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#Gráficos

Nintendo will launch a special edition of the Nintendo Switch 2 inspired by Zelda on October 29 and a remake of 'Ocarina of Time' on November 5, 2026, with enhanced graphics and new gameplay mechanics. (translated)

Nintendo Switch 2 se viste de Zelda el 29 de octubre y el remake de 'Ocarina of Time' llega el 5 de noviembre
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Asi es como se vera el remake de Ocarina of Time... CABRON MIYAMOTO COCINO CON LOS GRAFICOS QUE ES ESTO?!??!? NO ME CREO QUE ESTO SEA UN JUEGO DE NINTENDO, CADA PARTE DE HYRULE QUE MOSTRABAN ME HACIA LLORAR MAS Y MAS... ¡EL MEJOR JUEGO DE LA HISTORIA ESTA DE VUELTA! https://t.co/4saSOHbAVv #OcarinaOfTime #Nintendo #Remake

Nvidia's new DLSS 5 technology is revolutionizing social media by transforming video game graphics into hyper-realistic scenes, generating both fascination and criticism among users. (translated)

La nueva IA de Nvidia inunda las redes sociales al convertir los videojuegos en escenas hiperrealistas

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

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Diré a favor de LaLiga: Las cámaras, ángulos, gráficos, etc de la competición son de lo mejor del mundo desde hace unos años. https://t.co/EOIiMTLTMH #LaLiga #Fútbol #Deportes

Time of the #partialmoon eclipse this NEXT MORNING ‼️ Start: approximately 4:30am MAXIMUM: around 6:10am End: approximately 7:40am In the eastern half of Spain, the #moon will set before the eclipse ends. More data and graphics at @IGNSpain (translated)

Gracias a todos los que me escribieron ayer y tambien a los que me criticaron. Algunas reflexiones: Un informe de 20 paginas lleno de gráficos tuvo 3.2 Millones de visualizaciones y fue top 5 twits mas vistos del día en Argentina, ademas de comentado en todos los medios. Tal vez que la gente no lee o que todo tiene que ser clcikbait es una profecía autocumplida por los que deberiamos generar mejor contenido. Muchos periodistas en privado me decían que les gustaría hacer cosas así. Háganlas. El costo en tiempo y plata de hacer algo así está en los niveles mas bajos de la historia y está comprobado que hay audiencia. Ayer interactúe respetuosamente con mas de 100 periodistas, productores, economistas. Me pidieron datos, bases, aclaraciones, fuentes. Creo que les respondí al 95% de todos los tamaños, regiones y orientaciones. No pasa nada con los pocos que acá se hacen los picantes. Hay mucha gente queriendo trabajar bien. Hice el informe con nombre y apellido, con datos públicos y contrastables, aclarando que estaba abierto a discutir errores u otras visiones. Muchos periodistas me conocen, otros me preguntaron como citar quien soy y les dije el nombre de mi empresa. Mi web y linkedin son publicas. El ad hominem que me hicieron como crítica habla mas de que nadie googlea nada antes de subir una nota que de mi que vengo opinando de cosas en este foro hace 15 años. Dicho eso, me doy el lujo de trabajar con las mejores empresas de Argentina y el mundo. Ellas eligen PUBLICA por la calidad de nuestro trabajo; y nosotros también somos muy rigurosos en elegir solo empresas cuya visión y valores respetamos. Así que no tengo ningún problema en defenderlas con mi propia voz. Al revés, me da orgullo. Tengo el privilegio de la libertad, que me da el espacio para escribir mi opinión sin pelos en la lengua y sin pedirle permiso a nadie. Eso no se vende. Aguante este foro y el debate que genera Saludos a todos! #Periodismo #Debate #Contenido

