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#Esforço

No plenário, o "capinha" ainda puxa a cadeira de quem já tem poder, salário e aparato. É gesto de corte: o superior senta, o servidor acomoda. Do outro lado, o trabalhador sem poder de comprar o básico, fila, aluguel e conta atrasada. Ninguém empurra nada pra ele só o "grosso" como disse o 9. A República prometeu igualdade. No ritual, ainda parece reinado: honra pra quem já está acima, esforço pra quem não tem sobra. #Igualdade #JustiçaSocial #TrabalhoDigno

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

The UN warns that global warming will exceed the limit of 1.5 degrees Celsius in the coming years, but emphasizes that the impact can be contained with accelerated efforts to eliminate fossil fuels, promote renewable energy, and reduce methane pollution. (translated)

Aquecimento global ultrapassará limite, mas pode ser contido

🚨 PGR PEDE NULIDADE DO RELATÓRIO DA PF QUE EXPLODE MORAES A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a nulidade do relatório da PF que aponta indícios gravíssimos de possíveis crimes envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. A PGR afirma que houve um esforço para “buscar indicativos de envolvimento do ministro Alexandre de Moraes em ilícitos”. O que Mendonça fez foi requisitar informações atualizadas sobre uma investigação já existente, voltada à rede de influência e monitoramento de Daniel Vorcaro. O artigo 3º-B, inciso X, do Código de Processo Penal autoriza o juiz a requisitar documentos, laudos e informações sobre o andamento da investigação. As referências a Moraes surgiram no material apreendido e analisado pela própria PF. A PGR diz que “não cabe ao juiz realizar investigações pré-processuais” nem usar a polícia como sua “longa manus”. O princípio está correto, mas a reclamação seletiva da PGR é escandalosa. O Inquérito 4.781 foi aberto de ofício por Dias Toffoli em março de 2019. Moraes foi designado diretamente, sem distribuição, e passou a escolher delegados e determinar diligências. O plenário só declarou a constitucionalidade do inquérito em junho de 2020. A PGR da época, Raquel Dodge, chamou o inquérito de “tribunal de exceção”. O inquérito segue vivo até hoje e já deu origem a inúmeros outros inquéritos ilegais, todos relatados por Moraes. Onde estava essa indignação da PGR diante de uma concentração de funções muito mais grave e duradoura nas mãos de Moraes? A PGR também diz que Mendonça não poderia permitir que um colega da Corte fosse “escrutinado”. Só que Mendonça não apresentou acusação contra Moraes. Diante das informações produzidas pela PF, pediu a manifestação da PGR, retirou o sigilo e defendeu que o caso fosse examinado publicamente pelo plenário do STF. Essa é uma conduta transparente e institucional. O argumento do foro privilegiado também não salva o parecer. As referências a Moraes apareceram numa investigação mais ampla. Quando foram identificadas, Mendonça não julgou o mérito nem condenou ninguém. Encaminhou o material à PGR e pediu que o plenário analisasse publicamente o caso. A PGR sustenta que Mendonça deveria ter procurado o presidente do STF para que o plenário decidisse sobre a investigação. Foi exatamente isso que Mendonça fez no domingo, conforme revelou a própria imprensa. Agora, a PGR pede a nulidade do relatório e o arquivamento antes que o plenário examine as provas. O parecer invoca o plenário como pretexto enquanto tenta impedir que o material seja analisado pelo mesmo plenário. Existe algo ainda mais grave. A PF associa ao próprio Paulo Gonet as referências a “Paulo” presentes nas mensagens de Vorcaro. Em outra mensagem, Vorcaro fala em reforçar pedidos com “Andrei e Paulo”, o que seria uma referência, segundo a investigação, aos chefes da Polícia Federal e da PGR. O PGR citado no material pede a anulação do relatório que contém essas referências. Isso exige transparência máxima e uma avaliação independente, mas o que veio foi um pedido relâmpago de nulidade e arquivamento. Se a doutrina apresentada pela PGR fosse aplicada com a mesma força a todos, ela colocaria sob questionamento anos de concentração inquisitorial nas mãos de Moraes. Usada apenas contra Mendonça, vira instrumento de blindagem e de aplicação seletiva de princípios sagrados do Direito, que deveriam valer para todos. Fui procurador da República por 18 anos e tenho muito orgulho e amor pelo trabalho do Ministério Público Federal, cuja missão última é servir às pessoas, aplicar a lei, fiscalizar e investigar os poderosos. O parecer de hoje faz o oposto: protege o poderoso, ataca quem revelou as provas e tenta sepultar o caso antes que o Brasil receba respostas. #PGR #Justiça #STF

