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Wat is @FleurAgemaPVV toch een powerhouse. Onbegrijpelijk dat deze vrouw werkloos is. Zoveel kennis. #coronaenquête #powerhouse #kennis #werkloosheid

I feel optimistic they won't, because the reality is the powerhouse of world football is Europe.

Uefa to boycott World Cups if Fifa plans approved
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Kellie-Jay Keen vertelt moslims dat er in Engeland niet op straat wordt gebeden. Ze gaat voor hun bidkleedje staan, zodat het lijkt alsof de heren haar aanbidden. Kellie-Jay is de motor achter #LetWomenSpeak. #Powerhouse #LetWomenSpeak #FreedomOfSpeech #ReligiousTolerance

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

🚨🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Leo Messi: “Facing England will be special! It’s my first time playing against England. I’ve played against just about everyone except them”. “They are a great team, a football powerhouse, it’s always exciting to face opponents like that”. https://t.co/00sPv30izF #Messi #England #Football #GB

Let’s make U.S. Soccer a true powerhouse. But to do that, we need change. We’ve already seen that the people in charge have not been able to take us to the next level. We produce talented young players year after year. The talent is there. Even with ok Coaching. The federation #USSoccer #ChangeNeeded #YouthTalent #US

Tweekz Jul 8

Battre T1 à domicile, les virer du MSI, et pour la première fois: - Leur refuser un top 4 international G2 a gagné 3 Bo5 vs la LCK, DONT 2 POWERHOUSES historiques, en seulement quelques mois Cette promotion G2 commence sérieusement à décoller, accrochons nos ceintures #G2Esports #MSI2023 #LCK

Susan Polgar Jul 4

It has been a thrilling ⚽️ World Cup ⚽️ so far, with several powerhouses sent packing early. Yet here we are, down to the final 16 teams. Which countries will advance to the Final 8, and who will ultimately be crowned champion? ⚽️ #WorldCup #Football #Soccer https://t.co/IrxfSeUWES #WorldCup #Football #Final16 #Nospecificcountriesarementionedinthetweet.Therefore #therearenocountrycodestoreturn.

Marta Kos Jun 25

Ukraine has become a military powerhouse that is already defending Europe today. We are accelerating work to integrate Ukraine’s military strength more closely into Europe. Together with Commissioner @KubiliusA, I met CEOs from defence and dual-use companies to discuss how https://t.co/0dCKwSzyNK #Ukraine #Defense #Europe #UA #EU

Costas Kadis Jun 10

Our coasts and islands are Europe’s economic powerhouses, cultural treasures, and the frontline of climate change. Today, alongside @RaffaeleFitto, we adopted the EU Strategies on Coastal Communities and Islands. 🔹 Coastal Communities: Securing prosperity, resilience, and #CoastalCommunities #ClimateAction #EUStrategy #EU

NB8 (Nordic-Baltic countries) is emerging as a new powerhouse within the Western allied space. The meeting of heads of government held today in Tallinn marked a new chapter in the cooperation of eight like-minded and strong democracies. An integral part of this is the defence of https://t.co/71m0vbuXi2 #NB8 #Defence #Democracy #EE #LV #LT #IS #DK #NO #SE #FI

A spike in fertilizer costs driven by the Iran war is hitting farmers in agriculture powerhouse Brazil at the worst possible time, underscoring how the Middle East conflict is threatening global food supplies https://t.co/3ggS5Qvvd2 #FertilizerCrisis #BrazilAgriculture #GlobalFoodSecurity #IR #BR

In a decisive Game 6 loss to the San Antonio Spurs, Anthony Edwards acknowledged his team's shortcomings by showing respect to his opponents, while underscoring the need for better support around him, as the Minnesota Timberwolves were visibly outmatched and are left questioning their championship potential amidst emerging basketball powerhouses. #NBA #Playoffs #AnthonyEdwards #USA #FRA #MEX #IND #OK #SAN #MIL

In losing to Victor Wembanyama and Spurs, it's clear Anthony Edwards needs more in Minnesota
BBC May 13

King Charles III outlined the government's law-making agenda in Parliament, with key proposals including a £45bn investment in Northern Powerhouse rail improvements, emergency legislation to nationalise British Steel, a focus on energy independence and renewables, and significant reforms to policing and cyber security, while also addressing issues such as digital ID and potential welfare reforms, amid criticisms of slow progress and a lack of bold legislative action. #Legislation #UKPolitics #GovernmentReform #GB #CN #IR #UA

From tourist tax to digital ID: BBC correspondents on key bills in King's Speech
BBC May 13

In a recent speech to Parliament, King Charles III outlined the government's law-making plans for the upcoming parliamentary session, highlighting key initiatives such as a £45 billion investment in Northern Powerhouse rail improvements, contentious energy policies regarding oil and gas exploration, proposed nationalization of British Steel, the introduction of a tourist tax, significant reforms to policing, enhanced cybersecurity regulations, and the introduction of a single patient record in the NHS, amidst ongoing debates about welfare reform and digital ID initiatives. #Legislation #UKPolitics #PublicPolicy #GB #CN #IR #UA #US

From tourist tax to digital ID: BBC correspondents on key bills in King's Speech
BBC May 13

As Donald Trump prepares for his visit to Beijing, he will encounter a significantly more assertive China under Xi Jinping, whose ambitious investments in renewable energy, robotics, and artificial intelligence highlight the country's transformation into a technological powerhouse, contrasting sharply with his previous visit in 2017 when China aimed to project an image of equality with the U.S. #China #USRelations #GlobalPolitics #CN #US #IR

Trump-Xi summit: A decade on, the US president returns to a stronger and more assertive China
BBC May 13

As Donald Trump visits Beijing this week, he will witness the stark transformation of China into a powerhouse of technological innovation and soft power since his last visit in 2017, with Chongqing exemplifying the country's ambition and growth amid challenging economic conditions and strained US-China relations. #China #USRelations #TechnologyInnovation #CN #US #IR

Trump-Xi summit: A decade on, the US president returns to a stronger and more assertive China

China continued its table tennis dominance by winning both the men's and women's titles at the 2026 World Team Table Tennis Championships, marking their 24th victory in each event and further solidifying their status as a powerhouse in the sport with a rich history and a rigorous training system. #TableTennis #ChinaDominance #WorldChampionships #CN #US #JP #KR #SE #FI #CH

World Team Table Tennis Championships: China win both titles again. Why are they so successful?

China dominated the recent World Team Table Tennis Championships, clinching gold medals in both the men's and women's events, further solidifying their status as a global powerhouse in the sport, with a remarkable record of 24 championships and a strong pipeline of young talent cultivated through rigorous training programs. #TableTennis #ChinaDominance #SportsSuccess #CN #US #JP #KR #SE #FI #CH

World Team Table Tennis Championships: China win both titles again. Why are they so successful?

Jalen Brunson has transformed the New York Knicks from a struggling franchise into a playoff powerhouse since his arrival in 2022, showcasing exceptional leadership, scoring ability, and a determination to bring championships to New York, solidifying his legacy as one of the team's all-time greats. #NBA #NewYorkKnicks #JalenBrunson #US #HR #SI #ES #GR

Jalen Brunson's Knicks legacy is still being written, but it's already quite good