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#Empresarial

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Primero se disparará la tasa de interés de la deuda externa e interna, será más costoso endeudarse y será con el FMI y el Banco mundial, más baratos pero con grandes exigencias que empobrecen la sociedad, pedirán vender activos de la nación y como ya no hay que vender, sino Ecopetrol, los tristes sindicalistas abelardistas verán como privatizan aun más a Ecopetrol. Trump podrá decir orgulloso que aumenta un poco más las reservas de petróleo de EEUU. El aumento de la tasa de interés de la deusa puede elevar aun más el pago de esta deuda en 2027 de lo que esta presupuestado e irá Abelardo directamente a recortes del gasto social, es decir a los recortes de los derechos de la gente que no les importan. Colpensiones hará crisis porque tiene que financiar con el presupuesto nacional cada vez más pensionados debido a que magistrados, sin sentido del estado social de derecho, decidieron permitir que los fondos privados se quedaran con el ahorro de los nuevos pensionados que, estando en los fondos privados y ahorrado allí, se pasaron a Colpensiones. Son casi 30 billones de pesos al año que se han perdido en el exterior y no han sido devueltos ni por Luis Carlos Sarmiento ni por los banqueros del Grupo Empresarial Antioqueño. El presupuesto de Abelardo esconde, y no lo dice la prensa, que no lo aumenta solo para financiar la reconstrucción posterremoto a punta de deuda, sino que también, quiere pagar con el dinero de toda la sociedad la.deuda privada de los banqueros. Son 30 billones que los banqueros de Aval y de Bancolombia captaron del pueblo trabajador, se llevaron fuera del país y no se los quieren devolver a los trabajadores que se pensionaron como ordena la ley. Si se devuelven estos treinta billones robados al pueblo trabajador y los 20 billones de reforma tributaria sobre las grandes fortunas improductivas, tal como presentamos en nuestro presupuesto, muesran el camino más sano de equilibrio fiscal, justicia social y crecimiento productivo, que el abismo económico al que va Abelardo. La codicia de los más ricos de Colombiano nos lleva al abismo. Estamos hablando ya de 50 billones de pesos que quieren evadir en el año 2027 y eso es faltal hasta para ellos mismos. #EconomíaColombiana #JusticiaSocial #DeudaPública

“La idea de este Real Decreto-Ley es atender a las peticiones que nos han hecho agentes sociales, asociaciones empresariales y la ciudad de Ceuta en el último mes en que hemos estado en contacto permanente con todos ellos, teniendo una monitorización continua de la situación en la ciudad”

El Gobierno aprueba un plan choque de 309 millones para responder a la crisis humanitaria en Ceuta
www.eldiario.es
E

The article analyzes the impact of European funds on the Spanish economy, highlighting that despite receiving 78 billion euros and meeting several milestones, the promised transformation has been limited, with low entrepreneurial dynamism and a gap in the execution of key investments. (translated)

El día después de los fondos europeos: 140.000 millones para transformar la economía española, ¿qué ha cambiado de verdad?

The Government of Spain has awarded 180 million euros to finance 372 artificial intelligence projects in the business and healthcare sectors, highlighting the importance of these investments for the competitiveness and modernization of public services. (translated)

El Gobierno adjudica 180 millones para desarrollar 372 proyectos con inteligencia artificial en empresas y salud

Es importante que tengamos claro que, cuando el Círculo de Empresarios habla de “reformas estructurales”, se refiere a esto: 1. Retrasar la edad de jubilación hasta los 72 años. 2. Abaratar el despido. 3. Recuperar más margen para la contratación temporal. Es decir, revertir parte del avance de la reforma laboral contra la temporalidad. 4. Reducir cotizaciones sociales empresariales. 5. Reducir las cuantías de las pensiones. 6. Avanzar en la privatización de las pensiones. 7. Desvincular las subidas de las pensiones con el IPC. 8. Reducir impuestos al capital y al patrimonio. 9. Más “flexibilidad” laboral en general. Es decir, mayor precariedad laboral. 10. Menos costes laborales para las empresas. Menores cotizaciones, menor coste de despido y mayor flexibilidad contractual. Traducción: cuando dicen “reformas necesarias”, están hablando de despedir más barato, contratar con mayor precariedad, trabajar más años, reducir las pensiones y menos impuestos para empresas y grandes patrimonios. #ReformasLaborales #DerechosLaborales #Precariedad laboral

