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Yorgen Fenech has been acquitted of the charges of conspiracy and complicity in the murder of journalist Daphne Caruana Galizia, who was killed in 2017, after the jurors determined that he was not the mastermind behind the crime. (translated)

Daphne Caruana Galizia, assolto Fenech: il miliardario maltese era accusato di essere il mandante dell’omicidio della giornalista
ANSA.it 3h

Yorgen Fenech has been acquitted of charges of conspiracy and complicity in the murder of Daphne Caruana Galizia, despite the evidence presented by the prosecution, while his key witness pointed the finger at former chief of staff Keith Schembri as the mastermind. (translated)

Malta: assolto il presunto mandante dell'omicidio di Daphne Caruana Galizia
Il Post 5h

Entrepreneur Yorgen Fenech has been acquitted of the charges of being the mastermind behind the murder of journalist Daphne Caruana Galizia, who was killed in 2017 by a car bomb, despite some testimonies against him. (translated)

L’uomo accusato di essere il mandante dell’omicidio di Daphne Caruana Galizia è stato assolto

Ponad 2 promile i ucieczka przed policją. Uderzył w radiowóz 33-letni kielczanin próbował uciec przed policjantami, gdy badanie wykazało, że jest nietrzeźwy. Kierowca Hyundaia nie reagował na sygnały do zatrzymania i łamiąc przepisy, uciekał w kierunku Cedzyny. Na ulicy Kieleckiej policjanci zablokowali mu drogę radiowozem. Mężczyzna próbował ominąć pojazd i uderzył w jego tył. Badanie wykazało ponad 2 promile alkoholu. Okazało się również, że nie ma uprawnień do kierowania. 33-latkowi grozi do 5 lat więzienia. W zdarzeniu nikt nie ucierpiał. 🎥 | KMP w Kielcach #alkohol #policja #prawo

Toisin kuin Osmo tuossa esittää, niin valtaosa yhteisöveron alennuksesta kohdentuu suomalaisille pk-yrityksille, ei ”ulkomaisille omistajille”. Kyseessä on siis yrityksen voitostaan maksama vero. Omistajat maksavat yrityksestä ulosotetusta rahasta osinkoveroa. Ja tämä veronalennus nimenomaan kannustaa investoimaan voitot yrityksen tulevaan kasvuun osinkojen maksun sijaan. Olisi hyvä että edes perusasiat ja yritysten toimintalogiikka olisi tiedossa ennen kuin asioihin muodostaa vahvoja kantoja. #pkyritykset #verotus #investointi

Maria Spinelli, a 22-year-old Italian woman, was killed by a single bullet during a shooting at a music festival in Switzerland, leading her family to call for a thorough investigation to clarify the circumstances of the crime and to avoid hasty conclusions. (translated)

“Maria Spinelli uccisa con un solo proiettile”, la ricostruzione degli investigatori svizzeri. La famiglia della vittima: “Follia omicida? Circostanze ancora da chiarire”

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Nenhum parlamentar do PSD/MDB assinou até o momento o pedido de impeachment apresentado ontem contra o Ministro Moraes. No Paraná, um dos nossos adversários ao Governo, o avatar da Frente Ampla do Centrão e também deputado pelo PSD/55, permanece omisso e em silêncio. Já do outro, do PT/PDT nada se espera. #impeachment #Política #Brasil

Nenhum parlamentar do PSD/MDB assinou até o momento o pedido de impeachment apresentado ontem contra o Ministro Moraes. No Paraná, um dos nossos adversário ao Governo, o avatar da Frente Ampla do Centrão e também deputado pelo PSD/55, permanece omisso e em silêncio. Já do outro, do PT/PDT nada se espera. #impeachment #politica #Brasil

Tästä vielä. Nuoria naisia halutaan politiikkaan, sitten kun politiikkaan tulee nuoria naisia, jotka kiinnittävät huomiota omia vapauksiaan yhteiskunnassa heikentäviin kehityskulkuihin, päättävät kokoomusmiehet, ettei naisten oikeuksista saa puhua julkisuudessa. #vaalit2027 #naistenoikeudet #politiikka #nuoret

