BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#liberdadeDeExpressão

Impediram Bolsonaro de ter sua imagem exposta. Impediram Bolsonaro de falar. Impediram Bolsonaro de escrever cartas. Agora vao tentar impedir que videos de IA sejam geradas com a imagem e voz de Bolsonaro. É como se eles quisessem impedir que Bolsonaro existisse publicamente. Estamos falando do MAIOR LIDER DA OPOSIÇÃO!!! Como podem chamar isso de democracia? #Democracia #LiberdadeDeExpressao #Bolsonaro

Brasil 🇧🇷/EUA 🇺🇸: Departamento de Estado dos EUA confirmou que Barnes e Samson planejavam ir a Brasília de 27 a 30 de julho para se reunir com autoridades governamentais, líderes religiosos e outras pessoas para discutir “integridade eleitoral”, liberdade religiosa e liberdade de expressão. Em resposta a uma consulta da Associated Press, o departamento classificou a visita como rotineira e declarou que “qualquer insinuação de uma ‘conspiração’ para minar as eleições de uma nação democrática é uma mentira sem fundamento”. #Brasil #EUA #LiberdadeDeExpressão

IA CONTRA A CENSURA . @jairbolsonaro apareceu na convenção nacional do PL, mas não foi pessoalmente, foi através de um vídeo feito com IA, a maneira mais próxima de se vencer a atual censura imposta no Brasil. https://t.co/f3WbqdfYlg #IA #Censura #LiberdadeDeExpressão

Teve comediante que foi condenado a 8 anos de prisão e 2 milhões de multa por contar piada num palco de stand-up #comédia #liberdadeDeExpressão #justiça