g3x FC 2d

🔵 𝐂𝐨𝐦𝐮𝐧𝐢𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐆3𝐗𝐅𝐂 Hoje nos despedimos dos nossos atletas draftados: •⁠ ⁠Mario "Marinho" Luiz •⁠ ⁠Ryan "Lima" Lima •⁠ ⁠João "João G." Guimarães Agradecemos aos 3 por todo esforço, empenho e dedicação com a nossa camisa. Boa sorte no futuro! 💙💙💙 https://t.co/Iwc2WPs1SU #Atletismo #Despedida #Esporte

André Mountbatten-Windsor, former British prince, has been accused by Republican Congressman Thomas Massie of committing sexual crimes in the United States, as part of an effort to hold him accountable for his ties to the Epstein case. (translated)

André "cometeu crimes sexuais nos EUA", acusa Thomas Massie

Perguntei a Romeu Zema (Novo) por que não compareceu ao debate. “Eu não compareci porque o Lula não foi. As minhas perguntas seriam feitas diretamente a ele e, como no dia seguinte, eu já teria a presença no Jornal Nacional, a equipe nossa de comunicação, e eu também concordei, acabamos julgando que seria melhor concentrar esforços para o dia seguinte. Mas espero ter a oportunidade de estar frente a frente com o Lula, que é, vamos dizer, o grande ator hoje, que está levando o Brasil aí pra essa situação de insolvência e o brasileiro vai pagar muito caro por isso.” Augusto Cury (Avante), que compareceu ao debate, subiu para 11 pontos na pesquisa BTG/Nexus posterior. Já os 3 candidatos que faltaram caíram: - Zema, de 3 pontos para 1; - Flávio, de 37 para 33; - Lula, de 41 para 39. A alegação de Zema, igual à de Flávio, só reforça o papel do Novo de linha auxiliar do bolsonarismo. Seu candidato não está em disputa com o do PL, só com o do PT. Repito: foi a amarelada solidária. **** Íntegra do Manhattan Connection: https://t.co/zU5dfPXtDJ. #Debate #Eleições2022 #PolíticaBrasil

Sinceramente? Estamos indignadas com tudo o que está acontecendo. Porque chegou em um ponto em que parece que, não importa o que a gente faça, nunca está bom. Nunca. Desde o começo, nós ouvimos críticas e pedidos mas dentro das nossas possibilidades, fomos atrás de atender cada um deles. Disseram que um único dia não seria suficiente. Nós ampliamos a quantidade de dias. Disseram que precisávamos disponibilizar mais ingressos. Aumentamos a capacidade e chegamos a 5 mil ingressos, um número muito maior do que o planejado inicialmente, quando a exposição aconteceria em apenas um dia. Disseram que precisávamos filtrar melhor quem realmente teria interesse no RM e em sua carreira, para que os ingressos chegassem a pessoas que realmente fossem ouvintes e conhecessem o trabalho dele. Disseram também que queriam um projeto de aniversário voltado para streaming, com metas e incentivo para ouvir o trabalho do RM. Nós fizemos. E agora estamos sendo criticadas justamente por isso. Gente, o que exatamente vocês esperavam que a gente fizesse? A Stream Battle foi criada como uma ação de aniversário e, ao mesmo tempo, como uma forma de incentivar a comunidade a conhecer, ouvir e celebrar a música do RM. E existe uma coisa que, para nós, é extremamente óbvia: Se você está se candidatando a um ingresso para uma exposição dedicada à carreira de um artista, por que seria absurdo esperar que você também tenha interesse em ouvir a música dele? Estamos falando de uma exposição sobre RM, sua trajetória, sua arte, sua música, sua carreira e tudo aquilo que construiu o artista que estamos celebrando. Não estamos pedindo que ninguém faça algo absurdo. Estamos propondo uma dinâmica de streaming. E, sim, as metas de streaming fazem parte da dinâmica. Inclusive, isso atende diretamente a uma cobrança que recebemos anteriormente: fazer um projeto de aniversário que também contribuísse para os números e para a divulgação do trabalho musical dele. Então é realmente bizarro, para nós, ver pessoas indignadas porque uma ação criada para celebrar um artista envolve… ouvir o artista. E antes que alguém distorça o propósito: nunca falamos que seriam liberados mais ingressos. Apenas falamos que vocês teriam MAIS UMA CHANCE! Até porque eles foram esgotados né. Quem não quiser participar da Stream Battle, tudo bem. Existem outras formas de acompanhar o projeto e a exposição. Mas não faz sentido transformar uma dinâmica de streaming em algo negativo simplesmente porque ela existe. Principalmente quando ela também funciona como uma forma de apoiar o artista que você quer prestigiar! Nós estamos fazendo isso de forma voluntária. Estamos dedicando nosso tempo, nosso trabalho, nosso dinheiro e nossa energia para construir uma exposição que, desde o início, cresceu muito além do que tínhamos planejado. Era um dia. Viraram vários. Era uma quantidade menor de ingressos. Chegamos a 5 mil. E cada vez que recebemos um pedido, tentamos adaptar o projeto para que mais pessoas pudessem participar. Mas parece que, independentemente do que façamos, sempre existe alguma coisa para reclamar. E isso cansa. Porque por trás de cada mudança existem pessoas trabalhando. Existem reuniões, orçamento, planejamento, produção, negociação, divulgação e inúmeras coisas que vocês não veem. Nós podemos ouvir críticas. Podemos conversar. Podemos explicar decisões. Mas também precisamos dizer que é extremamente frustrante ver um projeto que está sendo construído com tanto esforço ser constantemente tratado como se nada do que fizéssemos fosse suficiente. Nós ouvimos vocês. Nós mudamos. Nós ampliamos. Nós criamos. Nós entregamos. E, sinceramente, chega um momento em que precisamos perguntar, o que vocês esperam que a gente faça para que, finalmente, seja suficiente? Estamos fazendo uma batalha de stream, para aumentar os ouvintes dele (que vocês SABEM que são poucos), criamos um site pra isso e estão reclamando de OUVIR O ARTISTA. Afinal, quem é o anti aqui? #RM #Música #Exposição

