma. Mas a principal falha do editorial nem é a falsa equivalência entre um governo eleito que combate o crime e um regime comunista sem eleições, que reprime o opositor, não o bandido. O maior problema da peça é não mencionar o Brasil. A Folha também ignora as centenas de presos, condenados e exilados políticos produzidos pelo estado de exceção brasileiro. Não se trata de dizer que todo mundo que estava em Brasília no 8 de Janeiro era inocente, nem que vandalismo não deva ser punido. Trata-se de olhar para o que foi feito com os réus. Eles foram julgados diretamente pelo Supremo, sem foro especial e em velocidade recorde para os padrões da corte, e assim perderam a revisão integral da condenação por instância superior. O tribunal que se declarou vítima dos fatos investigou, acusou na prática e julgou. Moraes, apresentado como alvo pessoal da suposta trama, foi o relator dos processos. As condutas foram tratadas em bloco. Somem-se as preventivas prolongadas, a censura de redes sociais, cujo número exato ninguém conhece até hoje, e os 552 acordos condicionados à confissão de culpa. Quando alguém é perseguido pela sua posição política, julgado por quem se apresenta como vítima, sem juiz natural, sem duplo grau de jurisdição, sem individualização de conduta e sob severas limitações ao exercício pleno da defesa, o nome disso é prisão política. Há ainda os brasileiros que não podem voltar ao país sem risco de prisão por mera manifestação de opinião. Jair Bolsonaro é o exemplo mais evidente: o líder da oposição condenado por magistrados que o tratavam publicamente como ameaça à democracia e que figuravam como vítimas do próprio enredo levado a julgamento. E não é leitura minha. Sempre que a palavra final coube a uma autoridade fora do Brasil, a conclusão foi a mesma. Os Estados Unidos não entregaram Allan dos Santos, porque o que a justiça brasileira definiu como crime é tratado ali como discurso protegido, e a Interpol se recusou a incluí-lo na lista vermelha por falta de indícios. A Audiência Nacional espanhola negou em definitivo a extradição de Oswaldo Eustáquio, apontando conexão e motivação política. A Argentina concedeu refúgio a um condenado do 8 de Janeiro por fundado temor de perseguição política. E a Corte de Cassação da Itália, ao recusar a entrega de Carla Zambelli, escreveu o óbvio sobre Moraes, ofendido e julgador no mesmo processo: "a coincidência entre a figura da vítima e a do juiz" compromete a imparcialidade que se exige de um Estado de Direito. Quatro jurisdições diferentes, a mesma leitura. Só a Folha não conseguiu enxergar. O regime autoritário brasileiro foi inaugurado pelo Ato Institucional de 2019, o "Inquérito das Fake News", aberto por portaria do Judiciário, sem provocação do Ministério Público, para criminalizar a crítica a ministros do Supremo, e usado com fúria na reação à descondenação do establishment pego com a mão na botija na Lava Jato. À época, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou o arquivamento do inquérito e pediu que a portaria fosse declarada ilegal e inconstitucional, apontando investigação conduzida por "verdadeiro tribunal de exceção". Moraes recusou o arquivamento, contrariando a jurisprudência da própria corte, segundo a qual o pedido do procurador-geral é de atendimento irrecusável, e tocou o inquérito assim mesmo. Está tocando até hoje. No Brasil, a sua liberdade de expressão depende da sua inclinação política. Esquerdista confessa a difamação em livro, vira "mestre" das redes sociais e ensina, em evento do PT, que "vale tudo para salvar a democracia". Lula chama o adversário de "genocida" e, num palanque em Catalão, em junho, lembrou que traidor da pátria costumava ser enforcado, com os filhos de Bolsonaro em mente. Já quem pendura na própria janela uma faixa com a palavra "ladrão", sem citar nome nenhum, recebe a visita da Polícia Federal, como em Presidente Prudente. A Folha não pode denunciar a ditadura nicaraguense, que segue o modelo cubano e venezuelano defendido desde sempre pela esquerda brasileira, porque isso exporia a hipocrisia do próprio "jornal", que passou anos justificando o estado de exceção no Brasil em nome da "defesa da democracia". Autocracia, para a "imprensa profissional", é sempre um fenômeno distante. E medido com réguas diferentes conforme o governo seja de esquerda ou de direita. A Folha denuncia a Nicarágua para não confessar o seu próprio papel na destruição do Brasil. #Brasil #Eleições #LiberdadeDeExpressão

Wally. Jul 24

¡Escabroso! ¿La vida y seguridad de miles de líderes en Colombia va a quedar en manos de un director de la UNP que destila odio hacia la oposición y estigmatiza sin filtros? ¿Con este sesgo radical van a decidir a quién cuidan y a quién no?… La seguridad institucional exige imparcialidad, no discursos de odio. Exigimos garantías reales de seguridad para la oposición en Colombia señor @DidierblancoR #Colombia #Seguridad #Oposición

