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#Falência

JUSTIÇA ADIA PRAZO DE MANIFESTAÇÃO ​A Justiça do Rio de Janeiro atendeu ao pedido conjunto apresentado pelos órgãos de fiscalização e administração judicial e prorrogou o prazo para cumprimento de despachos relativos aos processos de recuperação judicial do Club de Regatas Vasco da Gama e da Vasco da Gama SAF. ​O pedido de dilação foi protocolado nesta quarta-feira, dia 2 de setembro de 2026, pelo administrador judicial (Wald Administração de Falências) em conjunto com a watchdog (Neves, Figueiredo, Cerqueira & Souza Advogados) e o gatekeeper (Gussem e Lemos Basto Advogados Associados). ​De acordo com o documento submetido à 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital, o adiamento até a próxima sexta-feira, 4 de setembro de 2026, foi motivado por fatos supervenientes, com destaque para o fechamento do fluxo de caixa da Vasco SAF referente ao mês de agosto de 2026, finalizado na data atual. ​A medida garante que a análise técnica e a prestação de informações ao juízo ocorram com base nos dados financeiros consolidados do último mês, assegurando rigor e transparência no andamento do processo de reestruturação financeira da instituição. #Justiça #VascoDaGama #RecuperaçãoJudicial

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Visão Libertária: Onda de falências: Habibs, Casas Bahia, Marisa e muitas outras em recuperação judicial! Faz o L! https://t.co/33rRBys7fc #Economia #Falências #RecuperaçãoJudicial

Painel: Campanha de Flávio vai associar onda de falências a 'irresponsabilidade' de Lula https://t.co/S7CN8O0yAH // Ué? Foi mesmo! #Flávio #Lula #Política

The article by José Veiga Sarmento discusses the failures of the pension model in Portugal, criticizing the lack of debate and action among the media, political parties, and government regarding the urgent need for structural reforms in the welfare system, pointing out that both Portugal and France are examples of economies that still adhere to an unsustainable model, despite the lessons learned in other European countries over the past three decades. (translated)

Pensões e Política

Tribunal de Justiça do Rio decreta a falência da OI, que já foi uma das maiores operadores de telecomunicações do país. A falência ocorre após a companhia informar que não tem recursos para manter suas operações até o final deste mês, com patrimônio líquido negativo de R$ 22 bilhões. #Falência #Telecomunicações #Brasil

Vamos olhar o time econômico de Lula: Haddad, Durigan e Gabrielli Quando você olha para um time desses você se sente confiante ou assustado? Esperançoso ou com medo? Confiante ou próximo ao desespero? Haddad já contou que colou de Alexandre Schwartsman em uma prova. Quando se tornou ministro da Fazenda, deveria ter mantido a estratégia: colar de quem entende do assunto. Com isso talvez tivesse poupado o Brasil de muitos erros. Para nossa tristeza, porém, Haddad resolveu ter ideias próprias. O resultado está ai: endividamento recorde, impostos batendo recorde, juros batendo recorde, inadimplência batendo recordes, falências batendo recordes. E Gabrielli? É o homem para quem a responsabilidade fiscal parece importante, desde que não atrapalhe o governo de gastar onde bem entender. Flerta com controles cambiais e restrições ao fluxo de capitais e apresenta, em pleno 2026, como novidade uma visão econômica importada diretamente dos anos 1950. Durigan com sua expertise de diretor do whatsapp mostrou a verdade da velha máxima: de onde menos se espera é de onde não sai nada mesmo. O melhor que se pode dizer sobre ele é que pelo menos ele não é o Gabrielli. Essa é a equipe econômica de Lula. Votar em Lula é votar nesses nomes e nessas ideias. Não se esqueça: o PT quebrou o Brasil antes, está repetindo a receita agora e voltará a quebrá-lo se tiver mais quatro anos. Com os dois pés solidamente plantados no rombo fiscal, esses economistas lembram o sapo criado no fundo do poço: olham para o alto, veem apenas um pequeno círculo de luz e acreditam estar diante do céu inteiro. Do fundo de seu abismo fiscal, repetem satisfeitos: “gasto é vida”. Para o povo, porém, sobra a conta. #Economia #Lula #Brasil

The aircraft carrier 'USS Abraham Lincoln' symbolizes the wear and tear that the prolonged U.S. war against Iran is causing on the Navy, evidenced by mental health problems among the crew, extended deployments, and supply shortcomings, which has generated criticism from both families and political opponents of President Trump. (translated)

El desgaste de la guerra se siente en los portaaviones de EE.UU.