¿Tenéis las espadas afiladas y bien aceitadas? ¿Las pociones preparadas? ¿A Sardinilla ensillada? ¡Es hora de volver a enfrentaros a Eredin y su séquito! The Witcher 3: Wild Hunt — Remastered incorpora multitud de mejoras en los gráficos, la jugabilidad y mucho más. Llegará el 29 de septiembre y estará disponible como actualización gratuita para todos los propietarios del juego en GOG, Steam, Epic Games Store, PlayStation 5 y Xbox Series X|S. También está disponible para reserva en https://t.co/E7W7Pj67Sv y Nintendo Switch 2. ¡Pero eso no es todo! Todos los jugadores que ya tengan el juego base recibirán acceso gratuito a las dos expansiones originales: Hearts of Stone y Blood and Wine. ¡Ambas expansiones también estarán incluidas en el juego base de #TheWitcher3Remastered! Más información aquí: https://t.co/N2t6KjlpZi #TheWitcher3 #Gamers #Videojuegos

Javier Ruiz y el equipazo de #Mañaneros360 cierran etapa firmando una audiencia histórica para @La1_tve . Gracias por el trabajo y por resistir tanta campaña. Te echaremos de menos, Javier... y a tus gráficos también. Mucha suerte en tus nuevos proyectos. 📊🙌 https://t.co/grciRWlRbj #Televisión #Periodismo #Noticias

DESARMAMOS KIOSCOS EN EL PRACTICAJE. Para el que nunca escuchó del tema: practicaje es la tarea de entrar el barco a puerto o conducirlo por una zona peligrosa. Parece una cosa menor, pero suma un montón a eso que llamamos “costo argentino”. Si mirás los gráficos adjuntos vas a ver los exorbitantes costos del practicaje en Argentina en comparación con los del resto del mundo. Pasen y vean esta pesadilla de la que esperamos poder despertar con el Decreto 690/26 publicado hoy en el boletín oficial. Arrancamos por el comienzo. Cuando un capitán de un barco no conoce tanto una determinada zona (ningún piloto, por más bueno que sea, puede conocer cada puerto y cada río), es el práctico quien aporta experiencia local para navegar con seguridad. La primera pregunta a hacerse es ¿para qué se mete el Estado? Una posible justificación es que, si un barco tiene un accidente, es imposible hacerle internalizar al operador el costo (por ejemplo, un derrame de petróleo en el Paraná podría dejar sin agua a Buenos Aires). Entonces se impone un poco de cautela, aun cuando este argumento es débil en nuestras aguas fluviales donde no hay rocas. Pero ahora imaginemos un capitán que hace exactamente el mismo recorrido una y otra vez. Con el tiempo conoce el río, los canales y los puertos tan bien como cualquier práctico. ¿Tiene sentido obligarlo a contratar uno? Obvio que no, de hecho, la propia regulación ya eximía a los capitanes argentinos (igual redujimos la cantidad de viajes necesarios para acreditar ese conocimiento), ahora el Decreto 690/26 con firma de @JMilei, @diegosantilli, @monetoliva, @presti y quien escribe, extiende la exención a los capitanes extranjeros. Para acotar la necesidad de contratar un servicio innecesario también ampliamos las dimensiones de los buques a partir de los cuales es obligatorio contratar práctico y definimos áreas enteramente libres de la necesidad de contratarlos. A su vez, se extiende a buques extranjeros un régimen similar pero más flexible en ciertas áreas (por ejemplo, de Santa Fe hacia el norte), conocido como baqueanos, que ya había quedado restringido únicamente a quienes lleven cargas peligrosas o convoyes de gran porte. El sistema también había montado barreras de entrada para los prestadores: reduciendo la competencia y escalando los precios. Hasta hoy, para obtener el título de práctico se exigían requisitos que se duplicaban. Previo a la titulación se pedían entre 12 y 18 viajes (dependiendo de la zona) en cargo de capitán. Una vez verificado el cumplimiento, se los convocaba a realizar viajes de práctica que, nuevamente, dependiendo de la zona, variaban entre 10 y 20 de ida y de regreso. Eliminamos el primer paso y redujimos los viajes necesarios en el segundo. También eliminamos la segmentación geográfica del mercado: Con el antiguo reglamento un mismo recorrido podía requerir un práctico para un tramo, otro para el siguiente y otro para ingresar al puerto. El resultado era que el usuario terminaba pagando una segmentación creada por la propia regulación. Y todavía había otro privilegio escondido. Para embarcar un práctico hace falta trasladarlo hasta el buque. Sin embargo, la regulación terminó concentrando también ese servicio. Las condiciones para habilitar un buque para trasladar un práctico eran más difíciles que las que hay para lanzar un portaaviones (claro, no vaya a ser que el práctico, que supuestamente va a llevar a salvo un buque no puede evaluar el barquito con el cual llega al barco que tiene que guiar). Toda esta pantomima tenía como único fin limitar la oferta y poder cobrar lo que quisiesen (ver gráfico). En el nuevo esquema cualquier embarcación comercial que cumpla las normas de seguridad podrá certificarse para realizar el traslado de los prácticos. También habilitamos a la Prefectura a habilitar temporalmente a capitanes con conocimiento de la zona para brindar los servicios de practicaje cuando el flujo de comercio exterior se vea interrumpido o amenazado. Los propios integrantes de prefectura podrán también brindar el servicio. La Argentina necesita que sus ríos sean una autopista para el desarrollo, no un kiosco regulatorio. Gracias a la Ministra de Seguridad Nacional @AleMonteoliva, y en su equipo a @FKusnier, @DiegoMFleitas1 y Marianella Bono y, desde ya, a todo el equipo de @PrefecturaNaval. En el Ministerio de Defensa, gracias al Secretario de Estrategia y Asuntos Militares, el General Jorge Puebla. También quiero agradecer al Director Ejecutivo de la Agencia Nacional de Puertos y Navegación @inakiarreseygor y su equipo, entre los que hay que destacar a Cristian Rigueiro. En @MinDesreg_Ar gracias al Secretario de Transformación @MaxiFarina, Cecilia Domínguez, @I_duran1 y a @theovonk_. Y finalmente, gracias a la Secretaría Legal y Técnica, a cargo de María Ibarzabal. VLLC! #Argentina #Practicaje #Desarrollo

