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#Faro

☀️Comenzó el Club de Verano en Miguel Hidalgo. Durante estas vacaciones, nuestros Faros del Saber y el Deportivo Plan Sexenal son espacios llenos de música, cultura, deporte y diversión para que niñas y niños aprendan, jueguen y mucho más. https://t.co/0dzyI0IkuZ #Verano #Cultura #Deporte

Ogni volta che l'Iran uccide un soldato americano, lo farò pagare molte volte.

Trump ordina maxi-raid sull?Iran. «Pagheranno per i soldati uccisi». Le minacce Houthi sul Mar Rosso
www.ilmessaggero.it

Farò pagare all'Iran molte volte per la morte di ogni soldato americano.

Trump: “L’Iran pagherà per ogni soldato americano ucciso. Netanyahu? In Usa non rischia nulla”
www.lastampa.it

Ogni volta che Teheran uccide un soldato americano, li farò pagare molte volte per la sua morte.

Sale la tensione nel Golfo, embargo Houthi contro Riad
www.ansa.it

Lo estoy disfrutando mucho. Para mí la Selección es como un faro, como una estrella para los que estamos fuera.

José Andrés: «La España del Mundial es muy chula, muy diversa, muy unida»
www.abc.es

Poucas horas após a abertura do recinto já havia acima de 7 mil motos inscritas, mas muitas mais eram esperadas. Motociclistas vindos de vários pontos do mundo voltaram a encher a capital algarvia do espírito motard, em mais uma Concentração Internacional do Moto Clube de Faro, que começou esta quinta-feira, dia 16, e dura até domingo, dia 19, no Vale das Almas, junto ao Aeroporto, mas também na cidade. https://www.sulinformacao.pt/2026/07/concentracao-de-motos-esta-de-volta-a-faro-com-novidades-e-muito-espirito-motard/

“Día de la Virgen del Carmen, Patrona y Generala del Ejército de los Andes* En cada rincón de nuestra historia donde se forjó la libertad de la Patria, la Fe en Dios y el amparo de la Santísima Virgen estuvieron presentes para guiar los pasos de nuestros héroes. Hoy, 16 de julio, la Nación entera se inclina ante nuestra Virgen del Carmen, Patrona y Generala del Ejército de los Andes. En los albores de la emancipación hispanoamericana, el General San Martín comprendió que la inmensa hazaña de cruzar la cordillera requería algo más que estrategia militar. Necesitaba una protección celestial. Por eso, entregó el bastón de mando a la Virgen del Carmen, nombrándola Generala de sus tropas. Bajo su sagrado manto, nuestros valientes hombres desafiaron los picos más altos de la tierra para llevar la libertad a medio continente. Las verdaderas fuerzas del cielo. Esta fecha es un llamado a la memoria y a la gratitud. En los momentos más oscuros de la gesta, cuando las fuerzas humanas flaqueaban ante la inmensidad del peligro, nuestra Madre encendió los corazones de los patriotas y los llenó de una fortaleza inquebrantable. Ella fue, y sigue siendo, el faro espiritual de nuestras Fuerzas Armadas. Pedimos hoy a nuestra Generala que bendiga a cada soldado que custodia nuestras fronteras, que proteja a las familias argentinas y que nos conceda la gracia de la unión y el coraje necesarios para defender, con la misma devoción de nuestros antepasados, el suelo sagrado que nos vio nacer. Que la Virgen del Carmen cubra con su manto a la República Argentina. Y nos proteja a los que portamos su escapulario a perpetuidad. #VirgenDelCarmen #Patria #Historia

Qual será o tesão da França para esse jogo de 3⁰ lugar? Vai com o farol baixo pela doída eliminação quando era favorita para ganhar a Copa ou vai com interesse pensando na chance de inflar números? #França #Copa2023 #Futebol

Questa cultura del sospetto brutta brutta brutta, meno male che Report è sempre stato un faro splendido di garantism non ce la faccio a finire la frase #cultura #garantismo #sospetto

When solidarity is forgotten: Italy shamefully abstains on the blockade against Cuba while the Cuban people continue to pay the price of a cruel economic war (Editorial by Luciano Vasapollo) - FarodiRoma (translated)

Goedemorgen. Vandaag herdenken we de Plundering van Cádiz in 1596 door een Engels-Nederlandse vloot van 150 schepen. De thuishaven van de Zilvervloot werd, inclusief 32 Spaanse oorlogsbodems, helemaal afgefikt, en op de terugweg werd Faro in Portugal ook nog even gebrandschat. https://t.co/wWkKnElE4D #Geschiedenis #Cádiz #Herdenking

