Todo fã de futebol fecharia com uma grande atuação de Messi e Yamal hoje. O maior e melhor jogador da geração passando o bastão para o próximo. https://t.co/BK73yCRfqE #Futebol #Messi #Yamal
Todo fã de futebol fecharia com uma grande atuação de Messi e Yamal hoje. O maior e melhor jogador da geração passando o bastão para o próximo. https://t.co/BK73yCRfqE #Futebol #Messi #Yamal
De um lado, Lamine Yamal. Aos 19 anos, já campeão da Eurocopa (com 17) e podendo conquistar uma Copa do Mundo para iniciar uma trajetória que promete marcar uma geração. Do outro, Lionel Messi. A chance de conquistar sua segunda Copa do Mundo e encerrar uma das maiores carreiras da história do esporte da forma mais perfeita possível. Do dia em que Messi deu banho em um bebê chamado Lamine Yamal a uma final de Copa do Mundo. Daqueles roteiros inexplicáveis do futebol… De uma forma ou de outra, hoje a história será escrita diante dos nossos olhos. QUEM LEVA A COPA? 🏆 🇪🇸 🇦🇷 @betnacional Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento. Jogue com responsabilidade. 🔞 Autorizado pela Portaria SPA/MF nº 2.092/24. #CopaDoMundo #Futebol #Messi
☢️ Reflexão da Cooperativa: a geração mais bem preparada de sempre. Sabem explicar a fotossíntese, resolver integrais, citar meia dúzia de estudos sobre asaúde mental e, ao mesmo tempo, entram em colapso mental porque as notas demoraram mais uns dias a sair. Os testemunhos sucedem-se. Ansiedade. Férias adiadas. Incapacidade de desligar. Dias de sofrimento. Parece que estivemos mesmo à beira de uma catástrofe humanitária e, afinal, estamos a falar de jovens que tiveram de esperar mais 3 dias para saber uma nota, outros, vá, uns quantos, demais é certo, com nota suspensa. ➡️➡️É pois esta a geração que nos vendem como a mais bem preparada de sempre. E talvez seja. A mais bem preparada para responder a testes. A encornar matéria. A dominar os Tik Toks desta vida. A repetir conceitos. Mas a vida, essa, é uma disciplina sem manual, e chumbam em toda a linha, do que me é dado a ver. Porque a escola ensina, mas não ensina a esperar. Ensina conteúdos, mas não ensina resiliência. Ensina competências, mas não ensina a lidar com a frustração. Ensina direitos, mas quase nunca fala de deveres. Ensina a exigir, mas raramente a aguentar. E bem, porque a essa outra tarefa, que encaixa noutro segmento mais abrangente, a educação, cabe aos pais. Percebem, papás? Criou-se uma geração convencida de que qualquer desconforto merece uma declaração pública, qualquer contratempo justifica uma crise existencial e qualquer obstáculo exige que alguém peça desculpa. O problema nunca é a forma como reagimos; é sempre o mundo que insiste em não corresponder às nossas expectativas.⬅️⬅️ E depois perguntamo-nos porque é que tantos continuam dependentes dos papás até bem depois da idade adulta. Porque é que tantos precisam que alguém lhes resolva cada problema, cada papelinho, cada decisão. Porque nunca saem de casa a pretexto de que a habitação está cara, e está, mas não é preciso começar pelo rooftop no Chiado. Façamos em conjunto, camaradas, um exercício de imaginação. Se amanhã Portugal tivesse de mobilizar cidadãos para defender o país perante uma ameaça real, como aconteceu e continua a acontecer em tantas partes do mundo, que sociedade apresentaríamos? Uma que sabe distinguir um pronome relativo de um complemento oblíquo, mas entra em ansiedade porque um calendário administrativo escorregou uns diazitos. Uma sociedade que teima em confundir desconforto com trauma. Não é uma crítica aos jovens por serem jovens. É uma crítica aos adultos que lhes venderam a ilusão de que crescer podia ser feito sem dor, sem espera, sem responsabilidade e sem fracassos. Pais que lhes limaram todos os obstáculos. Escolas que trocaram exigência por conforto. Uma cultura que transformou a vulnerabilidade numa identidade permanente e protegida, quando devia ser só uma condição passageira que se ultrapassa com querer e luta. ⚠️Talvez o verdadeiro exame não fosse bem o de matemática nem o de português. Talvez fosse mesmo este. O esperar. Aceitar que nem tudo depende da nossa vontade. Perceber que um atraso não é o fim do mundo. Chumbaram em toda a linha, pelo menos aqueles que os OCS insistem em nos mostrar pela conveniência da narrativa. Quem não consegue lidar com alguns dias de incerteza dificilmente estará preparado para enfrentar as décadas de incerteza que a vida inevitavelmente traz. Há mais conhecimento nesta geração. Disso ninguém duvida. O problema é que conhecimento não é sinónimo de maturidade. E um país que produz CV's bonzinhos de malta que encornou matéria, mas adultos frágeis, está, na verdade, a confundir educação com instrução. Isto para mim é muito mais preocupante do que qualquer nota de um exame nacional. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa #Educação #GeraçãoZ #SaúdeMental
O "Lamine Yamal" do exames do 12º ano fartou-se de estudar, estudar, estudar, mas agora diz estar na incerteza de ter que fazer a 2ª chamada sem preparação alguma. Imagino que o estudo todo era específico para a 1ª fase. A geração mais bem preparada de sempre.....🥸 https://t.co/TiiP0NLiaF #Estudo #Educação #Juventude
