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#pagas

Pessoas que não gostaram desse vídeo: -eleitores de um político que pediu R$ 130 milhões pra um dono de banco envolvido em uma fraude bilionária -eleitores de um outro político que teve reformas em triplex e sítio pagas por empreiteira envolvida em esquema bilionário de corrupção #Corrupção #Política #Vídeo

Presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch diz que 'calote é incentivado no Brasil' e dispara: "Santos jamais poderia ter Neymar". "No dia 17 de julho, o Corinthians não tinha R$ 800 mil para pagar o Cuiabá, não pagou até hoje, o Corinthians não contratou ninguém na janela, renovou contrato absurdo com o Memphis Depay e o Cuiabá não recebeu." "Se o Santos me pagasse... o Santos deve R$ 18 milhões ao Cuiabá, e eu tenho certeza que o Santos não tem uma saída a não ser a Recuperação Judicial. E se acontecer, esses R$ 18 milhões se transformam em R$ 3 milhões, R$ 2 milhões." "O Santos tá lá com Neymar, Rollheiser, Barreal, Thaciano, Luan Peres... o que o Santos paga para o Neymar, deve dar para pagar a folha do Cuiabá uns 5 ou 6 meses, é um absurdo e está devendo R$ 18 milhões. O Santos jamais poderia ter um jogador como Neymar e devendo o Cuiabá." "O caloteiro no Brasil é incentivado. Não vale a pena honrar os compromissos, porque quem não honra acaba sendo beneficiado." 🗞️ @geglobo 📸 Reprodução/TVCA #FutebolBrasil #Dividas #Calote

El Atlético de Madrid no tiene la culpa de los problemas personales, judiciales y financieros de nadie Por eso no participa en circos con pagas y beneficios de por medio para juglares varios Si tienes problemas en casa, te lo pagas tú. Con el juez, tú La desesperación se nota #AtleticoMadrid #Futbol #Justicia

Socialismo... A internet tornou-se no faroeste da ignorância: os apoiantes do CHEGA e do IL berram "vamos acabar com o socialismo" e, quando lhes mostras o que isso significa na vida real, fazem ar de espantados: "ah, mas é isso? Não é como na Venezuela?". Na verdade, não existe socialismo propriamente dito na Europa. O que existe é, quando muito, social-democracia, e mesmo essa é cada vez mais reduzida. O que temos são políticas e medidas pontuais inspiradas em princípios socialistas, que garantem direitos e algum equilíbrio social. Quando os bilionários, através de alguns partidos, vos vendem a ideia de "acabar com o socialismo", não se trata de uma palavrinha mágica saída do Harry Potter ou memes com a Tatcher— é, sim, pôr fim a políticas concretas que servem para lhes transferirem mais riqueza e retirarem direitos aos restantes. Tudo isto é socialismo (ou, pelo menos, herança dele): 1. Jornada de 8 horas 2. Semana de 5 dias 3. Descanso semanal obrigatório 4. Férias pagas 5. Feriados pagos 6. Subsídio de férias 7. Subsídio de Natal (13.º mês) 8. Proibição do trabalho infantil 9. Escolaridade obrigatória e escola pública gratuita 10. Salário Mínimo Nacional (SMN) 11. Contratos escritos e regras contra a precariedade abusiva 12. Pagamento de horas extraordinárias e limites ao trabalho nocturno 13. Proibição de despedimento sem justa causa (forte protecção) 14. Indemnização por despedimento 15. Seguro de acidentes de trabalho 16. Licenças por doença (baixa médica paga) 17. Licença de maternidade 18. Licença de paternidade (direito próprio) 19. Protecção na gravidez e no regresso ao trabalho 20. Igualdade salarial por trabalho igual 21. Direito à greve 22. Liberdade sindical e direito de associação 23. Contratação colectiva e convenções sectoriais 24. Comissões de trabalhadores nos locais de trabalho 25. Segurança e saúde no trabalho (EPI, inspecções, ACT) 26. Serviço Nacional de Saúde (SNS) universal (desde 1979) 27. Vacinação em massa e programas materno-infantis 28. Centros de saúde, hospitais públicos e INEM 29. Medicamentos comparticipados e genéricos 30. Saúde mental e planeamento familiar 31. Segurança Social universal (pensões, invalidez, viuvez) 32. Subsídio de desemprego 33. Abono de família e prestações por filho 34. Rendimento Social de Inserção (RSI) (rede mínima de protecção) 35. Complementos sociais para idosos e pessoas com deficiência 36. Fiscalidade progressiva (quem ganha mais, paga mais) 37. Tarifa social de energia e apoios à factura de água/transportes 38. Passe social e políticas de transportes públicos (ex.: 2019 →) 39. Programas públicos de habitação e renda apoiada 40. Direitos do inquilino (mediação e regras de despejo) 41. Saneamento básico universal e água potável canalizada 42. Iluminação pública, espaços verdes e equipamentos colectivos 43. Reabilitação urbana e regras de salubridade na habitação 44. Leis de defesa do consumidor e direito de devolução 45. Rotulagem alimentar e informação nutricional 46. Garantias de produtos e assistência pós-venda 47. Regulação bancária e garantia de depósitos 48. Tarifas reguladas e serviço universal (energia, correios, telecomunicações) 49. Empresas públicas estratégicas (água, energia, transportes) 50. Sufrágio universal, voto das mulheres e voto secreto 51. Liberdade de imprensa, manifestação e associação 52. Leis anti-discriminação (género, raça, orientação sexual, deficiência) 53. Combate à violência doméstica, casas-abrigo, linhas de apoio 54. Justiça do trabalho e apoio jurídico para os mais vulneráveis 55. Leis do ar e da água limpos, gestão de resíduos 56. Parques naturais e metas de energias renováveis 57. Fiscalidade verde e eficiência energética nos edifícios 58. Educação de adultos (alfabetização) e acções de formação 59. Acção social escolar (bolsas, refeições, manuais comparticipados) 60. Carreira docente regulada e rede de universidades públicas Se, depois disto, ainda repetes "acabar com o socialismo", então ou és masoquista... ou és um dos privilegiados... ou és burro. Eduardo Maltez Silva | Facebook

Lo de que te pregunten si redondear el precio cuando pagas en un supermercado o cafetería para darlo a una ONG qué broma es #Solidaridad #ConsumoResponsable #Humor

Cada vez que cargás nafta pagás un impuesto que va destinado a obras viales y obras hídricas. Milei se patinó más de un billón de esa plata en plazos fijos y bonos. Se viene El Niño ⛈️ y del fondo hídrico frenó 28 obras. Cuando se inunden los campos, ya sabemos a quién culpar. https://t.co/y9dzP79Jg6 #Economía #ObrasPúblicas #CambioClimático

Hiciste la cita Pagaste Juntaste los documentos Fuiste al consulado Hiciste la entrevista Llevaste la documentación Te tomaron tus datos Fotos Pagaste el envío y ahora resulta que "te vale madre la visa", Para odiar el capitalismo, hiciste muchos pasos bb… #Visa #Consulado #Capitalismo