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

En person skadades i en kraftig explosion orsakad av ett elcykelbatteri i centrala Stockholm, vilket på nytt understryker att olyckor med batterier ökar snabbt, och brandskyddsexperten Mats Björs varnar för farorna med att ladda batterier i hallen. #batteriexplosion #brandsäkerhet #elsparkcyklar

Brandskyddsexperten: Ladda inte batteriet i hallen

Temporali nel weekend al Nord Italia, ma il caldo non molla, la fase più intensa può arrivare dopo. L’Italia resta ancora sul bordo della cupola calda che da giorni insiste sull’Europa occidentale, soprattutto sulla Francia, dove il caldo continua a essere molto intenso. Da noi il fine settimana avrà comunque sapore estivo, molte zone resteranno tra 29 e 35°C, con la Sardegna più esposta e valori localmente prossimi ai 37-39°C nelle aree interne. Tuttavia non ci sarà stabilità piena. Tra oggi e domenica passerà in quota un piccolo nucleo di aria un po’ più fresca, sufficiente a rendere l’atmosfera più instabile, specialmente su Nord Italia e zone orientali della Penisola. Questo potrà favorire rovesci e temporali, localmente anche forti, prima al Nord e nelle zone interne del Centro, poi anche lungo parte dell’Appennino meridionale. Questi temporali però non cambieranno davvero la massa d’aria presente sull’Italia. Potranno rinfrescare temporaneamente dove colpiranno, potranno portare vento, grandine o piogge intense locali, ma non saranno una vera svolta. I fenomeni piu' intensi sono attesi nella giornata di domani e farò un'analisi dettagliata in un post serale. Con i temporali estivi, poi, serve sempre prudenza nella lettura delle mappe, non bisogna fissarsi sul confine esatto delle macchie colorate, perché fenomeni così localizzati possono scaricare molto in poco spazio e lasciare quasi asciutte zone vicine. Passato questo intermezzo più dinamico, il promontorio subtropicale tenderà lentamente a spostare il suo asse dalla Francia verso l’Italia e a quel punto il caldo potrebbe aumentare in modo più deciso, con correnti di origine subsahariana più dirette verso il Mediterraneo. Riguardo a quest'ultima tendenza bisogna attendere altre 48 ore per i dettagli. #Meteo #Caldo #Temporali

Cerca de 50 concelhos nos distritos de Bragança, Vila Real, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro estão em perigo máximo de incêndio rural, enquanto outros 140 concelhos apresentam perigo muito elevado, conforme alertou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). #Incêndios #PerigoMáximo #IPMA

Incêndios. Cerca de 50 concelhos estão em perigo máximo

La cantante galesa Bonnie Tyler, conocida por éxitos como Total Eclipse of the Heart y It's a Heartache, ha fallecido a los 75 años en Faro, Portugal, tras no recuperarse de una enfermedad. #BonnieTyler #Obituario #Música

Muere Bonnie Tyler, la voz rasgada que eclipsó al mundo

V květnu v portugalském městě Faro jsem podstoupila akutní operaci střev; po zákroku se můj stav zhoršil a lékaři mě uvedli do umělého spánku.

Zemřela zpěvačka Bonnie Tyler, hvězda hitparád 70. a 80. let
www.seznamzpravy.cz
NRC 2w

Bonnie Tyler, de Welshe zangeres bekend van de iconic powerballade ‘Total Eclipse of the Heart’, is op 75-jarige leeftijd overleden in Faro, Portugal, waarbij haar mega-hit, die in 1983 uitkwam en miljoenen keren is verkocht en gestreamd, nog steeds een cultstatus heeft, vooral tijdens zonsverduisteringen en op karaoke-avonden. #BonnieTyler #TotalEclipseOfTheHeart #Overlijden

Bonnie Tyler, zangeres van de epische powerballad ‘Total Eclipse of the Heart’, wilde rocken

Morreu a cantora galesa Bonnie Tyler, conhecida pela sua icónica canção Total Eclipse of the Heart, aos 75 anos, após complicações de saúde que a levaram a ser internada em um hospital em Faro, Portugal. #BonnieTyler #Música #Anos80

Morreu Bonnie Tyler, a voz de "Total Eclipse of the Heart"