E

Tim Cook, who multiplied Apple's value by 13 during his 15 years as CEO, will hand over his position to John Ternus on September 1, leaving a legacy of significant business growth and challenges ahead, including improvements in artificial intelligence. (translated)

Apple cierra la era Cook, el sucesor de Jobs que multiplicó por 13 el valor de la compañía

Em cumprimento à decisão proferida pelo Juízo da 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital, nos autos da Recuperação Judicial nº 0943414-78.2024.8.19.0001, o Club de Regatas Vasco da Gama (CRVG) e a Vasco da Gama Sociedade Anônima do Futebol (Vasco SAF) tornam público que se encontra em preparação o processo para alienação da UPI Equity, que envolve o controle acionário da Vasco SAF. A presente divulgação atende à determinação judicial de publicização da aproximação da venda da UPI Equity e tem por finalidade dar conhecimento a eventuais interessados na aquisição do ativo, possibilitando sua manifestação nos autos da Recuperação Judicial. Eventuais interessados poderão se manifestar diretamente no processo, inclusive sob sigilo, caso assim desejem. A alienação da UPI Equity é objeto de requerimento de deflagração de processo competitivo apresentado pelo CRVG e pela Vasco SAF, conforme previsto no Plano de Recuperação Judicial aprovado pelos credores e homologado judicialmente, observadas as condições a serem estabelecidas no respectivo edital e as determinações do Juízo da Recuperação Judicial. Processo nº 0943414-78.2024.8.19.0001 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro #VascoDaGama #RecuperaçãoJudicial #AlienaçãoUPI

JUSTIÇA PUBLICA EDITAL E ABRE CAMINHO PARA VENDA DA SAF DO VASCO A Justiça do Rio de Janeiro publicou nesta sexta-feira (28) o edital de ciência sobre a alienação da UPI Equity no processo de recuperação judicial do Club de Regatas Vasco da Gama e da Vasco da Gama SAF. O documento, expedido pela 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital, confirma que está se aproximando o processo competitivo para a venda da UPI Equity, que será responsável por concentrar 90% do capital social total e votante da nova SAF do Vasco. A publicação também tem o objetivo de dar ciência a eventuais interessados na operação, que poderão se manifestar no processo judicial, inclusive sob sigilo. PROPOSTA PREVÊ R$ 500 MILHÕES PARA O FUTEBOL De acordo com o edital, a proposta vinculante apresentada pelo primeiro proponente prevê aporte total de R$ 500 milhões, sendo R$ 100 milhões atualizados pelo INPC/IBGE em cada vencimento anual. Um ponto importante é que esse valor não poderá ser utilizado para pagamento das dívidas. O dinheiro deverá ser destinado exclusivamente ao departamento de futebol, incluindo atletas, comissão técnica e contratações. A proposta também prevê a conversão em capital social do crédito referente ao financiamento DIP concedido pelo Banco Crefisa, no valor líquido aproximado de R$ 80 milhões, com a quitação integral dessa dívida. INVESTIMENTOS EM CT E BASE O primeiro proponente também se compromete, segundo o edital, a investir: • R$ 120 milhões no centro de treinamento do futebol profissional ao longo de 10 anos; • R$ 30 milhões em melhorias na infraestrutura das categorias de base ao longo de dois anos; • Até R$ 150 milhões em projetos de incentivos fiscais em favor do Club de Regatas Vasco da Gama, de forma progressiva ao longo de 10 anos. Além disso, a proposta estabelece mecanismos de proteção financeira para garantir o cumprimento das obrigações da recuperação judicial, tributárias, extraconcursais e dos investimentos previstos. LAMACCHIA E CREFIPAR APARECEM COMO GARANTIDORES Entre as garantias apresentadas estão fiança e aval pessoal de Marcos Faria Lamacchia e da Crefipar, além da manutenção de uma conta vinculada com recursos suficientes para cobrir três meses das obrigações previstas. O edital, portanto, representa mais um passo formal no processo de venda da SAF do Vasco. A publicação não significa que a venda já esteja concluída: ela dá publicidade à operação e permite que eventuais interessados se manifestem no processo competitivo. O Vasco entra, agora, em uma etapa decisiva do processo que poderá definir o futuro do controle da SAF. #Vasco #Futebol #Justiça

