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#Egos

Esto ya es tema de egos. Gil Marín no lo va a vender al Barça después de todo lo que ha pasado. O se queda (mientras su afición le odia) o se va al Arsenal (que no quiere). https://t.co/ugWuUuIMde #Fútbol #Egos #Transferencias

19 de agosto a las 17:19 y todavía la tienen hasta la tráquea. Esto no lo van a superar fácilmente. Les ha jodido el discurso, el relato, los egos y todo el mercado de fichajes. Si no son los protagonistas se mueren. El fichaje del verano es culer. Abrazo fuerte y mucho ánimo💙♥️ #futbol #mercadodefichajes #FCBarcelona

Pues @10JoseAlvarez DESCARTA a Julián Álvarez a la 01:36 del miércoles 19 de agosto No vendrá al Barça, cuenta ahora en @elchiringuitotv “Por un tema de egos más que de dinero. Una parte se ha negado a escuchar” Siguiente tema #FCB #JuliánÁlvarez #Fútbol

Potverdorie Marcia, dit is toch wel morele gymnastiek op Olympisch niveau hoor, chapeau! De XR-demonstrant die zijn leven in de waagschaal stelt voor anderen, de boze boer die de levens van anderen bewust riskeert voor eigen gewin. Wat een pakkende framing, het laat weinig ruimte voor twijfel, natuurlijk kies je dan voor de XR-demonstrant, en hoef je verder ook niet meer na te denken, toch? En natuurlijk moet de boer het label boos opgeplakt krijgen. Niet bezorgd. Niet wanhopig. Niet iemand die protesteert tegen beleid dat zijn bedrijf en bestaanszekerheid direct raakt. En rep vooral met geen woord over de verantwoordelijkheid van degenen die het beleid maken waartegen die boeren protesteren. Geen woord. Alsof protesten uit de lucht komen vallen. Alsof duizenden boeren voor niets de straat op gaan. En dan die kop Marcia. ‘De XR-demonstrant zet zijn leven in voor anderen, de boze boer riskeert de levens van anderen voor zichzelf.’ Dat is geen beschrijving. Dat is een conclusie. Jij hebt de feiten helemaal niet nodig, hoeft de motieven niet te kennen, zelfs de context doet er niet toe. Nee, je hebt je morele oordeel al klaar, toch? De juiste mensen protesteren uit idealisme, de verkeerde mensen protesteren uit eigenbelang. De ene demonstrant verdient begrip, de andere verdachtmaking. En wie daar vraagtekens bij zet, staat aan de verkeerde kant. Punt. Misschien moet je jezelf alleen nog één vraag stellen Marcia. Voor wie schrijf je dit eigenlijk? Voor je eigen links progressieve achterban? Of voor de Nederlanders die vierkant achter de boeren blijven staan, die scherp gekant zijn tegen het gevoerde beleid? Het antwoord ligt voor de hand hè? Je bent weer deugpunten aan het sprokkelen en rekent op egostrelende bijval en applaus. En precies dat maakt je stukje zo ontzettend doorzichtig. Bah! Bron: https://t.co/8IneTWznYK #Protest #MoreleGymnastiek #Boerenprotest

