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#Romênia

Segue o plano do sistema para anular a eleição se Flávio vencer. Estão utilizando o caso da Romênia como exemplo. Lá a eleição foi anulada pelo tribunal constitucional porque alegaram uma interferência russa. Tentaram a mesma coisa nos EUA quando Trump venceu pela primeira vez. #Eleições #Política #Anulação

Entrevistei Stéphane Luçon (@sfglucon) — jornalista francês radicado na Romênia — que investigou a eleição anulada de 2024 e as acusações de interferência russa. Agora, em 2026, o mesmo roteiro volta a aparecer no Brasil: Moraes fala em interferência externa, a Abin monitora possível influência americana e o PT levou acusações semelhantes aos tribunais. A entrevista ajuda a entender o que aconteceu na Romênia e o que o Brasil pode aprender com isso. PS: Entevista em inglês legendada em português. https://t.co/7d2459dqjM #Eleições2024 #InterferênciaExterna #JornalismoInvestigativo

🚨 LEU A DECISÃO DE MORAES SEMANA PASSADA? NÃO?!?!?! VEJA👇 “Item 131. A tentativa de golpe não se encerrou em 8/JAN/2023, aimplesmente mudou seu ‘modus operandi’. Mas, assim como na 1ª vez, o STF saberá como reagir e sairá fortalecido, mantendo a defesa plena da constituição, Estado de Direito e democracia” Conclusão: -Moraes diz que as acusações contra ele são de caráter político-eleitoral > ISSO ANULOU ELEIÇÃO NA ROMÊNIA, POR EXEMPLO -Tudo faz parte da mesma tentativa de golpe de 2023 e está inserido no processo do golpe de Bolsonaro > MORAES É O RELATOR DESTE PROCESSO -Também faz parte de processo de interferência estrangeira e uso de fake news > MORAES É O RELATOR DESTE PROCESSO TAMBÉM, NO QUAL ME CONDENOU POR COAÇÃO DEVIDO A MINHA AÇÃO NOS EUA + APENAS RECENTEMENTE QUE O INQUÉRITO DAS FAKE NEWS SAIU DE SUAS MÃOS, NÃO SEM A TES INSERIR MENDONÇA NELE. MAS ESTE INQ. DAS FAKE NEWS TAMBÉM ESTAVA SOB SUA RELATORIA E NADA IMPEDE QUE ELE ABRA UM OUTRO SEMELHANTE (JÁ FEZ ISSO NO PASSADO, ABRINDO O INQUÉRITO DAS MILÍCIAS DIGITAIS) De acordo com Moraes, todos os acusados de golpe estão presos, exceto, agora, o @MinAMendonca e o @FlavioBolsonaro que neste momento passam a ser acusados. **Eu, inclusive, tomaria muito cuidado com os conselhos daqueles que jamais combateram este regime, mas se acham em posição de comando para dizer aos outros o que fazer, pois isto é o segredo para dar merda: estes agentes do regime, conscientes ou não, após seguidos os seus conselhos, sairiam ilesos e Mendonça e Flávio com sérios problemas, tal qual @jairbolsonaro. #STF #Democracia #EstadoDeDireito

🚨ASSISTA o @pfigueiredo08 Show de ontem 22/9 Moraes em inúmeras vezes ACUSA Mendonça de agir eleitoralmente e com apoio estrangeiro, citando as sanções da Magnitsky e visto 🇷🇴É a narrativa que anulou a eleição na Romênia, ganha pelo direitista Georgescou @CG_Romania. Fizeram outra eleição e a direita perdeu https://t.co/HB7Kiu4N2D #Eleições #Política #Notícias

Um estudo revela que a vacinação infantil na União Europeia está em declínio desde a pandemia, com Portugal e Luxemburgo destacando-se por manter altas taxas de cobertura vacinal, enquanto outros países, como a Roménia, enfrentam níveis preocupantes abaixo de 80%. #VacinaçãoInfantil #Saúde #UniãoEuropeia

