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A quem Cármen Lúcia pediu desculpas? Ontem, no STF, a ministra Cármen Lúcia pediu desculpas ao povo brasileiro. Foi um momento solene, quase comovente. Mas fiquei com uma dúvida inconveniente: desculpas exatamente pelo quê? Seriam para Débora do Batom, que recebeu 14 anos de prisão em julgamento no qual a própria ministra votou pela condenação? Ou para os brasileiros que consideram desproporcionais muitas das prisões e penas decorrentes do 8 de janeiro? Talvez, depois de tantos anos, tenha surgido no Supremo uma descoberta extraordinária: a de que a Constituição também deve proteger aqueles de quem não gostamos. Ou seriam desculpas aos “200 milhões de tiranos”? Talvez a ministra tenha percebido que o brasileiro comum, esse personagem incômodo que trabalha, paga impostos e ocasionalmente insiste em ter opinião própria, não seja afinal um tirano tão perigoso. Ou, quem sabe, as desculpas fossem destinadas a uma plateia mais refinada: juristas, jornalistas e intelectuais que toleraram medidas excepcionais porque acreditavam que elas seriam usadas apenas contra Jair Bolsonaro. A estes, o pedido poderia ser mais específico: “Perdão. Prometemos que a excepcionalidade terminaria quando o inimigo fosse derrotado. Esquecemos apenas de mencionar que poderes extraordinários raramente percebem quando chegou a hora de ir embora.” Desde 2019, Cármen Lúcia esteve lá. Assistiu ao nascimento do inquérito das fake news, aberto de ofício e alvo desde então de intensa controvérsia jurídica. Viu suas fronteiras se expandirem. Participou dos julgamentos do 8 de janeiro. Durante todo esse tempo, críticos denunciaram violações ao devido processo legal, desproporcionalidade de penas e concentração excessiva de poderes. O Supremo rejeitou essas críticas. Agora, quando as divergências e acusações alcançam o interior da própria Corte, surge o constrangimento. É uma peculiaridade humana bastante antiga: o abuso costuma parecer muito mais nítido quando deixa de visitar a casa do adversário e toca a campainha da nossa. Talvez, porém, estejamos procurando profundidade demais onde havia apenas cerimônia. Talvez Cármen Lúcia tenha pedido desculpas simplesmente porque, diante do espetáculo de ontem, alguém precisava parecer constrangido. Uma espécie de “foi mal, pessoal” institucional: suficientemente grave para os jornais da noite, suficientemente vago para não reconhecer erro algum. Afinal, pedir desculpas sem dizer pelo quê é uma invenção admirável: preserva-se a aparência do arrependimento sem o inconveniente de assumir responsabilidade. Não sei a quem Cármen Lúcia pediu desculpas. Mas seria útil que explicasse. Se acredita que o Supremo cometeu excessos, diga quais. Se entende que direitos fundamentais foram violados, diga quando. Se considera que penas foram desproporcionais, ajude a corrigi-las. E, se acredita que nada disso aconteceu, então explique por que pediu desculpas. Porque o Brasil não precisa de uma fotografia de uma ministra constrangida para o Jornal Nacional. Precisa saber do que, exatamente, ela se arrepende. #CármenLúcia #STF #Justiça

As previsões dos jornais desportivos para o 11 do Benfica em casa do AC Milan. Eu, sinceramente, rodava mais do que isto. Conheço este clube e a sua sina de lesões estúpidas... https://t.co/EPhYARTOeX #Benfica #ACMilan #Futebol

The BRICS Summit may not have made headlines in newspapers, but it is a moment to be noted, especially in the complex and unpredictable international context we live in. It is a pragmatic political platform, more focused on projecting power than on defending common values. (translated)

Já que jornais não têm memória me permita relembrá-los: Em 2023, Alexandre de Moraes acusou uma família inteira de agredir a ele e seu filho no aeroporto de Roma. Tudo teria sido gravado em vídeo. Pois bem. O vídeo foi enviado da Itália para o Brasil. A defesa da família pediu uma cópia e teve seu pedido negado por Gilmar Mendes e sua turma. Sim, eles tiveram que fazer sua defesa sem acesso à principal prova do caso. Essa era a jurisprudência da Corte até ontem. Que nojo desse povo. #Justiça #DireitosHumanos #LiberdadeDeImprensa

