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#Extinção

777 DESISTE DE AÇÃO CONTRA O VASCO APÓS ACORDO ENTRE AS PARTES A 777 Carioca LLC desistiu da tutela cautelar antecedente que tramitava na 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro envolvendo o Club de Regatas Vasco da Gama e a Vasco SAF. Em manifestação protocolada conjuntamente nesta quarta-feira, 3 de setembro, 777 Carioca, Vasco e Vasco SAF informaram à Justiça que chegaram a uma “solução consensual”. Diante disso, a empresa que representa a 777 formalizou a desistência da ação, enquanto o Vasco e a SAF declararam concordância expressa com o pedido. As partes solicitaram a extinção do processo com base no artigo 485, inciso VIII, do Código de Processo Civil, sem condenação ao pagamento de honorários de sucumbência. O documento também estabelece que eventuais custas e despesas relacionadas à medida serão pagas pela 777 Carioca. Cada parte ficará responsável pelos honorários de seus próprios advogados. A manifestação é assinada pelos representantes jurídicos do Vasco, da Vasco SAF e da 777 Carioca. O documento, no entanto, não detalha qual foi o conteúdo da solução consensual alcançada entre as partes. A desistência representa mais um movimento no processo envolvendo o Vasco, sua SAF e a 777 Partners, em meio às disputas judiciais relacionadas ao controle e ao futuro da SAF cruz-maltina. #VascoDaGama #Justiça #Futebol

Eu quero ter o direito de perder um jogo e ter certeza que isso não vai DESTRUIR a minha vida. Que isso não vai representar a potencial extinção do clube. #Futebol #Esporte #Direitos

Migração do varejo > on-line não deve ser combatida com tarifas - solução destes asininos comandando o país. Isso resolve fácil: extinção da renúncia fiscal para empresa gigante que não precisa (mas faz lobby) e ISENÇÃO de imposto para pequeno comércio físico que fatura até X - conseguindo assim cortar preços e competir. Mandarei um telegrama ao @FlavioBolsonaro com a proposta. #Varejo #Impostos #Economia

About 1,800 people were evacuated from Hurtgenwald, Germany, due to a fire that spread over 300 hectares and whose extinguishing operations are complicated by the presence of unexploded World War II ordnance. (translated)