PUTIN FA COSE Di Marco Travaglio A leggere i media che la sanno lunga, nei tre mesi estivi Putin è riuscito in una serie di misfatti che uno normale faticherebbe a perpetrare in 30 anni (anche perché intanto devasta l’Ucraina e avanza in quel che resta del Donbass). L’ultima è stata truccare il referendum islandese sull’Ue (Riotta su Rep: “Spot e notizie false sui social: l’ombra lunga del Cremlino sul trionfo dei No”). Ma questo è niente. Ha spedito droni in tutto il Nord Europa, camuffandoli così bene che non s’è trovata mezza prova, ma si sa che erano russi, specie quelli ucraini. Ha piazzato un drone esplosivo che però non è esploso all’aeroporto di Lipsia e Merz dice che è suo, anche se pure oggi le prove le porta domani (invece per i gasdotti fatti esplodere per davvero dagli ucraini, Kiev va premiata con più soldi e più armi). E chi ha lasciato lì “un deposito d’armi in un bosco vicino Berlino”? “Sospetti sugli 007 di Mosca” (Rep). Ha incendiato “fabbriche d’armi tra Estonia, Bulgaria e Italia”, a Colleferro, dove Crosetto esclude i russi, ma Iacoboni li sgama: “Il Cremlino assolda gang locali per non lasciare impronte” (Stampa). E ha pure scatenato la “disinformazione per influenzare le elezioni in Sassonia-Anhalt con l’Operazione Matrioska” e screditare “Glucksmann, candidato in Francia” (Foglio), che crolla nei sondaggi non perché è una pippa al sugo detestata dai francesi, ma perché non piace a Putin. Ha infiltrato in Slovenia una tal “Viktorija Krivolucka, nata in Russia e amica della presidente Musar”. Ha fatto una capatina a Vagli di Sotto (Garfagnana, 843 abitanti) per apporre una “targa in memoria di Daria Dugina”, simpaticamente assassinata a Mosca dagli ucraini, fra le proteste di Filippo Sensi per lo “scempio” (non l’omicidio: la targa). Ora prepara “attacchi ibridi” su “Isole Svalbard, Isole Aland, Estonia, Gotland e Corridoio di Suwalki” (Corriere), l’invasione dei “Paesi Baltici, la preda più facile per lo Zar”, della Norvegia “cruciale per Putin” (Domani) e della Gran Bretagna (“Londra si prepara a un attacco russo: ‘Lo faranno, è inevitabile’. Scorte d’acqua e cibo in scatola, in arrivo nuovo ‘manuale’, Corriere). Lì, per portarsi avanti, ha già “rubato i dati di 9 milioni di passeggeri” (Rep). Nei ritagli di tempo, “arruola spie-escort da Hollywood alla rete di Epstein” (Iacoboni), senza dimenticare “le falle del sistema Infantino e la rete dai sauditi a Putin per impadronirsi del calcio” (Rep) dopo aver fallito d’un soffio l’operazione Pirlo. Last but not least, ha riempito Ceuta di marocchini coi “canali russi e la macchina delle fake” (Foglio), ma senza avvisare Calenda, che accusa Meloni di “perder tempo su cinque migranti invece di capire cosa fare se Putin attacca l’Europa”. A proposito: ma non era moribondo? #Putin #Ucraina #Disinformazione

A court opens proceedings against the Government delegate of Ceuta (PSOE) for omission of duty in the invasion. (translated)

🔴 No me creo que el subdelegado del Gobierno en Ceuta sea el responsable de que la información del CNI no llegara al Gobierno. Está siendo investigado por la presunta omisión de información, pero la Ley 11/2002, que regula el CNI, establece que este facilita información al Presidente del Gobierno y al Gobierno de la Nación. Es decir, no puede ser que la información llegue a un subdelegado, este no la comunique y ahí se acabe el recorrido. La responsabilidad política apunta al Gobierno, sobre todo al presidente. Para mí, cabeza de turco. #Ceuta #CNI #Gobierno

Pamela Cisneros, a 49-year-old woman with mental health issues, stabbed to death Bank of America Vice President Erin Piacenti, 32, in Times Square, before being shot dead by police officers who intervened. (translated)