Resumindo: o Vasco até monitora o movimento de rescisão, mas, como dito na noite da última quarta-feira (9), e confirmado por O Globo, além de jornais ingleses, ele foi ruim para o negócio de forma geral. Lembrando que o Vasco foi pego de surpresa. O Tottenham se sente seguro, por mais que Richarlison tenha argumentos. A compra ainda é o melhor caminho. Depende da condução do jogador e, depois dessa chuva de notícias, da boa vontade do clube inglês. #Vasco #Tottenham #Futebol

⚠️ Sobre a “Lei Webster”, que tem sido utilizada para pautar o possível movimento de Richarlison na justiça, vale detalhar de acordo com ouvi de um advogado desportivo: Richarlison está fora do período protegido da FIFA porque assinou em 2022 e já se passaram os 3 anos. Então o atacante até pode tentar romper o contrato, mas não significa que sairia de graça. Se entenderem que foi sem justa causa, a FIFA pode interpretar que há margem para ter indenização para o Tottenham. Só que o caso pode ser baseado de outra forma. O Tottenham não o inscreveu na Premier League, tirou Richarlison do elenco principal e o colocou pra treinar com o Sub-21. Aí a discussão muda de figura pois não é simplesmente “o treinador não está escalando”. O clube está efetivamente afastando o jogador da atividade esportiva principal. Isso dá argumento suficiente para discutir justa causa. Não quer dizer que o atacante brasileiro ganha automaticamente. O Tottenham pode alegar que foi o próprio Richarlison que pediu pra sair. E, quando o Everton fez uma proposta pelo atacante, o Tottenham aceitou, mas o brasileiro discordou da condução e negou. O Spurs pode afirmar: “Você pediu para sair, eu aceitei uma proposta por você e você não quis. Não me restou alternativa”. De Zerbi, técnico do Tottenham, falou sobre: 1. https://t.co/DUzS4qMJb8 2. https://t.co/U7CLh8Js6R 3. https://t.co/mqiQHVRHA4 Entretanto juridicamente começa a ficar uma briga mais plausível para Richarlison, mesmo sendo “guerra”. O jogador pode alegar que o Tottenham recusou a proposta do Trabzonspor, da Turquia, de cerca de 20M de euros. Ao mesmo tempo o Tottenham também se sente seguro. Richarlison treinou com o grupo nesta semana, segundo relatos dos jornais ingleses, e a temporada não tem jogos o suficiente para constatar que ele participou de menos de 10% das partidas oficiais do clube. https://t.co/6nNCbyhyiR E O VASCO? E depois do caso Diarra (https://t.co/eSwGw7HqVH) também mudou bastante a situação de quem contratar o atleta. O clube fica mais protegido, tendo a ação somente entre o jogador e ex-clube. Antes o novo clube entraria automaticamente na responsabilidade pela rescisão. O Tottenham, agora, teria que demonstrar que o Vasco, por exemplo, efetivamente induziu o jogador a romper. O que não é o caso. Então, falar que ele simplesmente “usa a Lei Webster e sai de graça” está equivocado. A discussão existe e é complexa, com os 2 lados tendo bons argumentos. Mas o combo “não inscrição + afastamento do profissional + treino com Sub-21 + estar fora do período protegido” dão, sim, bastante material jurídico pra ele pressionar o Tottenham e eventualmente discutir uma rescisão por justa causa. O que não significa que isso se resolverá em 2 dias. É uma batalha jurídica. “RICHARLISON VEM?” Diante do cenário apresentado, o Vasco segue monitorando e com a proposta de pé por Richarlison. O clube está disposto e pronto até para viajar para Londres e resolver a questão. Internamente e pessoas ligadas à operação acreditam que o melhor caminho segue sendo a compra com o Tottenham, convencendo Richarlison de que a rescisão unilateral não seria o ideal para o negócio e pelo tempo restante de janela. O Vasco, como já informei, estaria aberto a colocar uma cláusula de liberação flexível para convencer Richarlison a assinar o contrato de 4 anos e, caso receba propostas vantajosas em 2027, siga sua carreira. Seguiremos acompanhando. #CanaldoPedrosa #Richarlison #Tottenham #LeiWebster