Incêndios. Cerca de 1.800 pessoas retiradas de cidade alemã

A Cerveja Barata Que Vale Uma Fortuna ao Estado Vinte e cinco cêntimos de imposto, trinta e sete euros de história por trás de cada garrafa Pedi uma imperial ao balcão de uma tasca em Odivelas, no fim de uma tarde de trabalho. O empregado puxou a torneira com o gesto automático de quem já o fez dez mil vezes, deixou a espuma assentar o tempo certo, e devolveu-me o troco de uma nota de cinco euros sem sequer olhar para a máquina registadora. Foi um gesto banal, repetido todos os dias em milhares de estabelecimentos por todo o país. E, no entanto, dentro daquele copo de vinte centilitros escondia-se uma engenharia fiscal e económica em que ninguém, naquele balcão, estava a pensar. Vamos aos números. Numa cerveja de vinte centilitros como aquela, servida ao balcão, cerca de vinte e cinco cêntimos correspondem a impostos directos. A maior parte é IVA, que sobe com o preço; cerca de dois cêntimos são Imposto Especial de Consumo, calculado não pelo preço, mas pelo volume e pelo grau Plato da cerveja. É pouco. É quase simbólico, se compararmos com o preço de um maço de tabaco ou de um litro de gasóleo. Mas é precisamente esta modéstia que engana. Porque, segundo estudos recentes sobre o sector, cada euro de imposto directo cobrado à cerveja gera trinta e sete euros de receita fiscal total, espalhada por uma cadeia que vai da agricultura à restauração, passando pela indústria, pela energia, pelas embalagens e pelo transporte. Pense-se numa roda de bicicleta. O eixo é pequeno, quase insignificante perto do resto da estrutura. Mas é ele que, ao girar, arrasta consigo os raios, o aro, o pneu, e por fim a bicicleta inteira. O imposto directo sobre a cerveja é esse eixo: parece não fazer nada por si só, mas é o ponto de partida de um movimento que atravessa sectores inteiros da economia portuguesa. Sem ele, nada gira. Com ele, gira tudo. Há em Lisboa uma cervejaria que existe desde 1836, erguida sobre as ruínas do antigo Convento da Santíssima Trindade, destruído pelo terramoto e reconstruído sucessivas vezes até à extinção das ordens religiosas. A Cervejaria Trindade viu passar monarquia, república, ditadura e democracia, sempre com os seus azulejos oitocentistas na parede e cerveja a sair ao balcão. Não é um pormenor decorativo: é a prova de que este produto, aparentemente trivial, atravessou quase dois séculos de história portuguesa sem nunca deixar de gerar actividade económica à sua volta — fornecedores, empregados, rendas, impostos, turistas. Foi John Maynard Keynes quem, no século passado, deu nome científico a este fenómeno: o multiplicador. A ideia de que uma unidade de despesa, ao circular pela economia, gera muito mais do que o seu valor inicial. Ninguém, ao lê-lo, estaria a pensar em cerveja. Mas o princípio é o mesmo: o dinheiro que sai de um copo não morre ali. Continua a circular, a pagar salários, a gerar novos impostos, a sustentar outros negócios. O debate público sobre fiscalidade tende a ignorar estes efeitos indirectos. Discute-se o IRS, o IVA da habitação, o preço dos combustíveis. Raramente se olha para sectores específicos e se pergunta: quanto é que este produto, por si só, faz mover à sua volta? Num país onde a restauração e o turismo pesam tanto na economia, ignorar este tipo de análise é um erro de perspectiva. A cerveja não é excepção; é talvez o exemplo mais claro de como um imposto pequeno pode sustentar uma cadeia de valor gigantesca. Da próxima vez que pedir uma imperial ao balcão, repare no troco que lhe é devolvido. Vinte e cinco cêntimos de imposto directo, sim. Mas por trás desse troco insignificante está um agricultor no Alentejo, uma fábrica que paga IRC, um transportador que paga IVA, um empregado de mesa que descontou para a Segurança Social, e um festival de Verão que atraiu turistas até à sua terra. A cerveja não é apenas uma bebida de convívio. É uma engrenagem silenciosa da economia portuguesa — e talvez seja tempo de lhe darmos a atenção que merece. #Economia, #Fiscalidade, #Sector Cervejeiro, #Impacto Económico, #Cadeias Produtivas, #Restauração, #Turismo, #Economia Portuguesa, #Consumo, #Multiplicador Fiscal, #Portugal

Observador Jul 30

The fire in Vale de Passos, which affects several localities and requires the intervention of nearly 900 firefighters, is raising significant concerns due to the complexity of its extinction, while the Constitutional Court criticizes the Judiciary Police for failing to deliver income statements. (translated)