Ich sage es jetzt einmal sehr deutlich: Ich habe auf dieses Kindergarten-Pingpong zu pST, Mainz, „wer hat was zuerst gefunden“ und „ich wusste das alles schon“ exakt NULL Bock. Mich interessiert keine Reviermarkierung. Mich interessieren keine Egos. Mich interessiert keine Aufklärungs-Hierarchie. Mich interessieren: Primärquellen. Sequenzen. Patente. Verträge. Dockets. Regulatory Files. Reproduzierbare Evidenz. Wenn jemand behauptet, pST2 sei nur ein Tippfehler, dann prüfe ich das. Wenn die Primärquelle zeigt, dass pST1 und pST2 ausdrücklich als unterschiedliche Backbones beschrieben werden, dann ist die Behauptung erledigt. Nicht durch meine Meinung. Durch Evidenz. Und genau so werde ich weiterarbeiten. Wer konstruktiv Daten liefert, Quellen teilt, Fehler korrigiert und gemeinsam versucht, eine belastbare Chain of Evidence aufzubauen: jederzeit willkommen. Wer dagegen ständig Claims absteckt, andere herablassend behandelt, Informationen als Statussymbol zurückhält und aus Aufklärung einen persönlichen Schwanzvergleich macht, wird von mir künftig konsequent ignoriert, stummgeschaltet oder blockiert. Denn auch die sogenannte Aufklärungs-Community braucht irgendwann eine Qualitätskontrolle. Wir haben genug Gatekeeper außerhalb dieser Community. Wir brauchen nicht noch selbsternannte Gatekeeper innerhalb. Ich werde jedenfalls meinen Teil dazu beitragen, dass Selbstdarsteller nicht länger bestimmen, welche Fragen gestellt werden dürfen und wer angeblich berechtigt ist, sie zu stellen. Die Methode ist ziemlich einfach: Behauptung → Primärquelle → Reproduktion → Ergebnis. Kein Guru erforderlich. Und jetzt gehe ich wieder Nukleotide zählen. 🧬 Schönen Abend & gute Nacht ! #Evidenz #Primärquellen #Wissenschaft

Susanne 2w

Ik denk dat dit niet klopt. Wel denk ik dat Kabinet Jetten puur op inhoud helemaal nooit bestaansrecht heeft gehad. Het is een opportunistisch samengesteld anti-uiterstrechts clubje. Het motto van VVD, D66 en CDA is: 'We zitten niet op 1 lijn, maar alles is beter dan kabinet Schoof'. En daar redden ze het mee. Kabinet Jetten hoeft niet eens hecht te zijn, goed te kunnen samenwerken of op één lijn te zitten om hun termijn af te kunnen maken; de kracht van dit kabinet wordt bepaald door de zwakte van de oppositie. En die is zelden zo slap en verdeeld geweest. Zolang daar nog ego's tussenzitten die te druk bezig zijn met zich profileren, schoppen naar anderen en voor wie het vertegenwoordigen van het volk een egostrelend middel is en geen doel op zich, zal de oppositie nooit een vuist maken die sterk genoeg is om dit kabinet te laten vallen. #MijnMening #Politiek #Kabinet #Opinie

Ronci 3w

@Ramon_AlvarezMM Buenas Ramón, te presento esta otra posibilidad: Rodri quiere jugar con sus colegas de la selección antes que ir a un vestuario dividido y lleno de egos #Fútbol #Selección #Rodri

Rеvеn 3w

Floren ya tenía un caldo de cultivo espectacular para que el vestuario fuera un auténtico despropósito y sigue por ese rumbo, esto son noticias excelentes para el barça. Jugadores con egos desorbitados y con renovaciones demenciales habiendo ganado 0 títulos en 2 años. Mola 😁. #FCBarcelona #Fútbol #Deportes

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

Si ayer era Ester Muñoz, hoy es Cayetana la que se postula al trono del partido, ajuste de cuentas con Ayuso por el ático, ninguneo a Feijóo y reivindicación de Aznar como líder supremo. El PP no tiene proyecto, es un casting de egos caníbales. Han comenzado los Juegos del Hambre #PolíticaEspañola #PP #JuegosDelHambre

La espiritualidad aporta, desde mi punto de vista, dos cosas. Primero, aporta un propósito que va más allá de nuestros egos, es decir, la espiritualidad de alguna manera nos ayuda a entender que lo que hacemos tiene una trascendencia.

