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#Extradição

O governo dos Estados Unidos concedeu um green card ao deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro, condenado no Brasil por coação, confirmando sua permanência no país e dificultando a possibilidade de extradição, em meio a tensões diplomáticas entre os EUA e o Brasil. #EduardoBolsonaro #GreenCard #EUA

Governo dos EUA concede green card a Eduardo Bolsonaro

Os irmãos Andrew e Tristan Tate estão a contestar a sua extradição para o Reino Unido após serem acusados de múltiplos crimes sexuais, incluindo violação e tráfico humano, e esperam que uma juíza distrital dos EUA decida sobre o caso nas próximas semanas. #CrimesSexuais #TráficoHumano #Violação

Irmãos Tate lutam contra extradição para o Reino Unido

Článek Pinochet: história de uma prisão — e uma extradição falhada od Daniele Darolle popisuje, jak zatčení chilského diktátora Augusta Pinocheta v Londýně v roce 1998 ovlivnilo mezinárodní právo a jak jeho příběh souvisí s unikáním nacistických válečných zločinců do Latinské Ameriky, přičemž autor Philippe Sands v nové knize Rua de Londres, 38 zkoumá propojení mezi Pinochetem a Walterem Rauffem, bývalým nacistickým důstojníkem. #Pinochet #DireitosHumanos #JustiçaInternacional

Pinochet: história de uma prisão — e uma extradição falhada

Os sismos na Venezuela resultaram na captura de Luis María Olalde, antigo membro da ETA, que é procurado pela justiça espanhola por suspeitas de envolvimento na morte de dois polícias em 1979, com o pedido de extradição da Espanha sendo confirmado mesmo após alegações de que os crimes já teriam prescrevido. #Venezuela #ETA #Extradição

Sismos revelam ex-membro da ETA, que Espanha quer extraditar

Para mim essa história da PF encontrar o nome do Ramagem em uma planilha de pagamento do bicheiro Adilsinho do Rio serve apenas para criar um motivo para o governo brasileiro pedir novamente a extradição de Ramagem aos EUA. Spoiler, não vai funcionar. https://t.co/iOKHCz03a1 #Brasil #Política #Justiça

URGENTE: O GOVERNO LULA TREME! 🚨 A Jovem Pan acabou de confirmar o que todos já sabiam: o consórcio STF/PT está apavorado com a ideia de pedir a extradição de Eduardo Bolsonaro e tomar um "NÃO" histórico dos EUA. O tratado de 1965 não cobre CRIME POLÍTICO. A perseguição do Xandão não tem jurisdição fora do Brasil. Aqui eles são deuses; em Washington, são piada. 🇺🇸🤝🇧🇷 #Lula #EduardoBolsonaro #PolíticaBrasil

Mais uma prova do colapso da Justiça brasileira, e da sua transformação no principal mecanismo de repressão política do regime. Eduardo Bolsonaro foi ao exterior denunciar o regime. Da mesma forma que os aliados de Lula foram ao exterior denunciar o que consideravam uma perseguição ao então ex-presidente. Nenhum político esquerdista foi investigado, muito menos condenado pelas denúncias no exterior. Ainda há a diferença: Lula não foi perseguido, foi condenado no maior caso de corrupção da história, tendo sido descondenado pelo Supremo, que agora persegue a direita. Nas conversas reveladas pela Folha, extraídas do celular do ex-diretor do TSE, Eduardo Tagliaferro, trocadas com um juiz auxiliar de Moraes no TSE, veio a ordem: “Ele quer pegar o Eduardo Bolsonaro”. Em qualquer país civilizado, sob a vigência do Estado de Direito, tal revelação já seria suficiente para gerar a suspeição de Moraes no caso. Mas é muito pior do que isso. Moraes e os outros ministros são parte interessada no processo, visto que as acusações de Eduardo às autoridades americanas levaram à imposição de sanções, como a perda de vistos e a Lei Magnitsky. Vale lembrar que, há poucos dias, a última instância do Judiciário da Itália anulou a extradição da ex-deputada Carla Zambelli justamente pelo fato de Moraes ter atuado na sua condenação como vítima e juiz, o que a corte italiana chamou de “macroscópica violação” do direito de defesa. Fico imaginando qual seria o adjetivo usado pelos ministros italianos para o caso de Eduardo. Além de Moraes ter atuado como vítima e juiz, há os claros abusos observados em todas as fases do processo. Vamos começar pelo próprio crime, o de coação no curso do processo. Ora, a definição é clara: usar de violência ou grave ameaça para impedir o andamento de um processo. Como pode Eduardo ter usado de “grave ameaça”, no caso as sanções americanas, se ele não tem cargo algum no governo dos EUA? Vale notar a contradição. Moraes afirma que não é suspeito porque a vítima do crime de coação não é ele, mas a própria Justiça. Foi o mesmo tipo de argumento que não colou para a Justiça italiana, que o reconheceu como vítima e juiz no caso Zambelli. Não podemos esquecer que suas denúncias nos EUA ocorreram enquanto ele era deputado federal, contando com imunidade parlamentar por QUAISQUER palavras, segundo a Constituição, transformada em letra morta pelo Supremo. Além disso, vale observar a mecânica da relatoria absoluta. A ação contra Eduardo é um desdobramento do processo do “golpe” e, por conexão, caiu nas mãos do mesmo relator. Na prática, Moraes arroga para si qualquer caso que derive de suas próprias investigações, operando em sintonia com a PGR, que deveria ser um órgão autônomo. E ainda temos a questão da citação por edital. Ao invés de Eduardo ser citado nos EUA, por carta rogatória, como prevê a lei, foi citado por edital, recurso cabível quando não se sabe o paradeiro do réu, o que não é o caso. Seu endereço é sabido. A Defensoria Pública, instada a apresentar a defesa, denunciou todas essas nulidades, que foram sumariamente rechaçadas, num processo a toque de caixa. Qualquer pessoa com o mínimo de honestidade consegue perceber os patentes abusos desse processo, mas, por questões políticas, muitos aplaudem a perseguição. A questão não é sobre a existência de um regime de exceção. É como e quando essa fase sombria da história brasileira terá fim. #Justiça #Brasil #Política