As notícias das 21h

📌 Até um dia, Bigode Criativo! 👨🏻 Francisco Trincão é um daqueles jogadores que, ou se ama de imediato, ou tem de se aprender a amar progressivamente. Para os que sabem realmente o que é o futebol, é amor à primeira vista. Para os mais impacientes, pessimistas e enrugados, só a sua magia os pôde seduzir. E a história de Trincão no Sporting é a prova de que o tempo será sempre amigo de quem sabe o que é o futebol e de quem trata a bola por tu. Uma chegada que foi muito cobrada com o exagero leonino habitual de querer outro Sarabia, como se alguma vez existissem 2 jogadores iguais. A juntar a isso, a ideia de ter chegado ao Sporting pelo jeitinho dado ao seu empresário, e não porque o Treinador, à época, não tivesse tanto para lhe oferecer e conhecesse o seu potencial como ninguém. Afinal de contas, mesmo não correndo bem essa experiência, quem chega ao Barcelona com 20 anos vindo de Braga não pode ser apenas um pára-quedista com a bola nos pés. O primeiro ano e meio de Trincão com a listada verde e branca foi uma montanha russa, mesmo com bons números, mas faltava dar aquele click, faltava espevitar o jogador para outro patamar psicológico naquilo que, acima de tudo, é o que mais diferença faz: a confiança. O próprio Trincão quis muito agarrar toda a sua qualidade e a oportunidade que o seu Clube do coração lhe ofereceu, dando um salto físico e competitivo impressionante. E quando, em Janeiro de 2024, teve de assumir as rédeas, nunca mais largou o lugar que havia conquistado. A magia de Francisco fez-se sentir, em toda a escala, pelos relvados portugueses e pelos campos da UEFA. O futebol tricotado e rendilhado, o pé esquerdo que abraçava a bola como se de um parente querido se tratasse, o remate seco e colocado, o cruzamento preciso e o último passe refinado. Um jogador que muitas vozes acusavam de desaparecer nos grandes jogos mas que se tornou no melhor marcador em derbies desde Liedson. Um abre-latas na sua essência, um atleta que chegou com um rótulo descritivo de ser apenas mais um extremo moderno canhoto, e saiu como um verdadeiro “10” à antiga, um protótipo de jogador em vias de extinção! Falar de Trincão é falar do genial golo a meio do meio-campo contra o Nacional para desmontar um autocarro. É falar do tricotado sobre a defesa do Casa Pia para servir Bragança. É falar da cueca magistral a António Silva que consagrou a dobradinha. É falar da arrancada contra o City que deu no 3-1. É falar da jogada Maradoniana contra o Estoril. É falar do jogo interior coletivo que levou ao golo do empate em Bilbao. É falar do golaço do empate em Guimarães que ofereceu um ponto crucial. É falar do madrugador golo que gelou a Luz e abriu o caminho do Bi. É falar de como se leva uma equipa toda para a frente e de como jogar entrelinhas. Mas nem tudo se resume ao que é ser criativo, porque o talento não se vê só com a bolinha no pé. É falar do primeiro defensor em campo que mostrou que era possível conjugar a magia com o sacrifício em prol de um bem maior. É ver um jogador a correr 60 metros no Jamor perante um cenário catastrófico, e já com 120 minutos nas pernas, para roubar a bola ao adversário que seguia para o golo. É ver a recuperação gigantesca contra o Bodo Glimt na primeira parte para evitar o perigo. É testemunhar como, numa equipa assombrada por lesões, se assumiu como um totalista em minutos, sem qualquer problema físico, o que o tornou num dos principais heróis do Bi e o deixou entre os Imortais. Dificilmente haverá jogador na história do Sporting que tenha corrido e jogado tanto como Trincão no drama de 24/25 que terminou em final feliz. A história de Trincão no Sporting acabou, possivelmente, mais cedo do que devia. Ainda havia mais para dar. Ainda havia mais para conquistar e recuperar. E a porta está sempre aberta para aquele que conquistou o coração de Alvalade vir concluir a sua história com a glória que lhe merece estar associada. 2 nomes que merecem construir o seu próprio final feliz. #Futebol #Sporting #Trincão

Observador Jul 15

Nová druh opice, nazvaný Colobus congoensis, objevený v Demokratické republice Kongo, je již ohrožený vyhynutím kvůli své omezené geografické distribuci a ztrátě biotopu, což zdůrazňuje naléhavost ochrany oblasti, kde žije. #ColobusCongoensis #Extinção #Biodiversidade

Nova espécie de macaco no Congo já em risco
Observador Jul 11

A primatóloga Christine Webb, em seu livro O Símio Arrogante, critica a visão de excecionalismo humano que perpetua a ideia de superioridade da espécie humana sobre os demais animais, advogando por uma maior cooperação com a natureza e destacando a necessidade de mudanças culturais e econômicas para evitar a extinção da humanidade, que ela atribui à crença na própria supremacia. #excecionalismohumano #ChristineWebb #criseecológica

