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#Obediencia
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A cuatro años de la muerte de Mahsa Amini, la resistencia de las mujeres iraníes al uso del velo refleja los límites del poder del régimen, el cual, pese a su capacidad represiva, enfrenta retos en imponer la obediencia social en un contexto de guerra y crisis económica. #Irán #MahsaAmini #DesobedienciaSocial

La grieta de Teherán bajo el velo

Todos estoas actos son nulos El Gobierno estuvo 5 meses nacionalizando 'nietos del exilio' sin exigir «fidelidad al Rey y obediencia a la Constitución»: https://t.co/7SKMnMWOMv #Gobierno #Nacionalización #Constitución #Nospecificcountriesarementionedinthetweet.

Analistas independientes concluyen que los recientes incidentes de OpenAI, donde sus modelos de inteligencia artificial aparentemente desobedecieron órdenes, en realidad demuestran obediencia a instrucciones mal definidas por parte de sus creadores. #InteligenciaArtificial #OpenAI #RebeliónIA

La IA no "se rebela": qué hay realmente detrás de los últimos incidentes de OpenAI
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sempre bom salientar: Moraes NÃO ESTÁ SENDO JULGADO HOJE oq está sendo julgado é a possibilidade de um ministro do supremo ser investigado, como todas as demais pessoas no país, ou se estão acima das leis assim como ninguém está defendendo a inocência de Moraes hoje. estão defendendo que ministros não podem ser submetidos às mesmas leis que todo cidadão brasileiro deve obediência #Justiça #Direitos #Supremo

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Las elecciones legislativas rusas del 18 al 20 de septiembre de 2026, las primeras desde la invasión de Ucrania y con la inclusión de las regiones anexionadas, se presentan como un teatro electoral organizado por el Kremlin para reforzar el apoyo a Putin, mientras se silencia cualquier oposición y se mide la obediencia de los votantes. #Rusia #Putin #Elecciones

Putin prepara su teatro electoral: el Kremlin aparta a los incómodos y mide la obediencia de quienes quedan

Claramente, el PEJE no dedicó su sexenio a gobernar. Se dedicó a construir un sistema de corrupción diseñado para sobrevivirlo y protegerlo. Una red de poder, complicidades y lealtades destinada a mantenerlo fuera de prisión, a él, su familia y amigos. Su única ambición fue siempre usar su proyecto para robar y seguir impune después de abandonar Palacio Nacional. Por eso el ataque sistemático a las instituciones a los ciudadanos, a los empresarios. Por eso la obsesión por someter al Poder Judicial y a los demás poderes. Por eso @adan_augusto se sabe impune. Por eso estableció la revocación de mandato. Necesitaba dejar la espada de Damocles colgando sobre cualquiera que lo sucediera por si pretendían perseguir sus crímenes. Mientras tanto, los mexicanos más necesitados quedaron en segundo lugar. Endeudó al país para financiar con deuda los programas clientelares, deuda que se pagará con el dinero de quienes sí trabajamos y producimos, mientras le vendía la idea a la gente que esos recursos públicos eran dádivas personales. Y alrededor de su familia se acumularon señalamientos y escándalos que merecen investigaciones serias, independientes y hasta sus últimas consecuencias, incluidos los relacionados con Pemex y el huachicol fiscal. Su filosofía de gobierno quedó clarísima: no quería a los mejores, quería a los más leales. Porque cuando el objetivo es controlar, la capacidad estorba y la obediencia se premia. Pero hubo algo que evidentemente no calculó… que el mayor riesgo para el cartel que fundó iba a surgir de su hijo, un hombre más pendejo y corrupto que él. Y ahí está la ironía, pasó seis años tratando de blindar su legado y podría terminar viendo cómo los suyos deshacen el blindaje desde adentro. Hay que exigir que se rindan cuentas! #Corrupción #México #Política

Jones Manoel Aug 31

A escola pública precisa ser espaço de formação, criatividade, pensamento crítico e emancipação. Escola não é quartel e militar não é professor. Nos últimos anos, vimos avançar projetos de militarização das escolas e movimentos de censura como o Escola sem Partido, atacando a autonomia pedagógica, perseguindo professores e tentando transformar a educação em espaço de controle e obediência. Ao mesmo tempo, a Reforma do Ensino Médio aprofundou a precarização da educação, fragmentou o currículo e reduziu o espaço de disciplinas fundamentais para a formação crítica dos estudantes. Defendemos escola pública, gratuita, laica, inclusiva e em tempo integral, com gestão democrática e valorização dos profissionais da educação. Vamos lutar pela revogação dos programas cívico-militares e da Reforma do Ensino Médio, por um currículo que valorize as ciências, as artes, a filosofia e a sociologia e por um novo Plano Nacional de Educação com investimento, infraestrutura digna e valorização salarial. Segurança e respeito nas escolas se constroem com educação, acolhimento, valorização profissional e investimento público, não com militarização! #Jones5050 Federação PSOL/REDE - PROPAGANDA ELEITORAL - CNPJ 68.571.443/0001-76 #EducaçãoPública #EscolaSemMilitarização #ValorizaçãoDosProfessores

Javier Milei Aug 28

"No el paraíso de las dotaciones infinitas. Ése lo perdimos. Sino el paraíso posible, la abundancia radical dentro del mundo caído, logrado por la obediencia al orden divino"

Milei ensalza la "divina maquinaria" del capitalismo ante estudiantes y tilda de "satánico" al marxismo
www.20minutos.es

