"Il est évident que le pays avec le plus important et insoutenable surplus de compte courant, la Chine était l'opinion dissidente"
The Chinese dissident artist Gao Zhen has been sentenced to three years in prison for creating satirical statues of Mao Zedong, deemed offensive, violating a 2018 law that protects the reputation of national heroes. (translated)

"In zijn afscheidsbrief hekelde hij de verschuiving bij de linkse pers naar woke, onverdraagzaamheid voor dissidente stemmen, uniformiteit van de meningen en steeds meer de neiging om antisemitische geluiden te tolereren. Daarom nam hij het enige besluit dat nog mogelijk is in zo'n situatie: vertrekken. Dit vertrek is groot nieuws in de Franse perswereld": https://t.co/Gc5E8tuiTF #journalisme #woke #antisemitisme
The article by the correspondent of "Soir" in Moscow highlights the challenges and dangers faced by journalists in Russia under Putin's regime, especially after the outbreak of the war in Ukraine, which has strengthened repressive measures against dissident voices. (translated)
The American immigration police ICE has held discussions with Iran regarding the deportation of Iranian dissidents and refugees, which represents a break from the previous policy of not handing these people over to Iran, especially in light of recent war tensions and uncertainty about the circumstances of such deportations. (translated)

The controversy over the presence of the film Dau by Russian director Ilya Khrzhanovsky at the Venice Film Festival is intensifying, with Ukraine accusing the project of supporting Russian propaganda, while the director defends himself by claiming to be a dissident opposed to the invasion and emphasizing that the film is of German production with his opposition to Putin's regime well documented. (translated)

The cryptocurrency exchange Binance has enabled the tracking of Russian dissidents by sharing user data, even though it officially withdrew from Russia in 2023. (translated)

Incriminar dissidentes, desafetos ou simplesmente figuras "inconvenientes" é uma das mais antigas práticas de regimes autocráticos, mundo afora. #DireitosHumanos #LiberdadeDeExpressao #Autocracia
In Russia, the participation of the Yabloko party, the only legal political force opposing the war, has been banned from the September elections, while the Supreme Court has declared that calling for peace is equivalent to extremism, fostering a climate of repression against any dissenting voice. (translated)

On the first day of the new far-right president Abelardo de la Espriella in Colombia, two attacks took place, resulting in the death of a police officer and several injuries, with the suspected perpetrators being dissident groups of the former guerrilla movement FARC. (translated)

The social network X, by Elon Musk, blocked more than 60 accounts of Saudi dissenters at the request of local authorities, raising accusations of censorship and repression of freedom of expression by technology platforms. (translated)

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica
🔴🇺🇸 COVID-19 : la Maison-Blanche publie désormais noir sur blanc les conclusions de l’enquête menée pendant deux ans par la commission spéciale de la Chambre des représentants. Selon ce rapport de plus de 500 pages, l’hypothèse la plus probable serait celle d’un incident de laboratoire lié à des recherches à gain de fonction menées à Wuhan. La publication « Proximal Origin », utilisée pendant des années pour discréditer la piste du laboratoire, aurait été initiée après l’intervention d’Anthony Fauci afin de privilégier publiquement l’hypothèse d’une origine naturelle. La commission affirme également que : — des fonds publics américains ont permis à EcoHealth Alliance de financer des recherches dangereuses à Wuhan ; — le NIH n’a pas correctement surveillé ces travaux et disposait de procédures défaillantes ; — Peter Daszak, président d’EcoHealth, aurait entravé l’enquête, modifié des documents et fait de fausses déclarations au Congrès ; — David Morens, conseiller proche de Fauci, aurait supprimé illégalement des documents fédéraux, utilisé des moyens détournés pour échapper aux demandes FOIA et probablement menti au Congrès ; — l’administration Biden et son ministère de la Santé auraient multiplié les retards, les réponses incomplètes et les obstacles à l’enquête parlementaire ; — l’OMS aurait privilégié les intérêts politiques de la Chine au détriment de ses obligations internationales ; — la règle des six pieds de distanciation n’était pas fondée sur des données scientifiques solides et aurait, selon Fauci lui-même, « simplement émergé » ; — les autorités n’avaient pas de preuves concluantes permettant de justifier certaines affirmations générales sur l’efficacité des obligations de port du masque ; — les confinements prolongés ont provoqué des dégâts considérables sur l’économie, la santé mentale, la santé physique et les enfants ; — l’administration Cuomo aurait dissimulé les conséquences de sa décision d’imposer aux maisons de retraite l’accueil de patients positifs au Covid ; — le gouvernement fédéral aurait diabolisé les traitements alternatifs et les opinions dissidentes avant de faire pression sur les réseaux sociaux pour censurer les critiques de sa politique sanitaire. Ceux qui demandaient simplement des preuves ont été insultés, censurés, exclus, parfois privés de leur travail et présentés comme des dangers publics. Des années plus tard, les institutions américaines reconnaissent elles-mêmes des mensonges, des conflits d’intérêts, des destructions de documents, des entraves au contrôle parlementaire et l’absence de fondement scientifique de plusieurs mesures imposées à des millions de personnes. Mais Anthony Fauci, lui, continue d’esquiver les questions. La vérité finit toujours par sortir. Le problème, c’est qu’entre-temps, ceux qui ont menti ont conservé leurs postes, leurs privilèges et leur impunité, tandis que ceux qui avaient raison ont payé le prix fort. #COVID19 #Transparence #Enquête
In Warsaw, many dissident and fled artist from Belarus and Ukraine have found a new home, significantly changing the local art scene and leading to a greater interest in art from these regions, despite the challenges of repression and misunderstandings surrounding their cultural identity. (translated)

