The European Union is facing the escalation of Vladimir Putin's hybrid war with a diplomatic and measured approach, while dealing with increasing pressure and security threats in Europe, as evidenced by the recent failed attack at Leipzig airport. (translated)
The European Union has expressed broad support for restricting tourist visas for Russian citizens, following the entry into the EU of a suspect in a drone attack in Leipzig with a visa issued by Italy, highlighting internal security concerns and the need to intensify restrictions. (translated)

Ana Cavalieri argues that Ukraine uses drones to create psychological disruption in Russia, in addition to suggesting the activation of NATO's Article 4 in response to the threat, while the security of Russian airspace is called into question. (translated)

The UN has lost all credibility. It doesn't prevent conflicts, it doesn't prevent wars, it doesn't prevent invasions. It has a Security Council that blocks everything and that no longer corresponds to the correlation of forces in today's world. As it serves no purpose, it occupies itself with the past and woke causes. (translated)
Não podemos FINGIR NORMALIDADE diante de BANDIDOS! https://t.co/HKfYxnXBHw https://t.co/J8r4SCIfJS #Segurança #Justiça #Brasil
The Social Security warned about the circulation of fraudulent messages that imitate its official portal and try to steal citizens' personal and banking data. (translated)

The Parliament of Nepal has declared climate change a threat to national security after a devastating flood that resulted in over 1,100 deaths and nearly 4,000 missing. (translated)

The Albufeira City Council is considering the total or partial closure of Rua dos Bares to traffic, following an incident in which 16 people were run over, while planning to implement security measures to protect pedestrians and reorganize circulation in the area. (translated)

O jurista Ricardo Alexandre acabou de dizer no programa do @PortaldoDantas que uma assessora de André Mendonça afirmou que o ministro está precisando circular com colete à prova de balas. #justiça #segurança #política
🚨AGORA - Nunes Marques manda remover publicações em que Eduardo Bolsonaro contesta segurança de urnas https://t.co/epMIyollW2 #Eleições2022 #SegurançaDasUrnas #EduardoBolsonaro
Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord
Vocês moram em um país onde a Polícia Federal, que deveria proteger a Nação de criminosos, agora os blinda e ameaça quem tenta fazer justiça. https://t.co/WArb3Bbu6V #Justiça #Corrupção #SegurançaPública
INACREDITÁVEL! 🚨😳 Um GOLPISTA CARIOCA se passava pelo LUÍS CASTRO e tirou R$ 22 MIL do JOSÉ ENAMORADO, jogador do Grêmio. O bandido manteve uma conversa por dias com atleta colombiano, inclusive elogiando seu desempenho nos treinos e sua dedicação. Depois de construir uma relação de confiança, pediu dinheiro para um projeto social. E ele não tinha contato apenas com Enamorado: O falso treinador chegou a mandar o KANNEMANN ir TREINAR MAIS CEDO. Via @gzhdigital #Golpe #Futebol #Segurança
Tiroteio fortíssimo na região do Andaraí pq a polícia resolveu começar uma operação na hora que o trabalhador sai para trabalhar e que as crianças estão chegando nas escolas Pirotecnia pura #Tiroteio #SegurançaPública #Andaraí
Jogaram um celular (?????) enquanto o Jimin estava correndo/performando no palco, e que quase o acertou! Ele viu na hora e, mesmo confuso, pegou e entregou ao segurança. Já é perigoso quando jogam bandeiras ou qualquer brinde fofo em direção aos meninos, mas um celular???? Por favor, NÃO FAÇAM ISSO!! #BTS #Jimin #Segurança
💬 | Discurso final do #JUNGKOOK no 1° dia da BTS WORLD TOUR 'ARIRANG' em Los Angeles: 🐰: Uau, estou tão feliz! 🐰: percebe as luzes douradas Uau… 🐰: (canta) Standing Next to You~ 🫵 🐰: Antes de tudo, isso está tão bonito. Muito obrigado por comemorarem meu aniversário. É uma honra passar o meu aniversário com vocês. 🐰: Além disso, como fazemos isso há tanto tempo, eu não estava realmente esperando um evento no show, mas acho que teve. 🐰: Eu estava meio que ansioso por isso… Tentava não criar expectativas, mas agora que aconteceu, estou muito feliz. 🐰: Estou muito feliz por termos voltado ao lugar onde fizemos o álbum ARIRANG. Fazer um show aqui tem um significado muito especial. Temos quatro shows aqui e estou realmente ansioso por isso. Fico feliz que vocês tenham se divertido conosco e também estou muito ansioso para amanhã. 🐰: Estou muito feliz. Voltem para casa em segurança! Do fundo do meu coração, eu amo vocês. Amo vocês, pessoal. 🫰🫶🤍 #BTS #Jungkook #ARIRANG
The extension of the Almaraz Nuclear Power Plant raises debates about safety and sensibility, highlighting that the age of the design does not determine its safety, but rather its effective condition, regulated by rigorous inspections. (translated)
🚨 🗣️ EITA! Equipe de segurança precisou intervir durante a discussão acalorada entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça na chegada para a sessão do STF. https://t.co/7riOEl7Z0I #STF #Política #Brasil
Seguranças precisaram intervir em discussão de Moraes e Mendonça para evitar confronto, diz jornal De acordo com matéria da Rede Bandeirantes, o atrito entre os ministros teve início no começo da sessão desta terça-feira (1°), quando Moraes se dirigiu a Mendonça pedindo por uma conversa breve. O magistrado interrompeu o que fazia para ouvi-lo, porém o intercâmbio logo se transformou em discussão acalorada, com os dois elevando o volume da voz e demonstrando forte irritação na presença de outras pessoas. Diante do clima de tensão e do risco de o confronto se agravar, os seguranças presentes no local precisaram agir com rapidez para interromper o bate-boca entre os ministros. O episódio chamou a atenção de quem acompanhava a movimentação que antecedeu a sessão. #Política #Justiça #Conflito
Esse print divulgado como “vazamento do pagamento de R$ 80 milhões” não é documento novo. Os números (22 parcelas de R$ 3.646.529,72 = R$ 80.223.653,84, Itaú, fev/2024–nov/2025) foram publicados por G1, Estadão e Folha em abril de 2026, com dados da Receita enviados à CPI do Crime Organizado. A folha “Demonstrativo Financeiro de Pagamentos / contrato BM-2024/2187” não tem logo do banco, não tem autenticação e tapa os IDs de transação — justamente o único dado que permitiria checar a sua veracidade. E mesmo que cada linha fosse verdadeira, não há fato novo. Só repete o que já se sabia há cinco meses. Não compartilhe arquivo bancário “vazado” por esse "hacker", que de hacker não tem nada. É só um estelionatário que até hoje nunca publicou uma única informação inédita ou relevante. Além de desinformar, você expõe seu público a possíveis links maliciosos publicados por alguém que aplica golpes online. #Desinformação #SegurançaDigital #FakeNews