O início do fim de Alexandre de Moraes Lula largou a mão do Alexandre de Moraes e Edson Fachin tenta equilibrar os pratos dentro do Supremo. Há vários aspectos a serem considerados aqui, mas já posso adiantar que André Mendonça vê saldo positivo na crise e agora vai se preparar para o dia 15, quando o plenário julgará a abertura de uma investigação contra Alexandre de Moraes por sua relação promíscua com Daniel Vorcaro. A declaração de Lula sobre abrir "os sigilos do caso Master" serve como senha para seus aliados no STF seguirem em frente na fritura do colega. A explicação para esse movimento está nas pesquisas de intenção de voto, que mostram o petista sendo arrastado para a vala do Master junto ao ministro, enquanto Flávio Bolsonaro se descola do Dark Horse. Vendo Lula desidratando e editoriais de jornais e empresários pedindo providências para estancar a crise no STF, Fachin também se sentiu autorizado a fazer o gesto mais importante de sua gestão: revogou a designação de Moraes como relator do ignóbil inquérito das Fake News, assumindo a tarefa de encerrá-lo após 7 anos. Não é um mero ato administrativo, mas um soco no estômago do atual vice-presidente da Corte. Quando arquivar definitivamente o AI-5 do STF, Fachin encerrará também milhares de PETs que foram brotando de sua matriz -- alguns calculam em 10 mil mini-inquéritos. Não é pouca coisa. É o início do fim das injustiças contra milhares de cidadãos, incluindo parlamentares, ativistas, jornalistas e empresários. É a antessala da dosimetria. O início do fim do tirano de toga e do capítulo mais sombrio da histórica recente da República. Sobre o Andrei Rodrigues, é preciso também cautela. Fachin deu 48h para ele explicar o dossiê sobre Mendonça e nada impede que decida, por fim, afastá-lo do cargo. Trata-se de uma necessidade imperiosa, considerando as seguidas tentativas de obstrução das investigações do Master pela PF Paralela e também de ações de fishing expedition contra Flávio. Ao anular a reintegração decidida por Flávio Dino e seu endosso às práticas ilícitas de Andrei, Fachin indicou que pretende fechar a fábrica de dossiês - da qual provavelmente foi alvo. Não é possível, afinal, permitir investigações clandestinas sobre ministros do Supremo ou qualquer outro cidadão, autoridade ou não. É o caminho para impedir novas operações de fishing expedition contra Flávio Bolsonaro, garantindo assim um mínimo de equilíbrio na disputa eleitoral. Talvez, Fachin compreenda que uma eventual vitória de Lula, maculada pela interferência judicial, não será reconhecida pelos EUA e pela maioria dos vizinhos latino-americanos. Naturalmente, em meio a tantas notícias boas, tem quem enxergue na anulação da decisão de Mendonça sobre Andrei um desrespeito ao ministro e à Segunda Turma, mas vale frisar que o resultado não chegou a ser formalizado, pois o julgamento já estava paralisado por um pedido de vista de Gilmar Mendes quando Luiz Fux e Nunes Marques anteciparam seus votos. Enquanto muitos sentem cheiro de pizza, eu sinto cheiro de sangue em Brasília. #STF #Política #Justiça

Os jornais caindo em cima de Mendonça, como se fosse ele a causa da degradação no Supremo e não Alexandre de Moraes, que mantinha relações promíscuas com Daniel Vorcaro e que mentiu sobre ser o destinatário das mensagens nas quais o fraudador demandou a proteção de Andrei Rodrigues e Paulo Gonet e pediu conselho sobre o melhor momento para fugir do país. #Supremo #Justiça #Política