"Companheiro" Ortega acabou com as eleições. A Folha foi falar de Bukele e esqueceu do Brasil A canalhice da "imprensa" não tem limite. Em 19 de julho, no ato dos 47 anos da revolução sandinista, Daniel Ortega, companheiro de Foro de São Paulo, anunciou que "não haverá mais eleições" na Nicarágua, para que a oposição não chegue ao poder. Sem poder deixar de condenar o autogolpe, a Folha fez o que a militância de redação sabe fazer: saiu à procura de um "equivalente" do outro lado. E escalou Nayib Bukele. O texto vergonhoso "esquece" que Bukele foi reeleito em 2024 com quase 85% dos votos, depois de ter praticamente ACABADO com o crime no país que, em 2015, era o mais violento do planeta, com 103 homicídios por 100 mil habitantes. El Salvador fechou 2025 com 82 homicídios. Oitenta e dois, no país inteiro, no ano inteiro. É razoável questionar medidas do governo Bukele quanto ao devido processo legal, e a reeleição indefinida aprovada em 2025 merece crítica. Também é certo que nenhum país com aquela violência encerraria o ciclo do crime sem romper com a lógica dos "direitos dos manos", em que o criminoso acumula direitos infinitos e a vítima tem apenas o direito de perecer diante dele, exatamente como ocorre no Brasil. Só que em El Salvador há eleição marcada para 2027 e há oposição no parlamento. Ortega acaba de anunciar que eleição não haverá mais nenhuma. Mas a principal falha do editorial nem é a falsa equivalência entre um governo eleito que combate o crime e um regime comunista sem eleições, que reprime o opositor, não o bandido. O maior problema da peça é não mencionar o Brasil. A Folha também ignora as centenas de presos, condenados e exilados políticos produzidos pelo estado de exceção brasileiro. Não se trata de dizer que todo mundo que estava em Brasília no 8 de Janeiro era inocente, nem que vandalismo não deva ser punido. Trata-se de olhar para o que foi feito com os réus. Eles foram julgados diretamente pelo Supremo, sem foro especial e em velocidade recorde para os padrões da corte, e assim perderam a revisão integral da condenação por instância superior. O tribunal que se declarou vítima dos fatos investigou, acusou na prática e julgou. Moraes, apresentado como alvo pessoal da suposta trama, foi o relator dos processos. As condutas foram tratadas em bloco. Somem-se as preventivas prolongadas, a censura de redes sociais, cujo número exato ninguém conhece até hoje, e os 552 acordos condicionados à confissão de culpa. Quando alguém é perseguido pela sua posição política, julgado por quem se apresenta como vítima, sem juiz natural, sem duplo grau de jurisdição, sem individualização de conduta e sob severas limitações ao exercício pleno da defesa, o nome disso é prisão política. Há ainda os brasileiros que não podem voltar ao país sem risco de prisão por mera manifestação de opinião. Jair Bolsonaro é o exemplo mais evidente: o líder da oposição condenado por magistrados que o tratavam publicamente como ameaça à democracia e que figuravam como vítimas do próprio enredo levado a julgamento. E não é leitura minha. Sempre que a palavra final coube a uma autoridade fora do Brasil, a conclusão foi a mesma. Os Estados Unidos não entregaram Allan dos Santos, porque o que a justiça brasileira definiu como crime é tratado ali como discurso protegido, e a Interpol se recusou a incluí-lo na lista vermelha por falta de indícios. A Audiência Nacional espanhola negou em definitivo a extradição de Oswaldo Eustáquio, apontando conexão e motivação política. A Argentina concedeu refúgio a um condenado do 8 de Janeiro por fundado temor de perseguição política. E a Corte de Cassação da Itália, ao recusar a entrega de Carla Zambelli, escreveu o óbvio sobre Moraes, ofendido e julgador no mesmo processo: "a coincidência entre a figura da vítima e a do juiz" compromete a imparcialidade que se exige de um Estado de Direito. Quatro jurisdições diferentes, a mesma leitura. Só a Folha não conseguiu enxergar. O regime autoritário brasileiro foi inaugurado pelo Ato Institucional de 2019, o "Inquérito das Fake News", aberto por portaria do Judiciário, sem provocação do Ministério Público, para criminalizar a crítica a ministros do Supremo, e usado com fúria na reação à descondenação do establishment pego com a mão na botija na Lava Jato. À época, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou o arquivamento do inquérito e pediu que a portaria fosse declarada ilegal e inconstitucional, apontando investigação conduzida por "verdadeiro tribunal de exceção". Moraes recusou o arquivamento, contrariando a jurisprudência da própria corte, segundo a qual o pedido do procurador-geral é de atendimento irrecusável, e tocou o inquérito assim mesmo. Está tocando até hoje. No Brasil, a sua liberdade de expressão depende da sua inclinação política. Esquerdista confessa a difamação em livro, vira "mestre" das redes sociais e ensina, em evento do PT, que "vale tudo para salvar a democracia". Lula chama o adversário de "genocida" e, num palanque em Catalão, em junho, lembrou que traidor da pátria costumava ser enforcado, com os filhos de Bolsonaro em mente. Já quem pendura na própria janela uma faixa com a palavra "ladrão", sem citar nome nenhum, recebe a visita da Polícia Federal, como em Presidente Prudente. A Folha não pode denunciar a ditadura nicaraguense, que segue o modelo cubano e venezuelano defendido desde sempre pela esquerda brasileira, porque isso exporia a hipocrisia do próprio "jornal", que passou anos justificando o estado de exceção no Brasil em nome da "defesa da democracia". Autocracia, para a "imprensa profissional", é sempre um fenômeno distante. E medido com réguas diferentes conforme o governo seja de esquerda ou de direita. A Folha denuncia a Nicarágua para não confessar o seu próprio papel na destruição do Brasil. #Brasil #Eleições #LiberdadeDeExpressão

Imagina proibir o Neto de falar Neymar e o Wagner Moura de falar Bolsonaro? Morreriam em silêncio... https://t.co/TGFNDVi812 #LiberdadeDeExpressão #Censura #Opinião