El artículo narra el exitoso camino de la selección española en el Mundial 2026, donde logró siete victorias y un empate, culminando en la conquista de su segunda estrella tras vencer a Argentina en la final, todo ilustrado con gráficos, vídeos e imágenes. #Mundial2026 #EspañaCampeón #FútbolVisual

El camino visual de España en un Mundial para la historia

Es literalmente un pelo. Le tenemos que creer a un gráfico en la repetición. Habría que preguntarse si llevar el reglamento hasta el extremo es seguir el espíritu de la norma si delegamos el juicio en herramientas que no podemos mesurar. #gráficos #normativa #juicio

Jamás le perdonarán a Jon González que generara tantísima ilusión entre la gente joven porque les hizo ver que no estaban condenados a su precariedad, a la vivienda imposible, o los bajos salarios. Que si la política no toma otras decisiones es porque tiene otros intereses electorales. ¡Oh, escándalo! Jon tenía un trabajo. Ahora resulta que las únicas opiniones legítimas en el debate público son los argumentarios del poder, las de los partidos. Nada de aportar gráficos con datos de fuentes oficiales que molesten a la narrativa oficial sobre que vamos como un cohete. Fue un placer charlar sobre ello con @carlospadilla_3 en su programa, Contrapoder de @viOnemedia. https://t.co/KVzObeqPTY #Política #Juventud #Precariedad

João Castro Jun 13

Uma das melhores páginas para se seguir durante o Mundial. Análise bem resumida com dados e gráficos. Gosto fundamentalmente da objetividade, sem dados a mais , com a quantidade certa de dados e considerações. #Mundial #Futebol #Análise

