A estratégia da esquerda agora é arrastar todo mundo pro esgoto! Como não dá pra se defender a saída é dizer que os outros são iguais #política #esquerda #sociedade
A estratégia da esquerda agora é arrastar todo mundo pro esgoto! Como não dá pra se defender a saída é dizer que os outros são iguais #política #esquerda #sociedade
“Em reunião com Lula, Gilmar orienta PF a reagir a ordens de Mendonça quando considerá-las ilegais.” Gilmar pode orientar a PF? E orientar à desobediência civil? Este país virou um esgoto. https://t.co/ZbzavkgxhQ #Política #Brasil #Justiça
Remo faz campanha contra torcedores "infiltrados" do Flamengo e avisa que quem estiver com camisa de outro clube em seus setores será barrado no Mangueirão. A medida também vale para o setor visitante, onde a única camisa de clube permitida será a do Fla. A campanha "JOGO DO REMO, CAMISA DO REMO" já é utilizada em outras ocasiões, como clássicos contra o Paysandu, mas será aplicada pela primeira vez neste Brasileirão. As equipes se enfrentam neste domingo. • INGRESSOS PARA VISITANTES ESGOTADOS A torcida rubro-negra esgotou em cerca de duas horas a sua carga de pouco mais de 5 mil ingressos. 🗞️ @OGlobo_Esportes 📸 Divulgação #Remo #Futebol #Torcida
Mais um dia de Maracanã com ótimo público: mais de 56 mil ingressos emitidos até o momento para o Flamengo x Mirassol desta noite. Setor Norte esgotado e o Setor Leste está próximo. A expectativa da diretoria é de ter 62 mil presentes. A bola rola às 19h30. Foto: Gilvan de Souza / Flamengo #Flamengo #Maracanã #Futebol
🚨 Em menos de 1 hora, todos os ingressos dos Ensaios da Anitta em Recife estão ESGOTADOS. https://t.co/ThEtDbjnTe #Anitta #Recife #IngressosEsgotados
SOLD OUT! Anitta ESGOTOU completamente todos os ingressos para os Ensaios da Anitta em Recife. https://t.co/VAW7nO9Oej #Anitta #Recife #Ingressos
🚨 MEU DEUS? Ao que parece, os ingressos para os Ensaios da Anitta em Recife ESGOTARAM. https://t.co/c6cXlUTwzj #Anitta #Recife #Ingressos
Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord
🚨 RENATO SANCHES 🇵🇹 RÉSILIE SON CONTRAT AVEC LE PSG !!!! 👋 🗞️ @Record_Portugal https://t.co/eSGiwYOo0X #PSG #RenatoSanches #Football
🚨 Anitta esgotou os ingressos para os Ensaios da Anitta 2027 em Salvador. https://t.co/WYpJudDgXZ #Anitta #Salvador #Ingressos
Sinceramente? Estamos indignadas com tudo o que está acontecendo. Porque chegou em um ponto em que parece que, não importa o que a gente faça, nunca está bom. Nunca. Desde o começo, nós ouvimos críticas e pedidos mas dentro das nossas possibilidades, fomos atrás de atender cada um deles. Disseram que um único dia não seria suficiente. Nós ampliamos a quantidade de dias. Disseram que precisávamos disponibilizar mais ingressos. Aumentamos a capacidade e chegamos a 5 mil ingressos, um número muito maior do que o planejado inicialmente, quando a exposição aconteceria em apenas um dia. Disseram que precisávamos filtrar melhor quem realmente teria interesse no RM e em sua carreira, para que os ingressos chegassem a pessoas que realmente fossem ouvintes e conhecessem o trabalho dele. Disseram também que queriam um projeto de aniversário voltado para streaming, com metas e incentivo para ouvir o trabalho do RM. Nós fizemos. E agora estamos sendo criticadas justamente por isso. Gente, o que exatamente vocês esperavam que a gente fizesse? A Stream Battle foi criada como uma ação de aniversário e, ao mesmo tempo, como uma forma de incentivar a comunidade a conhecer, ouvir e celebrar a música do RM. E existe uma coisa que, para nós, é extremamente óbvia: Se você está se candidatando a um ingresso para uma exposição dedicada à carreira de um artista, por que seria absurdo esperar que você também tenha interesse em ouvir a música dele? Estamos falando de uma exposição sobre RM, sua trajetória, sua arte, sua música, sua carreira e tudo aquilo que construiu o artista que estamos celebrando. Não estamos pedindo que ninguém faça algo absurdo. Estamos propondo uma dinâmica de streaming. E, sim, as metas de streaming fazem parte da dinâmica. Inclusive, isso atende diretamente a uma cobrança que recebemos anteriormente: fazer um projeto de