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Madjara vēstījums Baltijas valstīm: attīriet robežu ar Krieviju un izveidojiet nāves zonu 2026. gada 13. augusts Avots: https://t.co/DoTlanYlJy Ukrainas Bezpilota sistēmu spēku komandieris, majors Roberts Brovdi, pazīstams arī kā "Madjars", iesaka Baltijas valstīm daudz nopietnāk sagatavoties iespējamam Krievijas uzbrukumam. * Ieteikums: izveidot trīs līdz piecu kilometrus platu tīro zonu uz robežas, lai no drona nebūtu kur paslēpties. * Jāizveido pazemes optiskā kabeļa infrastruktūra, lai ar droniem pilnībā uzraudzītu visu robežu. * Madjars: to visu var izdarīt ātri, pat šogad, ja vien Baltijas valstīm būs griba. Igaunija un pārējās Baltijas valstis joprojām nepareizi novērtē Krievijas militāros draudus un tiem negatavojas pietiekami adekvāti, intervijā izdevumam Postimees sacīja Ukrainas dronu spēku komandieris, majors Roberts Brovdi (50). Madjars Igaunijai, Latvijai un Lietuvai piedāvāja savu rīcības plānu, kā, izmantojot dronus, ātri izveidot spēcīgu aizsardzību pret iespējamo Krievijas uzbrukumu. Viņa ieteikumu pamatā ir "nāves zonas" izveide uz Krievijas robežas ar dronu palīdzību, lai, pārnestā nozīmē, tur nepamanīta neizspruktu pat pele. "Puiši, nevilcinieties. Šeit ir pirmie pieci soļi, kas jums jāpabeidz 2026. gadā," augusta sākumā intervijā Postimees sacīja Brovdi, kurš plašāk pazīstams ar savu segvārdu Madjars. "Tās nav sarežģītas lietas. Jums vienkārši jāpieņem lēmums un tas jāizpilda." Madjars šo piecu soļu ieteikumu Baltijas valstu aizsardzībai, kas tika prezentēts Postimees, neizdomāja uz vietas. Jau vienojoties par interviju, man tika skaidri likts saprast, ka Madjars ļoti vēlas runāt par Baltijas valstu aizsardzību. Intervijas laikā bija skaidrs, ka Madjars ir rūpīgi pārdomājis, kādai vajadzētu būt Baltijas valstu spējai un gatavībai iespējamā Krievijas uzbrukuma vai militāras provokācijas gadījumā. Pēc Madjara teiktā, viņa ieteiktais plāns Baltijas valstīm balstās uz mērķi vispār neielaist ienaidnieku savā teritorijā. "Ja jūs jau iepriekš zināt, ka pret jums tiek plānots uzbrukums, jūs varat nekavējoties dot atbildes triecienu un neielaist ienaidnieku savā teritorijā," viņš uzsvēra. Pieci priekšlikumi 1. priekšlikums – izveidot nosacītu "nāves zonu" gar robežu ar Krieviju (Lietuvas gadījumā – uz robežas ar Baltkrieviju). Tā ir zona, kur droni var lidot un uzbrukt bez šķēršļiem. Jo platāka, jo labāk. Ņemot vērā Igaunijas, Latvijas un Lietuvas nelielo teritoriju, šai "nāves zonai" vajadzētu būt vismaz divus līdz piecus kilometrus platai. "Nozāģējiet tur pilnīgi visu," sacīja Madjars. "Tai jābūt pilnībā atklātai teritorijai, kur droniem jāiznīcina absolūti viss, kas kustas. Lai nevarētu paslēpties aiz kokiem vai ēkām. Visam jābūt labi redzamam. Tā ir jūsu tā saucamā buferzona." 2. priekšlikums – lai "nāves zona" darbotos, jāizveido īpaša infrastruktūra moderno tehnoloģiju izmantošanai. Visām šīm tehnoloģijām ir nepieciešami sakari. Kā norāda Madjars, Ukrainas kara pieredze liecina, ka visuzticamākie sakari ir pa optisko kabeli. "Ne pa gaisu, bet tam jābūt ieguldītam zemē. 30–50 centimetrus zem zemes," sacīja Madjars. "Un šie sakari ir jānodrošina visā jūsu robežas garumā, veidojot vienotu tīklojumu." Visā robežas garumā izvietotajam optisko kabeļu tīklam jābūt savstarpēji savienotam tā, lai dažādos punktos varētu pieslēgt visdažādākos sensorus un kameras, dronu pozīcijas, sakaru punktus un tā tālāk. Visam šim pazemes optisko kabeļu tīklam jābūt savienotam starp visām Baltijas valstīm. "Šī ar optiskajiem kabeļiem izveidotā infrastruktūra ļaus nākotnē izbūvēt nepieciešamo dronu palaišanas laukumu skaitu, no kuriem droni varēs pacelties, bet piloti tos vadīs attālināti," sacīja Madjars. "Lai piloti būtu drošībā, viņiem jāstrādā no Rīgas, Viļņas, Londonas vai jebkuras citas vietas. Svarīgi, lai tas notiktu attālināti." 3. priekšlikums – jāizveido efektīva taktiskā jeb tuvas darbības pretgaisa aizsardzība, kas redz 15–30 kilometru attālumā. Šādai pretgaisa aizsardzībai jābūt blīvi izvietotai gar izveidoto "nāves zonu". Šādas pretgaisa aizsardzības mērķis ir atklāt visus gaisā lidojošos ienaidnieka izlūkošanas un trieciendronus. Atklāt tos jebkurā augstumā un pēc tam iznīcināt vai nu ar pārtvērējdroniem, elektroniskās cīņas (EC) līdzekļiem, vai citām metodēm. "Ja ienaidnieks vēlēsies jums iebrukt, viņš nenāks ar tankiem. Viņš nesāks ar artilērijas apšaudēm," sacīja Madjars. "Sākotnēji viņi ieradīsies ar izlūkošanas droniem. Viņi visu apskatīs, un tad atlidos trieciendroni un raķetes. Jums tas jāzina un tam jābūt gataviem." Dārgi radari un dārgas pretgaisa aizsardzības sistēmas jāatstāj dziļāk aizmugurē, lai uzraudzītu globālo situāciju. Ja frontes tuvumā parādīsies dārgas radaru sistēmas, ienaidnieks tās iznīcinās pirmās. "Šo sistēmu iznīcināšana padarīs jūs aklus, kurlus un bezpalīdzīgus," uzsvēra Madjars. 4. priekšlikums – katrā Baltijas valstī jāizveido vismaz viena specializēta dronu brigāde. Ukrainā viena dronu brigāde nozīmē 300 dronu apkalpes. "Tās visas ir dronu apkalpes ar dažādiem mērķiem," sacīja Madjars. Lai aprakstītu, kāpēc tieši kompleksa dronu izmantošana ar dažādiem mērķiem un pret dažādiem mērķiem palīdz efektīvi cīnīties pret Krievijas spēkiem, Madjars izmanto jēdzienu "boršča recepte". "Šī 'boršča recepte' ietver sarakstu ar dažāda veida apkalpēm, kas darbojas dažādos dziļumos, strādā ar dažādiem līdzekļiem un atrodas dažādā attālumā cita no citas," skaidroja Madjars. Borščs, slavenākais ukraiņu virtuves ēdiens, nebūs ideāls, ja trūks kādas no nepieciešamajām sastāvdaļām. Pēc Madjara domām, tas pats attiecas arī uz dronu spēkiem – šī lieta nedarbojas, ja trūkst kāda komponenta. Kara apstākļos brigāde ar 300 apkalpēm, kas veidota pēc "boršča receptes" principa, var nosegt simts kilometru garu posmu, uzskata Madjars. Miera laikā, kad šai brigādei galvenokārt jānovēro ienaidnieks un jābūt gatavībā, tā var nosegt arī 500–600 kilometrus, norādīja Madjars. Tomēr vislabāk būtu, ja Igaunijas, Latvijas un Lietuvas bruņotie spēki izveidotu atsevišķus dronu spēkus, kā tas jau sen ir Ukrainā un tagad arī Krievijā. "Kāda vēl pieredze jums ir nepieciešama, ja mēs pastāvīgi pierādām, ka tas darbojas?" jautāja Madjars. "Pašlaik mēs ar droniem trāpām 80 procentiem visu mērķu." "Vai man atbraukt un nodejot jums nacionālo deju par šo tēmu, lai jūs to saprastu? Tā ir pieredze," piebilda Madjars, kurš pazīstams ar savu izteiksmīgo valodu. 5. priekšlikums – spēja dot triecienu uzbrūkošā ienaidnieka loģistikas un militārajiem objektiem. Tam nepieciešami vidēja un tāla darbības rādiusa droni, kā arī to apkalpes. Saskaņā ar Madjara teikto, dronu brigādē jāsagatavo 30–50 apkalpes vidēja un tāla darbības rādiusa droniem, kas spēj uzbrukt ienaidniekam operatīvajā un stratēģiskajā dziļumā. "Lai mainītu pretinieka plānus, lai dotu triecienus, kas piespiestu viņus mainīt savus plānus un termiņus," sacīja Madjars. Vidēja un tāla darbības rādiusa dronu pilotu sagatavošana Igaunijas, Latvijas un Lietuvas bruņotajiem spēkiem jāsāk nekavējoties, uzskata Madjars. Viņš norādīja, ka Ukrainas bruņotie spēki ar prieku palīdzēs šajā jautājumā. Paveicams vēl šogad "Nāves zonas" izveide uz robežas ar Krieviju un optisko kabeļu tīkla izvietošana ir lietas, ko var izdarīt ātri, vēl šī gada laikā, norāda Madjars. Ja vien ir griba, uzsvēra Ukrainas dronu spēku vadītājs. Viņš apgalvoja, ka nevienam no šiem pasākumiem nav nepieciešami miljardos mērāmi budžeti. "Tas maksā dažus miljonus, bet jūs to varat izdarīt paši, un to var izdarīt ātri," sacīja Madjars. "Ar nosacījumu, ka pati valsts nestrādā tam pretī un nerodas problēmas ar privātajām zemēm – par to, kurš atļauj kaut ko darīt un kurš ne." "Šeit jums pašiem ir jāizvēlas: vai nu jūs sākat kaulēties ar saviem uzņēmējiem, vai arī ieņemat nacionālu pozīciju, ka tas viss ir jāizdara," turpināja Madjars. "Vienkārši izdariet to. Iedodiet viņiem kaut ko citu pretī, lai viņi tik ļoti neturas pie šīs zemes. Jo viņi paši būs pirmie, kas dabūs ciest, kad maskavieši iebruks pie jums." 2024. gadā trīs Baltijas valstis parakstīja vienošanos par Baltijas aizsardzības līnijas izveidi uz robežas ar Krieviju un Baltkrieviju. Tomēr tā būs pilnīgi atšķirīga no tās aizsardzības līnijas, ko iesaka būvēt Ukrainas dronu spēku komandieris. Jau uzsāktā Baltijas aizsardzība līnija ir aizsardzības būvju un šķēršļu sistēma, kas sastāv no nocietinātiem atbalsta punktiem, prettanku grāvjiem, prettanku šķēršļiem, mīnu laukiem un tamlīdzīgi. Tās būvniecībā tiek izmantoti dabiskie šķēršļi: meži, purvi, upes utt. Igaunijā plānots izbūvēt līdz 600 nodaļas līmeņa bunkuriem. Prettanku grāvju izbūve Baltijas aizsardzības līnijai Meremē apgabalā, Setomā pagastā šopavasar. Foto: Marguss Ansu (Margus Ansu) Ja Krievija uzbruktu, šai aizsardzības līnijai, saskaņā ar Igaunijas Aizsardzības ministrijas vīziju, būtu jāpalēnina un jānovirza Krievijas vienību kustība un jāpiespiež tās virzīties uz vietām, kur tās ir vieglāk iznīcināt ar uguni. Pēc aizsardzības līnijas veidotāju ieceres tas dotu Igaunijas, Latvijas un Lietuvas spēkiem, kā arī NATO sabiedrotajiem laiku un labvēlīgākus apstākļus ienaidnieka iznīcināšanai. Stratēģiski mērķis ir atturēšana – parādīt, ka ātrs izrāviens Baltijas valstīs neizdosies un ka teritorija tiks aizstāvēta no paša pirmā metra. Pēc Madjara domām, šādas aizsardzības līnijas izbūve balstās uz iepriekšējā kara pieredzi. "Tas nav daudzsološi," viņš teica. "Jūs nevarat apturēt ienaidnieka uzbrukumu ar kinētiku." Ar jēdzienu "kinētika" Madjars saprot fortifikācijas un tradicionālo ieroču uguns spēku. "Ja šodien dominējošais instruments ir drons, tad infrastruktūra un nepieciešamie apstākļi jārada tieši dronu izmantošanai," viņš piebilda. Pašlaik nav pat viena procenta varbūtības, ka Krievija organizētu uzbrukumu Baltijas valstīm ar tankiem un mehanizētām kolonnām, pārliecināts ir Madjars. Madjars uzsvēra, ka Baltijas valstīm jāizveido tas, kas šobrīd ir aktuāls un efektīvs Ukrainā, un jāiegūst pieredze tā izmantošanā. Tas ietver arī loģistikas organizēšanu ar gaisa un sauszemes droniem. "Jums ir jātrenējas ievainoto evakuācija ar robotiem, nevis cilvēkiem," sacīja Madjars. "Jātrenē visas elektroniskās cīņas (EC) prasmes. Un kas tam atkal ir vajadzīgs? Izbūvēt optisko kabeļu infrastruktūru." Kritika NATO Pēc Madjara vērtējuma, Krievijas uzbrukuma varbūtību palielina tas, ka NATO līdz šim nav demonstrējusi vienotību un adekvātu rīcību, saskaroties ar Kremļa provokācijām. "Krievijas drons ielido jūsu gaisa telpā, tad raķete, tad pārlido lidmašīna, veic izlūkošanu, tad tuvojas karakuģis, kas arī veic izlūkošanu, bet jūs tikai izsakāt bažas, ka jums tas nepatīk," teica Madjars. "Notrieciet to, kad tas tuvojas! Izdariet šāvienu, lai tas nogrimst, tas vairs neatgriezīsies," ieteica Madjars. "Bet jūs to nedarāt. Es runāju par NATO valstīm. Jūs tikai sākat savā starpā diskutēt, atbildēt vai neatbildēt, aizdzīt vai nē." Madjars minēja Polijas piemēru, kurā atkārtoti ielidojuši Krievijas karā pret Ukrainu izmantotie gaisa lidaparāti. Kā gan citādi pārliecināt Poliju, ka tā vairs nav nejaušība, jautāja Madjars. "Ja tūkstoš vienību lidos viņu virzienā vienlaikus, viņiem atkārsies žokļi. Tad viņi nezinās, ko darīt," sacīja Madjars. "Kā rāda Ukrainas pieredze, tūkstotis [Shahed tipa dronu] vienlaikus nav nekāda problēma." Tuvākajā nākotnē palaist tūkstoti Shahed tipa dronu vienlaikus Krievijas bruņotajiem spēkiem nebūs nekāda problēma, pārliecināts ir Madjars. #BaltijasValstis #Droni #Aizsardzība