ATENÇÃO: após um tempo sumido, o pastor Silas Malafaia apareceu, aos berros, afirmando que o VORCARO COMPROU O PODER E A INFLUÊNCIA DO ALEXANDRE DE MORAES. O pastor quase chorou, pediu pra ser preso e rogou praga contra o Alexandre e sua geração. Vamos fazer o Xandão saber disso! https://t.co/J04GPUtPFm #Política #Brasil #SilasMalafaia
Faltam um pouco mais de 2 meses pra encararmos a extrema direita nas urnas. É importante lembrar que o que faz os pré-candidatos da nova geração do Lula terem chances de enfrentá-los de igual pra igual é o apoio que recebemos aqui nas redes. Quando vcs curtem, compartilham, comentam e estão todos os dias aqui conosco, conseguimos chegar a milhões de pessoas. Isso nos possibilita competir com quem recebe grana da Faria Lima, do Vorcaro, do CV e até da Ford Foundation (entendedores entenderão). Pra pré-campanha e campanha precisaremos mais uma vez contar com vcs. Quem não puder ajudar no financiamento, ajude compartilhando os nossos conteúdos. Quem achar que pode contribuir, mesmo que de forma simbólica, saiba que isso nos motiva muito pra irmos com tudo pra cima deles em outubro. Conto com vcs! #Eleições2024 #Democracia #Ativismo
Elisa Manero argumenta, v článku „Perder uma Geração? Só se ficarmos parados na era Digital“, že nedostatečná digitální gramotnost a nečinnost učitelů mohou vést k ztrátě celé generace mladých lidí, kteří nebudou schopni efektivně zpracovávat a participovat v digitálním světě, a proto je nezbytné zaměřit se na důležité dovednosti a zjednodušit používání digitálních nástrojů ve vzdělávání. #LiteraciaDigital #Educação #Tecnologia

Sim, domingo eu, você e toda a nossa geração veremos um dos maiores jogos da história. Lionel Messi x Lamine Yamal https://t.co/1VuthHR6Cn #Futebol #Messi #LamineYamal
Sabe qual a diferença da misoginia do redpill e da misoginia do funkeiro? A do redpill está na internet, e vcs querem controlar a Internet, já a do funkeiro está no morro, onde mulheres são abusadas, espancadas e mortas de vdd, ao som de músicas que tratam mulheres de forma extremamente depreciativa, inclusive meninas menores, que ensinam o jovem que a mulher deve ser usada e largada na rua, uma geração inteira crescendo com uma ideia deturpada do que é uma mulher. Vcs preferem combater palavras a atos, pq são preguiçosos, oportunistas e medrosos. Pq na internet todo mundo é corajoso, já no morro vcs não chegam, nem a polícia, nem a dignidade. #misoginia #redpill #funkeiro
Os nossos jogadores colocam até a responsabilidade de um CHUTE na conta de Deus. Enquanto isso, o Yamal confrontando a geração francesa inteira sozinho. #futebol #desporto #jogadores
hoje presenciaremos um capitulo de uma história assombrosa que virá pela frente Lamine Yamal vai marcar uma geração inteira. será o craque do mundo pelos próximos 10 anos https://t.co/5rzPQnpScy #Futebol #Esporte #LamineYamal
Flávio Bolsonaro precisa criar um CONSELHO DE EMPREENDEDORES assim que assumir. Apenas gente que GERA EMPREGO E RENDA. Nada de professorzinho de Unicamp e USP que nunca pagou um salário na vida. #Empreendedorismo #GeraçãoDeEmprego #PolíticaBrasileira
Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta
Abro a semana de trabalho no estado de São Paulo. Farei uma visita nesta manhã aos laboratórios de testes em etanol e biodiesel do Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano do Sul. No início da tarde, desembarco em São José dos Campos para conhecer o projeto da primeira turbina a gás para geração de energia elétrica movida a etanol, no Instituto de Aeronáutica e Espaço. Símbolos de um Brasil de vanguarda na transição energética. Boa semana a todos. #EnergiaRenovável #Sustentabilidade #Inovação
🎶 Eu vejo o futuro repetir o passado... 🎶 Essa geração aí era de Taffarel, Jorginho, Branco, Dunga, Romário, Bebeto, Muller... #Futebol #Brasil #Nostalgia
Em um dia como o de hoje, no primeiro ano do novo milênio, veio ao mundo um menino que ainda seria admirado pelo mundo inteiro. Logo ali, em São Gonçalo, nascia um dos nomes dessa geração. Vinícius José Paixão de Oliveira Júnior, o nosso Vini Jr. Cria do Ninho, voou para a Espanha e lá apenas confirmou o que toda uma Nação já sabia: o nosso Vini seria o Melhor do Mundo. Seja em cada conquista sua, seja em mais um ano de vida, nós sempre te celebraremos e estaremos contigo, porque você sempre será um dos nossos. Vida longa, saúde, paz, amor e que você continue nos brindando com seu talento e bailando pelos gramados desse mundão, meu cria. Pode ter certeza de que toda a Nação continua torcendo por você. Feliz #Aniversário, Vini! 🎉 #ViniJr #Futebol #Aniversário
A Noruega se despede da Copa do Mundo com a melhor campanha da história na bagagem e com a credencial de ter eliminado o Brasil. Essa geração tem tudo para estar em mais edições. https://t.co/pdeA1Kfi5J #CopaDoMundo #Noruega #Futebol
Irmão, inacreditável. Era pra ser a gente. Brasil x Inglaterra numa quartas de final de Copa do Mundo. Clima de festa e churrasco no país INTEIRO Como que caralhos alguém é eliminado pela NORUEGA? (com todo respeito) que geração vagabunda essa do Brasil. https://t.co/JWZYsoYbyv #CopaDoMundo #Brasil #Futebol