aniversário que também contribuísse para os números e para a divulgação do trabalho musical dele. Então é realmente bizarro, para nós, ver pessoas indignadas porque uma ação criada para celebrar um artista envolve… ouvir o artista. E antes que alguém distorça o propósito: nunca falamos que seriam liberados mais ingressos. Apenas falamos que vocês teriam MAIS UMA CHANCE! Até porque eles foram esgotados né. Quem não quiser participar da Stream Battle, tudo bem. Existem outras formas de acompanhar o projeto e a exposição. Mas não faz sentido transformar uma dinâmica de streaming em algo negativo simplesmente porque ela existe. Principalmente quando ela também funciona como uma forma de apoiar o artista que você quer prestigiar! Nós estamos fazendo isso de forma voluntária. Estamos dedicando nosso tempo, nosso trabalho, nosso dinheiro e nossa energia para construir uma exposição que, desde o início, cresceu muito além do que tínhamos planejado. Era um dia. Viraram vários. Era uma quantidade menor de ingressos. Chegamos a 5 mil. E cada vez que recebemos um pedido, tentamos adaptar o projeto para que mais pessoas pudessem participar. Mas parece que, independentemente do que façamos, sempre existe alguma coisa para reclamar. E isso cansa. Porque por trás de cada mudança existem pessoas trabalhando. Existem reuniões, orçamento, planejamento, produção, negociação, divulgação e inúmeras coisas que vocês não veem. Nós podemos ouvir críticas. Podemos conversar. Podemos explicar decisões. Mas também precisamos dizer que é extremamente frustrante ver um projeto que está sendo construído com tanto esforço ser constantemente tratado como se nada do que fizéssemos fosse suficiente. Nós ouvimos vocês. Nós mudamos. Nós ampliamos. Nós criamos. Nós entregamos. E, sinceramente, chega um momento em que precisamos perguntar, o que vocês esperam que a gente faça para que, finalmente, seja suficiente? Estamos fazendo uma batalha de stream, para aumentar os ouvintes dele (que vocês SABEM que são poucos), criamos um site pra isso e estão reclamando de OUVIR O ARTISTA. Afinal, quem é o anti aqui? #RM #Música #Exposição
Assinei hoje dois decretos para garantir os direitos das pessoas que amam a cultura e frequentam shows de música e apresentações artísticas. No primeiro, enfrentamos os “cambistas digitais”, que muitas vezes esgotam os ingressos em segundos para depois revendê-los mais caros. O mesmo texto traz mais garantias para as pessoas com direito à meia-entrada conseguirem acessá-la. Já o segundo reforça a obrigação de haver postos de distribuição gratuita de água potável em eventos para mais de mil pessoas, assim como o direito do público de frequentar eventos abertos levando sua própria garrafa com água. A cultura é direito de todos. E as pessoas que apoiam seus artistas favoritos, que fazem questão de ir aos shows e apresentações, merecem ser tratadas com decência. O que fizemos hoje é um ato de exercício da democracia. 📸 @ricardostuckert #Cultura #Direitos #Democracia
Acá se rompió la relación de Julián Álvarez con el Atl. Madrid. Lo obligaron a jugar la semifinal vs. Arsenal con el tobillo esguinzado y violeta, arriesgando perderse el Mundial. Se fue rengueando cuando ya no aguantaba más. Tuvo que hacer un tratamiento con plasma rico en plaquetas para llegar al Mundial. El Atlético Madrid, Simeone y sus hinchas nunca lo merecieron. #JuliánÁlvarez #AtléticoMadrid #Mundial2023
Negar o aquecimento global em pleno século XXI e reduzir o combate às mudanças climáticas a saneamento básico dá a dimensão do amadorismo irresponsável de quem se propõe a governar um país. É retrato de gente que vende soluções simples para problemas complexos. É da lavra do povo que nega a importância das vacinas e de gente que anda acompanhado de quem prega o fim do voto feminino. Gente que não ouve a ciência. E que fique claro: saneamento básico é fundamental. Tanto que, desde 2023, destinamos R$ 23 bilhões para obras de abastecimento, esgoto e resíduos, além de R$ 3,5 bilhões para destravar obras abandonadas anteriormente. Mas enfrentar a crise climática de verdade exige muito mais. Demanda compromisso. Antecipação. Trabalho