Estudo aponta recuo na vacinação infantil na UE

Neste dia, no ano de 1939, a União Soviética de Stalin, respeitando o pacto que tinha assinado com a Alemanha nazista de Hitler, invadiu a Polônia. Os dois ditadoras dividiram não só a Polônia, mas todo o leste da Europa, com Stalin recebendo de Hitler carta branca para invadir partes da Finlândia, Romênia e Países Bálticos. Durante quase dois anos, Stalin apoiou diretamente o esforço de guerra de Hitler, enviando para o ditador nazista grandes quantidades de minérios e até mesmo petróleo e combustível, itens que Hitler usou para invadir a França, Bélgica, Noruega e atacar o Reino Unido. É por isso que, na Rússia, apesar de seus soldados terem começado a lutar desde setembro de 1939, a 2ª GM (chamada por eles de a Grande Guerra Patriótica) só começou em junho de 1941, quando Hitler traiu o pacto com Stalin e invadiu a União Soviética. O objetivo disso é esconder que, por quase 2 anos, Hitler e Stalin estiveram do mesmo lado do campo de batalha. #História #SegundaGuerraMundial #Polônia

Infelizmente ainda não, João. Os países que efetivamente equipararam o nazismo e o comunismo foram aqueles que mais sofreram debaixo desses dois regimes, como a Ucrânia, República Checa, os três Países Bálticos e a Geórgia. Alguns países europeus tem restrições severas, como é o caso da Polônia, Romênia e Hungria, mas ainda não há equiparação direta. #História #Nazismo #Comunismo

Observador Aug 21

A Polícia Judiciária deteve em Lisboa um homem de 23 anos, condenado na Roménia por atos sexuais com menores, a pedido das autoridades romenas, e o tribunal determinou a sua prisão preventiva até à extradição. #CrimesSexuais #Lisboa #Justiça

PJ detém homem condenado por abuso de menores na Roménia
Observador Aug 16

Um drone que entrou no espaço aéreo da Roménia foi abatido, destacando a vulnerabilidade do país como membro da NATO em relação às consequências da guerra na Ucrânia. #Incêndios #FutebolClubeDoPorto #GuerraNaUcrânia

9h. Drone que entrou na Roménia é abatido
Observador Aug 13

A Roménia desliga a sua única central nuclear, que fornece 20% da eletricidade do país, devido aos mínimos históricos do caudal do Danúbio provocados pela seca severe. #Roménia #Danúbio #energia

Roménia desliga central nuclear devido a caudal do Danúbio
Observador Jul 30

Mais de 27,5% da população da União Europeia, incluindo 33,1% dos portugueses, não conseguia, em 2025, pagar uma semana de férias fora de casa, com a Roménia a registar a maior taxa (61,4%) e Luxemburgo a menor (10,6%). #UniãoEuropeia #Férias #Economia

27,5% da população da UE sem meios de pagar semana de férias
Observador Jul 24

A Roménia abateu, pela primeira vez desde o início da invasão da Ucrânia, um drone no seu espaço aéreo, conforme anunciou o Presidente Nicusor Dan, que informou que o incidente ocorreu por volta das 11h e está a ser alvo de investigação. #GuerraNaUcrânia #Roménia #Drones

Roménia abate drone sobre o seu território
Observador Jul 19

Os irmãos Andrew e Tristan Tate foram detidos em Miami a pedido do Reino Unido, enfrentando acusações de violação e tráfico sexual, após já terem sido presos na Roménia em 2022 por crimes semelhantes, enquanto tentam contestar as alegações que consideram difamatórias. #AndrewTate #TristanTate #TráficoSexual

Irmãos Tate detidos em Miami por violação e tráfico sexual

Em 2026, nenhum país da UE alterou prazos de classificação de exames. A Roménia até antecipou resultados. A Ucrânia, em guerra, cumpriu. A Suécia viu os riscos e travou a tempo. Portugal? O Governo, contra todos os avisos, instalou o caos. Não foi azar.Foi escolha. CPI, urgente. #Educação #Portugal #CPI #RO #UA #SE #PT

