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#Legitimidade

Enquanto não resolver o escândalo Master-Moraes, o STF não tem legitimidade moral pra decidir sobre qualquer coisa ou sobre a vida de ninguém. #STF #Escândalo #Legitimidade

Existe um caminho legal para afastar imediatamente Paulo Gonet do caso Master. Hoje, fomos soterrados de informações sobre seu envolvimento promíscuo com Daniel Vorcaro. Gonet é, agora de forma inequívoca, diretamente interessado no feito. O art. 252 c/c 258 do Código de Processo Penal diz que o membro do MP será impedido de atuar “quando for diretamente interessado no feito”. O impedimento é matéria de ordem pública, ou seja, pode ser reconhecido a qualquer tempo, inclusive de ofício pelo julgador. Isso significa que o impedimento de Gonet pode ser reconhecido de ofício por André Mendonça - que talvez leve a decisão a Plenário, por cautela, visando a obter mais legitimidade. Seu vice, Hindemburgo Chateaubriand, assumiria os casos envolvendo Vorcaro. #Justiça #CódigoDeProcessoPenal #Impedimento

🚨 ACABO DE PEDIR O IMPEACHMENT DE ALEXANDRE DE MORAES. A PF encontrou o contrato de R$ 131 milhões. Os metadados apontam o nome do ministro. O documento previa atuação perante a própria PF. E agora surgem mensagens e cotas de um jato. O RECADO A DAVI ALCOLUMBRE É DIRETO: Se engavetar o pedido de impeachment de Alexandre de Moraes para protegê-lo da investigação do Senado, pedirei o afastamento de Alcolumbre da Presidência da Casa e sua responsabilização. Quem usa a cadeira para blindar autoridade investigada perde a legitimidade para continuar sentado nela. Ou abre o procedimento contra Moraes, ou responderá por escolher a omissão. COLETIVA HOJE ÀS 16h EM FRENTE A PRESIDÊNCIA DO SENADO.! #Impeachment #AlexandreDeMoraes #Senado

fried 2d

agora me digam qual a legitimidade de uma eleição em que um dos candidatos foi simplesmente proibido de fazer campanha ãs vésperas da eleição? ainda não percebemos bem o buraco que foi essa decisão. toffoli simplesmente anulou a validade de uma eleição na canetada. isso é caso de prisão #Eleições #Justiça #Política

Rodriguez is the theft of a system that does not allow opposition: opportunism and the enrichment of the new elite are established. It does not work. I was critical of Chavez in many things, but I always recognized his democratic legitimacy and social advances. None of that existed under Maduro. (translated)

A imprensa tradicional, com suas pesquisas, tem um único intuito: eleger Lula. Todos estamos vendo @FlavioBolsonaro se aproximar e ultrapassar Lula e, então, vemos novamente o sistema criando tom de aceitação e neutralidade até onde lhes interessam, sempre, absolutamente, utilizando novas roupagens para dar a nota de legalidade e normalidade democrática, arrefecendo ânimos e criando o clima perfeito para retomarem com as narrativas confundindo o brasileiro então anestesiado propositalmente por eles quando novas diretrizes forem compartilhadas no roteiro da “democracia inabalável”. O entendimento é e continua sendo simples: toda a volta que a organização dá é para que, no fim, sejam validadas as vontades de quem lhes paga bilhões de reais, utilizando o desenfreado aumento dos impostos do povo, que a cada dia ainda pede mais o poder de compra. Sua meta sempre foi e continua sendo enterrar Jair Bolsonaro vivo, mas, para isso, precisam tirar a legitimidade de seus filhos. Não tirem nem ponham: é batata! Junto da “direita permitida”, eles não vão desistir da volta do teatro das tesouras. A prudência e a sofisticação se aperfeiçoam a cada dia! Só o povo tem a força! Não se deixem adormecer, ignorem e não sejam levados por toda ou qualquer um única linha maldosa do sistema! #Democracia #Política #Brasil

O Brasil vive uma hipertrofia de Poderes, inquéritos sem fim e exceções virando regra. Vamos eleger @FlavioBolsonaro para que, com legitimidade e maioria parlamentar, seja restaurada a normalidade democrática, o equilíbrio entre os poderes, o respeito à Constituição e ao nosso povo. Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: https://t.co/m8VOhhIHuH #Democracia #Política #Brasil

Governo brasileiro avalia que os Estados Unidos vão tentar interferir diretamente nas eleições, em razão da alta probabilidade da reeleição do presidente Lula. Governo norte-americano questionaria a legitimidade do sistema de votação para aplicar sanções e até incursões militares. Brasil avalia medidas a serem tomadas, como campanhas em prol da legitimidade do voto, até parcerias estratégicas com outros países. #Eleições2024 #Brasil #PolíticaInternacional