The NBS plans to neutralize the recently shot down drone in the Rugāji parish, which entered Latvian airspace under the influence of Russian electromagnetic warfare, and the investigation of the incident involves NBS soldiers and the police, while foreign media report on Ukrainian strikes on Russian regions, where many drones have been shot down. (translated)

NBS šovakar neitralizēs notriekto dronu Rugāju pagastā – var būt dzirdams sprādziens

Drone destroyers have shot down a drone near the Rugāji parish; however, no residents or property have been harmed. Operational services are working at the scene, and an investigation is underway regarding the impact of Russian electromagnetic warfare on the drone's entry into Latvian airspace. (translated)

Iznīcinātāji dronu notriekuši netālu no ezera Rugāju pagastā

Silenes robežapsardzības nodaļas posmā pie Latvijas 🇱🇻 –Baltkrievijas 🇧🇾 robežas atrasts migrantu izrakts tunelis. Robežsargi pirmdien, 10. augustā, Augšdaugavas novada Skrudalienas pagastā konstatēja 15 personas, kuras nelikumīgi šķērsoja valsts robežu. @lasilvportals https://t.co/y6ciUqZCMb #Migrācija #Robeža #Bezpieczeństwo

Noķerti pirmie "pazemes tuneļu inženieri" 10. augustā, Augšdaugavas novada Skrudalienas pagastā robežsargi konstatēja 15 personas, kuras nelikumīgi šķērsoja valsts robežu caur izraktu pazemes tuneli no Baltkrievijas. Valsts robežsardzes amatpersonas sadarbībā ar Valsts policijas amatpersonām, Lietuvas robežsardzes kinologu un ātrās reaģēšanas vienību, veicot operatīvos pasākumus un pārbaudot saņemto informāciju, konstatēja 15 personas, kuras nelikumīgi šķērsojušas valsts robežu. Turpinot pārbaudīt notikuma vietu un noskaidrojot personu nelikumīgās valsts robežas šķērsošanas apstākļus, robežsargi Silenes robežapsardzības nodaļas atbildības teritorijas rajonā, 10 metru attālumā no žoga, konstatēja pazemes eju. Operatīvā informācija par tuneļa izveidi šajā atbildības iecirknī robežsargu rīcībā bija jau iepriekš. Šis ir pirmais gadījums, kad nelikumīgas valsts robežas šķērsošanai uz Latviju tiek izmantots tunelis. Tieši šajā vietā iepriekš netika konstatētas pārkāpuma pazīmes un nav notikušas nelikumīgi valsts robežu škērsojušu personu aizturēšanas. 15 personas atturētas no nelikumīgas valsts robežas šķērsošanas saskaņā ar Valsts robežsardzes likuma 4. pantu un atgrieztas uz izceļošanas valsti. Paldies dienestiem par kopējo darbu! #Robezsardze #NelikumigasDarbības #Latvija

Larreta 2w

Hoy ir a trabajar te sale más caro. No cambiaste de trabajo. No viajás más lejos. No elegiste otro transporte. Hacés exactamente el mismo viaje de todos los días, pero ahora una parte te cuesta más porque Nación y Ciudad no se pusieron de acuerdo. La discusión es entre gobiernos y la cuenta la pagás vos. Y esto muestra un problema mucho más grande del AMBA. #Transporte #AMBA #Economía