⚠️ POR QUE A JUÍZA SIMONE CHEVRAND FOI SUBSTITUÍDA POR UM JUIZ TABELAR? A decisão mais recente no processo de recuperação judicial do Vasco chamou atenção por ter sido assinada pelo juiz tabelar Victor Agustin Cunha Jaccoud Diz Torres, e não pela juíza titular Simone Gastesi Chevrand, da 4ª Vara Empresarial. E existe um ponto que precisa ser esclarecido. As normas do TJRJ sobre tabelamento estabelecem sua utilização em casos de impedimento, suspeição e faltas ocasionais dos magistrados. Ou seja: o simples aparecimento de um juiz tabelar não permite afirmar que houve impedimento ou suspeição, porque também existe a hipótese de falta ocasional. Por outro lado, a norma citada não trata “férias” como uma das hipóteses expressamente elencadas para o tabelamento. Por isso, permanece uma pergunta objetiva: Qual foi, oficialmente, o motivo da substituição da juíza Simone Chevrand neste caso? Até que exista informação oficial sobre a razão da atuação do juiz tabelar, qualquer afirmação de impedimento, suspeição ou outro motivo seria especulação. Mas diante da relevância da decisão para a recuperação judicial do Vasco, o esclarecimento sobre a substituição é necessário e merece atenção. #Justiça #Vasco #RecuperaçãoJudicial

🚨 JUSTIÇA ABRE CAMINHO PARA A VENDA DA SAF DO VASCO A 4ª Vara Empresarial determinou a publicação de edital para abrir a disputa pela UPI Equity, que concentra o controle acionário da SAF. A medida busca identificar outros interessados além da Almirante Participações, que ofereceu R$ 500 milhões. ⚠️ A venda ainda NÃO foi autorizada, assim como o financiamento DIP de R$ 150 milhões. O juiz determinou que Administração Judicial, watchdog e gatekeeper apresentem manifestação conjunta até 2/9. O incidente de alienação deverá ser concluído, impreterivelmente, até 4/9. Entre os questionamentos estão: • os cerca de R$ 270 milhões já emprestados pela Almirante às recuperandas, que poderiam gerar vantagem na disputa; • a ausência de uma avaliação independente das ações da SAF; • a arbitragem entre Vasco e 777 sobre a titularidade das ações; • o risco de dificuldades para a CBF aprovar a transferência de controle; • a destinação dos recursos da venda e o pagamento dos credores da recuperação judicial; • os novos empréstimos já contraídos e a projeção de prejuízo de cerca de R$ 300 milhões até o fim do ano. O magistrado ainda fez um alerta sobre a necessidade de avaliar o impacto de novos empréstimos: “a fim de que o remédio não mate o paciente.” Caso a operação seja autorizada e a proposta da Almirante prevaleça, a 777 deixará de controlar a SAF do Vasco. O prazo para conclusão do processo foi fixado para 4 de setembro, antes do fim da janela de transferências. 📰 @diogodantas 📷 Matheus Lima #Vasco #SAF #Justiça

🚨 JUSTIÇA ACELERA ANÁLISE DO DIP E DA VENDA DO CONTROLE DA VASCO SAF 💢⚖️ A 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro proferiu nesta quarta-feira (26) uma nova decisão dentro da Recuperação Judicial do Vasco, estabelecendo prazos curtos para duas questões fundamentais: o financiamento DIP e a alienação da UPI Equity, que envolve o controle acionário da Vasco SAF. O juiz Victor Agustin Cunha Jaccoud Diz Torres determinou que Administrador Judicial, watchdog e gatekeeper apresentem, conjuntamente, até 02/09/2026, uma manifestação sobre as questões levantadas pelo Juízo relacionadas às duas operações. E o magistrado foi além: o parecer deverá ser “crítico e propositivo”, apontando riscos, possíveis soluções, alternativas e medidas de mitigação, buscando uma relação adequada de custo-benefício e, nas palavras da própria decisão, sempre visando: ➡️ celeridade; ➡️ transparência; ➡️ efetiva recuperação do Grupo Vasco. Para que essa análise seja realizada, Vasco e Vasco SAF deverão fornecer aos auxiliares do Juízo acesso integral aos documentos financeiros, contábeis, contratuais e demais informações solicitadas. Após o encerramento desse prazo, os autos seguirão para manifestação do Ministério Público. ⏳ E há um prazo importante: o juiz determinou que essa etapa e o incidente envolvendo a alienação da UPI Equity sejam concluídos IMPRETERIVELMENTE até 04/09/2026, destacando a necessidade de evitar prejuízo em razão do fechamento da janela de contratações. Mas talvez a maior novidade esteja no processo de venda da SAF. 📢 O Juízo determinou, desde já, a publicação de edital e a divulgação em meios de comunicação e redes sociais informando que se aproxima a venda da UPI Equity, com controle acionário sobre a SAF do Vasco. O objetivo é permitir que eventuais interessados possam se apresentar formalmente nos autos, inclusive sob sigilo, caso desejem. Isso cria um mecanismo público para ampliar a transparência e permitir a participação de outros potenciais investidores no processo. ⚠️ IMPORTANTE: A decisão NÃO significa que o novo financiamento DIP já tenha sido autorizado definitivamente. Também NÃO representa autorização definitiva para a venda da UPI Equity. O que existe agora é um procedimento acelerado determinado pelo Judiciário para reunir as análises necessárias e permitir que o Juízo tome essas decisões. Ao mesmo tempo, a decisão mostra que o processo de alienação continua avançando, tanto que a Justiça já determinou divulgação pública para atrair eventuais interessados. 📌 CRONOGRAMA: ➡️ 26/08 - nova decisão judicial ➡️ até 02/09 - parecer conjunto de AJ, watchdog e gatekeeper ➡️ depois - manifestação do Ministério Público ➡️ até 04/09 - conclusão dessa etapa determinada pelo Juízo ➡️ paralelamente - edital e divulgação pública da futura venda do controle da SAF Outro ponto relevante: ao determinar publicidade e permitir a entrada de outros interessados, o próprio Judiciário cria um instrumento para aumentar a concorrência e a transparência da operação, tema que vinha sendo objeto de questionamentos no processo. Portanto, não houve autorização automática do DIP nem da venda, mas também não houve paralisação do processo. A Justiça quer mais fiscalização, transparência e segurança jurídica, mas deixou claro que também quer CELERIDADE para encontrar uma solução para a recuperação do Vasco. 💢⚖️ 📲 Siga o Podcast Cruzmaltino para mais informações. #Justiça #Vasco #Transparência

