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#Somos

Dia difícil para dormir. Sinto falta da ignorância. Quando criança e durante minha juventude, tudo o que eu sabia sobre política foi o que meu pai e meu avô me ensinaram: Lula sempre foi um vagabundo. Ambos o odiavam de forma visceral, afinal, foram os homens mais trabalhadores que eu já conheci. Minha filha notou que eu estava inquieto. Minha esposa chegou do trabalho e me abraçou. Paramos um de frente para o outro e nossos olhos se fixaram. Nenhuma palavra precisou ser proferida. Após 18 anos de casamento, a comunicação não requer palavras. Temos tudo pronto para partir, mas queremos lutar pelo Brasil. Minha singela participação nessa rede representa uma pequena fração de meu compromisso com esse país. Somos membros extremante produtivos de nossa sociedade. Estou aqui muito mais para aprender do que para ensinar. Estou aqui para lembrar que não estou só. Obrigado a todos que interagem comigo, espero que não seja tudo em vão. #Brasil #Família #Reflexão

¡El nuevo logo de “Somos”! Como siguen batallando para encontrar un logo que realmente los represente, aquí les dejamos una propuesta. Porque podrán cambiar de nombre, de logo o de partido, pero siguen siendo los mismos de siempre, queriendo hacer lo mismo de siempre: robarle al pueblo. Y a “Somos” (@SomosMxMexico), pónganse a chambear: junta más gente un atropellado que una asamblea de su partido. Por algo tienen apenas 1% en las encuestas; hasta el margen de error es más grande que su apoyo. #Somos #LogoNuevo #PolíticaMéxico

LA EDUCACIÓN PÚBLICA NO SE TOCA Una tarea esencial de este momento político es estar con el magisterio, protegerlo, acompañarlo en sus luchas, que van a ser difíciles, pero que son fundamentales para el futuro de este país. Ya comienza a aparecer el discurso para intentar acabar con la organización sindical de los maestros y las maestras, acabar con la resistencia y acabar con el proceso que han construido durante décadas en este país. Y eso no lo vamos a permitir. Estaremos presentes este viernes en Cartagena con el magisterio. Somos una fuerza que está y estará al lado de las maestras, los maestros y del movimiento estudiantil en la defensa de la educación pública. #EducaciónPública #Magisterio #DerechosEducativos

🚨 Alexandre de Moraes e Davi Alcolumbre teriam conversado longamente nesta quarta-feira (2/Set), em Brasília, e articulado com Flávio Dino alguma ação ilegal contra mim, com o único intuito de “reagir” a André Mendonça e me desgastar eleitoralmente. Caso se confirme, é a comprovação de que o Brasil virou uma várzea, terra sem lei, onde os que se acham donos do país armam farsas contra seus adversários, acreditando que jamais sofrerão as consequência de seus abusos. Nós somos o último obstáculo para que o Brasil não vire uma ditadura! O país não suporta mais quatro anos de lula! Dia 7/Set (próxima segunda) todos nas ruas! #Brasil #Democracia #Eleições2024

Contrary to what many want us to believe, Europe has its own identity and culture. We are much more similar than some elites want to sell us. Europeans must unite and defend themselves from the threats and enemies that hate us. (translated)

🗳️🗳️ Somos todos otarios mesmo… Por isso o @nikolas_dm tava quietinho né? E nem começou a sair tudo da Lagoinha… E aí povo de Minas Gerais, vcs vão o reeleger? Quantos projetos nos últimos 4 anos o deputado influencer criou a favor do povo? https://t.co/ftTJItMGok #MinasGerais #Política #Eleições

Ayer tuve el honor de dar voz a algo que pensamos y sentimos muchos españoles. Nuestro apoyo al pueblo de Ceuta y nuestra defensa de España. Miles y miles de españoles salimos a las calles desde distintos puntos del país para decir algo muy sencillo: Ceuta se defiende. Gracias a todos los que estuvieron allí, a los que levantaron la bandera y a los que no dudaron en dar un paso al frente. 🇪🇸 Juntos somos más fuertes 🇪🇸 #Ceuta #España #Unidad