"O Negócio do Século de Vieira: Como se Livrou de 160 Milhões em Dívidas" O antigo presidente do Benfica ficou livre da dívida. O banco ficou com as acções — e a fugir delas."" Uma história antes da história A avó de uma amiga minha ficou viúva há uns anos e, com ela, herdou uma dor de cabeça: o marido tinha deixado dívidas de que ninguém na família sabia bem a dimensão. Antes de assinar seja o que for, a minha amiga levou-a ao advogado. E o advogado explicou-lhe uma coisa que a lei portuguesa prevê há mais de século e meio: uma herança pode ser aceite de duas maneiras. Pode aceitar-se "pura e simplesmente" — nesse caso, fica-se com tudo, o bom e o mau, e se as dívidas forem maiores do que os bens, paga-se a diferença do próprio bolso. Ou pode aceitar-se "a benefício de inventário" — fica-se com o que a herança tiver de bom, mas nunca se responde por mais do que aquilo que ela vale. Se a dívida for maior do que a casa e as poupanças do falecido, essa diferença simplesmente desaparece; não sai do bolso do herdeiro. A avó da minha amiga escolheu esta segunda opção, e dormiu descansada. Guardo esta história porque é, sem exagero nenhum, a chave para perceber o que aconteceu este mês com o Novobanco e as empresas de Luís Filipe Vieira. Só que, em vez de uma família a lidar com um advogado, temos um banco a lidar com uma norma internacional de contabilidade chamada IFRS 10. E o resultado, tecnicamente, é o mesmo: ficar com o que interessa, sem ficar com o resto. Vamos por partes, e por ordem cronológica, porque esta história começa muito antes da notícia desta semana. 2017 e antes — como nasceu a dívida Luís Filipe Vieira, na altura presidente do Sport Lisboa e Benfica, tinha um grupo de empresas imobiliárias — entre elas a Promovalor e a Inland. Estas empresas foram, ao longo de anos, financiadas pelo Banco Espírito Santo (BES) com centenas de milhões de euros. Em 2017, a dívida total deste grupo económico rondava os 400 milhões de euros. Essa dívida tinha duas partes bem diferentes, e é essencial perceber a diferença desde já: Primeira parte — 160 milhões de euros em VMOC. VMOC quer dizer "Valores Mobiliários Obrigatoriamente Conversíveis". Explicando sem jargão: é um instrumento financeiro em que se empresta dinheiro com uma condição escrita no contrato — se a dívida não for paga até determinado prazo, ela transforma-se automaticamente em acções da empresa devedora. Ou seja, deixa de ser dinheiro que a empresa deve, e passa a ser propriedade (capital) da empresa que o credor passa a deter. Destes 160 milhões, 90 milhões pertenciam à Promovalor e 70 milhões à Inland. Segunda parte — cerca de 240 milhões de euros em crédito bancário e hipotecário directo. Este era financiamento normal, sem a cláusula de conversão em acções — dinheiro emprestado para construção e promoção imobiliária, com hipotecas sobre os terrenos e edifícios como garantia. Em 2017, para tentar resolver a situação sem décadas de tribunais, o BES/Novobanco e Vieira chegaram a um acordo relativamente à segunda parcela (os 240 milhões de crédito directo): o património imobiliário real do grupo — terrenos e edifícios em Tavira, Loures, Vila Franca de Xira, um hotel Sheraton na Reserva do Paiva, no Brasil, entre outros — foi retirado das empresas Promovalor e Inland e colocado dentro de um fundo de investimento, gerido por uma entidade independente chamada C2 Capital Partners. Este fundo passou a vender os imóveis, ao ritmo do mercado, e a entregar o dinheiro das vendas ao banco, para ir abatendo a dívida. Em troca de terem cedido este património, o Novobanco ficou a deter cerca de 96% das "unidades de participação" (uma espécie de acções) deste fundo, e Vieira/Promovalor manteve os restantes 4%. O resultado prático desta operação de 2017 foi crucial: a partir daqui os imóveis reais e valiosos deixaram de pertencer à Promovalor e à Inland. Passaram a pertencer ao fundo. As duas empresas ficaram, na prática, sem património de peso — apenas com a dívida que ainda não tinha sido "resolvida" desta forma, ou seja, os 160 milhões de VMOC. 2017–2021 — o Acordo de Capital Contingente e o dinheiro público Quando o Novobanco foi criado a partir dos destroços do BES e vendido ao fundo americano Lone Star, foi assinado um mecanismo chamado Acordo de Capital Contingente (CCA). Este acordo obrigava o Estado português, através do Fundo de Resolução, a injectar capital no Novobanco sempre que este registasse perdas em créditos "podres" herdados do BES que fizessem descer os seus rácios de capital abaixo de um determinado limite. As perdas relacionadas com o grupo Vieira entraram exactamente neste mecanismo. À medida que os créditos e os VMOC deste grupo perdiam valor, o Novobanco ia registando "imparidades" — o termo técnico para dizer "estou a admitir que não vou receber este dinheiro, e vou apontar essa perda nas minhas contas". Essas imparidades geravam prejuízos, e esses prejuízos accionavam pedidos de capital ao Fundo de Resolução, que por sua vez ia buscar esse dinheiro a empréstimos do Estado — ou seja, em última instância, ao contribuinte. Neste período, o Novobanco chegou a provisionar a 100% os 160 milhões de euros dos VMOC — quer dizer, deu esse valor como perdido por completo, nas contas do banco, muito antes de a questão jurídica estar decidida. Uma fatia esmagadora desta perda de 160 milhões acabou por ser coberta, indirectamente, pelas injecções de capital público que o Acordo de Capital Contingente obrigava a fazer. É por isto que é justo dizer que os contribuintes portugueses já pagaram, de facto, uma parte substancial desta história — não porque tenham assinado um cheque com o nome de Vieira escrito, mas porque o mecanismo de resolução bancária funcionou precisamente como uma rede de protecção para as perdas do Novobanco, e estas perdas incluíam esta dívida. Este Acordo de Capital Contingente já terminou. Tinha um prazo e um tecto máximo de injecções, ambos esgotados. É um ponto importante a reter para o fim desta história. O litígio jurídico — o Novobanco tenta travar a conversão Apesar de os VMOC preverem, por contrato, a conversão automática em acções caso a dívida não fosse paga, o Novobanco não aceitou esta conversão de bom grado. Durante anos, o banco contestou-a em tribunal, tentando fazer cancelar essa conversão nos aumentos de capital da Promovalor e da Inland. Porquê resistir a ficar dono de duas empresas, em vez de simplesmente aceitar? Porque, como veremos, "ficar dono" de empresas cheias de dívidas por pagar é um problema, não um prémio. Fevereiro de 2026 — o Supremo Tribunal dá razão a Vieira Em Fevereiro de 2026, o Supremo Tribunal de Justiça decidiu esta disputa a favor de Luís Filipe Vieira. A decisão final obrigou o Novobanco a reconhecer aquilo que o contrato dos VMOC sempre tinha previsto: a conversão da dívida em acções. Na prática, o banco tornou-se, de um dia para o outro, o accionista maioritário das duas sociedades — com 66% do capital da Promovalor e 63,3% do capital da Inland. Para Vieira, este foi o desfecho que procurava: os 160 milhões de euros de dívida pessoal e do grupo, contraídos ainda no tempo do BES, ficaram legalmente extintos. Em troca, entregou ao banco a propriedade maioritária de duas empresas — que, como já vimos, tinham sido esvaziadas do seu património real em 2017. Do lado das contas do Novobanco, esta conversão não trouxe surpresas de maior a este nível específico: como a dívida de 160 milhões já estava provisionada a 100% havia anos, a decisão do Supremo não teve impacto adicional relativamente a este valor. O dinheiro, por assim dizer, já tinha sido dado como perdido antes mesmo de o tribunal decidir. O tamanho real do problema — de onde vêm os 278 milhões Aqui está o ponto que costuma confundir mais gente: se os 160 milhões de VMOC foram "limpos" através da conversão em acções, porque é que a notícia fala de um buraco de 278 milhões de euros nestas empresas? A resposta está na diferença entre a dívida total do grupo e a parcela que foi coberta pelos VMOC. Recorde-se: a dívida total em 2017 era de cerca de 400 milhões. Destes, apenas 160 milhões estavam ligados aos VMOC. Os restantes cerca de 240 milhões eram crédito bancário directo — a dívida que, em 2017, ficou associada ao fundo de imóveis, mas que continuou, tecnicamente, registada como passivo das próprias empresas Promovalor e Inland, à espera de ser paga pelas vendas dos imóveis. Ao longo de quase uma década de incumprimento, esta segunda parcela foi acumulando juros de mora e encargos — cerca de 38 milhões de euros adicionais. A conta soma-se assim: • Dívida global do grupo