De todos os escândalos vividos no Brasil nas últimas décadas, nada é mais claramente provado do que a dobradinha Vorcaro/Bolsonaro. É uma aliança que une tudo: da grana à política, dos negócios às festas, dos favores e até à religião. O envolvimento de outras áreas fora do bolsonarismo com Vorcaro é circunstancial e uma estratégia oportunista que visava fortalecer a defesa dos grupos. O que impede nossa mídia corporativa, que está sempre em busca da "maior crise da nossa história", de apontar de forma clara este conluio é o juramento eterno de perseguição a Lula. Nossa mídia não se permite admitir que um escândalo dessa proporção tenha nascido, crescido e expandido no campo da direita mais moralista e reacionária que tivemos. Por isso o esforço concentrado em não deixar vir a público os dados mais dramáticos dessa trama de Vorcaro, onde o bolsonarismo a acompanha do começo ao fim. Do nascimento na Igreja Lagoinha — uma fortaleza da extrema direita bolsonarista que se espalha por outras denominações evangélicas — ao salto de Vorcaro para comprar um banco (na gestão Roberto Campos no Banco Central), até criar um mundo de fraudes (na gestão do mesmo bolsonarista no Banco Central), até receber proteção política, onde o bolsonarismo se destaca. Tudo em Vorcaro está no campo do bolsonarismo, e qualquer ação fora dessa área é para fortalecer e defender o negócio. E tudo isso que vemos veio a público sem nenhum esforço da mídia corporativa. Os grandes jornais, TVs, rádios ficaram destacando seus esforços para o "Lulinha", para gastos da Janja ou para um ou outro tropeço do governo, enquanto uma jamanta de irregularidades transportava a dupla Vorcaro/Bolsonaro. E tudo que sabemos veio por mídia alternativa, como o áudio avassalador do The Intercept, onde o candidato narra de forma mais escrachada uma mordida de grana para seus projetos. E assim foi com tudo o que ficamos sabendo de fotos, fatos, reuniões ou festas. Nada veio pela mídia corporativa, na qual o projeto único e permanente é atacar o presidente Lula. Para desespero de nossa elite, sempre reacionária, pouco culta e muito barulhenta, chegamos às portas da eleição, onde o candidato delas tem a situação mais escrachada e provada de um escândalo de tomada de dinheiro, sem que possam criar qualquer narrativa diversionista. Ligue a TV, o rádio ou leia os jornais, e você verá denúncias que não são denúncias e crises que não são crises. Pouco verá do mais provado escândalo financeiro-político do país. #Bolsonaro #escândalo #mídia

Carlos Alberto Sardemberg 👇 “Muitos analistas sugeriram que Alexandre de Moraes deveria renunciar ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) diante da revelação dos fortes indícios de relações impróprias com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Afastado, Moraes contrataria um bom advogado e se dedicaria a sua defesa. Seria, de fato, uma atitude republicana, levando em conta os interesses do país — dado o tamanho do caso — e preservando o próprio STF. Se fizesse isso, Moraes se despiria da couraça que o protege — o poder do cargo — e perderia o foro privilegiado. Voltaria a ser um brasileiro comum, embora rico. Especulando: que condições deveriam estar presentes para que Moraes tomasse tal decisão? Duas: a convicção pessoal de que é inocente e a certeza de que teria um julgamento justo. Tire o leitor suas próprias conclusões — mas Moraes não apenas permaneceu no cargo, como usou seus poderes para atacar, não para se defender. Atacou o ministro André Mendonça, que havia tornado público o relatório da Polícia Federal (PF) em que aparecem fortes indícios de que Moraes mantinha as tais relações impróprias com Vorcaro. Aliás, “relações impróprias” é a expressão mais leve que se pode aplicar ao caso. Pelos três grandes jornais brasileiros, muitos se referiram a Moraes como advogado, conselheiro ou funcionário do banqueiro que praticou a maior fraude financeira da História brasileira. (…) Muitos juristas opinaram sobre o caso. Alguns disseram que a atitude de Mendonça pode ter atropelado o devido processo legal. Outros afirmaram que o ministro relator tem a prerrogativa de mandar investigar. Aliás, no inquérito das fake news, Alexandre de Moraes fez isso diversas vezes — e logo determinando mandados de prisão, busca, apreensão e censura. Mendonça não fez nada parecido. Não pediu a apreensão para perícia dos celulares de Moraes, onde podem estar as respostas a Vorcaro. De todo modo, depois do formal, resta o conteúdo — não contestado nem por Moraes, nem por Gonet. E o conteúdo é devastador. De maneira que ficamos assim: de um lado, Mendonça recomenda a investigação de Moraes, com base no relatório (oficial) da PF que apanhou as 51 conversas entre o ex-banqueiro e o ministro. Os crimes apontados são advocacia administrativa, corrupção, prevaricação e exploração de prestígio. Dá cadeia. De outro, Moraes pede a investigação de Mendonça, por vícios formais no processo. O presidente do STF, Edson Fachin, chamou os dois processos para seu gabinete. E deu prazo de cinco dias úteis para que todos os envolvidos se manifestem. O pessoal do abafa, a longa fileira de autoridades que se beneficiaram do dinheiro de Vorcaro, já está em campo. A tese: um caso anula o outro, um empate. Assim, segue o argumento, ou os dois ministros estão inocentados ou os dois devem ser punidos. Não poderia haver ofensa maior ao povo brasileiro. Não há empate. Um ministro aparece como interlocutor e consultor de um fraudador do sistema financeiro. Esse é o conteúdo. Outro ministro talvez tenha ido além de sua autoridade formal. Parece claro, mas já ofenderam o povo tantas vezes.” #STF #justiça #política