Perceba que a militante de redação do regime não está preocupada em avaliar um flagrante ataque aos direitos fundamentais exposto pela mais alta instância do Judiciário da Itália, ironicamente utilizada como símbolo de garantismo pela elite jurídica brasileira, mas sim em tratar a decisão em termos políticos, como se a corte italiana tivesse alguma afinidade com os movimentos bolsonarista e trumpista e agisse para auxiliá-los. Não há NADA que sustente a tese. Ao contrário: a Corte de Apelação de Roma e o próprio Ministério Público italiano se posicionaram a favor da extradição. Foi só na última instância, a Corte de Cassação, sem nenhuma simpatia pelo bolsonarismo, que a quebra de imparcialidade foi reconhecida. O mais provável é que os juízes tenham votado não pela simpatia por Zambelli, ou por seu movimento, mas APESAR da antipatia. Justamente por isso, a decisão pesa mais. O status do regime de censura e perseguição política no Brasil é grave demais para ser ignorado. #DireitosHumanos #Justiça #LiberdadeDeExpressão

"A imagem de um magistrado que interroga, com as próprias perguntas, pessoas acusadas de planejar sua morte por enforcamento ilustra, de forma quase didática, a fusão entre as posições de vítima e de julgador." Vale a leitura deste artigo do professor Rodrigo Chemim, que disseca, com rigor de processualista, exatamente o vício que venho apontando: a confusão entre as figuras de vítima e julgador na pessoa de Moraes. Chemim parte da decisão da Corte de Cassação italiana, que negou a extradição de Zambelli. O ponto que ele extrai é decisivo: os italianos não acusaram Moraes de má-fé pessoal. Apontaram um problema estrutural, o que a doutrina chama de imparcialidade objetiva. Não importa o estado de espírito do juiz; importa que ele acumulou papéis incompatíveis, investigou, julgou e foi, ao mesmo tempo, vítima de um dos crimes em julgamento. No nosso Código de Processo Penal, isso não é mera suspeição, é impedimento. Um juiz impedido não tem poder de julgar, e seus atos sequer existem juridicamente. O autor mostra como o Supremo se recusa a enfrentar a questão. Em vez de responder ao mérito, a Corte se refugia na retórica de que os ataques não seriam pessoais, mas contra "a democracia". Chemim desmonta o argumento com um exemplo difícil de contestar: Moraes conduziu pessoalmente o interrogatório de réus acusados de planejar seu sequestro e enforcamento. A fusão entre vítima e julgador, na imagem do artigo, fica didática. A conclusão dialoga com tudo o que expus sobre o caso Tagliaferro, onde o duplo padrão é ainda mais grave. Reconhecer a falha não enfraquece a instituição. O silêncio, sim. E enquanto o Supremo se blinda, são as cortes estrangeiras que vão dizendo, de fora para dentro, o que parte do Brasil já sabe. #Justiça #Direito #Imparcialidade