Column: De Haagse Ziekten Max von Kreyfelt Er is goed nieuws uit de medische wereld. Na jarenlang onderzoek hebben artsen eindelijk vastgesteld waarom zoveel beleidsmakers, bestuurders en opiniemakers zich zo opvallend hetzelfde gedragen. Het blijkt geen ideologie te zijn. Geen opleiding. Zelfs geen karakter. Het is een ziekte. Sterker nog: een complete verzameling zeldzame aandoeningen die vrijwel uitsluitend voorkomen tussen het Binnenhof, de ministeries, bestuurskamers, universiteiten, redactielokalen en Hilversum. De bekendste is Consensusitis. De patiënt is ervan overtuigd volledig zelfstandig te denken, maar produceert opvallend vaak exact dezelfde mening als alle andere patiënten. Besmetting vindt meestal plaats tijdens netwerkborrels, conferenties of talkshows. Daarna volgt vaak Machtsmyopie. Hoe hoger de functie, hoe kleiner de burger lijkt. Uiteindelijk verdwijnen complete bevolkingsgroepen uit het gezichtsveld. Alleen collega-bestuurders blijven nog scherp zichtbaar. Een gevorderd stadium leidt tot Narratiefitis. De patiënt ontwikkelt een allergische reactie op feiten die niet passen binnen het officiële verhaal. Bij blootstelling aan afwijkende informatie ontstaat onmiddellijk Factcheckfobie gevolgd door acute Dissidentenallergie. Sommigen ontwikkelen Framingitis. Iedere criticus verandert vanzelf in extremist, populist, complotdenker of gevaar voor de democratie. Het opmerkelijke is dat de diagnose altijd bij de ander wordt gesteld. Ook Morele Hoogteziekte komt veel voor. De patiënt kijkt permanent neer op de samenleving en ervaart dat als een verheven uitzicht. Na enkele jaren ontstaat meestal Pluchekoorts. Loslaten van functies wordt vrijwel onmogelijk. Het lichaam ontwikkelt een natuurlijke afweer tegen vertrekpremies, verkiezingsuitslagen en democratische wisselingen. In ernstige gevallen volgt Carrouselitis: de patiënt verdwijnt uit de ene topfunctie om enkele weken later vanzelf weer op te duiken in een andere. Vrijwel iedere Haagse bestuurder lijdt bovendien aan Ministeriële Amnesie. Besluiten verdwijnen uit het geheugen zodra een parlementaire enquête begint. Artsen spreken inmiddels van de Ruttiaanse variant. Buiten Nederland komt deze nauwelijks voor. Andere veelvoorkomende aandoeningen zijn Vergaderitis, Rapportverslaving, Lobbylupus, Persberichtsyndroom, PR-psoriasis, Bureaucratose, Regeltjesdwang, Controlecompulsie, Veiligheidsobsessie en Toezichtdwang. De patiënt gelooft oprecht dat ieder maatschappelijk probleem oplosbaar is met een extra commissie, een protocol of een toezichthouder. In het laatste stadium openbaren zich Transparantie-intolerantie, Woo-allergie, Integriteitseczeem, Reputatiepaniek en Verantwoordelijkheidsallergie. Dan weet iedereen dat er iets mis is gegaan, behalve degene die ervoor verantwoordelijk was. De ernstigste complicatie heet echter Democratische Immunodeficiëntie. Dat is het moment waarop een bestuurslaag niet langer weerstand opbouwt tegen kritiek, maar tegen burgers. Gelukkig bestaat er een eenvoudige behandeling. Een half jaar buiten de Haagse kaasstolp. Zonder dienstauto. Zonder woordvoerder. Zonder beleidsnota. Gewoon tussen de mensen wier leven zij zeggen te verbeteren. De prognose is voorzichtig optimistisch. Al waarschuwen artsen dat sommige patiënten na enkele dagen alweer hevige aanvallen van Consensusitis krijgen zodra zij de eerste vergaderzaal binnenlopen. In Den Haag noemt men dat geen terugval. Daar heet het: goed bestuur. 📌 Heeft u mijn bundel al? https://t.co/y64gXJ5yrY 📌 Steunt u mij ook? https://t.co/V2P6pFuNy1  #politiek #gezondheid #maatschappij