Isso aqui é FALÊNCIA DO ESTADO ao vivo. PCC operando à luz do dia no MAIOR AEROPORTO DO PAÍS. Escondem droga na pista, carrinho de mala passa, cata a droga e enfia no avião. Como a droga chegou lá? Quem deixou? Aeroporto não é 100% vigiado? Agora tente entrar nessa várzea com iPhone novo pra ver a dor de cabeça. #Justiça #SegurançaPública #Corrupção

Observador Jul 29

João Albuquerque analyzes in the program Gabinete de Guerra the failure of diplomacy in the Middle East, highlighting that the red lines between countries remain unchanged, while recent events, such as attacks and new alliances, indicate an escalation in the conflict and a lack of clear objectives on the part of the United States and Iran. (translated)

"A diplomacia no Médio Oriente não obteve resultados"
Luan Araujo Jul 29

Quando o Memphis for embora e o Corinthians seguir pagando quase 1 milhão de reais por mês no Pedro Raul, o Corinthians vai seguir endividado e em estado de pré-falência. Mas sem ninguém fingindo se preocupar com as finanças do clube, só o torcedor mesmo. #Corinthians #FutebolBrasileiro #FinançasDoFutebol

Observador Jul 23

O artigo de Álvaro Rocha critica a falência do governo português em oferecer apoio aos jovens durante os exames e a falta de exemplaridade dos seus governantes, citando os casos do Ministro da Administração Interna, Luís Neves, acusado de nepotismo e falta de transparência, e do Ministro da Educação, Fernando Alexandre, cuja gestão desastrosa da classificação dos exames causou angústia entre os estudantes. #Portugal #Educação #Política

Portugal é uma grande desilusão

Bolsonaro é a denúncia viva da falência das instituições e da democracia no Brasil. “O Sr. acha que haveria uma tendência de interferência maior do judiciário nessas eleições? - Acho. E, ele já é. Quando uma carta passa a ser um elemento que tem força eleitoral e é julgada pelo supremo … Uma carta?!? Lógico que tem influência. “ #Brasil #Democracia #Justiça

Luciana Jul 19

Un primer tiempo muy malo de Argentina, no podemos conectar pases. España presiona, recupera y juega bien. Nos ganaron notablemente el medio. Nico González por izquierda y Rodrigo por derecha no pesaron y tuvieron varias falencias. La selección extraña a Leandro Paredes. #Argentina #Fútbol #Selección

pirutastic Jul 19

@Nicole_aldasd gente tóxica hay en TODAS las comunidades. Y todo se origina por impulsos, exigencias al streamer, malentendidos o malinterpretar ciertas cosas. Echarle la culpa a otras comunidades cuando nosotros tenemos esas falencias no es el camino correcto. Hay que mejorar, siempre! #Toxicidad #Comunidades #MejoraContinuada

Observador Jul 12

A Associação Nacional dos Técnicos de Emergência Médica alertou que a morte de um homem nas Taipas, apesar da disponibilidade da corporação local, revela falências no modelo de emergência do INEM, destacando a necessidade de reformas estruturais no sistema pré-hospitalar e responsabilizando a liderança do instituto e a ministra da Saúde pela situação crítica. #INEM #Saúde #Emergência

Morte nas Taipas é "mais um sinal preocupante" no INEM

Hablando seriamente, lo de México con los octavos de final es un karma que viene padeciendo hace muchos años. Fue una gran chance que tuvo en este Mundial y se le volvió a escapar. 🇲🇽 🚨 ES UNA OPINIÓN EXTENSA 🚨 La realidad es que México hizo mucho más de lo que yo pensaba en este Mundial. Hay que ser realistas y decir que no llegaban bien a este torneo pero creo que hicieron grandes actuaciones sabiendo sobrellevar ese peso de la localía. 🚨 Es totalmente lógica la derrota de hoy. Era el primer rival fuerte que enfrentaban y desnudó las falencias defensivas que no se habían visto en los partidos previos. Aún así, creo que jugaron un buen partido pese a todas sus limitaciones. 🤝 Lamentablemente para ellos, se desconectaron del partido durante dos minutos y lo pagaron muy caro porque enfrente tienen jugadores de mucho nivel. Pese a ese momento, siempre estuvieron en partido y lo pudieron empatar tranquilamente. ✅ Obviamente, queda sabor a poco porque lo que más querían era llegar a esos cuartos de final que se les viene negando desde 1986 y mucho más teniendo superioridad numérica. No se dio porque tampoco supieron crear ese juego que necesitaron ante un rival de jerarquía, y la derrota terminó siendo lógica. ❌ México tiene que replantearse cómo prepararse para el siguiente Mundial. Tienen una buena liga que puede ayudarlos a desarrollar mejores jugadores, aunque sería importante que tenga descensos. Y ojalá se sigan midiendo con esta clase de equipos como Inglaterra porque es la única forma de mejorar. 🔝 No son los mejores, pero tampoco es un equipo del montón. Ellos tranquilamente puede llegar a los cuartos de final si se preparan bien, ellos lo saben y el tipo que ve fútbol habitualmente también lo sabe. ⚽ A levantar cabeza y continuar, no hay otra, muchachos. 🇲🇽 #Mundial2023 #Fútbol #SelecciónMexicana