A Matemática Selectiva Quando se mexe no denominador e se finge que o numerador não existe Há uns anos, tocou-me à campainha um recenseador do INE, prancheta debaixo do braço, a perguntar quantas pessoas viviam em minha casa. Contei os nomes, ele anotou, despediu-se com um sorriso burocrático e foi tocar à porta seguinte. Nunca imaginei que aquele gesto tão modesto — contar gente, uma casa de cada vez — pudesse, anos depois, decidir se o país é rico ou pobre. O INE, que durante anos jurou que éramos cerca de 10,7 milhões, anunciou agora que afinal somos 11,4 milhões. Mudou a contagem. Não mudou nada em minha casa. E, como quem muda uma lâmpada sem avisar, deixou o país às escuras durante uns segundos, até percebermos o que isto significa. O problema não é a luz. É o timing. A cronologia ajuda a perceber o desconforto. Os dados de 2021 foram publicados definitivamente em Setembro de 2023, ainda com a população antiga. Durante 2022, 2023 e 2024 governou-se com essa régua curta, sem que ninguém parecesse preocupado com o facto de estarmos a medir produtividade, pressão hospitalar e necessidades escolares com uma população que não existia. Só em Janeiro de 2025 o INE anunciou que Portugal tinha afinal 11,4 milhões de residentes, graças à integração dos dados da AIMA, da Segurança Social, das Finanças e de outros serviços públicos. E só em 2026 é que o debate público explodiu, como se a queda do PIB per capita fosse uma descoberta súbita e não o resultado de quatro anos de estatística mal calibrada. Mas o detalhe mais curioso não está na cronologia. Está na matemática. Alterar apenas o denominador de uma fracção e manter o numerador intacto é, no mínimo, controverso — para não dizer enganador. O PIB não mudou. O que mudou foi o número de pessoas a dividi-lo. É como actualizar o número de convidados de um jantar sem contar os pratos que eles trouxeram. A fracção desce, claro, mas não porque o jantar ficou mais pobre — apenas porque a contagem ficou a meio caminho. E, no entanto, esta operação aritmética é agora apresentada como diagnóstico económico, como se a queda do PIB per capita revelasse uma verdade profunda sobre o país, quando revela apenas um erro técnico que demorou quatro anos a ser corrigido. E aqui entra o ponto que quase ninguém menciona, talvez porque estraga a narrativa conveniente. Se o INE descobriu que afinal havia mais gente no país — gente que consome, trabalha e produz — então não basta corrigir o denominador. O numerador também deveria ser revisto. A chamada "Economia Não Declarada" não é um conceito académico: é consumo real que não foi contado, trabalho real que não foi medido, produção real que nunca entrou nas contas. O próprio INE confirmou que vai rever esta estimativa. E, ao fazê-lo, admite que havia riqueza real que não estava a ser captada. Ora, se havia riqueza não captada, o PIB estava subestimado. E se o PIB estava subestimado, corrigir apenas o denominador é uma operação incompleta — e politicamente útil. Mas a política raramente resiste a uma oportunidade. Em vez de se perguntar como é que andámos anos a planear hospitais, escolas e políticas económicas com uma população mal contada, preferiu-se concluir que o problema é dos trabalhadores, que não produzem o suficiente, que precisam de mais "flexibilidade". É uma leitura tão previsível que quase parece ensaiada. A estatística tropeça; o discurso moral levanta-se. E tudo isto sem que ninguém explique como é que uma reforma laboral resolve um erro de contagem. A verdade é que a produtividade portuguesa não se mede na força dos braços, mas na estrutura das empresas. E essa estrutura é, há décadas, o nosso segredo mal guardado. Temos um país onde 99,9% das empresas são PME, e onde 96% são microempresas. Negócios familiares, muitos deles geridos com boa vontade, mas pouca formação. Cerca de 42% dos empregadores têm apenas o ensino básico. É um número que raramente aparece nos debates, talvez porque desmonta a explicação confortável de que o problema é "cultural" ou "comportamental". Não é. É estrutural. Há uma frase do escritor escocês Andrew Lang que devia estar emoldurada em todos os gabinetes de comunicação: as estatísticas são como um candeeiro para um bêbedo — servem para se apoiar, não para iluminar o caminho. A revisão demográfica do INE deveria ter servido para iluminar: a qualidade dos dados, a capacidade do Estado para contar quem cá vive, a necessidade de planear políticas com base na realidade. Em vez disso, serviu de apoio a um discurso antigo, que culpa os trabalhadores por problemas que não criaram e que não podem resolver sozinhos. E é aqui que a crónica vira. Porque, leitor, a sua vida não mudou com a revisão do INE. O seu salário é o mesmo. A sua factura da luz, infelizmente, também. Mudou apenas o discurso em torno dele, que tenta agora transformar um erro técnico numa lição moral sobre produtividade. Mas a pergunta que importa é outra: como é que um país pretende ser competitivo quando a maioria das suas empresas não tem estrutura para competir? No fim, resta-lhe esta reflexão: quando ouvir falar de "produtividade", pergunte-se se estão a falar de si — ou de um país que insiste em medir-se com uma régua que nunca coube na realidade. Fontes para aprofundar • INE — Estimativas de População Residente, 2025 (divulgação oficial): o documento-fonte com os 11 424 031 residentes e a revisão da série 2021-2024. ine.pt • Jornal Económico — "Portugal perde três lugares no ranking europeu do PIB per capita": detalha a queda de 81% para 77% da média da UE e a posição relativa face a Polónia, Estónia, Croácia e Roménia, com os cálculos do economista Óscar Afonso. jornaleconomico.sapo.pt • RTP — "População residente em Portugal atinge 11,4 milhões. 14% são estrangeiros": explica a mudança de metodologia — de censos para registos administrativos, incluindo dados da AIMA. rtp.pt • CNN Portugal / SOL — "INE vai rever PIB, emprego e outros indicadores per capita": o calendário oficial das revisões em cascata, incluindo o recálculo das Contas Nacionais previsto para Março de 2027. cnnportugal.iol.pt • INE — Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (2025): a estatística estrutural usada na crónica — 99,9% das empresas portuguesas são PME, 96,7% microempresas. ine.pt • JN — "Os números pregam partidas" (opinião): outra leitura crítica do mesmo episódio estatístico, com uma ironia complementar à desta crónica. jn.pt

