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Vamos aplicar ao caso de Moraes o raciocínio usado por ele para jogar qualquer cidadão no inquérito das fake news por ameaça à democracia e para condenar policiais militares pelo 8/1 por omissão: 1) Daniel Vorcaro atacou instituições brasileiras ao tentar travar investigações de PF e MP, e evitar a própria prisão, explorando a influência do marido magistrado de advogada contratada por ele, além de ter supostamente corrompido dois diretores do Banco Central e um do BRB em troca de favores e informações sigilosas; 2) O marido magistrado da advogada contratada por Vorcaro, no mínimo, falhou em agir diante de propósitos criminosos que eram “plenamente difundidos e conhecido”; 3) Neste sentido, Moraes também teria incorrido em conduta que, em tese, pode ser configurada como “antidemocrática”, omitindo-se diante de tamanho ataque ao Estado Democrático de Direito; 4) Logo, há razões para investigar Moraes no âmbito do inquérito das fake news, relatado pelo próprio Moraes; 5) Sei que eu não deveria dar ideia, porque Moraes não se incomoda em assumir vários papéis no mesmo processo e, assumindo também o de alvo dessa vez, poderia tomar de André Mendonça a relatoria e, como relator, aliviar a si próprio como investigado; 6) Ou Mendonça, seguindo o Direito criativo de Dias Toffoli, poderia abrir de ofício um novo inquérito das fake news, designando um colega como Kassio Nunes Marques ou Luiz Fux como relator; 7) Neste caso, o processo correria sem necessidade de aval da PGR ora chefiada por outro integrante do clube do whisky, Paulo Gonet, amigo íntimo de Moraes e Vorcaro, de quem sentia saudades. 8) Descrevo esses cenários não por defender originalmente esses caminhos, claro, mas para mostrar como os puxadinhos de ministros do STF poderiam ser usados contra eles próprios, se mantivessem a coerência que lhes falta nas alegações, mas sobra na blindagem, com toda a sua inerente hipocrisia. É a esse nível de bizarrice que chegamos. #Democracia #Justiça #STF

Vamos omitir a boa entrada do atacante Operação Policial ontem? O David trabalhou muito bem na distribuição, só faltou os companheiros fazerem um uso minimamente responsável das entregas após o recebimento. Foram três repasses açucarados do DVD, três oportunidades na cara do gol e nenhum companheiro conseguiu proporcionar o tão aguardado êxtase da conversão. Na distribuição, o homem foi exemplar. Entregou tudo certinho, no capricho. O problema foi quem recebeu. Nos meus livros, diante das provas apresentadas em campo, é inocente. #Futebol #AnáliseTática #OperaçãoPolicial

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Um país em que magistrado edita impunemente contrato milionário de sua esposa advogada com um banqueiro interessado em sua influência no sistema de Justiça, e com o qual bebe whisky no exterior e troca mensagens de WhatsApp, não pode ser um país sério. Ainda mais quando o empresário pede ao magistrado atuação nos bastidores para blindá-lo contra investigações. Tudo indica que o banqueiro visava a obtenção desses serviços informais ao fechar um contrato acima dos padrões de mercado, até porque advertiu assim o tesoureiro do banco em relação a atrasos nos pagamentos: “Angelo. Pqp. Não pagaram Barci de Moraes. Não to entendendo isso. Contrato mais importante que temos te pedi pra não falhar. Surreal. Vamos ter problemas”. É indecente, por si só, faturar com a geração tácita dessa expectativa de influência, que dirá manter em segredo os pedidos de obstrução de justiça feitos pelo contratante. Que o Senado se omita em caso tão grave, é uma amostra de como uma indecência lava a outra na República do Escambo. #Justiça #Corrupção #Ética

🚨 ⚖️ GRAVE! Ao suspender a campanha de Renan Santos por não informar previamente 16 perfis ao TSE, Dias Toffoli ignorou a jurisprudência da própria Corte; em 2022, Lula e Jair Bolsonaro foram multados por omitir sites de propaganda negativa dos registros, mas as campanhas não foram suspensas — no caso de Bolsonaro, mesmo após manter o site no ar, a punição se limitou ao aumento da multa para R$ 75 mil. #Justiça #Eleições2024 #PolíticaBrazil