Depois de Zambelli, a Itália julgará um caso ainda mais embaraçoso para o regime brasileiro O caso de Tagliaferro é ainda mais escabroso que o de Carla Zambelli: ele é acusado de "tentativa de golpe" justamente por denunciar supostas irregularidades cometidas sob a gestão de Moraes no TSE. Tagliaferro chefiou a orwelliana Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED), do TSE, e denunciou que o órgão teria virado uma central de censura à direita. As demandas por "fake news" partiriam do próprio gabinete de Moraes no Supremo, repassadas por seu juiz instrutor, e não eram anônimas, como propagava o tribunal. Quando ele não achou justificativa para censurar a Revista Oeste, mandaram-no "usar a criatividade". Vale lembrar quem alimentava a engrenagem. Segundo Tagliaferro, parte das denúncias que viravam censura à direita partia de colaboradores informais e militantes ligados à esquerda, de universidades e de organizações de "checagem". Na prática, o regime terceirizava a caça aos opositores para a própria militância. No Senado, ele revelou ainda um grupo informal de WhatsApp, o "Atos Antidemocráticos", que reunia servidores do TSE e a Polícia Federal para identificar manifestantes do 8 de janeiro cruzando imagens com o banco biométrico de eleitores. E acusou Moraes de combinar alvos com o PGR Paulo Gonet, montando relatórios com datas retroativas para justificar operações já feitas. Em qualquer país sob o estado de direito, denúncias dessa gravidade seriam investigadas. No atual regime brasileiro, é o denunciante quem passa a ser tratado como criminoso e perseguido. A suposta vítima do "crime" é a própria autoridade que ele acusa: Moraes, ao mesmo tempo relator, ofendido e quem pediu a extradição. E o PGR, que deveria ser o acusador imparcial, é também alvo das denúncias do réu. Quem deveria julgar e quem deveria acusar são parte interessada. Ainda assim, a PGR o denunciou por vários crimes, até mesmo "tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito", com penas somadas que podem chegar a 22 anos. Pior: a defesa sustenta que ele nunca foi citado regularmente. Tagliaferro mora na Itália, com endereço nos autos, o mesmo para onde Moraes pediu a extradição. Mesmo assim, o relator usou citação por edital, reservada a quem está em lugar incerto. Como o regime sabe o endereço para pedir a extradição, mas não para seguir o devido processo legal e citá-lo formalmente? A própria DPU, nomeada por Moraes, pediu para sair do caso por violação da ampla defesa. A Corte de Cassação italiana, análoga ao Supremo brasileiro, já decidiu que Zambelli não pode ser extraditada, no caso em que Moraes atuou como relator num processo em que era vítima. No caso de Tagliaferro, Moraes não é só a suposta vítima, mas também o denunciado pelas próprias revelações. Enquanto isso, o aparato não foi desmontado, foi reforçado. A AEED segue ativa, agora dentro de uma estrutura maior, o CIEDDE, que acoplou Polícia Federal, MPF e Anatel à mesma engrenagem. Mesmo "combate à desinformação", mesma lógica, mais poder de polícia. Teremos mais uma eleição marcada por censura e perseguição à direita? #Justiça #LiberdadeDeExpressão #Desinformação

Mario Sabino Jun 13

Noticia-se que o STF discute retaliar a Itália, negando a extradição de cinco italianos. “Reciprocidade”, dizem. Olha, na Itália, isto tem outro nome: vendetta. Não é método de Justiça, é método mafioso. #STF #Itália #Justiça

🚨ATENÇÃO: Após Itália negar extradição e apontar parcialidade de Alexandre, Zambelli deve sair da lista da Interpol e seguir em liberdade https://t.co/bt3skjBP3f #Itália #Extradição #Liberdade

Observador Jun 13

A Justiça italiana negou a extradição da ex-deputada Carla Zambelli para o Brasil, alegando parcialidade do Supremo Tribunal Federal (STF) em sua condenação, destacando que o juiz Alexandre de Moraes teve papel de vítima e julgador no caso. #Justiça #Zambelli #Extradição

Itália nega extradição de Zambelli por parcialidade do STF

Itália se junta a Espanha e EUA e declara Alexandre de Moraes um juiz parcial. A Justiça italiana anulou a extradição de Zambelli pois ele foi 'vítima' e 'juiz'. Se este Senado não impichar Moraes, o próximo vai. Por isso, @DepSanderson e eu somos pré-candidatos ao Senado. https://t.co/nlJ2YpTfQj #Justiça #Política #Eleições

