BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#Eficiencia

La transformación digital también forma parte de las gestiones cotidianas. Contar con herramientas digitales permite realizar procesos de forma más ágil y eficiente 📲💻🖊️. Conoce más aquí: https://t.co/S5guXo6KBw https://t.co/cxmzEu37rd #TransformaciónDigital #HerramientasDigitales #Eficiencia

🇪🇸 ESPAÑA: ¿CÓMO ES POSIBLE QUE CAMBIAR UN PERMISO DE CONDUCIR EUROPEO SE CONVIERTA EN UNA ODISEA? Hay situaciones que parecen sacadas de otra época. Un ciudadano europeo que reside legalmente en España y posee un permiso de conducir expedido por otro país de la UE puede solicitar su canje por un permiso español. No tiene que volver a examinarse: simplemente sustituye un permiso europeo válido por otro equivalente. Y sin embargo, el trámite puede convertirse en una auténtica pesadilla administrativa. ⏩️ENTREGAS TU PERMISO ORIGINAL Y TE QUEDAS CON UN PAPEL Al realizar el canje, la DGT retira el permiso original y entrega una autorización provisional. El plazo oficial aproximado para recibir el permiso definitivo es de un mes y medio. Pero cuando la realidad se aleja de ese plazo, el ciudadano puede quedarse semanas o meses con un simple documento provisional. ⏩️Y AQUÍ APARECE EL ABSURDO EUROPEO Ese documento provisional no ofrece la misma libertad de circulación que el permiso físico. La propia Unión Europea advierte que estos certificados pueden no ser reconocidos en otros Estados miembros: no se puede conducir en otro país de la UE con un permiso provisional. 🇪🇺 Tiene un permiso europeo válido. 🇪🇸 Lo entrega a la administración española. 📄 Recibe un documento provisional. 🚗 Puede usarlo en España. ✈️ Pero puede tener serios problemas para conducir en otro país europeo. ⏩️¿Y SI NECESITA VIAJAR O ALQUILAR UN COCHE? Aquí la burocracia deja de ser una molestia y empieza a afectar la libertad de movimiento. Viajar a Francia, Alemania, Luxemburgo o Italia, alquilar un vehículo, desplazarse por motivos familiares o laborales... ¿qué debe hacer el ciudadano? Esperar a que una administración termine de fabricar una tarjeta que sustituye a otra que ya existía. ‼️ESTO NO ES EFICIENCIA ADMINISTRATIVA Desde 2025 existe un canje digital que permite iniciar el trámite electrónicamente, pero la solicitud igualmente debe pasar por revisión de un funcionario antes de aprobarse. La pregunta es inevitable: ¿por qué un trámite entre países de la UE deja al ciudadano en la incertidumbre durante meses? Europa habla de movilidad, digitalización y libre circulación. La realidad es otra: entregue su documento original, reciba un papel provisional, espere. Mientras tanto, su movilidad internacional puede quedar limitada. ‼️LA ADMINISTRACIÓN DEBE ESTAR AL SERVICIO DEL CIUDADANO, NO AL REVÉS No se trata de pedir privilegios, sino de sentido común. Si el permiso es válido y se cumplen los requisitos, el Estado debería poder verificarlo electrónicamente y expedir el nuevo documento con rapidez. Si la administración necesita meses para completarlo, el ciudadano no debería pagar las consecuencias de esa lentitud. España tiene excelentes profesionales y una sociedad moderna. Lo que no puede ser moderno es un sistema que, en pleno 2026, convierta el simple intercambio de una tarjeta europea en una espera capaz de comprometer viajes, movilidad y vida cotidiana. EUROPA NECESITA MENOS BUROCRACIA Y MÁS SENTIDO COMÚN. Porque detrás de cada expediente hay una persona, y no debería quedar atrapada meses entre "permiso entregado" y "permiso todavía en trámite". 🇪🇺 LA LIBRE CIRCULACIÓN TAMBIÉN DEBERÍA EXISTIR EN LA ADMINISTRACIÓN. #España #DGT #PermisoDeConducir #Burocracia #LibreCirculación #UniónEuropea #DerechosCiudadanos #AdministraciónPública

1- O Vasco precisa urgentemente melhorar a eficiência no ataque. Perde muito gol. 2- A torcida do Vasco precisa (e também com urgência) parar com esse papo de “o Vegetti fazia”. O argentino está sendo criticado todo dia no futebol PARAGUAIO. Apoia quem está aqui. Cobra, mas apoia. São os que temos. #Vasco #Futebol #Torcida