SAFiel 4w

A SAFiel anuncia a formação do Comitê de Acompanhamento SAFiel (CAS), um órgão independente criado para acompanhar a tramitação da Proposta Não Vinculante junto ao Sport Club Corinthians Paulista. O CAS não substitui nenhum órgão do clube nem fala em nome da torcida. Sua função é garantir que a proposta seja tramitada, conhecida, debatida e decidida com transparência e acompanhamento público. É apolítico, e seus integrantes atuam de forma independente, sem vínculo com grupos políticos do clube. A legitimidade do comitê vem da credibilidade de cada um de seus membros. Compõem o CAS: Marília Ruiz, jornalista. Rogério Maldonado, o Bambu, ex-presidente da Estopim da Fiel. Sergio Rebollo, publicitário, curador e administrador, neto do artista plástico e ex-jogador do Corinthians Francisco Rebolo, e presidente do Instituto Rebolo. Marcelo Djian, ex-jogador do Corinthians e empresário. Carlos Teixeira e Eduardo Salusse, idealizadores da SAFiel. O comitê é temporário e encerra suas atividades assim que a tramitação da proposta for concluída. As primeiras ações incluem agendar reunião com a Presidência do Corinthians, definir um calendário de tramitação e manter os corinthianos informados por meio de boletins públicos periódicos. #Corinthians #SAFiel #Transparência

Observador Jul 30

The fire in Vale de Passos has already displaced three people and affected several homes, while at the same time, US forces are attacking Iran in response to thwarted attack attempts, causing an increase in oil prices, and the Minister of Internal Administration of Portugal, Luís Neves, is ensuring he clarifies his legitimacy and responsibilities in a controversial management case. (translated)

As notícias das 3h
Ivan Kleber Jul 29

A decisão de Moraes indica 2 situações: 1) A “tomada” do Brasil pela China está mais avançada do que podemos imaginar. O establishment sabe que sem Flavio nas eleições dificilmente os EUA e o escudo das Américas reconheceriam a legitimidade das eleições, empurrando ainda mais o Brasil para a influência da China. 2) Flavio está melhor do que as pesquisas apontam. #Brasil #China #Eleições

Observador Jul 24

No artigo, Rui Ramos questiona a permanência de Luís Neves no governo, considerando que as suas recentes declarações e o contexto do caso Luís Neves levantam dúvidas sobre a sua capacidade de liderar reformas significativas e a sua idoneidade para exercer funções públicas, o que poderia comprometer a legitimidade do Estado e a eficácia do governo. #LuísNeves #Governo #ReformaDoEstado

Ele ainda lá está?
F

Momentos da semana: -Trambike muda de lado; -O Outro diz que o Flávio tem 600 milhões e pede exame toxicológico; -O sem voto no Rio chora como se tivesse legitimidade para permanecer na cadeira executiva; -Briga em portal de comunicação seguida de demissão, parte da esquerda vibra; -Político que não tira foto é político? -Governo maltrata EUA faz tempo, vem tarifaço e o Governo busca culpados fora dele; -Presidente que não desviou sequer 1 centavo, impedido de falar, de receber amigos, de conviver com netos; -Calma ainda é 6f, falta o Messi…. #Política #Brasil #Atualidades

Luís Reis Jul 17

A Democracia constitui o quadro político que assegura o exercício legítimo do poder, mediante a participação livre e informada dos cidadãos. Enquanto sistema de organização do Estado, assenta em princípios estruturantes que garantem a proteção dos direitos fundamentais, a limitação do poder e a preservação das liberdades públicas. No plano institucional, a Democracia exige a existência de um Estado de Direito, no qual todas as entidades — públicas e privadas — se encontram subordinadas à lei. Este princípio é complementado pela separação de poderes, pela independência dos tribunais e pela atuação imparcial das instituições de fiscalização. A legitimidade democrática decorre da realização periódica de eleições livres, universais e transparentes, que permitem a renovação dos titulares de cargos políticos e asseguram a representação plural da sociedade. A liberdade de expressão, de informação e de imprensa — garantida por uma comunicação social independente — constitui condição essencial para o escrutínio público e para o debate informado. A Democracia exige, igualmente, o respeito pelo pluralismo, pela diversidade de opiniões e pela participação cívica ativa. A convivência entre diferentes perspetivas fortalece o espaço público e impede a concentração arbitrária de poder. A preservação do regime democrático depende da vigilância permanente dos cidadãos, da transparência das instituições e da rejeição de práticas que comprometam a integridade do processo político, como a desinformação, a intolerância ou a erosão da confiança pública. Assim, a Democracia deve ser entendida como um compromisso contínuo, sustentado pela responsabilidade coletiva de proteger direitos, garantir liberdades e assegurar que o poder é exercido de forma legítima, limitada e escrutinável.