Dias Toffoli é o ministro blindado pela família Bolsonaro em 2019 contra CPI. Ele paralisou investigações sobre rachadinhas de Flávio, senador que se omitiu por mais de 7 anos sobre os escândalos e abusos de poder do aliado. Agora, Toffoli suspende a campanha do mesmo Renan Santos que ousou criticar suas relações financeiras com o grupo de Daniel Vorcaro e pedir seu impeachment. Há políticos de rabo preso que se submetem ao sistema porque precisam de blindagem. E há alguns outros, em menor número, que não se curvam, e que sofrem retaliações, sob pretextos tão ridículos quanto o atraso no registro de endereço de perfis. #CPI #Justiça #Política

Acabo de leer que ayer fue presentada denuncia penal contra el ex ministro German Avila y otros ex funcionarios por presentación del presupuesto 2027 con cifras fraudulentas, y por omitir Partidas deliberadamente de gastos y subsidios que era obligación incluir en el presupuesto y se metieron deliberadamente debajo del tapete de la impostura fiscal. Ojalá esta denuncia prospere: La sociedad requiere de datos fidedignos y transparentes para tomar decisiones democráticas. Y los responsables del manejo y divulgación de las cifras fiscales tienen la obligación de trabajar con cifras auténticas y verdaderas: de lo contrario se engaña a la sociedad como un todo. #Transparencia #Presupuesto #Justicia

🚨 FACT-CHECKING NA PRÓPRIA GLOBO Na sabatina, a Globo cobrou explicações ao Flávio Bolsonaro sobre o filme Dark Horse, mas não esperava que fossem confrontados pelo Senador com a informação sobre os R$ 160 mi do Will Bank (braço digital do Master) investidos no programa do Luciano Huck, através da competição "Willímpiadas". Neste ponto, a Globo omitiu 3 detalhes cruciais: 1️⃣ O Will Bank foi liquidado pelo BC em jan/2026, após fraudes bilionárias no Master. 2️⃣ Huck era embaixador da marca e o programa foi ao ar em nov/2025, quando as investigações já eram públicas. 3️⃣ A Globo não explicou que o mesmo banco que financiou o filme sobre Bolsonaro também patrocinou programa da própria emissora. DITO ISTO, É FLÁVIO BOLSONARO NO 1º TURNO! https://t.co/wpwHo18IBL #FatoVerificado #Globo #PolíticaBrasileira

Flávio é senador. Atua no Legislativo, que faz leis de interesse de empresários. Foi nessa condição que pediu grana ao banqueiro criminoso supostamente para filme de propaganda familiar. Não é veículo de comunicação, nem divulgou “patrocínio”. Omitiu, mentiu, não presta contas. #Política #Senado #Corrupção

Miten helvetissä murhaaja on vapaalla, vuosi sitten tappanut ihmisen, nyt uudesta väkivalta teosta syytettynä ja vastaa vapaalta. #omituinenlaki Iitin teinisurmaajaa, 16, epäillään nyt uudesta synkästä teosta Helsingissä https://t.co/2lDEEqRVQa #rikos #oikeus #väkivalta

Foi afastado o comandante-geral da polícia militar pelo governador Tarcísio, que omitiu essa informação da população, por pressão do Ministério Público, que viu nas atividades dele uma associação com crime organizado. Isso significa que a polícia militar está comprometida? Não, não significa. Discutia-se truculência, excesso, mas a gente não discutia a questão da honra da polícia militar. As pessoas sabem que a maioria dos policiais militares de São Paulo, e isso vale para qualquer categoria, é extremamente comprometida com o serviço público e precisa ser valorizada, mas você tem que reconhecer que aqui e ali tem que afastar pessoas que estão comprometendo, justamente, a integridade dessa corporação. #SabatinaUolFolha #Polícia #Justiça #SegurançaPública