LTA MOD Jun 11

🌎 ¡BIENVENIDOS AL DLC DEL MUNDIAL PARA LTA MOD! Sobre la sólida base de LTA MOD llega una de nuestras actualizaciones más ambiciosas hasta la fecha. ⚽ Copa Mundial FIFA 2026 completamente ambientada. 🏟️ Nuevos gráficos, fondos y presentación. 🏆 Grupos reales del Mundial. 🔥 Modo Road To Glory con eliminatorias, repechajes y clasificación al Mundial. 🌎 Selecciones actualizadas para una experiencia mundialista completa. Además, el mod principal también recibe una gran actualización: 👤 Nuevas caras y actualización de muchas existentes. 👕 Nuevos kits y mejoras visuales. 🧥 Nuevas jackets y contenido gráfico adicional. Y como gran novedad presentamos el nuevo: 🔄 Switcher Integrado de Marcadores Los marcadores cambian automáticamente según la competición que estés jugando, sin mover archivos, sin configuraciones manuales y sin aplicaciones externas. ⚠️ IMPORTANTE • Los modos Carrera de versiones anteriores ya no son compatibles con esta versión. • Incluimos un Mod de Retrocompatibilidad para quienes deseen continuar partidas antiguas. Lean las instrucciones antes de usarlo. • Los errores o problemas derivados del uso de la Retrocompatibilidad no tienen soporte y no serán considerados reportables. • Este parche fue desarrollado y probado sobre una copia original de EA Sports FC. Desconocemos el comportamiento del mod en versiones Showcase, modificadas o crackeadas del juego. Si deciden utilizarlo en dichas versiones, será bajo su propia responsabilidad y no brindaremos soporte ni recibiremos reportes relacionados con ese entorno. • Live Editor sigue siendo obligatorio. • Es obligatorio ejecutar el Instalador de Scripts. • LTA MOD añade una gran cantidad de contenido y requiere más recursos que el juego base. • Recomendamos disponer de suficiente espacio libre en disco y, de ser posible, tener tanto el juego como el mod instalados en un SSD. Gracias por acompañarnos una vez más y por seguir haciendo crecer esta comunidad. Nos vemos en julio. ¡Disfruten del Mundial y de todo lo nuevo que trae LTA MOD! DESCARGA: https://t.co/CU7dOLkCwZ #FIFAMundial #LTAMod #Videojuegos

