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#Litigi

Un judecător federal din San Francisco a aprobat un acord de 1,5 miliarde de dolari în procesul privind drepturile de autor împotriva companiei de inteligență artificială Anthropic, considerat cel mai mare din istoria litigiilor de acest tip din SUA, în urma acuzațiilor că a folosit fără permisiune cărți pentru antrenarea chatbotului Claude. #drepturidedeautor #inteligențăartificială #proces

SUA. Acord de 1,5 miliarde de dolari aprobat în procesul privind drepturile de autor împotriva companiei de inteligență artificială Anthropic
Digi24 15h

Contestația depusă de ROMATSA împotriva popririi cerute de Pfizer, în cadrul unui litigiului privind o creanță de 3,42 miliarde lei, va fi judecată pe 28 iulie la Bruxelles, iar regia avertizează că resursele financiare sunt insuficiente pentru mai multe săptămâni, ceea ce ar putea afecta siguranța traficului aerian. #ROMATSA #Pfizer #litigiu

Contestația ROMATSA împotriva popririi cerute de Pfizer se judecă pe 28 iulie la Bruxelles. Regia mai are bani pentru câteva săptămâni

Un automobilista di 51 anni è stato arrestato dopo aver accoltellato a morte un uomo di 80 anni, Antonio Greco, a Collegno, in un litigio scaturito mentre l'anziano stava attraversando la strada con il figlio. #Omicidio #Torino #CronacaNera

Si ferma per far attraversare un 80enne, poi il litigio: scende dall’auto e lo uccide a coltellate. Arrestato nel Torinese

ANAF intenționează să preia controlul asupra tranzacțiilor cu criptoactive, dar lipsa unor reglementări contabile și fiscale clare riscă să genereze conflicte între contribuabili și autoritățile fiscale, subliniind nevoia urgentă de clarificări din partea Ministerului Finanțelor, conform avocatei Luisiana Dobrinescu. #cripto #litigii #anaf

ANAF vrea controlul tranzacțiilor cu cripto, pe legislația neclară. Avocat: „Înregistrările contabile, o adevărată aventură”

Una ragazza di 13 anni di Scampia è morta dopo essersi lanciata nel vuoto, presumibilmente a causa di un litigio con la madre sul tema dell'uso del cellulare, lasciando la comunità sconvolta e richiamando l'attenzione sulla necessità di supporto alle famiglie in difficoltà. #Scampia #tragedia #teenager

Litiga con la madre e si lancia nel vuoto a 13 anni, morta sul colpo: l'ipotesi delle discussioni per l'uso del cellulare

În prima jumătate a anului 2026, consumatorii din România au trimis un număr record de cereri de negociere către bănci și instituții financiare non-bancare (IFN-uri) la Centrul de Soluționare Alternativă a Litigiilor în domeniul Bancar (CSALB), dar în timp ce băncile au participat activ la negociere, IFN-urile nu au acceptat nicio solicitare, evidențiind o creștere semnificativă a nemulțumirilor financiare în rândul consumatorilor din cauza situației economice dificile. #IFN #negocieri #CSALB

Sute de cereri, zero negocieri: cum tratează IFN-urile nemulțumirile oamenilor

“Hai richiesto il falò di confronto, perché?” HA LETTERALMENTE VISTO UN LITIGIO DI COPPIA TRA LA SUA FIDANZATA E L’AMANTE #temptationisland #amore #relazioni #drama

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

🚨🚨 LA FIFA RÉPOND À LA NORVÈGE 🇳🇴 APRÈS L'ACTION LITIGIEUSE QUI A MENÉ À L'ÉGALISATION ANGLAISE 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 AVANT LA MI-TEMPS ! Les Norvégiens avaient contesté que le ballon avait touché le câble de la caméra aérienne de la FIFA sur l'action du but anglais. Mais selon les données du Connected Ball, aucun contact n'a été détecté. ❌ 📸 @fifamedia #FIFA #Football #Norvège

ANSA.it 1w

A Loreto, un uomo tunisino di 39 anni ha ucciso la sua ex compagna, lasciandola agonizzante a terra in casa durante un violento litigio, prima di costituirsi dai carabinieri, mentre la città rimane sotto choc per l'ennesimo caso di femminicidio in Italia. #femminicidio #Loreto #violenzadonne

Femminicidio a Loreto, uccide in casa la ex compagna a coltellate
H

🇧🇴🇪🇸🇵🇪 | #Urgente La Fiscalía de Bolivia ha pedido oficialmente a España y Perú información sobre José Luis Rodríguez Zapatero por su presunta mediación a favor del Grupo Gloria. La investigación analiza un supuesto tráfico de influencias tras el pago de 200.000 euros, reconocido por la empresa peruana, mientras la UDEF sostiene que el expresidente intervino para favorecer sus intereses en un millonario litigio en Bolivia. #Bolivia #España #Corrupción