Já que este país virou um circo, nós somos os palhaços e, aparentemente, nada vai acontecer, vou lembrar vocês todos os dias de quanto tempo falta para o CORRUPTO Alexandre de Moraes deixar o STF por outro caminho que não seja o impeachment. Hoje, faltam 6.310 dias para Alexandre de Moraes se aposentar do STF. #Justiça #STF #Corrupção

E quando vale a paz mundial, contra eles a história mostra que sempre deu. Nada a temer. Nós somos o Vasco. #PazMundial #Vasco #Futebol

🦁⚽ “Feliz, somos un equipo resiliente. Estamos acostumbrados a sufrir y es lindo que el equipo no dejó de luchar” Franco Fagundez, delantero de Santa Fe. https://t.co/WvUDXInnX6 #Fútbol #Equipo #Resiliencia

GRITALO MAMÁ 🔥 "¡Vamos Solangistas! ¡Vamo gente! ¡Que gane el esfuerzo! ¡Yo pregunto! ¡Tiranía, se acabó! ¡Ya no tenemos que preguntarte! ¡Tiranía, se terminó la cocina de todos! ¡El control se acabó! ¡Somos libres! ¿Y quién dirigió esto? ¡Solcito! ¡Chau! ¡Están afuera! ¡Gracias Solangistas!" #GranHermano SOL AL 9009 #Solangistas #Libre #GranHermano

Fuenlabrada, Alcorcón, Getafe, Alcalá de Henares… Toda la Comunidad de Madrid en pie con Ceuta. Somos su región capital y aquí estaremos. https://t.co/xD5Ib8V2nJ #Madrid #ComunidadDeMadrid #Solidaridad

"Es una manifestación de apoyo a Ceuta, no somos fascistas ". La manifestación: https://t.co/gcpT2E87BZ #Ceuta #Manifestación #Apoyo

Pessoal, a qualquer momento espero poder vir com boas notícias pra vocês. Estamos aqui em articulações intensas para conseguir a votação no plenário ainda HOJE, mas o lobby dos empresários não é mole não. Mas somos bons de briga. Fiquem atentos e sigam cobrando! VOTA ALCOLUMBRE #BoaNotícia #LutaPeloPovo #VotaçãoHoje

¡Cuando nos apoyas, somos imparables! 👊 Luchemos juntos en esta Semifinal. Nuestro objetivo de hoy está claro: ¡CLASIFICAR A LA GRAN FINAL! 🦅💥 📺 Transmisión: https://t.co/PVkHImWKwZ https://t.co/JJXmEkcEf4 #Semifinal #Fútbol #VamosEquipo

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

"Foi muito divertido, foi insano, foi uma noite que eu nunca vou esquecer, eu e Taylor somos tão gratos a todos que foram, desde os votos até ver todo mundo, e o quanto nos divertimos naquela noite. [...] Quero agradecer a todos no MSG, queríamos fazer isso em algum lugar onde pudéssemos ter um ambiente íntimo e genuíno sem muitas distrações e precisávamos de uma sensação privada, e o MSG foi além do esperado para nos dar isso. [...] Foi muito legal ver como todo mundo interagia, sem celulares, isso faz com que todos estejam no momento e presentes, foi legal ver amigos da minha infância e da de Taylor até pessoas que encontramos através das nossas carreiras e nos tornamos bons amigos. [...] Queríamos que fosse uma cerimônia linda e nos certificar de que todo mundo saísse de lá tendo se divertido" - Travis Kelce sobre seu casamento com Taylor Swift. ❤️ #casamento #amor #memórias

Ichi Aragón, daughter of Emilio Aragón, opens up about her struggle with depression in the podcast 'We Are Wonderful', stating that the pressure to resemble parents and grandparents can be a heavy burden. (translated)