Brasil 🇧🇷/EUA 🇺🇸: “Em termos gerais, os Estados Unidos têm um interesse histórico e global na liberdade de expressão e na integridade dos processos democráticos em todo o mundo, inclusive no Brasil” diz nota do departamento de estado ao portal “Poder 360” https://t.co/pXQ835rYfM https://t.co/uGJbx922vK #LiberdadeDeExpressão #Democracia #RelaçõesInternacionais

Em um déjà vu, volto a ver boa parte da imprensa tratar opiniões críticas sobre o sistema eleitoral como se fossem ataques. A liberdade de expressão não deixa de existir a depender do objeto criticado ou de quem fala. Ela vale para todos e para tudo. Alguém dirá: “Mas Flávio divulgou informações falsas.” A imprensa comete erros informativos todos os dias, e ninguém, por isso, se torna inelegível ou é preso. No máximo, responde civilmente, caso a informação falsa cause prejuízo a alguém. E fim de papo. #LiberdadeDeExpressão #CríticaConstrutiva #ImprensaLivre

MEU DEUS!!! E essa declaração aqui do craque Carlos Alberto... Espero que o Ministério Público tome alguma providência. Liberdade de expressão tem limites, e a internet não é terra de ninguém. https://t.co/CJ3lMlbT9M #LiberdadeDeExpressão #Responsabilidade #InternetSegura

E ainda assim o TSE de Moraes, nas eleições de 2022, me ameaçou de multa para me forçar a deletar meus posts em que eu relacionava a amizade de Lula com o ditador da Nicarágua Daniel Ortega. https://t.co/NRGdwoFmkF #Eleições2022 #LiberdadeDeExpressão #Política

Os decretos de Lula, que entraram em vigor ontem, colocam nas mãos de um órgão vinculado ao Ministério da Justiça a fiscalização do debate público e político justamente no momento em que Lula se torna candidato à reeleição. É como se o árbitro da partida fosse empregado de um dos jogadores. Alguém ainda é ingênuo o suficiente para dizer que regular as redes sociais no Brasil é para o bem da democracia? #Democracia #LiberdadeDeExpressao #PolíticaBrasileira

🚨🚨🚨 Army, sabemos o quanto as situações envolvendo xenofobia, homofobia e discurso de ódio contra nossos amados 7 membros são absolutamente revoltantes. O quanto isso nos deixa indignadas, enojadas, faz o sangue ferver. Ninguém deveria ter o direito de falar coisas tão repugnantes sob a desculpa de que está exercendo “liberdade de expressão”. Mas Army, precisamos ser ESPERTOS e ESTRATÉGICOS. Há muita gente nessas redes sociais que ganha dinheiro falando absurdos e com discursos de ódio. Tanto que várias delas possuem milhares e até mesmo milhões de seguidores, pessoas que compactuam com esses pensamentos. Claro que temos que repudiar e agir contra esses ataques ao Bangtan, mas não podemos agir por impulso e de cabeça quente. Situações como essa não são como as envolvendo haters comuns em fanwars, respondidas com outlike. Essas pessoas FATURAM com nossa revolta. Possuem plataforma e meios para deturparem a situação para saírem como vítimas do “fandom vil que faz bullyng contra coitados que só emitiram uma ‘opinião’”. Nós já vimos esse filme antes. Além disso, engajamento, mesmo negativo, é ouro para essa gente, é tudo o que elas querem. Quanto mais tráfego no perfil, mais dinheiro embolsam. Quanto mais repúdio público, mais famosas ficam e mais seguidores ganham. Sejamos sábios. Pessoas como essas devem ser denunciadas, bloqueadas e esquecidas, não mencionadas um milhão de vezes. Reportem os PERFIS xenofóbicos SEM ENGAJAR: não visualize stories e posts, não comentem nem mandem dm revoltados, não marquem os @ dessas pessoas. Usem os prints que já estão circulando nas redes e denunciem no canal próprio da Hybe - https://t.co/OZnncDPG1v na esperança que a justiça seja feita da forma correta pela lei. Façam as denúncias também para as marcas patrocinadoras cobrando coerência e posicionamento contra esses discursos, pois sabemos que o bolso é o único lugar que realmente afeta essa gente. Não deem palco. Não engajem. Não interajam. Não deem views. Essas pessoas não merecem nada, muito menos ganhar mais dinheiro e fama às custas do army e do nosso amor e dedicação a um grupo incrível que sempre espalhou mensagens tão significativas de amor, inclusão e união. #Xenofobia #Homofobia #LiberdadeDeExpressão