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

The president of the European Commission, Ursula von der Leyen, praised the response of the European Civil Protection Mechanism to the fires that devastated eight countries during a summer marked by record temperatures, highlighting European solidarity and the efficiency in mobilizing resources in emergency situations. (translated)

Von der Leyen elogia resposta europeia a incêndios

Audi has developed its supercar Nuvolari in a record time of 405 days, aiming to close the gap with the rapid development capabilities of Chinese manufacturers and demonstrating its commitment to innovation and efficiency in the automotive industry. (translated)

Audi presume de haber desarrollado el superdeportivo Nuvolari en un tiempo récord como en China
E

Large distribution chains in Spain, such as Carrefour, Alcampo, and Consum, are incorporating artificial intelligence to personalize the shopping experience, reduce waste, and improve efficiency, although the sector questions the profitability of this investment. (translated)

La inteligencia artificial entra en el carrito de la compra: la apuesta de las grandes cadenas por el supermercado del futuro

OpenAI has presented its new artificial intelligence chip, Jalapeño, which promises superiority in speed and energy efficiency compared to Nvidia processors, specifically designed to optimize inference in large language models and reduce dependence on other technology companies in their operations. (translated)

OpenAI reta a Nvidia con su chip Jalapeño: ofrece más velocidad y eficiencia para acelerar la IA

The Spanish government is preparing a new Royal Decree that will impose stricter requirements on data centers, requiring that at least 80% of their energy consumption comes from renewable sources and that they operate under the control of entities established in the EU to ensure sustainability, efficiency, and digital sovereignty. (translated)

El Gobierno plantea exigir 'carné europeo' a los centros de datos y que nuevas renovables cubran el 80% de su consumo
E

The Government of Spain will assume total control of the deployment of data centers through a new royal decree that will require promoters to certify requirements for technological sovereignty and energy efficiency, which could hinder investments already announced by the autonomous communities. (translated)

El Gobierno asume el control total del despliegue de centros de datos en España y abre la puerta a frenar inversiones ya anunciadas por las CCAA

Socialismo... A internet tornou-se no faroeste da ignorância: os apoiantes do CHEGA e do IL berram "vamos acabar com o socialismo" e, quando lhes mostras o que isso significa na vida real, fazem ar de espantados: "ah, mas é isso? Não é como na Venezuela?". Na verdade, não existe socialismo propriamente dito na Europa. O que existe é, quando muito, social-democracia, e mesmo essa é cada vez mais reduzida. O que temos são políticas e medidas pontuais inspiradas em princípios socialistas, que garantem direitos e algum equilíbrio social. Quando os bilionários, através de alguns partidos, vos vendem a ideia de "acabar com o socialismo", não se trata de uma palavrinha mágica saída do Harry Potter ou memes com a Tatcher— é, sim, pôr fim a políticas concretas que servem para lhes transferirem mais riqueza e retirarem direitos aos restantes. Tudo isto é socialismo (ou, pelo menos, herança dele): 1. Jornada de 8 horas 2. Semana de 5 dias 3. Descanso semanal obrigatório 4. Férias pagas 5. Feriados pagos 6. Subsídio de férias 7. Subsídio de Natal (13.º mês) 8. Proibição do trabalho infantil 9. Escolaridade obrigatória e escola pública gratuita 10. Salário Mínimo Nacional (SMN) 11. Contratos escritos e regras contra a precariedade abusiva 12. Pagamento de horas extraordinárias e limites ao trabalho nocturno 13. Proibição de despedimento sem justa causa (forte protecção) 14. Indemnização por despedimento 15. Seguro de acidentes de trabalho 16. Licenças por doença (baixa médica paga) 17. Licença de maternidade 18. Licença de paternidade (direito próprio) 19. Protecção na gravidez e no regresso ao trabalho 20. Igualdade salarial por trabalho igual 21. Direito à greve 22. Liberdade sindical e direito de associação 23. Contratação colectiva e convenções sectoriais 24. Comissões de trabalhadores nos locais de trabalho 25. Segurança e saúde no trabalho (EPI, inspecções, ACT) 26. Serviço Nacional de Saúde (SNS) universal (desde 1979) 27. Vacinação em massa e programas materno-infantis 28. Centros de saúde, hospitais públicos e INEM 29. Medicamentos comparticipados e genéricos 30. Saúde mental e planeamento familiar 31. Segurança Social universal (pensões, invalidez, viuvez) 32. Subsídio de desemprego 33. Abono de família e prestações por filho 34. Rendimento Social de Inserção (RSI) (rede mínima de protecção) 35. Complementos sociais para idosos e pessoas com deficiência 36. Fiscalidade progressiva (quem ganha mais, paga mais) 37. Tarifa social de energia e apoios à factura de água/transportes 38. Passe social e políticas de transportes públicos (ex.: 2019 →) 39. Programas públicos de habitação e renda apoiada 40. Direitos do inquilino (mediação e regras de despejo) 41. Saneamento básico universal e água potável canalizada 42. Iluminação pública, espaços verdes e equipamentos colectivos 43. Reabilitação urbana e regras de salubridade na habitação 44. Leis de defesa do consumidor e direito de devolução 45. Rotulagem alimentar e informação nutricional 46. Garantias de produtos e assistência pós-venda 47. Regulação bancária e garantia de depósitos 48. Tarifas reguladas e serviço universal (energia, correios, telecomunicações) 49. Empresas públicas estratégicas (água, energia, transportes) 50. Sufrágio universal, voto das mulheres e voto secreto 51. Liberdade de imprensa, manifestação e associação 52. Leis anti-discriminação (género, raça, orientação sexual, deficiência) 53. Combate à violência doméstica, casas-abrigo, linhas de apoio 54. Justiça do trabalho e apoio jurídico para os mais vulneráveis 55. Leis do ar e da água limpos, gestão de resíduos 56. Parques naturais e metas de energias renováveis 57. Fiscalidade verde e eficiência energética nos edifícios 58. Educação de adultos (alfabetização) e acções de formação 59. Acção social escolar (bolsas, refeições, manuais comparticipados) 60. Carreira docente regulada e rede de universidades públicas Se, depois disto, ainda repetes "acabar com o socialismo", então ou és masoquista... ou és um dos privilegiados... ou és burro. Eduardo Maltez Silva | Facebook

