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#Demografía
Onet.pl 5h

Saxony-Anhalt, the oldest region in Germany with a declining population and a lack of workforce, is facing a demographic crisis, which negatively affects its economy, whose results are significantly below the national average. (translated)

Symbol upadku. Ten land jest gospodarczą kulą u nogi Niemiec

After years of demographic decline, the number of births in Poland has finally stopped falling. In June, the 12-month total of births amounted to 237.2 thousand. This is almost the same as six months earlier. This is the first clear signal of stabilization. (translated)

La guerra è finita. Non sul campo, dove ancora si muore, ma nella realtà dei rapporti di forza. La Russia l’ha vinta. L’esercito ucraino agonizza. A Washington lo hanno capito. In Europa no. O fingono di non capirlo, che è peggio. Il fatto più osceno non è Kiev che resiste a oltranza. Non è Washington che cerca un’uscita per mascherare la sconfitta. Il fatto più osceno è l’Europa. Una classe dirigente colta da una frenesia bellicista che non ha più obiettivo, non ha più industria, non ha più soldati, non ha più strategia. Solo slogan. Solo morale da commedia. Solo la pretesa di continuare una guerra che altri hanno già deciso di chiudere. Si parla di «minaccia esistenziale». Si parla di carri russi a Lisbona. Si parla come se la geografia fosse un optional e la demografia un dettaglio da salotto. Un paese di diciassette milioni di chilometri quadrati, con una popolazione in calo e uno Stato che fatica già a occupare il proprio territorio, non ha alcuna intenzione di invadere l’Europa. Non ha i mezzi. Non ha il desiderio. Non ha l’interesse. Chi racconta il contrario non fa analisi. Fa propaganda. Mosca raggiungerà i suoi obiettivi. Fino a Odessa. Poi si fermerà. Non per bontà. Per calcolo. Perché una potenza fragile dal punto di vista demografico non si lancia in un’avventura continentale. Perché il suo problema è la sicurezza del Mar Nero, non la conquista di Berlino. Perché chi ha pagato un tributo di sangue non spreca il resto in una fantasia da editoriale. Il resto è teatro. L’Europa fornisce armi e fatture. Non decide. Sogna di vincere una guerra che ha già perso al fianco di chi ora cerca di uscirne. Accusa di «capitolazione» chi guarda i numeri. Chiama «realismo» la propria cecità. Confonde la Nato con uno scudo, quando è prima di tutto un dispositivo di controllo. La questione è chi ha voluto questa guerra, chi l’ha condotta per procura, chi ha spezzato l’asse energetico europeo, e chi oggi pretende di continuare il massacro per non ammettere di aver sbagliato tutto. Quando la sconfitta sarà ufficiale, non basterà cambiare comunicato. Bisognerà spiegare perché un continente intero ha preferito l’isteria alla geografia, la predica al calcolo, e la guerra degli altri al proprio interesse. Fino ad allora, il coro continuerà. Più alto. Più vuoto. Più pericoloso. #Guerra #Europa #Realismo

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

The population of Italy is expected to decrease by 4 million over the next 25 years, reaching 55 million by 2050, which poses a serious threat to the economy and the social welfare system. (translated)

Alarm demograficzny we Włoszech. W ciągu 25 lat „znikną” 4 mln obywateli

Warehouses are becoming one of the key elements of Poland's economic security. Pressure on the sector is increasing due to demographics, a lack of workers, increasing energy demand, automation, and geopolitical uncertainty. (translated)

In Poland, the working-age population is shrinking, and particularly quickly, the number of people aged 25-44 is decreasing. According to GUS forecasts, by 2035 this group will decrease by about 2 million people. (translated)

mickpl 6d

Demografia w tym kraju się nie poprawi dopóki przeciętną parę, z przeciętnym wykształceniem, z przeciętnymi zarobkami, przeciętną zdolnością kredytową - nie będzie stać na te 80 metrów mieszkania w sensownej odległości od ich pracy. No tak. #demografia #mieszkania #gospodarka