«La espiritualidad aporta un propósito que va más allá de nuestros egos»
www.abc.es

Nós não costumamos dar palco para esse tipo de situação porque estamos há tempo suficiente no fandom para saber muito bem como as coisas funcionam. No entanto, vocês estão ultrapassando todos os limites do bom senso. Toda vez que o Jimin e o Jungkook aparecem ou deixam de aparecer juntos, uma parte de vocês sente a necessidade de transformar isso em uma teoria, e isso é ridículo. Jimin e Jungkook são PESSOAS REAIS. Eles têm uma vida privada, tomam suas próprias decisões e não existem para alimentar narrativas criadas por fãs. Ao longo dos anos, eles demonstraram incontáveis vezes o carinho, a confiança e o apoio mútuo que têm um pelo outro. Eles escolheram passar juntos por um dos momentos mais difíceis de suas vidas e isso, por si só, diz muito mais do que qualquer teoria inventada na internet. Nada sobre a vida deles precisa ser postado para existir. É só vocês bloquearem a tela do celular e irem viver a vida de vocês que esse "problema" acaba instantaneamente. Quantas vezes já descobrimos, por terceiros, que eles estavam juntos, saindo ou simplesmente compartilhando momentos? Ou até mesmo por eles mesmos, quando sentem vontade de compartilhar? Eles sempre foram discretos. Esse é o jeito deles, e isso deve ser respeitado! Vocês precisam entender que esse tipo de atitude só prejudica os dois. Cada teoria sem fundamento acaba dando munição para antis, que usam essas narrativas para atacar o Jimin, atacar o Jungkook e distorcer a relação que eles construíram ao longo de tantos anos, manchando o carinho que sentem um pelo outro. Vocês não enxergam isso? Parem de usar a relação deles como troféu para alimentar seus próprios egos e fanwars. Eles não merecem "fãs" que estão aqui apenas para satisfazer os próprios desejos. Respeitem a amizade deles. Respeitem a individualidade de cada um. Eles não são personagens. Não são bonecos de shipper. E fica aqui um lembrete que, sinceramente, nunca deveria precisar ser dito: parem de microanalisar as ações deles e as interações com os outros membros. Eles fazem parte do mesmo grupo, são amigos há anos e construíram laços únicos com cada integrante. Uma amizade nunca vai excluir a outra. São mais de 13 anos de história e eles estão juntos quase 24/7 praticamente nessa turnê. Essa necessidade de transformar toda interação em competição ou sinal de afastamento só cria narrativas que não existem. Jimin e Jungkook são adultos maduros e perfeitamente capazes de administrar as próprias relações. Eles obviamente não baseiam suas amizades na opinião de pessoas na internet. A conexão deles é real, e ninguém nunca será capaz de interferir nisso. A amizade deles não depende de uma foto, de um story, de um comentário ou da ausência de uma interação pública. Ela existe independentemente do que nós vemos. Basta conhecer o BTS por cinco minutos para saber disso. Como fãs, nosso papel não é fiscalizar, disputar espaço entre amizades ou criar teorias sobre a vida pessoal deles. Por fim, queríamos dizer que, se a relação deles do jeito que realmente é, e estamos falando da realidade, não da ficção inventada por muitos, não te agrada, por gentileza, retire-se do fandom. Vai ser melhor para você, visto que eles nunca mudaram esse jeito de ser e não vai ser agora que vão mudar. Respeitem os artistas que vocês dizem ser fãs, respeitem o Jimin e o Jungkook! #BTS #Respeito #JiminEJungkook

20 minutos Jul 20

La selección española de fútbol ha alcanzado una nueva cima al ganar su segundo Mundial, consolidando una era de éxito con cinco títulos en los últimos diez grandes torneos, gracias a un juego en equipo y un estilo ofensivo que deja atrás egos y rivalidades. #España #Fútbol #CopaDelMundo

Un orgullo de equipo y una dinastía llamada España

Armani deja en buenas manos el arco de River, siempre apoyó a Santiago desde afuera, sabiendo que era su última etapa y hubiera preferido irse atajando. La aparición de Beltrán truncó su deseo pero jamás puso mala cara. Siempre respetuoso. Parece normal, pero no lo es en un futbol lleno de egos, por eso lo destaco.