ARGENTINA SALDA OTRA DEUDA HISTÓRICA E IMPLEMENTA UNA GRAN REFORMA ESTRUCTURAL: LA QUE NOS PERMITIRÁ LLEGAR A LA FRONTERA TECNOLÓGICA EN PRODUCCIÓN AGRICOLA. Lo hace la Resolución Conjunta 3/26 de la Secretaría de Agricultura y el Instituto Nacional de Semillas (INASE), con firmas de Sergio Iraeta y Martín Famulari. Vamos a ilustrar de que se trata con un ejemplo que comienza con una pregunta. ¿Por qué una hectárea de algodón en Chaco rinde unos 600 kg de fibra cuando en Brasil los rindes son de más de 1800 kg? Porque en Argentina no se respeta el derecho de propiedad de las semillas mientras que en Brasil sí. Entonces hay semillas disponibles en Brasil, que no vienen a la Argentina. En otras palabras, por no respetar esos derechos de propiedad nos hemos retrasado en la calidad de las semillas que usan nuestros productores. No es solo el algodón, el crecimiento en la productividad de nuestra soja viene siendo la mitad de la velocidad mundial hace décadas. El retraso ocurre también en el trigo, el tabaco y otros cultivos. Se da el absurdo que, siendo líderes mundiales en producción de semillas, nuestras empresas dejan Argentina. Los brasileños terminan usando semillas hechas por empresas argentinas y científicos argentinos que los agricultores argentinos no pueden usar. Los gráficos que adjunto muestran ese atraso tomando como referencia UPOV 91 que fue un marco en el cual se reforzaron los derechos de propiedad en semillas a nivel mundial (igual esta resolución no tiene relación alguna con UPOV). Una clarificación técnica, para el que no conoce el tema. Las semillas se dividen en dos tipos: híbridas y autogamas. Las semillas híbridas tienen la característica que no se pueden volver a sembrar, lo cual obliga al productor a comprar una semilla nueva en cada campaña. El maíz es híbrido, y si se fijan en el gráfico que adjunto, por este motivo nuestra productividad en maíz viene creciendo al ritmo internacional. Las autogamas son las especies para las cuales no hay híbridos y por ende si no hay un sistema de protección de la propiedad intelectual, son pasibles de ser reproducidas y revendidas sin control. Que es lo mismo que decir que si no existe esa protección no se venderán. Es el resto de los cultivos en los otros gráficos donde se ve claramente como nos hemos retrasado. (Brasil el año pasado registró 330 variedades de soja y acá solo 23). Hace años que Argentina da vueltas a este problema de mejorar su pool de semillas sin poder encontrar la forma. La Ley de Semillas 20.247 no es un obstáculo, porque establece el derecho de propiedad de manera clarísima. El tema es que el INASE no tenía capacidad (ni voluntad) de fiscalizar. Además, como ocurre siempre, el Estado, en este caso el INASE, sobrecargaba a la cadena formal de semillas con un montón de controles y sobrecostos, mientras el segmento ilegal (que lleva el nombre de bolsa blanca) se mataba de risa. También resultaba difícil tener una conversación adulta con las partes involucradas. Las entidades rurales estaban focalizadas en el tema retenciones (que políticamente saben que les rinde con sus bases) y pareciera que no estaban dispuestas a hablar de otra cosa que no sea eso –aun cuando lo que se discutiera fuera algo que aumentara la producción 20, 50 o 100%-. Los semilleros, a su vez, no querían ninguna acción que no fuera el reconocimiento pleno de la propiedad intelectual de todas las semillas. En esa conversación tuvimos una parálisis de 30 años. El presidente @JMilei nos pidió resolver esto de manera inmediata, pero con una condición adicional: no quería que ningún productor se viera perjudicado. Es decir, que el desafío era, permitir y proteger el derecho de propiedad de la comercialización de las semillas de mejor calidad, al mismo tiempo de no lesionar en nada la ecuación económica de ningún productor. Por suerte, la tecnología venía cambiando muy rápido, lo que, sumado a un diseño político inteligente, nos permitió encontrar una tangente para resolver el desafío que nos había planteado el presidente. Veamos. Hoy, todas las entregas de semillas se revisan, porque hoy el testeo es con un scanner e inteligencia artificial. Con un costo casi ínfimo se puede saber la genética de la semilla que se entrega con un alto grado de precisión. Entonces, ¿cuál es la solución propuesta? Primero, pasarle el control al sector privado que ya lo hace, que sabe cómo hacerlo y que lo hace eficientemente. Se firma un convenio con INASE para garantizar un protocolo para la toma de la muestra y la conservación de las contramuestras. Cuando surge un cargamento donde no se pagó la propiedad intelectual los privados se tienen que arreglar entre ellos (esto es, el dueño de la semilla y el productor que trae el grano). Solo si no hay acuerdo pueden ir al INASE que actúa como tribunal de alzada. En principio, dicho sea de paso, no debería llegar nada al INASE. Ahora, y este es el punto clave, este sistema se implementa, pero solo para las semillas que se registran de acá en más. Esta es la manera de cumplir lo que pidió el presidente. Volvamos al Chaco para entenderlo. Si un productor quiere seguir produciendo 650kg por hectárea puede hacerlo igual que hoy. No pasa nada y sigue igual. Pero con el nuevo esquema el que tiene para ofrecer una semilla que produce 1800kg tiene la tranquilidad que, si la vende, va a poder proteger su propiedad intelectual. La comprará un productor si le conviene. De esta manera defendemos el derecho del productor a comprar esa semilla de mayor calidad y que hoy no podía porque nadie se la ofrecía, al tiempo que el que quiera seguir como hoy puede hacerlo. ¿Quiere decir que el año que viene la cosecha de algodón del Chaco se va a duplicar o triplicar? No necesariamente. Ahora necesitamos que el sector privado recoja el guante. Que se firmen los convenios para el protocolo con el INASE. El INASE también debe terminar de establecer los protocolos para las muestras de cada cultivo. En algodón ni siquiera está hecho (sí lo está en soja, sorgo y otros productos). Pero este cambio ¿permitiría que dupliquemos la producción de algodón en Chaco en un par de años? La respuesta en un contundente sí. Nuestras estimaciones indican que, simplemente, por acercarnos a la frontera -tenemos 30 años de atraso tecnológico por recuperar-, aumentaremos las exportaciones agrícolas, de mínima, en unos 4.000 millones de dólares anuales (ver el link al final de esta nota para un informe). La verdad, es que no sabemos cuánto es la ganancia potencial, pero sí sabemos que, en un mundo con tanto cambio tecnológico, lo único que no podemos hacer es quedarnos atrás. Además, nuestras empresas en este sector son las mejores del mundo, las necesitamos acá por encima de todas las cosas. No que se vayan a otro país. En fin, otra gran reforma estructural que avanza. Como dije al comienzo, la resolución conjunta que permite este cambio fue firmada por el Secretario de Agricultura, Sergio Iraeta y el presidente del INASE Martin Famulari, ambos bajo la mirada atenta de @PALavigne83, Secretario Coordinador de Producción del @MinEconomia_Ar y todos funcionarios de @LuisCaputoAR. Se llegó a eso luego de un largo recorrido con varias reuniones técnicas entre la Secretaria de Agricultura, los equipos del @MinDesreg_Ar y los actores del sector (representantes del sector, acopiadores, semilleros, etc.) @martinf591 de Agricultura fue absolutamente clave en el proceso, así como lo fue el Secretario de Desregulación @alejandrocacace, secundado por @Eugenio__Mari, Subsecretario de Reformas Estructurales. @ParetoOptimo (Santiago Franco) y su equipo de datos nos aportaron el apoyo de datos para llevar adelante la discusión. De mi lado quiero darle un reconocimiento especial a Alejandro y a los dos Martines (Fernández y Famulari) que batallaron contra el escepticismo y los miedos de los actores. Argentina vive llena de miedo. Miedo al cambio, miedo al progreso, miedo a abrirse a nuevas oportunidades. Pero el miedo está en nuestra cabeza y la de nuestros dirigentes. No está en la gran masa de productores argentinos que todos los días nos sorprenden con su capacidad para innovar y cambiar. A estos tres héroes que lograron esta gran reforma ¡salud! VLLC! https://t.co/Sbg5CFqzN9 #Argentina #Agricultura #ReformaEstructural