Há Coisas do Diabo Em que dormi no 18.º lugar da Europa e acordei no 22.º, sem ter mudado de cama Há coisas do Diabo. Mal acordo, vejo esta notícia: afinal somos mais pobres do que supúnhamos. Não pela noite, nem pelo Carnaval, nem por nenhum vício recente — mas por decreto estatístico. O Instituto Nacional de Estatística, essa entidade que nos mede como se fôssemos gado em feira, decidiu que somos mais. Muito mais. De 10,7 milhões passámos, da noite para o dia, para 11,4 milhões de almas. E, como a aritmética não perdoa nem aos optimistas, o bolo actual é o mesmo de sempre, mas agora há mais bocas à mesa. O resultado: cada fatia ficou mais fina. Com base nos dados mais recentes, Portugal passa a apresentar um PIB per capita em paridades de poder de compra equivalente a 77% da média da União Europeia. Antes da revisão, eram 81%. Deitei-me no 18.º lugar do pódio europeu e acordei no 22.º, ultrapassado pela Polónia, pela Estónia, pela Croácia e pela Roménia — países que, há uma geração, olhavam para Portugal como quem olha para um primo rico que foi à praia descobrir o mundo. Confesso que fiquei preocupado. Corri a ver o saldo bancário. Estava igual. Contei os problemas: os mesmos de sempre, nem um a mais, nem um a menos. As contas continuam com o valor de ontem. E pensei: que raio de estatística é esta, que me empobrece sem me tirar um tostão do bolso? A resposta, como quase tudo nesta vida, está na diferença entre o que parece e o que é — distinção que já preocupava os gregos e que continua a confundir ministros das Finanças. O PIB per capita não mede riqueza pessoal; mede a riqueza do país a dividir pelo número de portugueses, reais ou apenas agora descobertos. E descobriram-se quase setecentos mil, a maior parte deles chegados pela porta da imigração, não pela cegonha. A economia cresceu, sim — mas cresceu a reboque de mais gente a trabalhar, não de mais produtividade por cabeça. É a diferença entre um restaurante que factura mais porque pôs mais mesas na rua e um restaurante que factura mais porque o cozinheiro encontrou finalmente a receita óptima para o arroz de tamboril. Convém recordar que esta confusão entre crescer e enriquecer não é propriamente nova por aqui. Já D. Sebastião confundia grandeza com extensão, e tinha por objectivo um império que a demografia não sustentava, rumo a Alcácer Quibir. Nós, mais modestos, confundimos crescimento do PIB com prosperidade, e fomos a Bruxelas exibir números que agora se revelam inflacionados por um erro de contagem. Benjamin Disraeli — ou foi Mark Twain a citá-lo, a história nunca se entende bem nestas coisas, como os nossos próprios censos — dizia haver três tipos de mentira: as mentiras, as mentiras descaradas e as estatísticas. Esta semana, Portugal aprendeu-o na pele. O mais inquietante não é a posição no ranking — lugares europeus sobem e descem como o Benfica na fase de grupos —, mas o facto de termos governado o país, durante anos, com um mapa errado. Decidimos a direcção dos recursos, calculámos produtividade, pressão sobre hospitais e escolas, tudo isso com base numa régua mal calibrada, medindo uma população que não existia. E o que é mais português do que isso: descobrir, com um atraso considerável e um certo embaraço, que a bússola estava furada desde o início? Há, no entanto, um consolo modesto nesta história, e é esse o ponto a que quero chegar. A sua vida, leitor, não mudou esta noite. O seu salário é o mesmo. As suas contas, as mesmas. O seu lugar na fila do centro de saúde, infelizmente, também é o mesmo. O que mudou foi um número que vive em Bruxelas e em Lisboa, dentro de um quadro Excel, alheio ao seu quotidiano. E talvez seja boa altura para perguntarmos, com a frieza de quem já viu estatísticas nascerem e morrerem: quanto da nossa ansiedade colectiva depende de números que não tocamos, não comemos e não levamos para casa? Porque se há lição nesta crónica do INE, é esta: continuamos a medir a nossa dignidade pela posição numa tabela, quando deveríamos medi-la pelo que conseguimos fazer com o que realmente temos. E isso, ao contrário do PIB per capita, ninguém revê a meio da noite.

