BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#Transformações

O que o artigo do Estadão está sugerindo⁉️ O artigo defende que desobediência civil é parte legítima da democracia quando a autoridade se afasta dos princípios que deveria proteger. E que obedecer cegamente não é virtude democrática, o cidadão deve primeiro ser fiel a valores éticos, e só depois às ordens do poder. O texto aponta Thoreau, Arendt e Gandhi para mostrar que transformações políticas reais nascem justamente desse atrito entre consciência moral e imposições do Estado. A pergunta que move o artigo é: a que princípios devemos permanecer obedientes⁉️A democracia, diz o colunista, depende dessa coragem de dizer não quando o sistema exige submissão. #Democracia #DesobediênciaCivil #Ética

The Observador Radio is conducting a special broadcast of the Tarde Política program from New York, 25 years after the events of September 11, addressing the transformations that have occurred since that decisive day. (translated)

25 anos do 11/9. Tarde em direto a partir de Nova Iorque
Observador Aug 24

The Prime Minister of Timor-Leste, Xanana Gusmão, warned that Artificial Intelligence poses a risk to the sovereignty of countries, emphasizing the possibility of fraud, political misinformation, and the commercialization of knowledge, and underscored the importance of strengthening scientific and technical education so that Timor-Leste can take advantage of these technological transformations for the benefit of its development. (translated)

Xanana Gusmão diz que IA pode ser risco para soberania
Renato Souza Aug 19

Tenho muito mais coragem que você para responder qualquer pergunta. Não me formei jornalista em um escritório burocrático, mas nas ruas da periferia do Brasil. Você desconhece completamente nosso sistema de Justiça, assim como nosso jornalismo. Willian Bonner é formado em comunicação social pela USP. Os demais citados se tornaram jornalistas antes de existir a graduação em jornalismo no Brasil. Para defender a qualificação dos profissionais da minha área, não preciso desmerecer meus antecessores. Eles viveram em um tempo que não havia redes sociais para dar voz a uma legião de imbecis que não tem noção do impacto de uma informação ou afirmação publicada nas redes sociais para centenas de milhares de pessoas. Bonner, Boechat e Casoy se tornaram jornalistas na rotina de redações com regras claras, hierarquia, qualidade de trabalho garantida pelos editores, crivos rigorosos na publicação e apuração da notícia, sob o aparato de estruturas profissionais e qualificadas de jornalistas. Não é possível comparar a época deles com a atual, onde qualquer um faz um blog ou página nas redes e sai publicando sem qualquer crivo, se dizendo jornalista e brincando com a vida das pessoas. Poucas décadas antes deles, o Direito também não exigia diploma para advogados. Mas este caminho tortuoso foi corrigido ao longo do tempo, com as profundas transformações sociais e avanço da complexidade do Direito e do sistema de Justiça. #Jornalismo #Mídia #Direito

Observador Aug 16

The article by Ricardo Gonçalves Cerqueira highlights the urgent need for a reform of labor legislation in Portugal to recognize and adapt to the profound transformations in the labor market, driven by digitalization and artificial intelligence, which challenge the traditional legal models still in force. (translated)

O trabalho mudou. A lei continua presa ao século XX

São muitos anos de caminhada ao lado do presidente Lula. Enfrentamos muitos desafios e superamos muitos obstáculos. Tenho muito orgulho de tudo o que construímos juntos e das transformações que ajudamos a fazer no Brasil. Amanhã (16), estaremos juntos novamente, onde tudo começou para o presidente Lula: às 10h, no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo. Contamos com a presença de vocês. #Lula #Brasil #Transformação