Nesta segunda-feira, 24 de agosto, durante palestra magna no Congresso Nacional de Direito Público e Controle Externo, em São Paulo, o ministro Alexandre de Moraes atribuiu o descrédito do Jornal Nacional e da grande mídia a uma “lavagem cerebral” promovida por influenciadores. A tese é conveniente - a velha mídia seria vítima inocente, enquanto o público seria incapaz de pensar sozinho. O que Moraes omite é que nenhum influenciador destruiu essa confiança; foi o próprio sistema político-midiático, com manchetes seletivas, silêncios calculados, dois pesos para fatos semelhantes, informações recortadas e opiniões vendidas como verdades. A internet simplesmente abriu os arquivos e revelou vídeos completos, documentos, contradições e versões omitidas pela TV. Moraes tenta desqualificar o comunicador digital, com ataque pessoal para fugir do conteúdo. Muitos são jornalistas, analistas e repórteres independentes que vivem de informação, apresentam documentos e entregam fatos sem o filtro das redações. Alguns erram ou mentem? Claro, assim como emissoras erram, jornalistas manipulam e juízes falham. Na internet, porém, o cidadão confronta fontes, compara versões e forma seu juízo; o velho sistema exigia que aceitasse uma edição noturna como resumo autorizado da realidade. A lavagem cerebral não está na multiplicação das vozes, mas na tentativa de monopolizar a informação, repetir enquadramentos, esconder o contraditório e carimbar como “fanático”, “extremista” ou “desinformado” quem rejeita a narrativa oficial. Moraes não apontou uma mentira e a refutou; mostrou incômodo porque um influenciador alcançou mais audiência que o Jornal Nacional. O sistema destruiu a credibilidade e agora chama de “lavagem cerebral” a liberdade de quem aprendeu a viver sem sua tutela. #LiberdadeDeExpressão #Mídia #Influenciadores

NOTA DOS GAVIÕES: TORCIDA COMPARECE AO MP EM MANIFESTAÇÃO FAVORÁVEL À INTERVENÇÃO JUDICIAL Nesta quarta-feira (19), a Fiel Torcida demonstrou mais uma vez que não irá se omitir diante da grave situação vivida pelo clube. Em um importante ato realizado em frente à sede do Ministério Público de São Paulo, Gaviões da Fiel, Camisa 12, Pavilhão 9, Estopim da Fiel, Coringão Chopp e Fiel Macabra foram recebidos pelos promotores Luiz Ambra Neto e André Pascoal, responsáveis pelas investigações sobre a possível intervenção judicial no Corinthians. A mobilização representa a voz de 35 milhões de corinthianos que estão cansados de assistir ao Corinthians ser administrado por dirigentes incompetentes, que acumulam erros, enfraquecem a instituição e colocam em risco o futuro de um dos maiores clubes do mundo. O ato desta quarta-feira foi apenas mais um passo de uma causa que não pertence apenas às torcidas organizadas, mas a toda a Fiel Torcida. As mobilizações terão sequência nesta quinta-feira, durante a partida contra o Rosario Central. Porém, o momento mais importante acontecerá no próximo sábado. Convocamos todos os corinthianos, torcedores organizados, torcedores comuns e associados do clube para o grande protesto pacífico que será realizado no sábado, às 10h, em frente ao Parque São Jorge. É fundamental entender que essa luta é contra aqueles que, há anos, tratam o clube com irresponsabilidade, incompetência e interesses que não representam a vontade da Fiel Torcida. No sábado, precisamos mostrar que existe apenas um lado: o lado do Corinthians. A guerra não é entre nós. A luta é pelo Corinthians. Sábado, um só lado, uma só voz. A Diretoria Gaviões da Fiel Torcida #Corinthians #FielTorcida #GaviõesDaFiel #IntervençãoJudicial

TORCIDA COMPARECE AO MP EM MANIFESTAÇÃO FAVORÁVEL À INTERVENÇÃO JUDICIAL Nesta quarta-feira (19), a Fiel Torcida demonstrou mais uma vez que não irá se omitir diante da grave situação vivida pelo clube. Em um importante ato realizado em frente à sede do Ministério Público de São Paulo, Gaviões da Fiel, Camisa 12, Pavilhão 9, Estopim da Fiel, Coringão Chopp e Fiel Macabra foram recebidos pelos promotores Luiz Ambra Neto e André Pascoal, responsáveis pelas investigações sobre a possível intervenção judicial no Corinthians. A mobilização representa a voz de 35 milhões de corinthianos que estão cansados de assistir ao Corinthians ser administrado por dirigentes incompetentes, que acumulam erros, enfraquecem a instituição e colocam em risco o futuro de um dos maiores clubes do mundo. O ato desta quarta-feira foi apenas mais um passo de uma causa que não pertence apenas às torcidas organizadas, mas a toda a Fiel Torcida. As mobilizações terão sequência nesta quinta-feira, durante a partida contra o Rosario Central. Porém, o momento mais importante acontecerá no próximo sábado. Convocamos todos os corinthianos, torcedores organizados, torcedores comuns e associados do clube para o grande protesto pacífico que será realizado no sábado, às 10h, em frente ao Parque São Jorge. É fundamental entender que essa luta é contra aqueles que, há anos, tratam o clube com irresponsabilidade, incompetência e interesses que não representam a vontade da Fiel Torcida. No sábado, precisamos mostrar que existe apenas um lado: o lado do Corinthians. A guerra não é entre nós. A luta é pelo Corinthians. Sábado, um só lado, uma só voz. 📹: @maykomdeoz #Corinthians #FielTorcida #IntervençãoJudicial