A ITÁLIA ESCANCAROU AO MUNDO QUEM É ALEXANDRE DE MORAES A mais alta corte da Itália publicou os fundamentos da decisão que barrou a extradição de Carla Zambelli. Um decisão que precisa ser conhecida por todo o mundo. Os juízes italianos apontaram que Moraes acumulou as funções de vítima, juiz de primeira instância, juiz de segunda instância e juiz da execução no mesmo processo. Vítima e julgador ao mesmo tempo. Isso viola o princípio mais básico de qualquer democracia: ninguém pode ser juiz em causa própria. Não é a oposição brasileira falando. Não é “narrativa”. É a Corte de Cassação de um país democrático, fundador da União Europeia, dizendo preto no branco que o processo conduzido por Moraes feriu a imparcialidade e a independência do juiz. O Brasil virou exportador de escândalo jurídico. E fica a pergunta que o sistema não quer responder: se a Justiça italiana aplicasse esses mesmos critérios aos outros processos tocados por Moraes, inclusive relacionados à chamada “trama golpista”, onde Jair Bolsonaro e centenas de outras pessoas estão presas, o que sobraria de pé? Como fica a Justiça brasileira diante dessa decisão? O caso Zambelli não é exceção. É a amostra que o mundo inteiro agora pode examinar. #Justiça #Democracia #DireitosHumanos

Com a extradição da Zambelli negada com direito a um esculacho da justiça italiana, Alexandre de Moraes acumula mais uma derrota internacional. Mais uma. Na verdade, ele não ganhou uma. Nos EUA, os pedidos de extradição de Allan dos Santos e de Ramagem foram negados. No caso do Ramagem teve constrangimento público. Alexandre também tenta me citar no processo do golpe, mas até hoje não conseguiu cooperação do DOJ. A sua designação como violador de direitos humanos pelo Global Magnistky Act permanece e parte das suas sanções (como as de visto) permanecem - com o retorno das sanções financeiras no horizonte. A Interpol retirou os nomes do Allan e do Eustáquio e ainda recusaram incluir outros. Na Espanha, negaram a extradição do Eustáquio e também acusaram de politização do judiciário brasileiro. A Argentina concedeu asilo aos presos do 8 de janeiro, também reconhecendo perseguição política. Assim como fez a Polônia, dando asilo ao Didi Red Pill. Enquanto isso ele ainda tem que responder um processo federal nos EUA, cuja citação ele tentou evitar sem sucesso, por ordens ilegais ao Rumble. No final das contas, o mundo inteiro considera o Brasil um regime de exceção. Menos o Brasil. Já passou a hora de extirparmos esse câncer. #Justiça #DireitosHumanos #Política

Afinal, houve pedido formal da extradição de Ricardo Magro ao governo Trump ou esta foi apenas mais uma bravata de Lula? Ainda aguardamos a resposta... https://t.co/TdCnWoRFe7 #extradição #Lula #RicardoMagro

Sam Pancher May 25

Um retrospecto que chama atenção: - Em 2021, durante o governo Biden, Alexandre de Moraes pediu aos EUA a extradição de Allan dos Santos e sua inclusão na lista vermelha da Interpol. Ambos os pedidos foram negados; - Em 2025, a Justiça da Espanha negou o pedido de extradição de Oswaldo Eustáquio, considerando que as acusações têm “motivação política”; - Em 2026, a Corte de Cassação de Roma anulou a extradição de Carla Zambelli que havia sido determinada por instâncias inferiores e determinou sua imediata soltura. #Justiça #Política #Extradição

SAPO May 17

O governo da Venezuela deportou o ex-ministro Alex Saab para os Estados Unidos devido a alegações de corrupção e outros crimes, conforme informado pelo Serviço Administrativo de Identificação, Migração e Estrangeiros (SAIME), e isso ocorre após um histórico complexo envolvendo sua prisão, extradição e retorno ao país em diferentes circunstâncias. #AlexSaab #Venezuela #Extradição

Venezuela deportou ex-ministro Alex Saab para os Estados Unidos
SAPO May 16

Um cidadão estrangeiro de 31 anos, procurado pelas autoridades indianas por crimes de terrorismo e outros delitos, foi extraditado de Portugal para a Índia após garantias de que sua pena não ultrapassaria 25 anos, conforme anunciado pela Polícia Judiciária. #Extradição #Terrorismo #PolíciaJudiciária

PJ extraditou suspeito de terrorismo para a Índia