3. Porque é relevante para a região e para o Mundo? O primeiro destinatário do AFDS é o próprio território onde nasceu. Um arquivo desta natureza pode devolver à região uma coisa que muitas vezes se perde no processo de desenvolvimento: a consciência daquilo que ela é. As fotografias permitem reconhecer lugares, recuperar memórias, documentar património, contar histórias, estudar transformações e dar visibilidade a pessoas e actividades que raramente chegam aos grandes arquivos nacionais. Podem ser utilizadas por investigadores, escolas, artistas, jornalistas, municípios, instituições culturais, empresas e pela própria população. Mas o seu valor não termina aí. Um território que conhece e documenta a sua própria identidade está melhor preparado para a comunicar. A fotografia pode contribuir para a valorização do património, para a promoção turística, para a criação artística, para a educação, para a investigação e para a economia local. É aqui que o AFDS assume uma ambição maior: utilizar a fotografia como instrumento de desenvolvimento. Não se trata de fotografar a região para dizer simplesmente que ela é bonita. Trata-se de produzir conhecimento e representação capazes de gerar novas possibilidades para o território. E existe ainda uma segunda escala. O Douro Superior é uma realidade local, mas aquilo que nele acontece participa de fenómenos universais: a transformação das paisagens rurais, o despovoamento, a emigração, a relação entre memória e identidade, as alterações económicas, a transformação das comunidades e a relação entre as pessoas e os lugares onde vivem. Por isso, documentar rigorosamente este território é também contribuir para a compreensão do mundo. O AFDS parte de um lugar concreto para construir uma memória que pode interessar muito para além dele. É essa talvez a sua maior importância: mostrar que um território periférico não é um território sem importância. Pelo contrário. Quando é observado com atenção, documentado com rigor e interpretado com inteligência, qualquer território pode tornar-se uma fonte de conhecimento sobre o seu tempo. O AFDS existe para fazer exactamente isso: guardar o que está a desaparecer, documentar o que está a acontecer e criar, através da fotografia, instrumentos para pensar aquilo que ainda está por acontecer. Visite a página do AFDS e descubra este projecto: www.arquivodourosuperior.wordpress.com #RuiCamposFotografia #ArquivoDouroSuperior #ArquivosFotográficos #fotografiasantigas #InteriorDePortugal #Portugal #Memória #Desenvolvimento #Sociedade #Comunidades

1. Porque é que é diferente O Arquivo Fotográfico do Douro Superior nasceu de uma ideia simples: um território também se conhece através das imagens que dele se fazem, das pessoas que o habitam, dos lugares que transformam e das marcas que deixam no tempo. Mas o AFDS não é um arquivo fotográfico convencional. Não nasceu para reunir fotografias antigas, nem para conservar apenas imagens consideradas importantes pela sua qualidade artística ou documental. Nasceu para acompanhar um território. Desde 2005, o arquivo tem vindo a construir uma representação fotográfica continuada do Douro Superior e das regiões que com ele se relacionam. São centenas de milhares de imagens que registam paisagens, património, actividades económicas, festas, acontecimentos, pessoas, mudanças urbanas, transformações sociais e, sobretudo, a vida quotidiana. Essa continuidade é fundamental. Uma fotografia isolada mostra um momento. Um arquivo permite perceber uma transformação. É essa dimensão que distingue o AFDS: não se limita a fotografar o território; procura compreender o território através da fotografia. Cada imagem passa a fazer parte de uma memória colectiva que, com o tempo, ganha um valor que nenhuma fotografia isolada poderia ter. O arquivo é, por isso, simultaneamente memória, documentação, investigação e matéria de criação. É uma infraestrutura cultural construída a partir da fotografia, mas que ultrapassa largamente a própria fotografia. Visite a página do AFDS e descubra este projecto: www.arquivodourosuperior.wordpress.com #RuiCamposFotografia #ArquivoDouroSuperior #ArquivosFotográficos #fotografiasantigas #InteriorDePortugal #Portugal #Memória #Desenvolvimento #Sociedade #Comunidades

Em menos de 24 horas, o governo Lula mergulhou o Brasil em duas graves crises diplomáticas envolvendo seus principais parceiros no continente: Estados Unidos e Argentina. Com Washington, a escalada atingiu um nível inédito. O governo brasileiro decidiu não conceder o agrément - a aprovação diplomática necessária - ao indicado pelo presidente Donald Trump para assumir a embaixada dos Estados Unidos em Brasília. Em resposta, o governo americano revogou o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, classificando a medida como um ato de reciprocidade e afirmando que a decisão poderá ser revertida caso o agrément seja concedido. Embora Brasil e Estados Unidos mantenham relações diplomáticas há mais de dois séculos, episódios dessa natureza são extremamente raros. A revogação do visto da principal representante diplomática brasileira em território americano marca um dos momentos de maior tensão entre os dois países em décadas. Quase simultaneamente, a relação com a Argentina também sofreu novo desgaste. O Itamaraty retirou definitivamente o embaixador Julio Bitelli de Buenos Aires e reduziu a representação diplomática brasileira ao nível de encarregado de negócios, rebaixando formalmente a relação bilateral. Na prática, a interlocução política entre os dois governos foi drasticamente reduzida, enquanto os canais consulares e comerciais permanecem em funcionamento. Em menos de um dia, Brasília acumulou confrontos diplomáticos com Washington e Buenos Aires. O episódio evidencia o grau de deterioração das relações exteriores do Brasil em um momento de profundas transformações geopolíticas. Lula é hoje a “cabeça da serpente” do Foro de São Paulo, criado por ele e Fidel Castro em 1990 para articular a esquerda revolucionária latino-americana. O crescente desgaste internacional, somado às tensões diplomáticas e às pressões internas, tendem a enfraquecer sua capacidade de liderança e de influência regional. A onda azul já começou a desmontar a hegemonia da esquerda radical na América Latina. O projeto político revolucionário liderado por Lula e seus companheiros ditadores na região está sob ataque. #Diplomacia #RelaçõesExternas #Lula