Fran Jun 28

"Acaso él es Messi y goleará?" "Tenemos muchas opciones en la delantera" "Le falta el proceso" Al final Panamá jugó perfecto en este mundial y la única falencia que tuvimos fue en la delantera. El ÚNICO país sin goles. No digo que él hubiera goleado, pero algo más hubiera hecho. https://t.co/YUznVLuwzs #Fútbol #Mundial #Delantera

🚨 José Lamacchia, dono da Crefisa, ao @pedrosa: "Eu e meu filho vamos salvar o Vasco". “Prejudica bastante (o afastamento do Pedrinho). O problema é que é uma briga política que, inclusive, de uma maneira irresponsável, eles vão falir o Vasco. O Vasco está falido e eles estão atrapalhando. Quem quer pôr dinheiro lá somos nós. As pessoas envolvidas vão levar o Vasco à falência.” “Meu filho está pronto pra colocar dinheiro lá. O Vasco não tem dinheiro para pagar a folha salarial. Na verdade, o que eles querem é que a gente ponha R$ 2 bilhões e meio, e eles querem mandar.” “Não vamos desistir. Temos um compromisso com o Pedrinho, que trabalha para o Vasco, gosta do Vasco e é honesto. Eu estou com 83 anos, nunca prejudiquei ninguém. Vasculha a minha vida... Por isso eu fico estarrecido com o que fizeram. Eu não desisto, eu e meu filho vamos salvar o Vasco. Estamos prontos pra fazer um time de primeira lá. Agora eles que arrumem. A folha de pagamento, quem vai pagar? O Vasco não tem 1 centavo para colocar.” “Leila (Pereira) está totalmente fora de qualquer assunto de Vasco. Quem está fazendo isso é meu filho e eu. Estou abrindo meu coração. Já estávamos prontos. Iríamos colocar R$ 500 milhões, assumir o fluxo de caixa estimado em mais de R$ 1 bilhão, resolver com os credores, CT, tudo.” “Vamos botar dinheiro para o Vasco disputar todos os campeonatos do Brasil. Todos! Vamos botar dinheiro e reerguer. Meu filho vai comprar, eu vou defender ele até o fim porque qualquer pai defenderia seu filho. E sabemos como fazer!” “Ele (Marcos Faria Lamacchia) estava muito empolgado. Como eles têm coragem de estragar um projeto belíssimo que o Marcos vai fazer? O CT que o Vasco vai fazer é o mais moderno da América do Sul. Nós vamos realizar. O arquiteto (que fez o CT) do Red Bull Bragantino já estava contratado, nós vimos o projeto. O que eu fico abismado é como as pessoas usam o judiciário para prejudicar um clube de 20 milhões de pessoas. Eu fiquei chocado.” “Confiança total no Pedrinho. Ele nos procurou para comprar o Vasco. A torcida precisa pressionar para colocar dinheiro. Cadê eles? São irresponsáveis! Usar o judiciário para prejudicar o Vasco é um absurdo. Eles vão negar, mas não têm coragem de colocar a cara, de se expor. Já que eu entrei nessa briga, eu não saio nem morto. 200% fechado com o Pedrinho!” 🗞️ Canal do @pedrosa 📸 Reprodução #Vasco #Futebol #Crefisa

🚨 |JOSÉ LAMACCHIA SE PRONUNCIA APÓS IMBRÓGLIO JURÍDICO NA VASCO SAF! O Vasco está falido e eles estão atrapalhando. Quem quer pôr dinheiro lá somos nós. As pessoas envolvidas vão levar o Vasco à falência." Vamos botar dinheiro para o Vasco disputar todos os campeonatos do Brasil. Todos! Vamos botar dinheiro e reerguer. Meu filho vai comprar, eu vou defender ele até o fim porque qualquer pai defenderia seu filho. E sabemos como fazer!" 🗞️ | @pedrosa #Vasco #Futebol #Financeiras