Grace Hopper, mathematician and admiral of the United States Navy, revolutionized computing by simplifying programming through the creation of languages like COBOL and FLOW-MATIC, which allowed people without technical knowledge to interact with computers, thereby facilitating their use in business and administrative environments. (translated)

Grace Hopper, la gran inventora que cambió la informática al lograr que programar dejara de depender de códigos complejos

Para mim existe sempre algo de perturbador na condescendência com que muitos falam do MBL como se o grupo fosse um bando de moleques retardados que não sabem de muita coisa. Veja, o MBL se firmou por onze anos como basicamente o único movimento político da era digital a alcançar relevância no Brasil. Ele conseguiu, ao mesmo tempo, manter-se como oposição crítica e aguerrida a dois governos, fundar um partido político, manter um orçamento empresarial enxuto com inúmeras atividades de alta complexidade sendo executadas simultaneamente, e agora estreia em uma campanha presidencial representando um nicho eleitoral fiel que é, no mínimo, igual ao de dois governadores de estado. Aí a gente vê a condescendência das pessoas que falam e eu pergunto: quem são vocês? Por que se acham habilitados a proferir um julgamento de cima pra baixo desse jeito? Exatamente, o que vocês conquistaram por si mesmos? O fato de que o MBL surge na era da política digital e fala para milhões de jovens, muitos dos quais com problemas de socialização (que são problemas da juventude em todo o globo), dá um tipo de inflexão estética que muita gente não gosta. Compreendo. Mesmo assim, essa dimensão é um recorte dentro do imagético no MBL, e é também algo profundamente representativo do estado atual da juventude brasileira. O que me perturba é que, nessa condescendência, existe não só uma falta de apreciação crítica sobre os méritos do objeto de desprezo como há outra coisa muitas vezes: uma falta de clareza sobre quem se é. #MBL #Política #Juventude

🚨 O desembargador Cesar Cury concedeu efeito suspensivo parcial ao recurso do Vasco e afastou a exigência de apresentação do relatório sumário da auditoria como condição para a tramitação e análise do pedido de novo DIP. Na decisão, Cury determina que o processo retorne à 4ª Vara Empresarial para o regular processamento e análise do financiamento, considerando as manifestações da Administração Judicial, do watchdog e do gatekeeper. A auditoria determinada anteriormente pela Justiça deverá continuar, mas não poderá impedir a análise do pedido de financiamento. A decisão está nas mãos da Dra. Simone Gastesi Chevrand, com a avaliação de gatekeeper, watchdog e AJ. 📰 @Danteskoo #Vasco #justiça #financiamento