As manifestações deste 7 de Setembro viraram um verdadeiro termômetro para o destino do Brasil. E quem diz isso é a colunista Roseann Kennedy, do Estadão: os atos devem funcionar como um “termômetro” para o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, decidir como conduzir o confronto aberto entre Alexandre de Moraes e André Mendonça. A informação expõe a dimensão da crise instalada na Corte; Fachin passou a centralizar os procedimentos que envolvem os dois ministros depois que Moraes pediu investigação contra Mendonça, acusando-o de abuso de autoridade, improbidade e parcialidade na condução de apurações ligadas ao Banco Master. Na sexta-feira, 4 de setembro, Fachin retirou o pedido do inquérito das fake news - relatado pelo próprio Moraes - e determinou que fosse tratado em procedimento sob sua presidência. Do outro lado está a apuração sobre mensagens atribuídas a Moraes e Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal e, na véspera do 7 de Setembro, liberou a Petição 16.662 para julgamento presencial no plenário. Agora, cabe a Fachin decidir quando o caso será pautado. Não é somente o presidente do STF que estaria observando a força e o tom das manifestações antes de definir seus próximos movimentos; é também o governo Lula e todos os colaboracionistas envolvidos neste plano de poder. Não se trata mais apenas de divergência jurídica entre ministros - o Supremo atravessa uma crise interna marcada por acusações recíprocas, questionamentos sobre investigações, documentos da Polícia Federal e a própria credibilidade institucional da Corte. Quando até um dos maiores jornais do país registra que as ruas podem pesar na condução desta crise, o recado é evidente - a pressão popular será decisiva, e Brasília está ouvindo. Neste 7 de Setembro, a dimensão dos atos poderá ir muito além de uma fotografia política do país. Ela chega diretamente ao momento em que Fachin terá de decidir se o Supremo enfrentará a crise às claras - ou se continuará tentando sufocá-la atrás das portas fechadas dos gabinetes, enquanto a confiança dos brasileiros nas instituições desmorona do lado de fora. #Brasil #STF #7deSetembro

🚨Os editoriais de hoje dos jornalões pedem a renúncia de Moraes, não acontecerá. Ele sabe que poderá voltar a ser tratado como salvador da pátria, por esses mesmos jornais, se retomar a caça aos bolsonaristas. Também sabe que, ano que vem, se Lula e Alcolumbre estiverem no comando, quem pode se dar mal é Mendonça. Vai aguardar, como Vorcaro, a coisa amainar. Porém, investigado, qualquer tentativa de interferir no procedimento poderá caracterizar obstrução de justiça. Se a briga noticiada ontem com Mendonça ocorresse nesse novo contexto, hoje ele poderia estar preso preventivamente. #Política #Justiça #Brasilidade

### JORNAIS MAIS IMPORTANTE DO PAÍS PEDEM A RENÚNCIA DE ALEXANDRE DE MORAES EM EDITORIAIS. ### FOLHA DE SÃO PAULO DIZ: "A MORAES CABE A RENÚNCIA". ### ESTADÃO DIZ: "MORAES TEM QUE SAIR DO STF". JH Fonseca: https://t.co/jhN8QV5Y50 #Renúncia #STF #Política