Eva Matsa, maestra y divulgadora, destaca la importancia de enseñar a los niños a poner límites y decir 'no' desde la infancia, enfatizando que esto es fundamental para su bienestar emocional y su desarrollo como personas respetuosas y críticas, alejándose del paradigma de la obediencia ciega que a menudo se asocia con la educación. #EducarConRespeto #PonerLímites #InfanciaFeliz

«Decir 'no' es la mejor forma de cuidarte»: Eva Matsa pide enseñar a los niños a poner límites
Observador Aug 12

O Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) anunciou um investimento de 17 milhões de euros na aquisição de luvas que transmitem choques elétricos, com o objetivo de garantir a obediência dos detidos, gerando preocupações entre defensores dos direitos humanos sobre o uso e a necessidade desses dispositivos. #ICE #DireitosHumanos #Imigração

ICE investe 17 milhões de euros em luvas que dão choques

Yo les avisé con tiempo que debíamos “acabar” con el INE antes de que el PEJE lo secuestrara… También, hace unos meses, les advertí que, con la mamada del supuesto “derecho de las audiencias”, iban a buscar censurar a quienes presentamos la verdad. ¿Y adivinen qué han hecho muchos de los “empresarios mexicanos”? Así es: agachar la cabeza, despedir a periodistas incómodos, quedarse callados y convencerse de que, si no se mueven y hacen todo lo que el #NarcoRégimen les ordena, a ellos no les va a tocar. Pero así es como se pierde un país, con miedo, silencio y obediencia. Así se acaba la libertad. “Lo único que necesitan los malos para triunfar, es que los buenos no hagamos nada” #Libertad #DerechosHumanos #Censura

Si la tía pinki dijo que hay que ir por juani, pues se va por juani al 9009. Obediencia ante todo!!! #Obediencia #Juani #TíaPinki

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

“Contrate o Ancelotti porque ele vai instalar hierarquia e obediência, vai ser respeitado.” A maioria esmagadora aplaudiu. A ação que o povo queria que o Vinícius cometesse? Desobedecesse a ordem, a hierarquia, o comando. 04:55 da manhã e continuamos putos da cara aqui no escritório sem entender vendo esse tanto de gente incentivando insubordinação contra o mesmo cara que aplaudiram de pé pois ele controlaria isso no vestiário. Ancelotti e comissão também, definiram o Vini como 85357770° batedor do time por uma série de treinos de 2 semanas, sem levar o histórico (12/16 sendo 9/13 nos últimos 2 anos) e o feeling do momento. Tudo errado 🫩 #Futebol #Ancelotti #Hierarquia

El discurso de Santiago Abascal que todos debieran leer y entender. Estamos en España en manos de una organización criminal que dirige un psicópata que es Pedro Sánchez y sus obediencias y por todo ello es capaz de absolutamente todo. #SantiagoAbascal #PedroSánchez #España #ES

¡Qué barbaridad que policías puedan verse inducidos, comprados, tentados o convencidos a ayudar a delincuentes que están en el gobierno y a quienes deben no solo obediencia sino también el cargo. https://t.co/CN1IzInBWd #Corrupción #Justicia #Policía #Nospecificcountrycodescanbeidentifiedintheprovidedtweet.

LIBERTA DEPRE Jun 15

⚠️Bastidores: Falta de disciplina tática explica cautela de Carlo Ancelotti com Endrick na Copa Ancelotti vê o camisa 19 como um jogador jovem de grande potencial. E acredita que pode prepará-lo para jogar já neste Mundial. Há, entretanto, um desafio: a falta de obediência tática do jovem atacante em relação às funções que o treinador espera de um centroavante. E essas funções vão além de gols e ações sem a bola. O treinador italiano espera que Endrick mais adiantado exerça uma marcação pressão forte na saída de bola rival. Pessoas que acompanharam o dia a dia de do jovem jogador na seleção brasileira relatam que o atacante, embora mostre grande talento nos treinamentos, tem como característica muito forte o improviso e a tomada das próprias decisões. Ao receber instruções e correções nas atividades, ele nem sempre as assimila e as cumpre rapidamente. Em um exemplo dado é: o treinador o orienta para dominar uma bola em vez de arrematar de primeira. Ao ouvir a instrução, o Endrick aceita e concorda. Em uma jogada seguinte, similar, ele repete a mesma jogada que tinha sido corrigida e chuta de primeira. Via: @UOLEsporte / @pedrolopesg / @danilolavieri 📷AFP / 📷Divulgação #Copa2023 #Endrick #Ancelotti

⭕️ Mintió y lo sabía. ¿Torpeza, complicidad u obediencia debida? Usted sabrá… Ha unido para siempre su nombre a una mentira y a un presunto delincuente del que queda mucho por saber. #Mintió #Mentira #Delincuente

Paula Marisa Jun 5

Alguns dias atrás eu disse exatamente isso nesse podcast. Que o problema do Caiado nunca foi ser "mais à direita" ou "mais à esquerda". O problema é a mentalidade. E aí aparece esse corte viral. Segundo ele, cidadão comum não pode opinar. Só os "especialistas". Engraçado... porque liberdade de expressão vale justamente quando existe discordância. Se só pode falar quem concorda com a versão oficial, isso não é debate. É obediência. 👇 E aí, eu estava exagerando ou o vídeo falou por si só? #LiberdadeDeExpressão #Debate #Mentalidade

RT @lagranaldea: La idea de “engordar” tribunales con magistrados afines no busca eficiencia judicial. Busca garantizar obediencia política… #Justicia #IndependenciaJudicial #Política #Thetweetdoesnotmentionanyspecificcountries.Therefore #therearenocountrycodestoreturn.