DIMENSIONAN LO GRANDE QUE ES ESTO! 🤯👇 A pesar de nuevos lanzamientos SWIM sigue CORONANDOSE como la canción del 2026 con el MAYOR DEBUT en los gráficos de Spotify ¿Se imaginan un Top 2 con Come Over? Podemos hacerlo realidad, A PREPARARNOS PARA DARLO TODO, MAS RÉCORDS 👀💪 https://t.co/El6P5c2nK3 #Música #Éxito #Spotify

BFR MANGA 🧤🌟 Além da BFR Dalva, o Glorioso apresenta a BFR Manga, fonte do Fogão feita em parceria com a Naipe Foundry! 🔥 Potente e contundente, inspirada nos letterings das camisas dos goleiros dos anos 60, especialmente o lendário Manga. Ela é usada em tudo, desde logos do clube, SAF e Botafogo Store até campanhas e destaques gráficos, já estando presente nas comunicações oficias do Glorioso desde 2025! #BFR #BFR #manga #design

Queria aqui fazer um agradecimento ao @mundonabola pela ajuda com esse início do canal, tanto com dicas valiosas quanto com meter a mão na massa para contribuir com elementos gráficos. Conheço a pouco tempo e tem se revelado uma pessoa muito generosa #Agradecimento #Colaboração #CanalYoutube

Así se engaña, con gráficos donde 253 mil está más abajo que 247 mil o 250 mil. Y la “reducción” es de 218 mil hectáreas que había al comenzar el gobierno, a 253 mil terminando https://t.co/Dk8svvJAx4 #Gráficos #Desinformación #Política