Notícias em todos os jornais sobre encontros, mensagens e relações, nada republicanas, entre o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. Será que estamos diante do "MoraesGate"? 🤔 Mas calma. Na Câmara dos Deputados, a URGÊNCIA do dia é outra: aprovar a tramitação acelerada de um projeto para criar mais cargos de desembargador no TRT de Goiás, porque, aparentemente, em Brasília, cada um tem a sua definição de urgência nacional. Eu votei Não a este requerimento e assinei o pedido de impeachment do Alexandre de Moraes - isso sim tem URGÊNCIA. Veja como votou cada deputado de SC: #Política #Brasileirão #Impeachment

Lopez 2w

Renan Santos está ganhando matérias nos principais JORNAIS do mundo. Como eu disse antes, essa decisão foi o maior tiro no pé do TSE. A repercussão só cresce e cada vez mais gente está se unindo contra essa loucura feita por Dias Toffoli. #RenanSantos #TSE #Justiça

🚨URGENTE - Canadá aprova uma lei, chamada de Online News Act, que obriga redes sociais a pagarem jornais toda vez que uma notícia deles aparecessem para alguém Em resposta, o Instagram bloqueou o conteúdo dos jornais para o público da plataforma. https://t.co/s5ziigV7pH #Notícias #Canadá #RedesSociais

O Presidente do FC Porto não exerce o seu mandato para agradar a comentadores, jornalistas ou directores de jornais. Exerce-o para defender, de forma intransigente, os interesses do FC Porto. E no dia em que começar a receber elogios rasgados de quem gosta tanto do clube como eu de coentros e que, regra geral, vive de o atacar, dividir ou condicionar, talvez seja precisamente nessa altura que deva perguntar-se se não estará a fazer alguma coisa mal. Porque quando os adversários de sempre começam a aplaudir-nos, convém perceber se não estaremos, inadvertidamente, a jogar para a bancada deles. Seguimos juntos. #FCPorto #Futebol #Desporto

Os jornais portugueses não sabiam do Lenglet, não sabiam do Kaminski, não sabiam do Durán, não sabiam do Circati, e agora estão todos a dar o Palhinha como fechado. Sounds legit. #Futebol #Transferências #Notícias