No fim, deu tudo certo! Estamos imensamente felizes em ver que um esforço que começou lá em 2023 finalmente chegou ao fim e podemos dizer que teremos segurança na compra de ingressos e distribuição de água em eventos! 🙏🤍 #Eventos #Segurança #Felicidade

Para mim essa é uma data especial. Há exatos 10 anos, no dia 31 de Agosto de 2016, nós tivemos o prazer de derrubar a então presidente Dilma Rousseff. Hoje, o senhor José Antonio Dias Toffoli, ex-advogado do Lula e atual ministro do STF, decidiu por meio de uma decisão monocrática suspender a minha candidatura à presidência. Segundo a decisão do ministro, eu devo deletar minhas redes sociais e não me manifestar sobre o caso. Venho por meio desse comunicado reiterar o príncipio-mor da nossa Constituição: Decisão ilegal não se cumpre. Recorremos contra essa inflexão autoritária do ministro Dias Toffoli. Ao longo desse ano, denunciei diversas vezes a relação do ministro com figuras ligadas ao Banco Master e organizei protestos pelo seu impeachment. Quero crer que essa decisão tenha sido uma mera coincidência. Não vamos abaixar a cabeça. Seguimos adiante em nosso esforço pela defesa do Estado Democrático de Direito. #Democracia #DireitosHumanos #LiberdadeDeExpressão

𝟐𝟐 𝐀𝐍𝐎𝐒 a coleccionar histórias de Esforço, Dedicação, Devoção e Glória 🏆 Feliz aniversário, #MuseuSporting 💚 https://t.co/WCpVU4S3Ra #História #Futebol #Aniversário

The government of Ecuador declared a national red alert to intensify preparation efforts in the face of the El Niño phenomenon, activating emergency committees and implementing measures to protect the population in potentially affected areas. (translated)

Governo do Equador declara alerta vermelho nacional

PRECIOSA! Ariana Grande se EMOCIONA durante discurso: — “[…] É muito emocionante porque eu simplesmente tenho os melhores fãs do mundo inteiro. E eu sempre tive, e me sinto tão grata, sabe? Estamos juntos na vida uns dos outros há 15 anos. Eu olho para vocês e vejo todas as suas roupas, seus rostos lindos e todo o esforço que vocês fazem para se arrumar. Eu vejo isso quando estou em casa ou quando vocês estão nas redes sociais. Eu vejo todo o esforço que vocês fazem para tornar tudo tão especial, e eu só quero que vocês saibam que eu vejo isso, eu valorizo isso. Eu amo muito vocês. Vocês me fazem tão feliz. […]” https://t.co/LYUFeyMvSJ #ArianaGrande #Fãs #Emoção