Donna con 2 coltelli a Times Square uccide (a caso) Erin Piacenti: la 32enne era vicepresidente di Bank of America
L

The prosecutors in Milan have requested the trial for Emilio Gabriel Valdez Velazco, accused of the aggravated murder of Aurora Livoli, a 19-year-old girl, whose body was found lifeless after being raped and strangled. (translated)

Omicidio di Aurora Livoli, i pm chiedono il processo per Valdez Velazco
ANSA.it 1d

A former gang member, Duane 'Keffe D' Davis, has been found guilty by the prosecution of first-degree murder for his role in the assassination of rapper Tupac Shakur, which took place 30 years ago in Las Vegas. (translated)

Ex membro di una gang colpevole per l'assassinio del rapper Tupac Shakur

🚨 ACABO DE PEDIR O IMPEACHMENT DE ALEXANDRE DE MORAES. A PF encontrou o contrato de R$ 131 milhões. Os metadados apontam o nome do ministro. O documento previa atuação perante a própria PF. E agora surgem mensagens e cotas de um jato. O RECADO A DAVI ALCOLUMBRE É DIRETO: Se engavetar o pedido de impeachment de Alexandre de Moraes para protegê-lo da investigação do Senado, pedirei o afastamento de Alcolumbre da Presidência da Casa e sua responsabilização. Quem usa a cadeira para blindar autoridade investigada perde a legitimidade para continuar sentado nela. Ou abre o procedimento contra Moraes, ou responderá por escolher a omissão. COLETIVA HOJE ÀS 16h EM FRENTE A PRESIDÊNCIA DO SENADO.! #Impeachment #AlexandreDeMoraes #Senado

ANSA.it 1d

Three brothers were found dead in a restaurant in Apice, where one of them killed the other two with a firearm before taking his own life, causing shock in the local community. (translated)

Uccide i due fratelli e poi si toglie la vita nel ristorante di famiglia
B

GARLASCO: GEMELLE CAPPA, INTERCETTAZIONI SHOCK Vi aspetto stasera alle ore 20.00 in live su #Twitch per il nostro appuntamento con il TG Crime e le #Garlasco #News. Stefania #Cappa denuncia l'avv. De Rensis, il giornalista De Giuseppe e l'ex maresciallo Marchetto con l'accusa di aver organizzato una "regia occulta" mediatica al fine di far convergere su di lei i sospetti rispetto all'omicidio della cugina #Chiara #Poggi. Ma siamo sicuri che non ci sia dietro un meccanismo di proiezione? Sempre più prove, tra #intercettazioni e SIT, dimostrano come già nel 2007 le Cappa fossero impegnate nel far ricadere la colpevolezza su #Alberto #Stasi, accordandosi tra loro per manipolare la narrazione mediatica. Parleremo poi degli sviluppi sul caso #Pamela #Genini: un'immagine satellitare potrebbe aver immortalato il momento della profanazione della tomba. Come sempre, tantissimo amore giallo a tutti voi che ci sarete 💛💛💛 #Garlasco #News #intercettazioni

Um país em que magistrado edita impunemente contrato milionário de sua esposa advogada com um banqueiro interessado em sua influência no sistema de Justiça, e com o qual bebe whisky no exterior e troca mensagens de WhatsApp, não pode ser um país sério. Ainda mais quando o empresário pede ao magistrado atuação nos bastidores para blindá-lo contra investigações. Tudo indica que o banqueiro visava a obtenção desses serviços informais ao fechar um contrato acima dos padrões de mercado, até porque advertiu assim o tesoureiro do banco em relação a atrasos nos pagamentos: “Angelo. Pqp. Não pagaram Barci de Moraes. Não to entendendo isso. Contrato mais importante que temos te pedi pra não falhar. Surreal. Vamos ter problemas”. É indecente, por si só, faturar com a geração tácita dessa expectativa de influência, que dirá manter em segredo os pedidos de obstrução de justiça feitos pelo contratante. Que o Senado se omita em caso tão grave, é uma amostra de como uma indecência lava a outra na República do Escambo. #Justiça #Corrupção #Ética