em várias frentes. » Um exemplo atual: para discutir o impacto potencial do El Niño em 2026 temos uma Sala de Situação que reúne 24 ministérios e dezenas de especialistas. Da saúde à energia, da assistência social à segurança alimentar. De unificação de dados a monitoramento de rios e sistemas de alerta. Prevenção e resposta a desastres. Investimento: são R$ 1,3 bilhão destinados. » Isso nos garante previsibilidade. Não temos o poder total de conter ou antecipar ciclones, enchentes, estiagens, deslizamentos, incêndios. Mas temos planos claros de ação. » Prevenção a desastres se faz ainda com obras estruturantes: são R$ 18,6 bilhões no Novo PAC para drenagem urbana e contenção de encostas. Modernizamos alertas com o Cemaden em 1.427 municípios e via sinal direto de celular pela Defesa Civil. » Pelo Fundo Amazônia, o mesmo que ficou parado na gestão anterior, usamos meio bilhão para modernizar equipamentos, veículos e estruturar bases. Mapeamos regiões críticas. Temos agora mais helicópteros, aviões, viaturas e equipamentos destinados diretamente ao combate a incêndios. » Investimos em estoques de emergência de alimentos essenciais para momentos de crise. No SUS, criamos Centros de Informação em Clima e bases regionais da Força Nacional do SUS. » Na energia, estamos garantindo a segurança elétrica com R$ 118 bilhões em geração renovável e R$ 107 bilhões em transmissão (equivalente a duas Itaipus de nova capacidade instalada). O Novo PAC contempla R$ 15 bilhões em obras de segurança hídrica essenciais no Nordeste. » É com essa perspectiva que revertemos o abandono da gestão ambiental anterior. Reduzimos o desmatamento em 50% na Amazônia, 32,5% no Cerrado e 63% no Pantanal. Fortalecemos IBAMA e ICMBio. Chegamos a 4,4 mil brigadistas federais em 2026 nos cinco biomas, aumento de 40% em relação a 2022. » O Brasil voltou a ser protagonista global. Sediamos a COP30, lideramos discussões sobre financiamento climático e conservação de florestas, sempre tendo como prioridade o bem-estar das populações que vivem embaixo das árvores e à margem dos rios. Governar o Brasil não é para aventureiros. Quem não entende a gravidade das questões conectadas ao clima, opera na lógica de "passar a boiada" e enxerga o mundo com a lente embaçada do negacionismo, certamente não tem preparo para guiar o futuro de uma nação. #MudançasClimáticas #Sustentabilidade #Ciência
🚨FLÁVIO BOLSONARO foi no ponto do que interessa ao povo: SANEAMENTO BÁSICO! "Ain, porque o aquecimento global e mudanças climáticas mimimi" O povo pobre que não tem ESGOTO e vive com BOSTA BOIANDO na porta de casa não quer saber dessa conversa fiada de militante! https://t.co/kXnkkcsSEc #SaneamentoBásico #Política #DireitosHumanos
🚨 O Vasco fez uma proposta ao Argentinos Juniors pelo meia Alan Lescano. O clube argentino detém 50% dos direitos econômicos do jogador e busca adquirir a outra metade, atualmente pertencente ao Gimnasia y Esgrima, antes de negociar com o cruzmaltino. 📰 @GerGarciaGrova https://t.co/OnF3jpTVCV #Vasco #Futebol #Transferências
FLÁVIO BOLSONARO É UM COVARDE! Assim como todos os políticos que são contra o fim da escala 6x1 e o direito do povo ao descanso, Flávio se esconde nos bastidores e não coloca a cara no sol pra dizer quem é e o que quer: o esgotamento físico e mental dos trabalhadores em troca do lucro dos patrões e de uma vitória política dele e de seus aliados. Mas, com a união da classe trabalhadora, o futuro de todo explorador é ser derrotado. Semana que vem, a nossa proposta pelo FIM dessa escala desumana avançará no Senado! #Trabalhadores #DireitosHumanos #JustiçaSocial
The article discusses the importance of climate risk analysis in the context of conducting business, emphasizing that climate change affects not only the environment but also the safety and development of enterprises, making it an essential element of management strategy. (translated)

The EU Directive 2024/825 aims to strengthen consumer protection against unfair market practices and improve the quality of information regarding the durability and repair of products in the context of the ecological transformation. (translated)