A primatóloga que contesta o excecionalismo humano
Gil Diniz Jul 9

Moraes sofre primeira derrota em processo nos EUA O governo Lula sofreu sua primeira derrota na Justiça dos Estados Unidos ao tentar blindar o ministro Alexandre de Moraes e enterrar às pressas o processo movido pela Rumble e pela Trump Media. A juíza federal Mary Scriven, da Corte Distrital da Flórida, contrariou frontalmente a Advocacia-Geral da União (AGU) e garantiu mais prazo para que as empresas respondam e desmontem o pedido de extinção da ação apresentado pelo Brasil. O revés expõe o desespero do Palácio do Planalto, que vem gastando milhões de reais de dinheiro público do contribuinte brasileiro para bancar a defesa de Moraes em solo americano através da AGU. O órgãotentou atropelar o rito e pressionou para que o caso fosse arquivado de imediato, alegando que as plataformas estariam criando uma urgência artificial. No entanto, a magistrada rejeitou as alegações do governo Lula, estendeu o prazo até 14 de julho e sinalizou que a corte americana está disposta a ouvir a fundo as denúncias das empresas. #Justiça #Brasil #Moraes

Max Cardoso Jul 2

🤣🤣🤣🤣🤣 O Alexandre de Moraes ficou mais de 500 dias fugindo da citação do processo da Rumble. Agora a Rumble pede mais tempo para apresentar os argumentos contra o pedido de extinção do processo da AGU, algo completamente normal, a AGU acusa a Rumble de tentar atrasar a ação. https://t.co/NQvJ4PzooQ #Justiça #Rumble #Processo

@Tanac0xz Teu país parecendo uma árvore de natal de tanta gente pendurada em galho, e você querendo falar de direitos humanos? Se vocês passassem mais tempo na terapia e menos tempo desenhando crianças, talvez vocês não estivessem entrando em extinção. https://t.co/Mh68SPFH6o #DireitosHumanos #Sociedade #Terapia

🚨Anunciada adaptação para anime de FOOL NIGHT! Estúdios: SHAFT e SUNRISE. Estreia em 2026 na Netflix. Obra de Kasumi Yasuda. A Terra de um futuro distante está coberta por nuvens densas, e o sol já não brilha. As plantas definham, e o oxigênio é escasso. Para combater a extinção, a humanidade desenvolveu uma tecnologia que transforma pessoas em plantas, gerando uma pequena quantidade de oxigênio. Será esse processo sustentável? Será ético? Toshiro Kamiya precisa ponderar essas questões ao se deparar com uma escolha difícil: salvar sua família ou salvar a si mesmo. Kamiya está no limite de suas forças. Sua mãe está doente, e o salário que ele recebe mal cobre os medicamentos dela, que dirá a alimentação. Com poucas opções restantes, ele cogita passar pelo processo de floromorfose, algo que mudará sua vida para sempre. Disposto a entregar o próprio corpo em troca de pagamento, Kamiya está prestes a explorar os limites da humanidade em declínio daquela sociedade. #Anime #FoolNight #Netflix

Observador Jun 18

O ciclone Senyar causou a morte de pelo menos 58 orangotangos-de-tapanuli em Sumatra, representando 7% da população global dessa espécie rara e colocando-a em risco grave de extinção devido ao impacto devastador de deslizamentos de terra. #CicloneSenyar #OrangotangoDeTapanuli #Conservação

Ciclone matou 7% dos grandes primatas mais raros do Mundo
Observador Jun 15

A Universidade de Lisboa publicou o primeiro genoma de referência do priolo, uma ave endémica dos Açores que esteve à beira da extinção no século XX, com o objetivo de monitorizar e preservar a diversidade genética da espécie, que atualmente conta com cerca de mil indivíduos e é classificada como vulnerável. #Priolo #Biodiversidade #Conservação

Universidade de Lisboa ajuda a preservar o priolo nos Açores
Observador Jun 7

O artigo de Eduardo Sá argumenta que a infância está à beira da extinção devido à excessiva carga de atividades escolares e extracurriculares imposta às crianças, que resulta na falta de tempo para brincadeiras e descanso, levando a problemas como défices de atenção e baixa auto-estima. #Infância #Educação #Brincar

A infância está à beira da extinção
Observador Jun 7

O artigo de Eduardo Sá argumenta que a infância está à beira da extinção devido à excessiva carga de atividades escolares e extracurriculares imposta às crianças, que resulta na falta de tempo para brincadeiras e descanso, levando a problemas como défices de atenção e baixa auto-estima. #Infância #Educação #Brincar