📰 Rocha Moya, el AIFA y los vuelos privados de Mara Lezama marcan las portadas de este lunes. Reforma documenta que la gobernadora de Quintana Roo suma 97 vuelos privados al extranjero desde que era alcaldesa; sus destinos principales fueron Orlando y Vail. El Universal informa que, a cuatro años de iniciar operaciones, el AIFA continúa subsidiado, moviliza 3.4 millones de pasajeros frente a una meta de 8.3 millones y su costo pasó de 75 mil a 115 mil millones de pesos. Milenio destaca que el Congreso de Sinaloa aprobó en apenas 13 minutos la nueva licencia de Rubén Rocha Moya, decisión que Sheinbaum calificó como “lo mejor para Sinaloa”. La Jornada abre con una investigación sobre la estructura empresarial, mediática y política que Fernando Cerimedo habría utilizado desde Estados Unidos para impulsar a la ultraderecha en América Latina. En deportes, Isaac del Toro hace historia al conquistar la Vuelta a Alemania. #Noticias #México #Política

O mês de setembro está quase a chegar e, com ele, a rentrée empresarial. Num mundo digital cada vez mais automatizado, acreditamos que o verdadeiro valor continua a estar nas conexões reais entre pessoas. O regresso ao escritório é a altura perfeita para realinhar equipas, potenciar a motivação coletiva e voltar a focar no que realmente importa: o bem-estar de quem faz as organizações acontecer. Na Living Place, desenhamos experiências de ecoturismo e Team Building ao ar livre pensadas por e para humanos reais, prontas para unir a tua equipa neste recomeço. Como estás a preparar a energia da tua equipa para setembro? Vamos conversar nos comentários. 👇

Domingo de pausa, reflexão e bastidores por aqui. 🌿 A semana que se avizinha traz novos projetos e desafios na área da inovação e da gestão, mas antes de darmos o salto, é preciso parar. Num ecossistema digital que vive a correr, sinto que o maior exercício que podemos fazer é o da intencionalidade: desacelerar para conseguir ver o caminho com mais clareza. Para mim, o equilíbrio entre a estratégia empresarial e o bem-estar pessoal não é um luxo, é a base de tudo o que fazemos. Como tem sido o teu domingo? Também aproveitas para recarregar energias na natureza ou preferes outra forma de desligar? Partilha nos comentários. 👇

Anuj 2w

Independientemente de si el grupo hacker que ha filtrado GTA VI tiene una voluntad real o si se trata de una estafa, la base detrás del manifiesto es completamente legítima Los consumidores de todos los sectores económicos estamos sufriendo las consecuencias de la falta de organización y movilización a la hora de consumir El hecho de que no exista una resistencia civil organizada ante el intento de empresas y gobiernos de aumentar su poder ha contribuido a crear tanto Estados ineficientes, con políticos corruptos, como empresas codiciosas dispuestas a extraer hasta el último euro de tu bolsillo ofreciendo un producto cada vez peor La sociedad occidental, desprovista de participación política, ha sido convertida en una maquinaria que dedica su vida a trabajar y utiliza el usufructo de ese trabajo para consumir. A pesar de ello, la mayor parte de la población no forma parte de ninguna organización de trabajadores (sindicatos) ni de ninguna organización de consumidores, mientras que las empresas sí están organizadas en asociaciones empresariales que defienden intereses colectivos y los Estados también se organizan para defender sus intereses El mercado no entiende de moral. Si una empresa seca un lago y explota a sus trabajadores para producir algo y nosotros lo consumimos, seguirá haciéndolo. Lo mismo ocurre con la corrupción política: si los políticos corruptos pueden adjudicar contratos a sus familiares sin encontrar una respuesta organizada, seguirán haciéndolo Y esto no es un señalamiento individual. No consiste en boicotear individualmente un producto ni en echar la culpa a quien lee esto. Consiste en organizarse, tener un plan y actuar de forma conjunta Si bien no creo que el método del hackeo sea efectivo, lo que denuncia sobre el abuso al consumidor es una realidad. La mayor parte de nuestros problemas actuales tienen una misma base: hemos cedido demasiado poder al Estado y al mercado, convirtiendo a las personas en una maquinaria sin voz real dentro del sistema y, por lo tanto, en sujetos susceptibles de sufrir abusos, ya sea por parte de empresas o de políticos #GTA6 #Consumidores #JusticiaSocial

The Confederation of Portuguese Business (CIP) called for an open debate on Social Security after the presentation of a report on the reform of the system, although the Government reaffirmed that there will be no structural changes in this legislature. (translated)

CIP quer debate "sem tabus" sobre Segurança Social