Seus posts tem engajamento ridículos, mas deixa eu responder aqui: Flávio pediu para adiar até que ele pudesse ter legitimidade para negociar um acordo bom para ambos os países. Você deve gostar de acordo com os EUA, uma vez que meses atrás estava aqui beijando a mão dos americanos e assinando um MOU - inócuo e eleitoreiro - sobre terras raras. Obviamente, Flávio não quer herdar um Brasil ainda mais quebrado do que já vai herdar. Você deveria estar ajudando nesta construção, em vez de ficar fazendo este papel ridículo. #Brasil #Política #Acordo

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Primeiro deixe-me lembrá-la de uma coisa, você só existe politicamente graças ao meu líder Jair Bolsonaro. Você só teve visibilidade graças a ele. Está sentada nessa cadeira graças a ele. Sem ele você vai naufragar. Desde quando esteve no projeto de Brasil defendido pelo meu líder entregue nas mãos de seu filho? Não tem um post do nosso pré-candidato. Boicotou o encontro com as mulheres. Nunca abraçou a indicação. Não aceitou e fez biquinho! Crítica não é ataque, isso é argumento feminista. Vitimista. O povo tem legitimidade para fazer isso. Você está funcionária do povo e parece não entender isso. Tranca os comentários. Não suportou as críticas quando foi visitar a cela em que meu líder iria ficar. Não suportou as críticas quando elogiou a aliada do Dino e a Leila. Isso tudo é ego e vaidade. Não precisamos disso. Certamente está liderando o movimento pra detonar a campanha. O povo brasileiro está empenhando em tirar essa quadrilha do poder. Temos que libertar nosso líder e os nossos irmãos. O povo está empobrecendo. Flávio é a nossa esperança. A cada dia que passa vejo que você foi outro erro no governo do meu líder. “Depois a gente volta a ajudar no governo de transição”, diz Damares. Volta pra pedir cargo? Não precisa voltar. Vai pela sombra. #Política #Brasil #Feminismo

VEJA COMO PASSAR FOME É BOM?! Se pagar bem eles dizem tudo que interessa à facção. O compromisso com a verdade é zero. Por isso insistem diariamente em desqualificar pessoas e criar “gabinetes” que não existem, ignorando os que são deflagrados diariamente frente aos olhos de todos. Tudo para tentar dar tom de legitimidade quando censurar de vez o povo. #Liberdade #Censura #Verdade

Para a militância de redação da Folha, quando a esquerda rejeita um resultado, sem apresentar uma única evidência de manipulação a favor do candidato que venceu, isso é só um "mau sinal". Um deslize de temperamento. Nada que o comportamento de Petro configure tentativa de golpe. Curioso. O que a redação chama de "mau sinal" é um presidente em exercício que responde a inquérito criminal por interferência eleitoral em favor do seu candidato, com base no artigo do Código Penal colombiano que tipifica a intervenção política de agente público. É um presidente que se recusa a reconhecer a legitimidade do governo eleito, convoca marchas antes da transferência de poder e fala em anular o segundo turno. É um governo sob acusação de coerção eleitoral em regiões inteiras entregues ao crime organizado, onde seções despejaram a quase totalidade dos votos no candidato oficial. Missões internacionais, incluindo a da OEA, descartaram fraude. O golpe, se há um, não vem das urnas: vem de quem perdeu e não aceita. Agora inverta os personagens. No Brasil, questionamentos e protestos da direita, num processo eleitoral marcado por censura judicial e perseguição, viraram "tentativa de golpe", tese, inquérito, prisão. Manifestação política tratada como crime. A régua é essa. Quando a esquerda rejeita resultado, é só um "mau sinal". Quando a direita questiona, é inimigo a ser preso. E há quem ainda chame isso de "jornalismo profissional". #Eleições #Justiça #LiberdadeDeExpressão

Observador Jul 5

Funeral de Khamenei, que contou com delegações de 30 países, incluindo Rússia e China, evidenciou alianças internacionais que desafiam a ideia de isolamento do Irão, surpreendendo até Donald Trump, enquanto o evento parece reforçar a legitimidade interna do regime iraniano. #FuneralKhamenei #Irão #AliançasInternacionais

Funeral de Khamenei. "O Irão não está isolado"