Rabaa: The Hour the World’s Conscience Stood Still On the anniversary of one of the largest single-day killings of protesters in modern history, one question remains unanswered: who will be held accountable? By Adham Hasanin Egyptian journalist and political writer, based in the Netherlands On 14 August, the anniversary returns of a day unlike any other in modern Egyptian history. Not simply because it was the bloodiest Egypt has known wars and massacres before and since ,but because it was the day a state chose to open fire on its own people in broad daylight, in front of the world’s cameras, and then let thirteen years pass without a single officer ever being held accountable. This article will not be a cold recitation of statistics, though the statistics exist, are documented, and are horrifying. It is an attempt to understand something deeper: how a square in the heart of Cairo, filled with tents, children, and worshippers, became the site of the largest mass killing the Arab world has witnessed in the past decade and why the echo of that day still reverberates in every Egyptian prison cell today. I. A Morning That Began Like Any Other For readers unfamiliar with the background: in July 2013, the Egyptian military, led by then-General Abdel Fattah el-Sisi, removed Mohamed Morsy Egypt’s first freely elected civilian president, a member of the Muslim Brotherhood who had taken office in 2012 following the 2011 uprising against Hosni Mubarak. In response, tens of thousands of Morsy’s supporters staged an open-ended sit-in demanding his reinstatement. By 14 August 2013, more than twenty thousand people had spent weeks camped out at two Cairo squares, Rab’a al-Adawiya and al-Nahda, in a peaceful sit-in. They were not an army, nor a uniform bloc; they were entire families men, women, and children, some affiliated with the Muslim Brotherhood, many simply ordinary citizens who saw the restoration of elected legitimacy as a cause worth the risk. There were tents for sleeping, communal kitchens feeding the demonstrators, speaking platforms, and a small field clinic that no one imagined would, within hours, become one of the most terrifying places in modern Egyptian history. In the early hours of that morning, Central Security Forces and army units, under the command of then-General Sisi, began what was officially described as a "dispersal" operation targeting both sit-ins simultaneously. It was not a dispersal in any ordinary sense of the word. According to a year-long investigation by Human Rights Watch, it was a pre-planned operation that anticipated, from the outset, thousands of deaths. II. The Numbers the Regime Refuses to Speak The Egyptian government, to this day, cites a death toll of "over 600" for that single day a figure that, even at its official lowest, is horrifying enough to warrant an independent international investigation. But the field investigation conducted by Human Rights Watch, drawing on field hospital records, survivor testimony, and analysis of video footage from dozens of angles, arrived at a far more disturbing figure: at least 817 people killed at Rab’a Square alone, with the true toll likely exceeding 1,000, plus another 87 killed at the nearby al-Nahda Square. When the deaths from the weeks surrounding 14 August are added from the dispersal of the Republican Guard sit-in on 8 July, through the Mansoura Street killings, to the dispersal of an October 6 march the combined total reaches at least 1,150 deaths in just six weeks, according to Human Rights Watch’s meticulous documentation. This figure led the organisation to use a term not deployed lightly in international law: crimes against humanity. Human Rights Watch described the Rab’a killings as "one of the world’s largest killings of demonstrators in a single day in recent history." Not in Egyptian history alone in modern history as a whole. What happened at Rab’a is cited in international reporting alongside China’s 1989 Tiananmen Square massacre. This is the true scale of what the Egyptian state has spent thirteen years trying to minimise, justify, and reduce to a mere "security incident" in a news bulletin. III. "All According to Plan" When Mass Killing Becomes Administration, Not Chaos The title Human Rights Watch chose for its detailed report on the massacre deserves lingering on: "All According to Plan." This is not an emotive headline; it is a precise legal conclusion built on field evidence. According to the investigation, what happened at Rab’a was not a dispersal operation that spiralled out of control amid chaos or panic, as the regime later tried to portray it. It was a carefully planned operation that assumed, in advance, massive casualties. Then-Interior Minister Mohamed Ibrahim admitted, in a televised interview broadcast on 31 August 2013 just weeks after the massacre that his ministry had anticipated losses of "10 percent of the people" present at the sit-in, acknowledging that the number of demonstrators exceeded twenty thousand. By simple arithmetic, this is an official admission that the state anticipated, in advance, the deaths of roughly two thousand people and proceeded with the operation regardless. This is the true horror at the heart of the Rab’a story: it was not a security operation that spun out of control, but a conscious administrative decision, made in an air-conditioned room, with advance calculations, by men who knew precisely how many human beings would die under their fire and who proceeded anyway, or perhaps because of it. According to Human Rights Watch’s analysis, the objective was to send an unambiguous message: whoever challenges the new state will pay an irreversible price. IV. Snipers, Women, and Children The Faces the Reports Do Not Tell Behind every number in the Human Rights Watch reports lies a full human story, deliberately omitted from the state’s official narrative. The investigation documented how security forces opened fire from multiple angles, and how snipers positioned themselves atop buildings surrounding