Czy w Polsce zaczyna się demograficzny przełom? Po raz pierwszy od 2017 roku liczba urodzeń przestała spadać. W czerwcu 2026 r. urodziło się ok. 20 tys. dzieci, a roczna suma urodzeń ustabilizowała się na poziomie 237,3 tys https://t.co/JgKuuZWEIB #demografia #polska #urodzenia

While almost every developed country is sinking further into the fertility crisis, in Israel it has risen to 3 children per woman now. In the first half of 2026, according to newly released data, the Israeli TFR has risen from 2.88 to 2.94! But to see the real story you must... (translated)

mickpl 1w

Polska Gospodarka A.D. 2026 Osiągnęliśmy największy w UE udział inwestycji PKB w betonowe złoto - 43%. Czyli prawie co druga złotówka wypracowana w tym kraju idzie w mieszkania. Budujemy najwięcej na głowę na kontynencie. Więcej (ogółem) buduje tylko Francja. Swoje osiedla stawia Boniek, Lewandowski, Milik i Donatan. Dwie Izby lekarskie nadwyżki ze składek lokują w mieszkania pod najem. 2 na 3 mieszkania rynku pierwotnego idzie pod "inwestycje". Co 3 aby po prostu stało puste i "nabierało wartości". 70% rynku pierwotnego na warszawskiej Woli idzie pod airbnb, wg oficjalnych danych magistratu. Gdańsk jest w dolarach droższy od Dubaju. Warszawa w wielu miejscach już droższa od Berlina. A Zakopane zbliża się do miast w Szwajcarii. Blisko 70% kapitału zamożnych gospodarstw domowych to nieruchomości. Mniej zamożnych - prawie 90%. Demografia szoruje po dnie. Jest najgorsza w Europie i jedna z najgorszych na świecie. Młodzi są z zakupu totalnie priced-out. Gro rodaków wciąż uważa, że tu żadnego balona nie ma, a niewielkie spadki cen to okres przejściowy przez Nową Pompą. #Polska #Gospodarka #Nieruchomości

🇪🇦 ESPAÑA CAMBIA DE ROSTRO: RUMANOS Y BÚLGAROS SE VAN, LOS COLOMBIANOS TOMAN EL RELEVO Los datos del INE no mienten: España está viviendo un auténtico relevo migratorio. 📊 Solo entre abril y junio de 2026: 🔻 5.300 rumanos abandonaron España 🔻 3.200 ucranianos hicieron lo mismo 🔻 Los búlgaros caen un 27,6% desde 2012 (176.411 → 109.604 personas) 📈 Mientras tanto, entran: 🇨🇴 34.000 colombianos 🇻🇪 23.300 venezolanos 🇲🇦 21.100 marroquíes ¿La causa? No es casualidad, es estructura económica. España tiene 800.000 empleos MENOS en construcción que en 2008 (el sector que empleaba a rumanos y búlgaros), pero 2,5 MILLONES de empleos MÁS en servicios (hostelería, cuidados, comercio). ‼️A esto se suma el poder adquisitivo estancado: los salarios reales apenas han subido un 2,7% en 30 años, mientras la vivienda se ha disparado. Para muchos trabajadores del Este, España ya no compensa como antes. ⁉️¿Estamos ante un simple ajuste del mercado laboral… o ante una transformación demográfica silenciosa que nadie explica a los ciudadanos? 📌 Fuente: INE (Estadística Continua de Población) y El Economista #España #Inmigración #MercadoLaboral #INE #Rumania #Bulgaria #Colombia #Demografia #UE #EUWatchdog

Statistics of both largest Christian churches in Germany (19.2 million Catholics and 17.4 million Protestants in 2025) consistently indicate a declining number of believers, stemming from both demographic processes and decisions to leave the community. The result of these (translated)