A história mostra que muitos líderes e figuras públicas que enfrentaram perseguições, prisões ou restrições políticas acabaram fortalecendo sua imagem. Nomes como Nelson Mandela, Václav Havel e Lech Wałęsa transformaram períodos de adversidade em símbolos de resistência. O tratamento dado a Jair Bolsonaro tem ultrapassado os limites da razoabilidade e levantado preocupações sobre garantias fundamentais, liberdade de expressão e o devido processo legal. As sucessivas medidas restritivas apenas reforçam sua imagem política, em vez de enfraquecê-la. A história ensina que, em democracias, os acontecimentos são julgados não apenas no calor do momento, mas também pelo tempo. Nenhum poder dura para sempre. Quem hoje se vale dele para perseguir adversários pode até vencer por um tempo, mas a história costuma ser severa com aqueles que confundem autoridade com abuso. #LiberdadeDeExpressão #Resistência #Democracia

We live in a mind-blowing state of things: those who commit crimes and live as bandits are the ones who sue those who report them. Today in Portugal, those who risk themselves are the ones who tell the truth! (translated)

Não é uma simples proibição de visita. É a pedagogia do medo sendo aplicada em praça pública. Quando um presidente estrangeiro é impedido de visitar um ex-presidente brasileiro, a mensagem não é dirigida apenas aos dois. É dirigida a todos: ninguém se aproxima, ninguém manifesta solidariedade, ninguém desafia o círculo de isolamento imposto pelo poder. O mais grave, porém, não é o abuso em si. É a domesticação das consciências. A cada nova arbitrariedade, jornalistas, juristas e políticos fingem discutir detalhes técnicos para não encarar o essencial: o poder deixou de reconhecer limites. Quando o absurdo passa a ser noticiado como rotina, a tirania já não precisa esconder o rosto. Ela apenas espera que todos se acostumem. #LiberdadeDeExpressão #DireitosHumanos #Tirania

O que acontece quando você não reza a cartilha da esquerda na universidade? Você vira alvo de perseguição. Doutoranda é suspensa pela UFSC após manifestar uma opinião fora do ambiente acadêmico. https://t.co/5OWFWAC9op #LiberdadeDeExpressão #Universidade #Política