the square, targeting according to survivor testimony and analysed video footage any movement in the square, regardless of whether it was an armed combatant or a nurse trying to reach a wounded person. According to documented testimony, entire families had their tents burn over their heads as fire swept through the sit-in. Doctors and paramedics were killed while trying to pull the wounded from the line of fire. Most damningly of all, the documentation shows deliberate targeting of ambulances and field medical points meaning that wounded people who survived the first bullet then faced death by bleeding out, because anyone attempting to save them was themselves a target. This detail the targeting of medics is what elevates the event from "excessive violent repression" to what human rights organisations have described as a systematic crime. When security forces target those trying to save the wounded, they are not merely dispersing a sit-in; they are preventing witnesses from surviving to tell what happened. V. Thirteen Years of Total Impunity The most painful part of the Rab’a story is not only what happened that day, but what has not happened in the years since. From 14 August 2013 to today, not a single officer, of any rank, has been held accountable for the deaths of hundreds, or thousands, of Egyptians. Quite the opposite: the state has moved to entrench impunity through the force of law itself. Egypt issued legislation granting senior military officers immunity from questioning over any violations that may have occurred following Morsy’s removal a law specifically designed to close the door on any future judicial accountability, regardless of how political circumstances might change. Even the fact-finding committee established by then-interim President Adly Mansour to investigate the June and July events concluded, in its report issued more than a year after the events, that the sit-in’s leaders bore responsibility for the deaths, on the grounds that they had allowed weapons into the square even as the same report admitted, in a glaring contradiction, that security forces had failed to target only armed individuals, meaning they had fired indiscriminately on everyone: armed and unarmed, man and woman, adult and child. This is the pattern that has repeated for over a decade: as each anniversary approaches, official statements re-narrate the events and shift blame onto the victims, while the actual perpetrators — those who planned the operation, gave the orders, and pulled the trigger — remain free. Some now occupy the highest offices of the state. VI. Why This Anniversary, Why Now? A reader might ask: why revisit this story after all these years? Has the world not moved on to newer crises? The answer lies in the very nature of impunity. When a state is never held accountable for the largest massacre of protesters in its modern history, it does not simply "forget" the crime it sets a precedent, telling every future ruler and every future security apparatus: mass killing is possible, politically profitable, and free of cost. This poisonous lesson does not remain confined within Egyptian borders; its echo reaches every Arab capital contemplating how to handle its own opposition. More dangerously, this system of impunity did not stop at Rab’a’s edges; it is the foundation on which Egypt’s entire subsequent decade of repression was built: thousands of political prisoners, grossly unfair mass trials that produced death sentences for dozens of defendants in cases linked directly to the Rab’a events themselves, laws criminalising peaceful protest, a muzzled press, and a civil society hollowed of substance. All of it traces back to the morning of 14 August 2013, when the state learned that overwhelming force succeeds, and that the world will condemn for a few days, then move on. VII. Delayed Justice Is Not Forgotten Justice Despite more than a decade of official silence and impunity, the Rab’a case remains alive in international legal memory. Human rights organisations, from Human Rights Watch to Amnesty International, continue to renew their annual calls for an independent international investigation, grounded in the legal principle that crimes against humanity are not subject to statutes of limitation: delayed justice is not forgotten justice. The victims who fell in that square were not numbers in a statistical report. They were fathers who left behind children too young, that day, to understand why their father would never return. They were mothers who, thirteen years later, are still searching for a clearly marked grave to which they can carry flowers, and young people who had decades of life ahead of them that they never got to live. Their memory does not fade with time; it grows with their children, who carry with them the same question their parents asked before they were killed: when will justice come? Conclusion: What Does This Anniversary Demand of Us? Every year, as the anniversary of 14 August returns, the same question resurfaces one the Egyptian state refuses to answer: who gave the order? Who planned the operation? Who decided that twenty thousand human beings deserved to be shot with live ammunition because they staged a peaceful sit-in? This anniversary is not a call for vengeance, nor an invocation of the past for its own sake. It is a reminder that justice, however delayed, remains a debt still owed. And that every instance of international silence over a massacre of this scale opens the door to the next one, elsewhere, under a different pretext, carrying the same lethal conviction: that the world will condemn for a week, then forget. We will not forget. And we will not stop asking the question that unsettles everyone who took part in that crime, regardless of the office they hold today: where is the accountability? Rab’a is no longer merely the name of a square in Cairo. In the conscience of everyone who believes in justice, it has become a test of the world’s conscience itself a test the world has not yet passed.