A nível da comunidade internacional, nós devemos unir-nos de forma que possamos mobilizar esforços para fazermos face às mudanças climáticas

Deputado alemão quer apoio climático a Moçambique
observador.pt

🎬 BACKSTAGE DOS BANNERS Por trás de cada banner existe muito trabalho, cuidado e muita gente fazendo esse projeto acontecer. Hoje trouxemos um pouquinho dos bastidores da produção para vocês acompanharem de perto cada etapa desse projeto que vai chegar às mãos de milhares de B-ARMYs. Ainda temos muito trabalho pela frente, mas ver tudo tomando forma faz cada esforço valer a pena. 🥹 E seguimos! ✨ #BARMY360 #BARMY360HandBanner #BARMY #Banners #Produção

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O Teste Secreto Que Os Políticos Usam Para Saber Se És Submisso A tática consiste em partilhar um volume massivo, contínuo, rápido e repetitivo de mentiras óbvias, sem qualquer preocupação com a consistência lógica ou a verdade dos factos. Mas para que serve? Serve para demonstrar domínio sobre ti, sobre a agenda pública, e testar até onde vai a tua submissão, que eles dizem ser lealdade. O fluxo constante de desinformação sobrecarrega os mecanismos de verificação (o fact-checking da moda). Desmentir e corrigir uma afirmação falsa exige mais tempo e esforço do que produzi-la. Ficamos constantemente a reboque... Como podemos nós, simples cidadãos, reagir para não ficarmos perpetuamente reféns do ritmo alucinante de quem quer controlar a narrativa?

Mozambique is intensifying efforts to relocate communities from risk areas before the rainy season, facing local resistance, while about 662,000 people remain internally displaced due to natural disasters and conflicts, as highlighted in a national forum organized by the UN. (translated)

Moçambique alerta população para abandono de zonas de risco
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Tive uma excelente conversa com os presidentes Hugo Motta (Câmara) e Davi Alcolumbre (Senado) nesta quarta, no Palácio da Alvorada. Ajustamos as prioridades de pautas para esse período de esforço concentrado no parlamento. Entre elas, a MP da taxa das blusinhas, que referenda o fim da cobrança de impostos federais das pessoas que fazem compras de até 50 dólares na internet, e o fim da escala 6 x 1, de amplo interesse da sociedade, na busca pelo direito a mais tempo para a família e para o descanso. Conversamos também sobre o Marco Legal dos minerais críticos. Queremos garantir que a exploração e a manufatura das chamadas terras raras sejam feitas em nosso país em todas as etapas. Tratamos do Redata, que detalha condições para os Data Centers funcionarem. Duas pautas bem importantes no contexto da nossa soberania, mineral e digital. Falamos também da PEC da Segurança. Com a aprovação dela no Senado, vou criar o Ministério da Segurança Pública e discutir orçamento para que a gente possa contribuir de forma mais efetiva com estados e municípios na prevenção e combate à criminalidade. Fiquei muito feliz porque os presidentes Davi Alcolumbre e Hugo Motta decidiram colocar esses temas em tramitação e votação com a urgência que o país merece. 📸 @ricardostuckert #Política #Parlamento #Soberania

Zelensky atribuiu a Elon Musk a Ordem da Liberdade, uma das maiores honrarias que um estrangeiro pode obter do governo ucraniano. Está relacionado com o esforço de Musk em barrar o Starlink na Rússia, oferecendo aos ucranianos uma grande vantagem tática. #Zelensky #ElonMusk #Ucrânia

Isso aqui representa muito além dos números… Há pouco mais de três anos, eu e o Tiago começávamos o canal, e toda a nossa estrutura era um tripé, nossos próprios celulares e duas banquetas emprestadas. E assim fizemos o primeiro programa do Meu Coritiba, no quintal de casa. Não foi nem um pouco fácil atingir mais de 100 mil visualizações em uma única live, mas valeu a pena cada esforço… E já foram tantas histórias. Momentos bons, mas também difíceis. Sonhamos, trabalhamos, desanimamos, animamos de novo e seguimos em pé, trabalhando, motivados por cada mensagem de apoio e reconhecimento do nosso esforço. Seguimos firmes, por muito mais e com a certeza de que o Claudião está muito orgulhoso lá de cima. 💚 #HistóriasDeVida #Superação #MeuCoritiba