Ja, am Freitag habe ich im Auto wieder DLF gehört, mir fiel auf, daß wirklich permanent, gefühlt 70 mal pro Stunde, die Wortfolge "unsere Demokratie" kam. Also auch, wenn es gar nicht spezifisch um die Delegitimierung der politischen Opposition – neben Klimaschutz das wichtigste Thema im DLF – ging. Es wirkte wie eine Zwangshandlung der Redakteure, wieder und wieder "Unsere Demokratie" zu sagen, wo eben z.B. "der Staat", "das Gemeinwohl", "das öffentliche Interesse" usw. gemeint war. Mir fällt auf: (1) daß überhaupt so viel von "Demokratie" die Rede ist, ständig darauf herumgeritten wird, das derzeitige Staatswesen sei unbedingt "demokratisch" organisiert, weckt gewisse Zweifel daran, daß dem wirklich so ist. 1985, als die Bundesrepublik ohne Zweifel eine gut funktionierende Demokratie war, hat niemand betont, daß dies so sei. Es hat das denn ja auch kaum jemand bezweifelt. 1985 gab es übrigens noch eine Partei DIE GRÜNEN, die aus der EU wie der NATO austreten und Deutschland einseitig abrüsten wollte sowie für einen Benzinpreis i.H.v. 5 DM eintrat. Deshalb fanden viele Leute, daß die GRÜNEN in vielen Dingen Unrecht haben oder gar ein wenig plemplem sind. Niemand behauptete indessen, die GRÜNEN würden "die Demokratie abschaffen" wollen oder ihre Wähler votierten "gegen das System Demokratie", weswegen das Gebot der parteipolitischen Neutralität des Staates auch nicht mehr gelte! Und vom Verfassungsschutz beobachtet oder als "gesichert linksextremistisch" angeprangert wurden sie auch nicht. U.a. daran sieht man, daß die alte Bundesrepublik eine sehr gut funktionierende liberale Demokratie war. (2) Daß von der Demokratie, wenn schon von ihr die Rede ist, nur noch mit Possessivpronomen die Rede ist, ist erst Recht kein gutes Zeichen. Es indiziert, daß denjenigen, die sich (im Rundfunk) so ausdrücken, deutlich bewußt ist, daß viele Bürger die Legitimität der Gesamtscheiße, hätte ich beinahe gesagt, inzwischen sehr wohl in Zweifel ziehen. Dem wird trotzig "unsere Demokratie!" entgegengesetzt. Übrigens ist das (wie auch in der DDR) weniger ein Signal "nach unten", also an die Dissidenten und Skeptiker, die man wohl sowieso nicht mehr überzeugt. Sondern es ist eher ein Signal "nach oben", an die Machthaber, die über die nächste Beförderung entscheiden: "ich bin Euch ganz treu!". Im Jahre 1985 hat niemand von "unserer Demokratie" gesprochen. Wenn man das politische System in der Bundesrepublik von anderen Staatsformen abgrenzen wollte, sprach man allenfalls von "der Demokratie des Grundgesetzes". Wobei zugleich auffällt, daß diejenigen, die jetzt immer von "unserer Demokratie" sprechen, das bestehende politische System nicht etwa von anderen bestehenden oder gar konkurrierenden politischen Systemen abgrenzen wollen, sondern von den vermeintlich bösen Absichten der politischen Opposition. Hätte im Jahr 1985 jemand von "unserer Demokratie" gesprochen, wäre er sehr unangenehm aufgefallen – weil diese Diktion nämlich an die politische Sprache des Regimes "hinter Mauer und Stacheldraht" erinnert hätte. Und zu reden wie ein DDR-Funktionär, war damals übrigens auch in sehr linken westdeutschen Kreisen alles andere als "angesagt". Zwar reden sie heute im DLF nicht "wie in der DDR". Aber sie reden eindeutig so, als hätte die DDR 1989/90 überstanden und sich, z.B. mit westdeutschen Finanzmitteln, einfach noch 35 Jahre sozialistisch weiterentwickelt... #Demokratie #Politik #Gesellschaft
O artista e dissidente cubano Luis Manuel Otero Alcántara foi libertado após cinco anos de prisão e deixou Havana rumo aos Estados Unidos, onde planeja realizar encontros com a imprensa e expressar sua gratidão à padroeira de Cuba, enquanto destaca que centenas de presos políticos ainda permanecem na ilha. #Cuba #OteroAlcantara #DireitosHumanos