em 2017: aproximadamente 400 milhões de euros • Menos os 160 milhões de VMOC, extintos pela conversão em acções: fica um remanescente de cerca de 240 milhões • Mais os juros de mora e encargos acumulados ao longo dos anos: mais cerca de 38 milhões • Total do passivo actual das duas sociedades: 278 milhões de euros Este é, portanto, o "buraco" que hoje consta das contas da Promovalor e da Inland, e que nada tem a ver com os VMOC já resolvidos — é o que sobrou da outra fatia da dívida, a que nunca foi convertida em capital. E que garantias existem para pagar estes 278 milhões? Apenas o que resta do património no fundo gerido pela C2 Capital Partners. Quando os imóveis lá foram colocados em 2017, foram avaliados, na altura, num valor bruto de cerca de 244 milhões de euros — uma avaliação que se veio a revelar largamente inflacionada. À medida que os terrenos e edifícios foram sendo colocados à venda no mercado real (por exemplo, o Sheraton na Reserva do Paiva, no Brasil, vendido há cerca de um mês ao grupo hoteleiro português Vila Galé), os valores obtidos ficaram muito abaixo dessas avaliações antigas. Hoje, estima-se que o que resta por vender no fundo — que inclui ainda terrenos como os Páteos da Luz em Tavira, a Quinta dos Salgados em Santa Iria da Azóia, o Parque Oriente em Loures e a Quinta do Cochão em Vila Franca de Xira — valha entre 80 e 100 milhões de euros. Ou seja: mesmo que o banco consiga vender tudo o que resta no fundo pelo melhor preço possível, recuperará apenas entre 80 e 100 milhões para abater um passivo de 278 milhões. Mais de 170 milhões de euros deste "buraco" nunca serão pagos a ninguém — simplesmente deixarão de existir, por impossibilidade de cobrança, quando as empresas vazias forem, mais cedo ou mais tarde, extintas. Porque é que o banco não soma este buraco às suas próprias contas Chegamos aqui ao ponto mais técnico, mas também ao mais importante — e é aqui que a história da avó da minha amiga volta a fazer sentido. O Novobanco tem 66% e 63,3% do capital destas duas empresas. Bastaria isso, em contabilidade tradicional, para ser obrigado a somar às suas contas todos os activos e passivos delas — incluindo o "buraco" de 278 milhões. Mas a contabilidade moderna, através da norma internacional IFRS 10, deixou de olhar apenas para quem tem a maioria das acções. Passou a olhar para quem tem controlo efectivo — ou seja, quem manda de facto na empresa. A IFRS 10 exige três condições, todas em simultâneo, para que uma empresa seja obrigada a "consolidar" outra nas suas contas: 1. Ter poder — o direito e a capacidade real de dirigir as decisões operacionais e financeiras relevantes da empresa. 2. Ter exposição a resultados variáveis — ter direito aos lucros, ou estar exposto aos prejuízos, dessa empresa. 3. Ter capacidade de usar esse poder para influenciar esses resultados. O Novobanco fez uma escolha deliberada: apesar de ter a maioria do capital, recusou-se a nomear administradores próprios para os órgãos sociais da Promovalor e da Inland. Sem gente sua na gestão, o banco não assina cheques, não aprova orçamentos, não decide contratações nem vendas do dia a dia dessas empresas. A gestão formal continua, hoje, nas mãos do próprio Luís Filipe Vieira. Ao provar aos auditores externos e ao Banco Central Europeu que é, de facto, um accionista passivo e bloqueado — dono do papel, mas sem mão na engrenagem —, o Novobanco cumpre os critérios técnicos para não ser obrigado a consolidar estas duas sociedades. É exactamente a lógica do "benefício de inventário": aceitar a propriedade formal, sem aceitar a responsabilidade integral pelas dívidas associadas a essa propriedade. Como é que isto aparece, então, nas contas do banco? Se as empresas não entram "linha a linha" nas contas do Novobanco, como é que o banco as regista? A resposta divide-se em duas partes bem distintas, e vale a pena perceber esta divisão com clareza, porque é aqui que está o "coração" financeiro de toda a operação: As empresas (Promovalor e Inland) — ficam de fora do balanço. O banco regista as suas acções nestas duas empresas como um activo financeiro avaliado ao "justo valor" — e esse justo valor, dado o estado das empresas, é de 0 euros. O passivo de 278 milhões que está dentro delas não entra nas contas do banco. O fundo de investimento (gerido pela C2 Capital Partners) — entra no balanço. Como o Novobanco detém cerca de 96% das unidades de participação deste fundo — que é uma entidade separada, gerida de forma independente, sem as dívidas das empresas de Vieira — regista o valor desta participação ao seu justo valor de mercado: os já mencionados 80 a 100 milhões de euros em imóveis por vender. Explicando de outra forma: o banco leva para dentro de casa o que ainda vale dinheiro (a fatia dos imóveis no fundo), e deixa cá fora o que só tem dívidas (as próprias empresas). É esta divisão, tecnicamente permitida pelas regras internacionais, que suscita a pergunta moral com que qualquer leigo fica ao ler esta notícia. Porque não reergue as empresas, e porque não as fecha já Uma pergunta óbvia surge aqui: se o Novobanco tem mais de 60% do capital destas empresas, porque não usa esse poder para as reerguer, ou, em alternativa, para simplesmente as liquidar de vez, já que valem zero? Reerguer não é opção. Fazê-lo exigiria ao banco injectar dezenas ou centenas de milhões de euros novos nestas sociedades para pagar credores e tentar pôr um negócio a funcionar — só que não há negócio nenhum para pôr a funcionar. A Promovalor e a Inland não produzem nada, não têm fábricas nem prestam serviços; eram apenas holdings imobiliárias, e o património imobiliário real já foi retirado delas em 2017. Não há nada para salvar. Além disso, o Banco Central Europeu proíbe, em termos gerais, que bancos comerciais funcionem como promotores imobiliários ou injectem capital novo em empresas insolventes de clientes, precisamente porque isso destruiria os seus próprios rácios de capital. Liquidar também não é simples. Para pedir a liquidação ou insolvência de uma empresa da qual se é accionista maioritário, é normalmente necessário assumir primeiro o seu controlo formal: convocar uma assembleia geral, destituir a gerência actual (neste caso, a de Vieira), nomear administradores próprios, e só depois avançar com o processo de insolvência. O problema é que, no preciso momento em que o Novobanco nomeasse os seus próprios administradores e assumisse a gestão, activaria exactamente o critério de "controlo" da norma IFRS 10 que até aqui evitou cuidadosamente. Nesse instante, o buraco de 278 milhões entraria directamente para o balanço do banco, contaminando os seus rácios financeiros — antes mesmo de um tribunal decretar a liquidação, processo que pode demorar anos na justiça portuguesa. Além disso, quem assume a gestão de uma empresa em situação de insolvência iminente pode ficar exposto a responsabilidades legais e fiscais sobre dívidas passadas, incluindo eventuais dívidas à Autoridade Tributária ou à Segurança Social — mais um motivo para o banco preferir manter-se à distância. Por fim, uma liquidação das empresas em si não traria dinheiro nenhum ao banco, porque elas já não têm bens — o dinheiro que ainda há para recuperar está todo dentro do fundo de imóveis, e esse processo de venda já está em curso, independentemente do destino formal das duas sociedades. O resultado é uma espécie de "coma induzido": o banco não reergue as empresas, porque seria deitar dinheiro bom em cima de dinheiro perdido; não as líquida directamente, para não arrastar o passivo para o seu próprio balanço; e tenta, isso sim, vender a sua posição acionista — mesmo que seja por um euro simbólico — a terceiros ou ao próprio Vieira, "empurrando" o problema jurídico para quem o quiser aceitar. Foi exactamente isso que o banco tentou fazer em Março de 2026, através do exercício de uma opção de venda das suas acções na Promovalor e na Inland — tentativa que falhou "por incumprimento da contraparte", suspeitando-se, sem que a notícia o confirme expressamente, que essa contraparte seja o próprio Vieira. No relatório e contas, o Novobanco garante que vai continuar a procurar formas de se desfazer desta posição. Porque é que alguém quereria comprar acções que valem zero? Aqui vale a pena parar num pormenor que costuma intrigar quem segue este caso pela primeira vez. Se o Novobanco avalia as suas acções da Promovalor e da Inland em zero euros, porque é que, em Março de 2026, havia aparentemente alguém do outro lado disposto a comprá-las — numa operação que só não avançou por, segundo a notícia, "incumprimento da contraparte"? Antes