Ceuta-Krise: Spanien führt Grenzkontrollen für Italien ein
Observador May 28

França revogou por unanimidade o Code Noir, uma legislação de 1685 que tratava os escravos como bens, formalizando a abolição de uma lei que nunca havia sido oficialmente cancelada, apesar da extinção da escravatura em 1848, e ressaltou a necessidade de abordar as consequências contemporâneas da discriminação nos territórios ultramarinos. #Escravatura #CodeNoir #França

França revoga lei de 1685 que definia escravos como "bens"
Max Cardoso May 26

Advogado do Rumble e Trump Media Group questiona o posicionamento das autoridades brasileiras em relação a Alexandre de Moraes e o processo contra ele em tribunal da Flórida. “Se a posição do Brasil é a de que o ministro Moraes agiu de forma lícita, dentro de sua autoridade e em conformidade com as leis dos EUA e do Brasil, bem como com os tratados internacionais, o caminho é simplesmente comparecer ao tribunal americano e afirmar isso.” Veja a postagem completa traduzida de Martin de Luca: “Desde fevereiro de 2025, as autoridades brasileiras vêm afirmando que estavam preparadas para defender o ministro Alexandre de Moraes no processo Rumble/Trump Media nos Estados Unidos. A AGU declarou que atuaria, que estava coordenando com advogados nos EUA e preparando as peças processuais. Depois, o caso avançou por 460 dias e ninguém compareceu ao tribunal. Em vez disso, as instituições brasileiras se esforçaram extraordinariamente para impedir com sucesso a citação normal por meio da Convenção de Haia. E agora, após um juiz federal americano autorizar a notificação por e-mail, várias autoridades brasileiras estão de repente chamando isso de crise diplomática. Por que teve que chegar a esse ponto? Se a posição do Brasil é a de que o ministro Moraes agiu de forma lícita, dentro de sua autoridade e em conformidade com as leis dos EUA e do Brasil, bem como com os tratados internacionais, o caminho é simplesmente comparecer ao tribunal americano e afirmar isso. O que é mais difícil de explicar é por que anunciar por quinze meses que o Brasil defenderia Moraes, depois recusar-se a comparecer quando a defesa era realmente necessária e, agora, tratar uma intimação autorizada por um tribunal como um incidente diplomático internacional? Linha do tempo útil dos fatos: Os veículos brasileiros noticiaram já em 21 de fevereiro de 2025 que a AGU defenderia Moraes no caso Rumble/Trump Media. Alguns dias depois, em 25 de fevereiro de 2025, a própria AGU publicou que ‘atuará’ no caso e que a defesa seria conduzida em parceria com um escritório de advocacia internacional autorizado a atuar nos tribunais americanos. Também informou que, a pedido do STF, a AGU já havia iniciado os preparativos para a ação judicial. Depois, em 6 de junho de 2025, o UOL reportou que a AGU havia instruído seu escritório nos Estados Unidos a monitorar o novo processo da Rumble/Trump Media e que a AGU ‘deveria apresentar uma manifestação formal ao tribunal americano caso o processo avançasse.’ Em 8 de julho de 2025, o SBT noticiou que a AGU estava preparando ‘minutas de defesa’ caso decidisse atuar oficialmente em nome do Brasil, e observou que, uma vez notificado oficialmente, Moraes teria 21 dias para responder ou pedir a extinção. Ontem, foi amplamente noticiado que o STF agora discute com a AGU, o Ministério da Justiça e o Ministério das Relações Exteriores como reagir à notificação por e-mail, incluindo possíveis instrumentos diplomáticos.” #Brasil #Justiça #Diplomacia

Observador May 26

O Supremo Tribunal Administrativo confirmou a extinção da Fundação Berardo, levando a defesa a considerar um recurso ao Tribunal Constitucional, enquanto Mário Centeno, ex-governador do Banco de Portugal, expressa preocupações sobre a revisão do Código do Trabalho e a baixa dinâmica de investimento em Portugal. #Noticiário #Portugal #Investimento

As notícias das 4h