BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#Propaganda
Novinky 2m

Russian propagandist Vladimir Solovyov called for questioning the agreements on the reunification of Germany in his program and labeled contemporary Germany as an illegitimate state, while also proposing harsh diplomatic sanctions against Germany for its support of Ukraine in the conflict. (translated)

Ruský propagandista Solovjov vyzývá k obnovení NDR

The Russian attack on Germany, both material and especially media-related, should make friends of Russia reflect, both in that country and in others, like Italy. You are just pawns, stupid pawns in the hands of a regime that buys you but despises you and is ready to (translated)

«La libertà di espressione non può diventare uno scudo per la propaganda dell'odio razziale e della violenza politica»

"Ritorno a Camelot 2026", domani il raduno naziskin in Trentino: schierati 140 poliziotti per l'ordine e la sicurezza
www.ilmessaggero.it

PP and Vox with their propaganda media are promoting the oclocracy, that degeneration of democracy in which power is in the hands of the crowd, the mob, or a manipulated mass, instead of residing with informed citizens. Just like that. With an epicenter in Madrid. (translated)

Jo peräti 41 % maksetuista perustoimeentulotuista vieraskielisille. Ja kuinka Kela (ja IS) uutisoi tämän tiedon? No näin: "Aiempaa harvempi vieraskielinen saa toimeentulotukea tai työttömyysturvaa" Kunnon propagandaa Kelalta, jonka IS toista. ➡️"Sopivasti" nimittäin unohtuu otsikossa, että toimeentulotuen saajaosuus on vieraskielisillä yhä edelleen moninkertainen vs. kotimaankieliset. ➡️Ja myös se, että aivan viime vuosina (2023->2025) toimeentulotuen saajien osuus vieraskielisissä on kasvanut ja myös työmarkkinatuen saajien osuus (2024->2025) on kasvanut. Pieniä ovat silakat joulukaloiksi, kun vuodesta toiseen keskimäärin heikkolaatuinen maahanmuutto halutaan väkisin esittää positiivisessa valossa. #maahanmuutto #toimeentulotuki #propaganda

Ewa 5h

Tak Mentzen zachęca do inwestowania w kryptowaluty: - nie wierzcie Tuskowi, że kryptowaluciarze was okradną, że to złodziejstwo czy ruska mafia ; to Tuskowa propaganda, nic takiego się nie wydarzy: kupujcie bitcoiny‼️#ironia https://t.co/ToR5xjrKx2 #kryptowaluty #bitcoin #inwestowanie

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Vladimir Solovyov, one of Putin's main propagandists, argues that the agreements on German reunification should be denounced and that Germany itself should no longer be considered a legitimate state. 🤣 (translated)

Appena rientrato dall’Ucraina ho avuto il grandissimo piacere di essere ricevuto dall’Ambasciatore Ucraino a Roma @IgorBrusylo. Abbiamo avuto lungo e piacevole confronto sulle priorità dell’Ucraina ed ho avuto modo di manifestare la mia opinione sulle nuove sfide della disinformazione e la lotta contro la propaganda, ma anche di parlare della vasta rete di associazioni e cittadini che attualmente supportano in vario modo la resistenza Ucraina e di prospettare una serie di iniziative che sono in cantiere e che si potrebbero realizzare nei prossimi mesi. Ho anche donato all’Ambasciatore una delle stampe danneggiate, recuperate dal centro di distribuzione RNK Ranok a Kharkiv, come simbolo di una cultura e una identità sotto attacco, ma indistruttibile. E ha accettato anche lui di firmare la mia bandiera. #SlavaUkraïni #Ucraina #Solidarietà #Cultura

Tem uma galera fazendo confusão proposital entre patrocínio do Master para fazer propaganda do banco, simples reuniões com Vorcaro e um contrato de mais de R$ 100 milhões editado por um agente público, que recebeu mensagens com pedidos para interferir em investigações. Fazem isso para suavizar a gravidade do que foi revelado. #Corrupção #Transparência #Investigação

Bomb: According to a new Forsa survey, the AfD is rising to 37% in Mecklenburg-Vorpommern! The SPD is far behind at 28%. This time, the propaganda from Manuela Schwesig is finally not helping, because Lars Klingbeil is showing all of Germany the true anti-citizen face of the SPD. (translated)

L

A sixteen-year-old from Monza has been charged with terrorism for publishing extremist content, including ISIS propaganda and neo-Nazi material, and has now been placed in a community according to the decision of the juvenile court. (translated)

Svastiche, propaganda Isis e un assalto animato: i contenuti del 16enne accusato di terrorismo

Antaako joku vielä rahaa Amnestylle? - järjestön Suomen-osaston toiminnanjohtaja kytki Suomen puolustusvoimain komentajan natseihin Mitä mieltä? Voisin kuvitella Venäjän tekevän tällaisen rinnastuksen, mutta että Amnesty vahvistaisi Venäjän propagandaa. https://t.co/okmOdPAMsJ https://t.co/OnHnqSyMZv #Amnesty #SosiaalinenOikeudenmukaisuus #Politiikka

Marmitta 11h

ah si certo la Russia influenza le elezioni non i Sionisti, la Russia ahahahahaahahah l’occidente è completamente morto e sepolto, chi crede a questa propaganda si faccia curare #Russia #Elezioni #Propaganda

A 16-year-old boy was arrested in Monza for jihadist propaganda and activities related to neo-Nazism, highlighting a phenomenon of hybrid radicalization that combines supremacist and jihadist extremism. (translated)

Propaganda jihadista vicina all’Isis e ricerca online di materiale neonazista: arrestato 16enne a Monza
ERR 13h

In Russian schools, the teaching of English is decreasing and ideological education is increasing, including the introduction of new textbooks on historical topics and the basics of military training, which enhance the element of propaganda in education. (translated)

Venemaa koolides väheneb inglise keele ja kasvab ideoloogia õpe
V

In a column, Merel van Vroonhoven discusses the indoctrination of children by the Russian propaganda series 'Masha and the Bear' and the hypocrisy of the Russian embassy in the Netherlands, which dismisses the peaceful demonstrations against the war in Ukraine as a threat to its diplomatic mission. (translated)

Terwijl ‘Masha en de beer’ voor Poetin kinderen indoctrineert, veinst zijn Haagse ambassade bedreiging

„Die Unterstützung Deutschlands, aber auch der anderen westlichen Staaten für die Ukraine, wird als Teil der Nato-Bedrohung wahrgenommen. Sie verkehren also das, was tatsächlich passiert – dass sie völkerrechtswidrig einen anderen Staat angegriffen haben – ins Gegenteil. Sie sagen, dass die Unterstützung derjenigen, die sich gegen einen völkerrechtswidrigen Angriffskrieg verteidigen, jetzt eine Provokation darstelle. Das ist die typische russische Propaganda, mit der war zu rechnen.“

Ex-Kanzleramtschef Schmidt warnt - „Russlands Reaktion wird schnell kommen“
www.bild.de

Despite massive post-war and especially current propaganda, it is necessary to repeat the key historical fact: from September 1, 1939, to June 22, 1941, the Soviet Union was the most important military ally of Nazi Germany with a common goal of dividing Europe. (translated)

The Aleksin family wants to be returned from Finland to Russia, and father Aleksandr Fartushnyi fears for the children's mental health and safety if they were sent back to Russia due to school propaganda and war. (translated)

Aleksin perhe halutaan palauttaa Suomesta Venäjälle: "Pelkään lasteni mielenterveyden puolesta"