Si les médias français s'arrêtent pas nous aussi on va pas s'arrêter. Cet aprem on va sortir des dossiers chauds sur ce qui se passe au sein de l'équipe de France. C'est dommage qu'une équipe avec autant de talent et de diversité soit fissuré à cause de certains égos... #ÉquipeDeFrance #Football #Médias

Il n'y a pas de temps pour les guerres d'égos. Et moi, j'aurais souhaité que dès maintenant, nous soyons le plus rassemblés possible, parce que c'est une question de vie ou de mort pour notre pays

Présidentielle 2027: Marion Maréchal assure que Marine Le Pen "a toutes les qualités que lui reconnaissent les Français pour être cheffe d'État"
www.bfmtv.com
La Libre.be Jun 17

Le sélectionneur allemand Thomas Tuchel, en rupture avec la tradition anglaise, a minutieusement sélectionné les joueurs de l'équipe nationale britannique pour former la meilleure équipe, tout en étant conscient de la nécessité de gérer les égos, y compris le sien, pour éviter les erreurs des précédents entraîneurs lors des compétitions internationales. #CoupeDuMonde #Football #Tuchel

Tuchel devra gérer les égos à commencer par le sien

"Si miro en retrospectiva toda mi carrera de 23 años en la música, los altibajos, las batallas con la industria, las pruebas y tribulaciones, las lágrimas y las alegrías, la avalancha de dudas, las críticas justas e injustas, la pérdida total de privacidad, las giras mundiales y las guerras de egos, los giros del destino, el caos absolutamente mágico de este camino que elegí cuando era demasiado joven para recordar que alguna vez fue una elección: componer canciones fue lo más fácil que hice en mi vida… No porque no requiriera esfuerzo —claro que sí—, ni porque no fuera frustrante a veces —porque podía serlo—, ni porque mis canciones no me persiguieran sin descanso hasta que daba con el esquema de rima interna perfecto para el tercer verso, la segunda estrofa del estribillo, donde mis maestros me llamaban la atención en clase por no estar poniendo atención —porque eso definitivamente pasó." https://t.co/bWnOXkMR24 #Música #Reflexiones #CarreraMusical

"Si miro en retrospectiva toda mi carrera de 23 años en la música, los altibajos, las batallas con la industria, las pruebas y tribulaciones, las lágrimas y las alegrías, la avalancha de dudas, las críticas justas e injustas, la pérdida total de privacidad, las giras mundiales y las guerras de egos, los giros del destino, el caos absolutamente mágico de este camino que elegí cuando era demasiado joven para recordar que alguna vez fue una elección: componer canciones fue lo más fácil que hice en mi vida… No porque no requiriera esfuerzo —claro que sí—, ni porque no fuera frustrante a veces —porque podía serlo—, ni porque mis canciones no me persiguieran sin descanso hasta que daba con el esquema de rima interna perfecto para el tercer verso, la segunda estrofa del estribillo, donde mis maestros me llamaban la atención en clase por no estar poniendo atención —porque eso definitivamente pasó." #Música #Reflexión #Carrera artística

Obviamente no deseo que un jugadorazo como @BernardoCSilva termine jugando en el Atlético lametraserillos o el Real Trampas porque reforzaría a dos rivales directos y soy culé, pero también como amante del fútbol... ni Simeone, ni Mourinho son entrenadores para sacar el mejor Bernardo (Flick, Kompany, Luis Enrique... sí lo son). El Barça tiene ya un gran centro del campo pero aún así a mí me encantaría que llegara al Barça si Flick no ve problema de egos en el vestuario (con jugadores que podrían tener menos minutos y enfadarse... lo cual es muy importante) eres un jugadorazo Bernardo y si no vienes al Barça al menos ve al Bayern o al PSG donde los amantes del fútbol podamos seguir disfrutando con tu fútbol, no con entrenadores 'Haramball' con los que pasarás a correr detrás del balón el 50-60% del tiempo Bernardo es ADN Cruyff/Michels, ahí es donde debe estar. VENTE AL BARÇITA BERNI! #Fútbol #FCBarcelona #BernardoSilva