Ichi, hija de Emilio Aragón, sobre su depresión: "Querer parecernos a nuestros padres es una carga"

Ya que Abdel Abqar ha decidido faltarme al respeto públicamente, creo que tengo el derecho y la humildad suficiente para responder y dejar varias cosas claras. En primer lugar, entiendo que Abqar pueda estar dolido. Su rendimiento desde que llegó está muy lejos de ser el que todos (él incluido) esperábamos, no ha conseguido asentarse en el once ni tener continuidad y que se sepa que ha rechazado una oferta que venía muy bien al club no deja de ser más leña para un fuego totalmente descontrolado. Entiendo que su reacción natural es la fácil, la defensa. Llamar mentiroso a una persona que se gana la vida informando a la gente es la forma más sencilla de intentar desprestigiar a alguien que, siempre con respeto, ha dejado claro que no es de su agrado futbolístico, de ahí ese enfado. Sobre la noticia que desmiente, no sólo no me echo atrás, sino que reafirmo que rechazó una oferta del Venezia, equipo de la Serie A (5M€ con bonus incluidos), que le rebajaba el salario y que ayudaba para que el Getafe pudiese oficializar las dos llegadas que tenía cerradas; un centrocampista y un extremo. También entiendo que pueda rechazar la oferta. Todos somos trabajadores, sabemos lo que cuesta ganar el dinero y está en su derecho de querer cobrar hasta el último céntimo de un contrato que tiene firmado, pero que no le dé vergüenza que se sepa y que no intente lavar su imagen echando mierda al de enfrente. Cualquiera que me conozca o me siga sabe perfectamente lo que significa para mí el Getafe y que jamás me he metido en una polémica ni con un futbolista, ni con el club, pero creo que una falta de respeto así necesitaba una respuesta y esta es la mía. Espero que esto sirva para dejar claro lo que pienso, lo que ha ocurrido y que si Abqar desea comentar algo, no tendré ningún problema en volver a responder. Pero las faltas de respeto, no las pienso tolerar. #Getafe #Fútbol #Respeto

𝐒𝐨𝐦𝐨𝐬 𝐫𝐚𝐫𝐨𝐬. 𝐏𝐨𝐫 𝐬𝐮𝐞𝐫𝐭𝐞 ❤️‍🔥 Porque tampoco somos una tierra cualquiera. Somos una tierra rara. De esas que cuesta explicar si nunca las has vivido. Un pequeño rincón donde caben muchas culturas, muchas tradiciones, muchas formas de entender la vida y una misma manera de sentir nuestra tierra. Somos convivencia. Somos respeto. Somos diversidad. Somos la gente que hace de Ceuta un lugar único. Y precisamente en los momentos difíciles es cuando más orgullosos debemos estar de aquello que siempre nos ha definido: 𝐩𝐞𝐫𝐦𝐚𝐧𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐣𝐮𝐧𝐭𝐨𝐬, 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐞𝐭𝐚𝐫𝐧𝐨𝐬 𝐲 𝐜𝐮𝐢𝐝𝐚𝐫 𝐥𝐨 𝐧𝐮𝐞𝐬𝐭𝐫𝐨. Hoy celebramos nuestra historia. Pero, sobre todo, celebramos a nuestra gente. 𝐏𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐝𝐢𝐟𝐞𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐡𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐬𝐢𝐝𝐨 𝐬𝐢𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞. 𝐘 𝐚𝐡𝐢 𝐞𝐬𝐭𝐚 𝐩𝐫𝐞𝐜𝐢𝐬𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐥𝐨 𝐞𝐱𝐭𝐫𝐚𝐨𝐫𝐝𝐢𝐧𝐚𝐫𝐢𝐨. Feliz Día de Ceuta. 🤍🖤 Siempre Ceuta. Siempre España. 🇪🇸 #Ceuta #Diversidad #Cultura