Spain will lose nearly two million people of working age by 2050 due to the retirement of 'baby boomers', which will create a significant mismatch between the working population and the increasing number of older people who will require benefits, thereby increasing pressure on the pension system. (translated)

España perderá casi dos millones de personas en edad laboral hasta 2050 por la jubilación de los 'boomers'

10/10 Demography is one of the strategic challenges for Poland in the coming decades. We need continuity of actions, cooperation, and looking beyond just one term. Strong demographics mean a stronger economy. And a strong economy means a safer and more competitive Poland. (translated)

Jak Państwo może wiedzą, pan @MorawieckiM proponuje pensję rodzicielską w wysokości bagatela 3600 zł netto. Do 3. roku życia dziecka ma ona być wypłacana zamiast innych świadczeń, ale i tak koszt netto ma sięgnąć 25 mld zł. A co tam, stać nas. I teraz najzabawniejsze: ten pomysł wraz z "emerytalną składką rodzinną" ma, według broszury @RozwojPlus "Demografia Polski" dać kopa demograficznego. Tyle że ani pan Morawiecki, ani broszura nijak nie wyjaśniają, dlaczego właściwie miałoby się tak stać. Tak, bo tak. Po prostu arbitralnie przyjęto, że z dosypania kasy wyniknie jakiś tam efekt demograficzny, po czym zgodnie z tym narysowano wykresy. To jest tak absurdalne, że ręce opadają. Żeby było śmieszniej, niemal dokładnie w tym samym czasie ukazał się raport @PIE_NET_PL o demografii, który wskazuje, że impulsy ekonomiczne same w sobie się nie sprawdzają i że przyczyny kryzysu są o niebo bardziej złożone. Ale cóż - co szkodzi obiecać kolejną kasę? #Demografia #Polska #Rodzina

In 1960, the share of people aged 65 and over in the population of the most developed countries in the world was only 9%. By 2023, it increased to 18.5%, and by 2050 it will reach as much as 26.4%. The costs of long-term healthcare and social services will increase as a result in these countries. (translated)

Another good piece of news from Russia: in 2025, 1.19 million children were born. This is the worst result in the history of modern Russia. Until now, the worst year in terms of the number of births was considered to be 1999, when 1.214 million children were born. (translated)

Kolejny zbija kapitał na straszeniu wojną. Ci idioci nie dostrzegają związku swoich rzucanych lekko "ostrzeżeń" z tragiczną demografią w Polsce, a niechęć do posiadania dzieci to również skutek takich bredni. https://t.co/F7aFxXgjcD #Polska #Demografia #Wojna

Rozdawnictwo? 👀 Znieczulenie przy porodzie to rozdawnictwo? Położna przy rodzącej? Obiad w szkole? Ochrona ojca przed zwolnieniem? Pensja Rodzicielska to nie pieniądze z helikoptera: zastępuje 800+ i inne świadczenia w latach, kiedy bezpieczeństwo finansowe rodziny jest najważniejsze. Prawdziwe państwo potrafi znaleźć pieniądze na sprawy naprawdę najważniejsze. A dziś trudno wskazać wyzwanie bardziej fundamentalne niż demografia. Bez dzieci nie będzie przyszłych pracowników, podatników, żołnierzy, lekarzy ani stabilnego systemu emerytalnego. Polityka rodzinna to nie koszt - to inwestycja w ciągłość i siłę państwa. A ci, którzy to negują, powinni odpowiedzieć sobie na jedno pytanie: są w polityce po lajki, zasięgi i chwilowy poklask czy po to, żeby naprawiać państwo i budować silną Rzeczpospolitą na kolejne pokolenia? Poważna polityka zaczyna się tam, gdzie kończy się kalkulacja pod najbliższy wpis w internecie. Polityka rodzinna nie jest droga. Droga może być za to Polska bez dzieci. To, że rachunek przyjdzie dopiero w 2060 roku, nie zwalnia polityków z odpowiedzialności za myślenie. #PolitykaRodzinna #Demografia #InwestycjaWPrzyszłość