En entrevista con @SofiGarciaMX en @heraldodemexico hablamos sobre las acusaciones contra Ernesto Ruffo. Resulta curioso que este tema surja justo cuando la gobernadora Marina del Pilar enfrenta señalamientos relacionados con una investigación del FBI. Esperamos que la ley se aplique con imparcialidad y sin excepciones. Escucha la entrevista completa aquí 🔗 https://t.co/nsxQbNERek #Justicia #Imparcialidad #FBI

20 minutos Jul 12

El Gobierno español, liderado por Pedro Sánchez, ha adoptado la idea del 'lawfare' como parte de su estrategia política para cuestionar la imparcialidad de la justicia en casos que afectan a su entorno, respaldada por encuestas que muestran que más del 77% de los votantes del PSOE duda de la imparcialidad judicial. #Lawfare #PSOE #Justicia

Por qué el Gobierno alimenta la idea del 'lawfare' en la justicia: más de la mitad de votantes socialistas 'compran' la teoría

Nota oficial do CRVG/Pedrinho sobre a queda da liminar: — Há momentos na história de uma instituição centenária em que é preciso parar, respirar e agradecer. Este é um desses momentos. Agradecemos à Justiça, na figura do Desembargador Cesar Cury e da Juíza Simone Chevrand, pela serenidade e imparcialidade que o momento exigiu. Quando as paixões falam alto, é o equilíbrio de quem julga que garante que a verdade prevaleça. Nossa gratidão à Família Lamacchia, que cuidou do Vasco e soube separar quem quer o bem do clube de quem se diz “vascaíno”, mas manipula e se esconde atrás da 777 para fazer mal ao Vasco. Ao jurídico do clube, uma das forças desta gestão, o reconhecimento por ter defendido o Vasco incansavelmente. E aos vice-presidentes, diretores, beneméritos e conselheiros que não fugiram da necessária defesa institucional. Aos funcionários, testemunhas da luta do dia a dia, obrigado pelo carinho e pelas palavras de motivação. Aos credores que acreditaram no processo de recuperação do clube. À imprensa, que cumpriu seu papel de informar e esclarecer, permitindo ao torcedor entender o que estava em jogo. E, acima de tudo, o agradecimento maior a vocês, vascaínos, que se mobilizaram, se manifestaram e se uniram na defesa do Vasco. Vocês foram a força nos dias mais difíceis e são a razão pela qual seguimos lutando. Saudações vascaínas. Pedrinho Presidente Club de Regatas Vasco da Gama 📸: Matheus Lima | Vasco #Vasco #Futebol #Justiça

newscolina Jul 11

Há momentos na história de uma instituição centenária em que é preciso parar, respirar e agradecer. Este é um desses momentos. Agradecemos à Justiça, na figura do Desembargador Cesar Cury e da Juíza Simone Chevrand, pela serenidade e imparcialidade que o momento exigiu. Quando as paixões falam alto, é o equilíbrio de quem julga que garante que a verdade prevaleça. Nossa gratidão à Família Lamacchia, que cuidou do Vasco e soube separar quem quer o bem do clube de quem se diz “vascaíno”, mas manipula e se esconde atrás da 777 para fazer mal ao Vasco. Ao jurídico do clube, uma das forças desta gestão, o reconhecimento por ter defendido o Vasco incansavelmente. E aos vice-presidentes, diretores, beneméritos e conselheiros que não fugiram da necessária defesa institucional. Aos funcionários, testemunhas da luta do dia a dia, obrigado pelo carinho e pelas palavras de motivação. Aos credores que acreditaram no processo de recuperação do clube. À imprensa, que cumpriu seu papel de informar e esclarecer, permitindo ao torcedor entender o que estava em jogo. E, acima de tudo, o agradecimento maior a vocês, vascaínos, que se mobilizaram, se manifestaram e se uniram na defesa do Vasco. Vocês foram a força nos dias mais difíceis e são a razão pela qual seguimos lutando. Saudações vascaínas, Pedrinho. 📷 Marcelo Wance #Vasco #Gratidão #Justiça

Sudanalytics Jul 8

😳🇪🇬🇦🇷 Atención al comunicado que sacó la Federación de Egipto luego de la eliminación: “La Asociación Egipcia de Fútbol no puede permanecer en silencio ante las decisiones arbitrales observadas durante el partido contra Argentina, así como ante la falta de un uso adecuado del VAR. Varios incidentes clave generaron serias preocupaciones y dejaron profundas dudas sobre la coherencia y la imparcialidad de decisiones que influyeron directamente en el desarrollo del encuentro. Está situación pone de manifiesto la importancia de mantener los más altos estándares de integridad, imparcialidad y transparencia en el arbitraje, especialmente en una competición de la magnitud y trascendencia de la Copa Mundial de la FIFA 2026. Lo ocurrido durante el partido ha generado, comprensiblemente, una profunda frustración entre nuestros jugadores, cuerpo técnico e hinchas, quienes esperaban los más altos estándares de arbitraje en el escenario más importante del fútbol mundial. Defender los derechos y los intereses de la selección nacional de Egipto no es un asunto que pueda ser ignorado, minimizado o tratado como secundario. Es una responsabilidad que asumimos con plena convicción y determinación”. #Fútbol #VAR #CopaMundial