The Madrid City Council has deleted a tweet that referred to the death of Federico García Lorca after criticisms from the left for omitting his murder during the Civil War, and has published a new message that explicitly mentions the poet's assassination. (translated)

El Ayuntamiento de Madrid borra el tuit en el que recordaba el día que "fallecía" Lorca después de las críticas de la izquierda por invisibilizar su asesinato

No entiendo esta animadversión del Atlético hacia el Barça, y por consiguiente, de la afición del Atleti hacia la del Barça. Si puedo entender que el tema de Julián ya canse, pero se intenta omitir que es el jugador que pide a gritos que le dejen salir, que pide formalmente que negocien con el Barça, que pide que cumplan su promesa, que tuvo que salir públicamente para que lo asuman, pero todo esto se quiere maquillar con la excusa de la cláusula, cuando el problema es mucho mayor. No se dan cuenta que es tóxico para ambas partes, es inviable que se quede obligado. Se han llevado jugadores nuestros que encima les han dado rendimiento y títulos, no es ni medio normal lo que está haciendo GM. Y podrá desmentir lo que le convenga, pero esa promesa existe. Si no fuera así, toda esta historia no habría llegado donde ha llegado. También lo pueden seguir omitiéndolo para tapar la realidad. Lo triste es que se haya creado un mal ambiente entre aficiones por un jugador, es absurdo… No es culpa del Barça y menos de su afición. #Fútbol #AtléticoBarça #ConflictoDeIntereses

Lo prometido es deuda cree un documento en Drive con 61 páginas ☠️😭 con mis archivos recopilados, durante años, acerca de los malos tratos hacia Jimin, exclusión, saboteos etc. omití varios archivos así que no está completo. Cada texto está sujeto a mi opinión y perspectiva personal, por ende no tomen esto como la verdad absoluta, mi intención no es que odies, es hacerte una reflexión. Con esto tampoco quiero hacer ver a Jimin como un hombre incapaz de poder defenderse, ni insultar su inteligencia 🙏 solo estamos exponiendo la mala gestión hacia el. Tampoco estamos diciendo que es el único que lo sufre. #Jimin #MalosTratos #Reflexión

Por que a imprensa está falando do Discord e omitiu que a live da menina foi no INSTAGRAM? Dunning-Kruger A gigantesca maioria dos jornalistas não entende nada de Internet e é incapaz até de proteger os próprios filhos. Esse povo acha que domina o tema e trata feito doido quem é da área. Arrogância é bicho que come o dono. #Discord #Instagram #Jornalismo

No Brasil é assim: Quem fiscaliza é processado, quem omite permanece impune! Em vez de responder pelo esquema de descontos indevidos que assaltou os aposentados do INSS durante a sua gestão, o ex-ministro Carlos Lupi preferiu acionar os próprios advogados e entrar com uma queixa-crime contra mim no STF, que denunciei a roubalheira. No Brasil do governo Lula, o parlamentar que cumpre o seu dever constitucional de denunciar vira alvo de processo, enquanto os responsáveis pelo escândalo saem de cena sem prestarem contas ao povo. Não aceitaremos intimidações jurídicas nem tentativa de censura: continuaremos firmes na defesa dos aposentados, da transparência e da verdade. #Justiça #Transparência #DireitosHumanos