de continuar, uma ressalva importante: a notícia não identifica quem era essa contraparte. A suspeita, levantada por órgãos de comunicação social e não confirmada pelo banco, é que possa ter sido o próprio Luís Filipe Vieira. É uma hipótese plausível — ele é, afinal, quem continua a gerir estas empresas, e seria o comprador mais óbvio de uma posição que, no fundo, já controla na prática — mas continua a ser apenas isso: uma hipótese. O raciocínio que se segue explora este cenário por ser o mais instrutivo, não porque esteja estabelecido como facto. Dito isto, a pergunta mantém-se válida mesmo em abstracto: porque é que alguém compraria "nada"? A resposta está em perceber que "zero" é o valor de liquidação — o que sobraria para um accionista se a empresa fosse fechada hoje e todas as dívidas pagas primeiro. Não é o valor de uso. Imagine-se uma casa arruinada, com uma hipoteca maior do que aquilo que ela vale — o banco, sabendo que nunca vai recuperar todo o dinheiro através dela, muitas vezes nem se dá ao trabalho de a executar, porque dá mais despesa do que proveito. A casa "vale zero" no papel, mas continua a ser um tecto, uma morada, uma estrutura que alguém pode ocupar e usar, sem nunca ser obrigado a pagar a hipoteca por inteiro. É exactamente esta lógica que se aplica à Promovalor e à Inland. Quem quer que controle estas empresas — hoje Vieira, enquanto gestor de facto — decide os contratos que assinam, o uso que fazem da estrutura jurídica, o destino do que ainda resta. E nunca é obrigado, só por deter ou controlar as acções, a pagar do seu próprio bolso a dívida de 278 milhões que lá dentro dorme, porque essa dívida é da empresa, uma pessoa colectiva distinta, e não da pessoa que a gere ou possui. É este o activo real que se procura quando se procura comprar "nada": não património, mas controlo, protegido pela responsabilidade limitada. Portugal já viu este mecanismo em acção antes, embora noutro contexto. Em 2008, o Estado português nacionalizou o falido Banco Português de Negócios (BPN) por um valor simbólico de um euro. Não porque o banco valesse, literalmente, um euro, mas porque o seu valor de liquidação era negativo — tal como o das empresas de Vieira hoje —, e o preço simbólico serviu apenas para formalizar a transferência do controlo. A diferença crucial é que o Estado, ao nacionalizar, aceitou também as dívidas do BPN, por ter um interesse público a defender. Um comprador privado das acções da Promovalor ou da Inland não teria essa obrigação: herdaria o controlo, sem herdar a exigência de pagar as dívidas com património pessoal. O economista Adam Smith já tinha avisado, há mais de dois séculos, sobre este tipo de separação entre quem controla e quem responde: observou que quem gere dinheiro alheio raramente lhe dedica o mesmo cuidado vigilante que dedicaria ao seu próprio. A ideia aplica-se aqui de forma quase inversa, mas com a mesma raiz — se ninguém está exposto ao custo total das más decisões do passado (nem o Novobanco, que não quer gerir, nem quem quer que venha a controlar as empresas, que não paga pessoalmente a dívida), o incentivo para alguém resolver de vez o problema de fundo — os 278 milhões por cobrar — torna-se praticamente nulo. A "casa arruinada" fica na rua, meio abandonada, precisamente porque a ninguém compensa assumir o custo de a demolir. Quem pagou, e quem vai pagar, no final de contas Chegados aqui, faz sentido separar duas perguntas que costumam confundir-se: uma é técnica ("isto é legal?"), a outra é moral ("isto é justo?"). Do ponto de vista técnico e regulatório, a resposta é relativamente simples: sim, o Novobanco está a aplicar correctamente as regras internacionais de contabilidade, e o Banco Central Europeu prefere mesmo que assim seja — obrigar o banco a consolidar um passivo de 278 milhões de euros que não escolheu, e sobre o qual não tem controlo de gestão, fragilizaria desnecessariamente a sua posição de capital. A questão moral é mais incómoda, e tem duas camadas. A primeira camada é sobre quem já pagou. Os 160 milhões de euros de dívida ligados aos VMOC foram, na prática, absorvidos pelo sistema de resolução bancária português ao longo dos anos em que o Acordo de Capital Contingente esteve activo — o que quer dizer, em bom português, que uma fatia esmagadora deste valor acabou coberta por injecções de capital público no Novobanco, financiadas por empréstimos do Estado. Some-se a isto uma fatia adicional de perdas relacionadas com a insuficiência das garantias do crédito de 240 milhões — estima-se que o impacto total, directo e indirecto, do grupo económico de Vieira sobre as contas cobertas pelo mecanismo de resolução tenha rondado os 200 a 300 milhões de euros. Dizer que "os portugueses pagaram para limpar parte da dívida de Vieira" é, por isto, uma descrição materialmente correcta. A segunda camada é sobre a assimetria entre o cidadão comum e o grande devedor. Se uma família comum deixar de pagar a prestação da casa, o banco fica com a casa, a família perde o imóvel, e continua a dever a diferença — com o risco de penhora de salário e de bens futuros. No caso de um grande devedor do sistema, existem instrumentos como os VMOC, fundos de reestruturação e mecanismos de capital contingente que permitem "limpar" formalmente o passivo pessoal, isolar o património ainda valioso para o credor, e distribuir o prejuízo residual pelo sistema financeiro e, em última instância, pelo contribuinte. É um duplo padrão real, mesmo que nenhuma das partes envolvidas esteja, tecnicamente, a infringir a lei. E agora? O risco para o contribuinte, hoje, é zero Há, no entanto, uma boa notícia nesta história, que raramente é dita com a mesma clareza com que se conta o resto: relativamente aos 278 milhões de euros que ainda restam nestas duas empresas, o risco para o contribuinte português é, hoje, nulo. Há três razões concretas para isto. Primeira: o Acordo de Capital Contingente que ligava as perdas do Novobanco ao Fundo de Resolução já terminou, com o seu prazo e tecto máximo esgotados. O Novobanco é hoje um banco privado, rentável, maioritariamente detido pelo grupo financeiro francês BPCE. Qualquer perda futura relacionada com este processo terá de ser absorvida pelos accionistas privados do banco, não pelo Estado. Segunda: esta dívida específica de 278 milhões já está, segundo a própria notícia, provisionada a 100% pelo banco — ou seja, o Novobanco já deu este valor como perdido nas suas próprias contas, com impacto já assumido no passado. A recusa em consolidar as duas empresas em 2026 serve, precisamente, para impedir que esta dívida antiga "ressuscite" e volte a afectar o balanço actual da instituição — mas o impacto financeiro, no que toca ao banco, já foi contabilizado. Terceira: os 278 milhões continuam registados como passivo dentro da Promovalor e da Inland, e, como o Novobanco nunca deu qualquer garantia pessoal por estas dívidas nem assumiu a gestão das empresas, esse passivo está "fechado" dentro delas. Se as empresas entrarem, no futuro, em liquidação ou insolvência final, o processo simplesmente encerra sem que os credores consigam cobrar — porque não há património para o fazer. A dívida extingue-se por impossibilidade de cobrança, sem que o Estado ou o contribuinte sejam chamados a pagar mais um cêntimo. Para terminar Voltemos, para fechar, à avó da minha amiga. Quando ela aceitou aquela herança "a benefício de inventário", ninguém achou que estivesse a fazer batota — estava apenas a usar uma protecção legal que existe, precisamente, para que um cidadão comum não seja arrastado para dívidas que nunca escolheu contrair. O Novobanco fez, tecnicamente, a mesma escolha. A diferença é que o "falecido", neste caso, é um grupo de empresas cujo colapso teve origem em créditos concedidos com pouco critério ainda no tempo do BES, cujas perdas já foram, em larga medida, cobertas por dinheiro público ao longo de quase uma década, e cujo devedor original viu a sua responsabilidade pessoal extinta por um instrumento contratual que ele próprio assinou décadas antes de este desfecho estar decidido. A lei está a ser cumprida, ponto por ponto. Fica apenas a pergunta que a lei, por definição, não responde: se o pequeno herdeiro e o grande banco têm ambos o direito de dizer "não aceito mais do que aquilo que a herança vale", porque é que, olhando para trás, é sempre o mesmo lado da sociedade que acaba a pagar a diferença primeiro? #Novobanco, #Luís Filipe Vieira, #Promovalor, #Inland, #VMOC, #IFRS10, #Fundo de Resolução, #BES, #Lone Star, #banca portuguesa, #contabilidade, #imparidades, #dívida, #explicador