🚨🚨💣 L’ÉGYPTE PORTE PLAINTE CONTRE L’ARBITRAGE ! 🤯🤯🇪🇬 Éliminée par l’Argentine en 8èmes, l’Égypte a déposé une plainte officielle devant la FIFA. La Fédération conteste notamment un but refusé et une action litigieuse avant le 3ème but argentin. Elle réclame aussi la suspension de François Letexier pour la suite du Mondial. 😳 (@TyCSports via @RMCsport) #FIFA #Egypte #Arbitrage

Banca Națională a României a subliniat că litigiile generate de amenzile impuse băncilor de către Consiliul Concurenței în cazul ROBOR ar putea provoca pierderi mai mari decât valoarea sancțiunilor, afectând stabilitatea sectorului bancar și chiar încasările statului. #BNR #ROBOR #ConsiliulConcurentei

BNR sare în apărarea băncilor: Procesele pe ROBOR pot provoca pierderi mai mari decât amenzile date Consiliul Concurenței

El Gobierno neerlandés ha decidido levantar el embargo sobre la sede del Instituto Cervantes en Utrecht, al considerar que la medida vulnera las obligaciones internacionales de Países Bajos y protege la inmunidad de los bienes estatales, en el contexto de un litigio relacionado con los recortes en energías renovables durante el mandato de Mariano Rajoy. #InstitutoCervantes #Renovables #PaísesBajos

El Gobierno neerlandés ordena levantar el embargo sobre la sede del Instituto Cervantes en Utrecht

Curtea de Apel București a respins definitiv cererea Institutului „Elie Wiesel” de a schimba numele străzii „Mircea Vulcănescu”, menținând astfel denumirea actuală și încheiind un litigiu controversat privind memoria publică din România. #Justiție #CurteaDeApel #MirceaVulcănescu

Decizie definitivă: Curtea de Apel București respinge cererea de schimbare a numelui străzii „Mircea Vulcănescu”

Conturile ROMATSA au fost blocate din cauza unei datorii de aproximativ 600 de milioane de euro pe care statul român o are față de Pfizer pentru vaccinurile comandate în timpul pandemiei, iar în prezent se desfășoară negocieri pentru soluționarea litigiului. #ROMATSA #Pfizer #datorii

Cum s-a ajuns la blocarea conturilor ROMATSA în litigiul cu Pfizer. Datoria României ajunge la 600 de milioane de euro
Digi24 3w

Litigiul dintre România și Pfizer a dus la instituirea unei popriri de peste 3,4 miliarde de lei asupra fondurilor gestionate de ROMATSA, în cadrul unei proceduri de executare silită inițiate de compania Pfizer, iar premierul Ilie Bolojan a anunțat că statul român inițiază negocieri pentru deblocarea situației și va contesta procedura de executare în Belgia. #litigiulRomânieiPfizer #ROMATSA #executaresilită

Litigiul dintre România și Pfizer ajunge la ROMATSA: poprire de peste 3,4 miliarde de lei. Bolojan explică de ce a fost vizată regia
Digi24 3w

Consiliul Superior al Magistraturii (CSM) a condamnat „escaladarea fără precedent” a atacurilor publice împotriva instanțelor judecătorești, în contextul reacției Partidului Național Liberal la deciziile Tribunalului București și Tribunalului Ilfov legate de litigiile interne ale partidului, subliniind că independența justiției este esențială pentru statul de drept și că contestațiile trebuie să fie făcute prin căile legale, nu în spațiul public. #CSM #justiție #PNL

CSM denunță o „escaladare fără precedent” a discursului împotriva instanțelor, după reacția PNL privind Congresul atacat în justiție
Digi24 3w

Litigiul dintre România și Pfizer a dus la instituirea unei măsuri de poprire de peste 3,4 miliarde de lei asupra sumelor colectate de EUROCONTROL pentru serviciile de navigație aeriană furnizate de ROMATSA, iar instituția a angajat avocați pentru a căuta soluții legale și a proteja interesele sale. #litigiulDintreRomâniaȘiPfizer #ROMATSA #EUROCONTROL

Litigiul dintre România și Pfizer ajunge la ROMATSA: poprire de peste 3,4 miliarde de lei asupra sumelor colectate de EUROCONTROL
ANSA.it 3w

Una donna di 34 anni è stata arrestata a Civitanova Marche con l'accusa di aver ucciso il suo compagno 62enne, Marco Pennisi, durante un violento litigio, dopo che è stato trovato privo di vita in un lago di sangue nella loro abitazione. #CivitanovaMarche #omicidio #arresto

Ucciso in casa a Civitanova Marche, arrestata la compagna