TÃO FELIZES QUE NÓS ÉRAMOS "Anda por aí gente com saudades da velha portugalidade. Saudades do nacionalismo, da fronteira, da ditadura, da guerra, da PIDE, de Caxias e do Tarrafal, das cheias do Tejo e do Douro, da tuberculose infantil, das mulheres mortas no parto, dos soldados com madrinhas de guerra, da guerra com padrinhos políticos, dos caramelos espanhóis, do telefone e da televisão como privilégio, do serviço militar obrigatório, do queres fiado toma, dos denunciantes e informadores e, claro, dessa relíquia estimada que é um aparelho de segurança. Eu não ponho flores neste cemitério. Nesse Portugal toda a gente era pobre com exceção de uma ínfima parte da população, os ricos. No meio havia meia dúzia de burgueses esclarecidos, exilados ou educados no estrangeiro, alguns com apelidos que os protegiam, e havia uma classe indistinta constituída por remediados. Uma pequena burguesia sem poder aquisitivo nem filiação ideológica a rasar o que hoje chamamos linha de pobreza. Neste filme a preto e branco, pintado de cinzento para dar cor, podia observar-se o mundo português continental a partir de uma rua. O resto do mundo não existia, estávamos orgulhosamente sós. Numa rua de cidade havia uma mercearia e uma taberna. Às vezes, uma carvoaria ou uma capelista. A mercearia vendia açúcar e farinha fiados. E o bacalhau. Os clientes pagavam os géneros a prestações e quando recebiam o ordenado. Bifes, peixe fino e fruta eram um luxo. A fruta vinha da província, onde camponeses de pouca terra praticavam uma agricultura de subsistência e matavam um porco uma vez por ano. Batatas, peras, maçãs, figos na estação, uvas na vindima, ameixas e de vez em quando uns preciosos pêssegos. As frutas tropicais só existiam nas mercearias de luxo da Baixa. O ananás vinha dos Açores no Natal e era partido em fatias fininhas para render e encharcado em açúcar e vinho do Porto para render mais. Como não havia educação alimentar e a maioria do povo era analfabeta ou semianalfabeta, comia-se açúcar por tudo e por nada e, nas aldeias, para sossegar as crianças que choravam, dava-se uma chucha embebida em açúcar e vinho. A criança crescia com uma bola de trapos por brinquedo, e com dentes cariados e meia anã por falta de proteínas e de vitaminas. Tinha grande probabilidade de morrer na infância, de uma doença sem vacina ou de um acidente por ignorância e falta de vigilância, como beber lixívia. As mães contavam os filhos vivos e os mortos era normal. Tive dez e morreram-me cinco. A altura média do homem lusitano andava pelo metro e sessenta nos dias bons. Havia raquitismo e poliomielite e o povo morria cedo e sem assistência médica. Na aldeia, um João Semana fazia o favor de ver os doentes pobres sem cobrar, por bom coração. Amortalhado a negro, o povo era bruto e brutal. Os homens embebedavam-se com facilidade e batiam nas mulheres, as mulheres não tinham direitos e vingavam-se com crimes que apareciam nos jornais com o título ‘Mulher Mata Marido com Veneno de Ratos’. A violação era comum, dentro e fora do casamento, o patrão tinha direito de pernada, e no campo, tão idealizado, pais e tios ou irmãos mais velhos violavam as filhas, sobrinhas e irmãs. Era assim como um direito constitucional. Havia filhos bastardos com pais anónimos e mães abandonadas que se convertiam em putas. As filhas excedentárias eram mandadas servir nas cidades. Os filhos estudiosos eram mandados para o seminário. Este sistema de escravatura implicava o apartheid. Os criados nunca dirigiam a palavra aos senhores e viviam pelas traseiras. O trabalho infantil era quase obrigatório porque não havia escolaridade obrigatória. As mulheres não frequentavam a universidade e eram entregues pelos pais aos novos proprietários, os maridos. Não podiam ter passaporte nem sair do país sem autorização do homem. A grande viagem do mancebo era para África, nos paquetes da guerra colonial. Aí combatiam por um império desconhecido. A grande viagem da família remediada ao estrangeiro era a Badajoz, a comprar caramelos e castanholas. A fronteira demorava horas a ser cruzada, era preciso desdobrar um milhão de autorizações, era-se maltratado pelos guardas e o suborno era prática comum. De vez em quando, um grande carro passava, de um potentado veloz que não parecia sujeitar se à burocracia do regime que instituíra uma teoria da exceção para os seus acólitos. O suborno e a cunha dominavam o mercado laboral, onde não vigorava a concorrência e onde o corporativismo e o capitalismo rentista imperavam. Salazar dispensava favores a quem o servia. Não havia liberdade de expressão e o lápis da censura aplicava-se a riscar escritores, jornalistas, artistas e afins. Os devaneios políticos eram punidos com perseguição e prisão. Havia presos políticos, exilados e clandestinos. O serviço militar era obrigatório para todos os rapazes e se saíssem de Portugal depois dos quinze anos aqui teriam de voltar para apanhar o barco da soldadesca. A fé era a única coisa que o povo tinha e se lhe tirassem a religião tinha nada. Deus era a esperança numa vida melhor. Depois da morte, evidentemente." Clara Ferreira Alves in "A Pluma Caprichosa", jornal Expresso.

Kim Kataguiri Aug 14

Você está oficialmente convocado para o Primeiro Ato Público da campanha de Renan Santos. Um evento que vai estampar a capa dos jornais e entrar para os livros de história. Estaremos lado a lado, na mesma trincheira! 🗓️ 16 de Agosto 🕛 12h 📍 Largo de São Francisco (em frente à Faculdade de Direito da USP) - São Paulo, SP Acesse https://t.co/8dGrkB2Acq, confirme sua presença e faça parte deste marco. #RenanSantos #AtoPúblico #SãoPaulo