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Anulación de votos y protección al consumidor. Si Juanicar abandona por la salud de su madre ( deseamos pronta recuperacion ) , debido a que el público ya gastó millones de pesos en votos enfocados en eliminarlo, lo más transparente y ético por parte de la producción sería la anulación total de los votos y que los nominados restantes queden salvados automáticamente esta semana. Para el destino de los votos ya emitidos, la estrategia más clara y legal sería: Compensación automática (SMS al 9009 / 7020): Las plataformas de votación registran el número de línea desde donde se envió cada SMS. Al anularse la placa, ese dinero gastado debe quedar guardado en el sistema como un saldo a favor o bonificación de votos para la gala del próximo miércoles. Reembolso digital (Mercado Pago / Apps): Si los espectadores compraron paquetes de votos a través de aplicaciones oficiales o pasarelas de pago, el dinero debe ser devuelto directamente al saldo de la app o de la billetera virtual, ya que el sistema cuenta con la tecnología para revertir las transacciones no consumadas. El respaldo de la Ley de Defensa del Consumidor (Ley 24.240)Como usuarios que pagamos por un servicio, estamos fuertemente protegidos por la ley argentina ante un imprevisto de esta magnitud: Artículo 19 (Modalidad de prestación de servicios): Obliga a la empresa (el canal y la plataforma de votación) a cumplir el servicio en los términos pactados. Si pagaste para eliminar a un participante específico y este se va solo, el servicio contratado queda truncado por causas ajenas al consumidor. Artículo 10 ter (Rescisión y Devolución): Determina que si el servicio contratado no se puede ejecutar, el proveedor debe arbitrar los medios para devolver el importe cobrado o acreditarlo de manera inmediata a favor del cliente, sin generar cargos extra. Artículo 4 (Deber de Información): Ante el abandono, la producción está obligada por ley a emitir un comunicado de manera clara, detallada y pública explicando exactamente qué pasará con el dinero de la gente. De lo contrario, se exponen a multas millonarias por falta de transparencia y publicidad engañosa. SI HAY ABANDONO, ANULEN VOTOS. Los demás participantes quedaran salvados y en competencia 1 semana mas !!! @SANTIAGODELMORO @GranHermanoAr @telefe @DGO_Latam #DefensaDelConsumidor #Transparencia #Votación