Observador Jun 25

O FMI criticou a política fiscal de Portugal, mas o governo ignora os avisos, tratando-os como meros falsificadores, enquanto o país enfrenta a dura realidade de ser mais pobre que a Roménia. #FMI #Eutanásia #GovernoPortugal

FMI dá alerta. Governo trata críticas como "spoofing"?
Observador Jun 22

Článek upozorňuje na podceňování Románie v evropské debatě o bezpečnosti a energetice, přičemž zdůrazňuje její strategickou polohu, klíčový logistický přístav v Constanțe, rostoucí význam jako producenta plynu v rámci EU a významný vojenský projekt s přítomností amerických sil, které spolu tvoří zásadní základ pro stabilitu v regionu. #Roménia #UE #NATO

A fortaleza ignorada: o silêncio europeu sobre a Roménia

Os incidentes na Roménia resultam da guerra iniciada pela Rússia em fevereiro de 2022.

Drone que explodiu na Roménia era ucraniano
observador.pt
Observador Jun 5

O drone marítimo que explodiu no porto de Constança, na Roménia, era ucraniano e perdeu o controle devido a interferências eletrônicas russas, segundo a Marinha da Ucrânia. #GuerraNaUcrânia #Drone #Roménia

Drone que explodiu na Roménia era ucraniano