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#Equidade
Observador 2d

The article presents the 2025 Schools Ranking, where it is possible to check the position of educational institutions based on exam scores and equity, now including the requirement for all students to take the Portuguese exam. #RankingEscolas #Educação #ExamesFinais (translated)

observador.pt
Ranking das Escolas 2025. Em que lugar ficou a sua?
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Observador 2d

The Great Universal College leads for the second consecutive year the ranking of secondary schools in Portugal, with an average of 16.81 points in the national exams, while private schools in the North continue to dominate, but the equity in academic performance shows a new decline. #RankingEscolas #EducaçãoPortugal #EnsinoSecundário (translated)

observador.pt
Secundário. Privados no Norte continuam a liderar rankings
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Observador 2d

The ranking of secondary schools in 2025 reveals improvements in average grades in many schools in Portugal, with fewer institutions presenting negative averages, but it still exposes the persistent inequality in access and educational performance. #Educação #RankingEscolas #Equidade (translated)

observador.pt
Secundário. 9 curiosidades e 6 gráficos sobre 2025
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Observador 2w

The revision of the Basic Law of the Educational System in Portugal is urgent to ensure equitable education tailored to the needs of the 21st century, recognizing the diversity of students and integrating new technologies into the teaching-learning process. #Educação #LeiDeBases #Equidade (translated)

observador.pt
Revisão da Lei de Bases do Sistema Educativo
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eldiario.es 2w

The Ministry of Education of the Valencian Community will implement context questionnaires in schools to evaluate the social and economic environment of students, in order to improve educational equity following the alarming results of the PISA report. #EducaciónValenciana #PISA2026 #EquidadEducativa (translated)

www.eldiario.es
Educación evaluará el contexto social y económico de los alumnos valencianos para mejorar la equidad educativa tras PISA
3222
Anitta Golden 2w

Anitta Golden wrote that a black trans woman and a black man were responsible for starting the path to the end of the 6x1 scale. https://t.co/ie5NGGwF6L #LutaAntirracista #Equidade #DireitosHumanos (translated)

2999
Lula 3w

Lula stated that he advocated for the end of the 6x1 work schedule, so that people would work five days and rest for two. He said that the change would provide more time for family, leisure, and other activities, especially for women, who, according to him, often faced a triple burden. Lula added that he would fight for more dignity in the world of work without harming employers or workers. #TrabalhoDigno #DireitosTrabalhistas #EquidadeDeGênero (translated)

3692
JH Fonseca 3w

JH Fonseca wrote that Flávio suggested indicating men and women in a balanced way to the Supreme Court if elected. The author also mentioned Gabriela Hardt as a desired possibility. #STF #Equidade #Política (translated)

3002
Observador 3w

The Portuguese Association of Medicines for Equity in Health (Equalmed) demanded that the government update the prices of generic medicines by at least 5% in 2027, citing the need for urgent measures to prevent the disruption of essential medicines due to difficulties in production and rising costs. #MedicamentosGenéricos #PreçosFármacos #SaúdePortugal (translated)

observador.pt
Associação pede atualização de 5% nos preços dos genéricos
3015
Glenn Micallef 3w

“When teenagers suffer, during protests, injuries that change their lives, that is something that should concern us all. Authorities must maintain order, but their response must be proportional, especially when minors are involved,” said the Maltese European Commissioner for Intergenerational Equity, Youth, Culture and Sport, Glenn Micallef, in a message posted on social media. #França #ProtestosEstudantis #Educação (translated)

"Polícias não receberam instrução de confrontar estudantes"
observador.pt
2088
Glenn Micallef 4w

"When adolescents suffer life-changing injuries during protests, that is something that should concern us all. Authorities must maintain order, but their response should be proportional, especially when minors are involved." The European Commissioner for Intergenerational Equity, Youth, Culture, and Sport, Glenn Micallef, expressed concern on Tuesday about the student protests that have shaken France for two weeks and demanded a "proportional response" from the authorities, given that minors are involved. #França #ProtestosEstudantis #DireitosDosJovens (translated)

França. UE pede "resposta proporcional" a protestos
observador.pt
1973
Observador 4w

The article addresses the inequality of access to healthcare in Portugal, highlighting the case of the luso-Brazilian twins and the ethical implications of the influences of political figures to expedite treatments, revealing a systemic problem of privileges that affects equity in the healthcare system. #JustiçaSocial #Ética #SaúdePública (translated)

observador.pt
Desastre
1742
Observador 4w

The case of the twins reveals the existence of a healthcare system in Portugal marked by inequality, where access to the National Health Service favors those with political connections, to the detriment of the equity that should characterize it. #SNS #Saúde #Portugal (translated)

observador.pt
O caso das gémeas mostra a importância de um telefone no SNS
2211
Flavia Ferronato 4w

I will only believe that there is some justice or fairness in this dispute if tomorrow Kassio releases Jair. Otherwise, I will continue to think that there are only bananas. #Justiça #Equidade #Política (translated)

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Observador Sep 28

O artigo destaca que, apesar do progresso legislativo em Portugal em relação aos direitos das pessoas com deficiência, a efetividade e a equidade na aplicação desses direitos ainda são insuficientes, evidenciando a necessidade de melhorias na execução, fiscalização e alocação orçamentária. #DireitosDasPessoasComDeficiência #Inclusão #Acessibilidade

observador.pt
O desafio dos direitos das pessoas com deficiência
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Lula Sep 22

O trabalhador precisa de tempo para descansar, se qualificar e conviver com a família. Concretizar esse objetivo passa pelo fim da escala 6×1, para garantir ao trabalhador 2 dias livres por semana. Essa mudança é fundamental para aliviar a sobrecarga doméstica que ainda recai sobre as mulheres. #Trabalho #DireitosTrabalhistas #EquidadeDeGênero

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Observador Sep 18

O artigo de João Casanova de Almeida discute a necessidade urgente de decisões eficazes para reverter a má performance dos alunos no sistema educativo português, enfatizando que a educação deve ser uma questão de Estado acima de ideologias políticas para garantir igualdade de oportunidades e melhorar o acesso ao ensino superior. #Educação #PolíticasPúblicas #Equidade

observador.pt
A ideologia enfraquece quando se impõe a realidade
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Observador Sep 11

Num contexto de envelhecimento rápido e de crescimento económico lento, a reforma do sistema público de pensões em Portugal é imprescindível, uma vez que o aumento da população seniores e a sua mobilização em torno dos seus interesses financeiros complicam o debate sobre a sustentabilidade e a equidade do sistema. #Pensões #Envelhecimento #Economia

observador.pt
Serão as pensões irreformáveis?
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Kiritkumar Gentilal Sep 2

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

942
Observador Aug 31

Portugal enfrenta um aumento regular de ondas de calor e riscos climáticos, o que exige a construção de cidades mais resilientes e a implementação de programas que integrem a adaptação climática com justiça social e equidade. #ResiliênciaClimática #AlteraçõesClimáticas #CidadesSustentáveis

observador.pt
Quando o calor deixa de ser exceção
20037