Hoy es uno de los días más negros de la Historia reciente del Real Madrid: - Renuevas 6 años al mayor imbécil que ha vestido la camiseta blanca con unos términos que ni a Cristiano se le dieron viniendo de dos temporadas con peores números que Jeremy Pino. - Pagas 140M€ por una incertidumbre total que ni siquiera ha jugado Champions League y que hace dos temporadas llegó al Leganés por 8M€. - Dejas escapar al fichaje más importante del verano y encima se va al equipo que te va a competir y seguramente a arrollar en la Liga. Sólo tenéis que ver los que están celebrando este día negro para daros cuenta del desastre a corto y medio plazo que nos espera. #RealMadrid #Fútbol #Transferencias

-Quando o juiz te mantém 6 anos preso por engano, é um "dissabor" -Quando você diz que juiz não é Deus, é "crime contra a honra" -Eles capturam o orçamento que bem entendem e ocupam o topo das profissões mais bem pagas -E têm a maior parte da renda advinda de penduricalhos, isentos de IR Você, brasileiro, está insatisfeito com o Judiciário? Coma brioches. #Justiça #DireitosHumanos #Corrupção

The article discusses the growing pressure on Gianni Infantino, president of FIFA, amid unpaid debts to cities that hosted the World Cup, criticism from UEFA officials, and an internal email that highlights dissatisfaction with his leadership, revealing a climate of contest and discontent within the organization. (translated)

O cerco aperta: o email interno que deixa Infantino em xeque
POPTime 3w

Evangélica, Stephany ex-Absoluta revela que NÃO faria uma última turnê nem se lhe pagassem UM MILHÃO: "Na pandemia as coisas apertaram, me ofereceram R$ 100 mil para uma propaganda, eu cantando dentro de um carro. Eu disse que não." https://t.co/CkqoXpFoTB #Evangélica #Música #Pandemia