Observador Jul 6

O artigo de Humberto Domingues analisa como a saúde da população portuguesa reflete as transformações sociais e demográficas do país, destacando a necessidade de planejar serviços públicos de saúde que respondam eficientemente às complexas necessidades de uma sociedade em crescimento e envelhecida, enfrentando desafios como desigualdades territoriais e o acesso limitado aos cuidados. #Saúde #Equidade #PlaneamentoSocial

Quando a saúde reflecte o país que estamos a construir
Observador Jun 20

O artigo analisa as transformações que ocorreram na restauração em Lisboa ao longo dos últimos 20 anos, destacando eventos significativos como a chegada da gala Michelin, a crise financeira de 2008 e a pandemia de Covid-19, que redefiniram tanto a oferta quanto o consumo na gastronomia da cidade. #Restauração #Gastronomia #Lisboa

Abre, fecha, resiste: 20 anos da restauração em Lisboa
Observador Jun 18

O artigo de Filipe Carvalho questiona a falta de consulta aos povos europeus sobre as transformações significativas em suas vidas, como mudanças em bairros e escolas, e critica a forma como a política contemporânea se afasta do verdadeiro significado de democracia, limitando-se a uma gestão técnica imposta por elites. #Democracia #Imigração #Política

O Estado contra os seus
Observador Jun 11

Rui Ribeiro, no artigo A próxima evolução do Contrato Social, explora como as grandes transformações históricas não foram apenas tecnológicas ou económicas, mas sim mudanças na organização social e nas instituições que moldam as expectativas da sociedade, enfatizando a necessidade de se adaptar o contrato social contemporâneo às novas realidades e desafios, como a automação e a inteligência artificial. #ContratoSocial #Inovação #InteligênciaArtificial

A próxima evolução do Contrato Social
Previsões Jun 4

Este mês será marcado por: crescimento, decisões e mudanças. O que antes parece impossível, se tornará acessível. O que parece travado, começará a fluir. Tenha uma certeza, você passará por PROFUNDAS TRANSFORMAÇÕES que vão te levar a uma fase de grandes vitórias. Amém? #Crescimento #Transformações #Vitórias

SAPO May 19

A Ordem dos Advogados de Portugal irá lançar um novo portal de formação e uma loja online em comemoração aos seus 100 anos, enquanto os honorários de apoio judiciário serão atualizados anualmente com base na inflação, conforme anunciado pelo bastonário João Massano durante o Dia do Advogado 2026, destacando a importância da advocacia na defesa dos direitos dos cidadãos em um contexto de rápidas transformações sociais e tecnológicas. #OrdemDosAdvogados #DireitosCivis #FormaçãoDigital

Ordem dos Advogados vai ter novo portal, formação digital e merchandising dos 100 anos

Luís Montenegro: Isso vai ser até uma determinada altura, porque nós vamos forçar a decisão. Os partidos e os políticos vão ter de se revelar no momento de votar as transformações, porque não é por falta de oportunidade que vamos ficar sem esse debate.

SAPO May 14

A primeira conferência anual do eRadar, que se realiza no Centro Cultural de Belém em Lisboa, reúne líderes dos setores de Defesa, Espaço, Aeronáutica e Cibersegurança para debater os desafios e oportunidades da indústria nacional, com foco nas transformações tecnológicas e geopolíticas atuais e as suas implicações na segurança da Europa e de Portugal. #Defesa #Espaço #Cibersegurança

Líderes do setor de Defesa, Espaço, Aeronáutica e Cibersegurança convergem na conferência do eRadar
SAPO May 14

Durante um encontro em Pequim, Donald Trump expressou otimismo sobre as relações entre os Estados Unidos e a China, afirmando que elas vão ser melhor do que nunca, enquanto Xi Jinping alertou sobre a instabilidade internacional e transformações históricas em curso. #China #EstadosUnidos #Trump

Trump: “A relação entre a China e os Estados Unidos vai ser melhor do que nunca”

O artigo discute a crise atual na Universidade Nova de Lisboa, evidenciando a insatisfação da comunidade acadêmica com a gestão do atual Reitor, Paulo Pereira, que, em apenas oito meses, conseguiu alienar a maioria dos diretores das Unidades Orgânicas, colocando em risco a reputação e o futuro da instituição diante das transformações do ensino superior. #UniversidadeNova #Reitor #EducaçãoSuperior

Um Reitor que reprovou no estágio