¡Qué sorpresa tan inesperada! Carlos Caicedo enterándose a tiempo de su orden de captura y escapándose justo antes del operativo. Salgan a negarlo todas las veces que quieran desde la Fiscalía, pero la información vino directo de adentro, del propio equipo de la Fiscal General. Eficiencia pura de la una Fiscal “ congelada” #Corrupción #Justicia #Escándalo

The heat waves in Spain have led to an increase in electricity consumption in households, resulting in higher electricity bills, motivating 27.4% of households to make changes to improve energy efficiency, while a significant proportion faces economic difficulties that limit their ability to invest in sustainable solutions. (translated)

Las olas de calor tensionan la factura de la luz: así ahorran y combaten los españoles el 'horno ibérico'

The new 'Computer History' feature of ChatGPT, which logs users' activity on their computers to enhance the personalization and efficiency of artificial intelligence, poses serious privacy risks due to the lack of encryption of the collected information, which could allow unauthorized access to sensitive data by malware or other malicious applications. (translated)

La nueva función de ChatGPT pone en peligro tu privacidad al registrar todo lo que haces en el ordenador

Obrigado a Polícia do Senado Federal, que identificou a tempo a ameaça com inteligência e eficiência. Quando entrei em campanha, fiz uma promessa para o meu pai @jairbolsonaro e para a @NandaBolsonaro : resgatar o Brasil, mas terminar essa jornada vivo! Não vamos deixar que um novo Adélio Bispo se crie. O Brasil vai vencer! #Brasil #Segurança #Polícia

17 grandes criadas e somente 6 grandes chances cedidas. O time é claramente bem treinado, mas não tem eficiência na finalização. #Futebol #Treinamento #Eficiência

Experts warn that many air conditioning users pay more on their electricity bill not because of the use of the appliance, but because they have contracted a greater power than necessary, which can represent up to 30% of the monthly cost. (translated)

Este es el error que hace que pagues de más en tu factura del aire acondicionado en verano
E

The article addresses the critical situation of Venezuelans following the double seismic event in La Guaira, highlighting the need to shift from a welfare approach to a strategic recovery that restores daily life and the autonomy of affected communities, while emphasizing the importance of effective coordination and the use of cash transfers to improve the efficiency of humanitarian aid. (translated)

El drama de los venezolanos mes y medio después del doblete sísmico
Nachez 3w

🚨 La INEFICIENCIA de la batería Honda debería quedar prácticamente SOLUCIONADA con la nueva unidad de potencia ➡️ Al solucionar los principales problemas del motor, Honda espera corregir también gran parte de su déficit de eficiencia energética 📰 @Racingnews365 https://t.co/JVKriK9aqO #Honda #Batería #EficienciaEnergética

🚨 SAN DIEGO APPROVED THE INSTALLATION OF LED STREETLIGHTS AND ENDED UP INSTALLING 4,000 SECURITY CAMERAS 🇺🇸 The San Diego city council voted on an energy efficiency plan: to replace street lighting with LED fixtures, financed with the electricity savings over thirteen years. But what (translated)