A nova decisão de Alexandre de Moraes contra Bolsonaro é a prova cabal de Lawfare contra o ex-presidente. Vamos analisar a decisão: 1- A situação atual de Bolsonaro é comparável ao que aconteceu no processo do Lula quando ele esteve preso? Resposta: SIM. Ainda que alguns juristas tenham insistido que a decisão anterior se tratava de uma situação diferente, porque Lula não estava obrigado a cumprir uma cautelar, a decisão atual versa sobre LIBERDADE DE EXPRESSÃO. Lula, mesmo preso, mantinha seu direito constitucional a dar entrevistas sobre política(e sobre qualquer outra coisa) e foi isso que Ricardo Lewandowski entendeu quando deu uma autorização para isso na Reclamação 32.035. Ele disse que: o ato do juízo de execução penal de proibir as entrevistas era equivalente a “censurar a imprensa e negar ao preso o direito de contato com o mundo exterior”. Nesse ponto, a decisão de Moraes viola frontalmente a própria jurisprudência do STF. Na época de Lula, o Partido Novo apresentou uma Suspensão de Liminar 1178, para que a decisão de Lewandowski fosse cassada pela presidência do STF. Fux atendeu o pleito. A questão é que no parecer da PGR nesse caso é dito expressamente que proibir as entrevistas pelo seu conteúdo eleitoral significaria claramente CENSURA prévia, o que é vedado pela constituição. "Além disso, o argumento do requerente pressupõe que Luiz Inácio Lula da Silva, na entrevista, emitirá opiniões que resultarão “em inequívoca atividade político partidária e críticas ideológicas ao seu encarceramento”. Ocorre que eventual vedação de entrevista em razão de seu eventual conteúdo caracteriza nítida censura com base no conteúdo, o que não pode ser admitido sob qualquer hipótese." (p.18). Moraes expressamente proibiu Bolsonaro de se manifestar sobre questões políticas, violando seu direito constitucional de liberdade de expressão. 2- Moraes proibiu Bolsonaro de receber visitas com finalidade "político-eleitoral". O que diabos é uma visita com finalidade "político-eleitoral" e onde existe a autorização para essa proibição? O preso Bolsonaro não pode se eleger ou ser eleito, não está participando de atividades partidárias, então que proibição é essa? Aliás, como vai fiscalizar esse tipo de visita? 3- Moraes sabe que a suspensão de direitos políticos não tem relação com expressão de um "manifesto político". O próprio Moraes cita o que entende como "direito político" na sua obra "Direito Constitucional 13ª": "Assim, são direitos políticos: • direito de sufrágio; • alistabilidade (direito de votar em eleições, plebiscitos e referendos); • elegibilidade; • iniciativa popular de lei; • ação popular; • organização e participação de partidos políticos." Nada sobre liberdade de expressão. Mais uma vez, é o escritor Alexandre de Moraes contra o juiz Alexandre de Moraes. 4- O que fazer? a) A defesa de Bolsonaro tem que apresentar uma Suspensão de Liminar para o Fachin. b) Acionar os organismos internacionais cabíveis. #LiberdadeDeExpressão #Lawfare #Justiça

Alexandre de Moraes suspendeu hoje por 30 dias o direito de visita de Jair Bolsonaro e criou cautelares sem nenhum precedente na história do país: proibiu “visitas com finalidade político-eleitoral” até o fim das eleições e vetou a divulgação de qualquer manifesto político, “inclusive por terceiros, independentemente do meio utilizado”. Tudo por causa de uma carta escrita à mão por um preso de 71 anos e lida pelo próprio filho. A Lei de Execuções Penais não prevê censura de conteúdo político como condição de pena em lugar nenhum. O histórico desde a prisão em novembro de 2025 fala por si: mandado da alta cirúrgica direto para a cela da PF, queda com traumatismo e socorro condicionado a laudo prévio, ruído ininterrupto na cela, centenas de cartas de apoiadores devolvidas pelos Correios e agora o próprio filho e advogado banido por 90 dias. O objetivo é isolar e calar Bolsonaro antes de outubro, porque sabem que ele segue sendo o único capaz de mobilizar o povo para tirar o PT do poder. #Bolsonaro #LiberdadeDeExpressão #Eleições2025

Um ano desde que @jairbolsonaro foi proibido de usar as redes sociais. Um ano em que tentaram silenciar a sua voz, mas ela continuou ecoando por milhões de brasileiros. A luta continua, e a mensagem segue viva. Siga também @CarlosBolsonaro e @BolsonaroSP e @bolsonaro__jr e milhões de outros brasileiros que levam a mensagem de Jair Bolsonaro. #LiberdadeDeExpressão #Bolsonaro #VozDoPovo

A Dinamarca vai banir o uso da burca nas escolas e universidades para impedir o aparecimento de “sociedades paralelas” no país. Outros países, como França e Portugal, também têm leis nesse sentido. Praticamente todos os países europeus estudam aplicar leis proibindo ou limitando severamente o uso da burca. #Dinamarca #burca #liberdadedeexpressão