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#institucional

Judge Beatriz Biedma, who investigated David Sánchez, has requested to be a plaintiff in the 'Leire case', revealing supposed links of the plot to drug trafficking and claiming that her actions caused her personal and institutional harm. (translated)

La jueza que investigó a David Sánchez pide ser acusación en el 'caso Leire' y revela supuestos contactos de la trama con el narco

O caos favorece os chantagistas e vendedores de sentenças. A desordem institucional não é por acaso. #caos #desordem #institucional

F

Desde 2016, ouvimos frequentemente os termos "união nacional" e "pacto pelo Brasil". A ideia de conciliação, pacificação e união institucional tornou-se o principal pilar dos discursos públicos e políticos — direcionados principalmente contra a Direita, como se ela fosse o único obstáculo para essa almejada fotografia do Brasil. Durante a corrida eleitoral de 2022, insistiu-se diversas vezes para que o vencedor convocasse um "pacto nacional" unindo a oposição, os governadores e os Três Poderes já nos primeiros dias de mandato. Mais recentemente, o termo voltou a ganhar força total nas falas do ex-presidente Temer, que passou a defender ativamente uma proposta de pacto envolvendo o STF, o Congresso e o Executivo para tratar de pautas delicadas de pacificação, como a revisão e a modulação das penas dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Ontem, porém, testemunhamos de forma estarrecedora que o Brasil está por completo no caminho errado. Um presidente justo, honesto e incapaz de tolerar a corrupção está preso — impedido de conversar com filhos, familiares, amigos e aliados, e ainda carregando as sequelas de uma facada sem respostas. Ele é, definitivamente, a vítima e o protagonista desse Brasil atual. As eleições, a poucos dias de acontecerem, deixaram de ser a pauta principal e se tornaram secundárias diante de tamanha desfaçatez e do descrédito das instituições brasileiras. Neste momento, não temos Presidente, não temos Ministro da Justiça e não temos Forças Armadas. Não temos ninguém para recolocar o Brasil nos trilhos e reconstruir a tão desejada paz institucional. Cleriston ("Clezão") e Débora jamais devem ser esquecidos, assim como os empresários que acordaram com metralhadoras em suas casas. Ritos ao "gosto do freguês da vez" tomaram conta das sessões dos tribunais, e a Carta Magna foi simplesmente rasgada. O Bolsonarismo NUNCA foi uma ameaça a nada, e o dia de ontem foi a prova cabal disso. É hora de UNIÃO: união pelo Presidente, pelo Clezão, pela Débora e por todos. Precisamos de cada um, sem exceção. Falta muito pouco. #UniãoNacional #PactoPeloBrasil #PazInstitucional

Ontem, no plenário do STF, Gilmar Mendes atacou André Mendonça com uma frase estarrecedora: “até a máfia tem ética”. A declaração foi feita enquanto acusava o colega de conduzir de maneira seletiva o caso Master. Agora aparecem as mensagens privadas de Gilmar para Kassio Nunes Marques - chama o colega de “servil” e “submisso”, manda que ele e Fux assumam que estão “ferrados”, exige que saiam de processos, que “abram as contas” e chega a dizer que Kassio deveria sair também do TSE. Kassio responde exigindo respeito e termina bloqueando Gilmar. Depois de assistir Gilmar falar em “máfia” diante das câmeras e, em seguida, conhecer a maneira como ele próprio pressiona colegas quando as câmeras estão desligadas, a pergunta muda completamente de direção: que tipo de método institucional estamos vendo dentro do Supremo? Porque uma coisa é acusar adversários de condutas “dignas de máfia” no plenário. Outra é ser flagrado nos bastidores tentando constranger um ministro a abandonar processos e até outro tribunal. O print prova que as próprias palavras de Gilmar acabam de voltar para o remetente. #STF #GilmarMendes #Ética

Sangria institucional: Fachin expõe tribunal a dias da eleição Presidência do STF é cobrada por falta de pulso e vê sessão histórica sair do controle Leia no blog https://t.co/dF16fUWuHy #STF #eleições2023 #Brasil

A quem Cármen Lúcia pediu desculpas? Ontem, no STF, a ministra Cármen Lúcia pediu desculpas ao povo brasileiro. Foi um momento solene, quase comovente. Mas fiquei com uma dúvida inconveniente: desculpas exatamente pelo quê? Seriam para Débora do Batom, que recebeu 14 anos de prisão em julgamento no qual a própria ministra votou pela condenação? Ou para os brasileiros que consideram desproporcionais muitas das prisões e penas decorrentes do 8 de janeiro? Talvez, depois de tantos anos, tenha surgido no Supremo uma descoberta extraordinária: a de que a Constituição também deve proteger aqueles de quem não gostamos. Ou seriam desculpas aos “200 milhões de tiranos”? Talvez a ministra tenha percebido que o brasileiro comum, esse personagem incômodo que trabalha, paga impostos e ocasionalmente insiste em ter opinião própria, não seja afinal um tirano tão perigoso. Ou, quem sabe, as desculpas fossem destinadas a uma plateia mais refinada: juristas, jornalistas e intelectuais que toleraram medidas excepcionais porque acreditavam que elas seriam usadas apenas contra Jair Bolsonaro. A estes, o pedido poderia ser mais específico: “Perdão. Prometemos que a excepcionalidade terminaria quando o inimigo fosse derrotado. Esquecemos apenas de mencionar que poderes extraordinários raramente percebem quando chegou a hora de ir embora.” Desde 2019, Cármen Lúcia esteve lá. Assistiu ao nascimento do inquérito das fake news, aberto de ofício e alvo desde então de intensa controvérsia jurídica. Viu suas fronteiras se expandirem. Participou dos julgamentos do 8 de janeiro. Durante todo esse tempo, críticos denunciaram violações ao devido processo legal, desproporcionalidade de penas e concentração excessiva de poderes. O Supremo rejeitou essas críticas. Agora, quando as divergências e acusações alcançam o interior da própria Corte, surge o constrangimento. É uma peculiaridade humana bastante antiga: o abuso costuma parecer muito mais nítido quando deixa de visitar a casa do adversário e toca a campainha da nossa. Talvez, porém, estejamos procurando profundidade demais onde havia apenas cerimônia. Talvez Cármen Lúcia tenha pedido desculpas simplesmente porque, diante do espetáculo de ontem, alguém precisava parecer constrangido. Uma espécie de “foi mal, pessoal” institucional: suficientemente grave para os jornais da noite, suficientemente vago para não reconhecer erro algum. Afinal, pedir desculpas sem dizer pelo quê é uma invenção admirável: preserva-se a aparência do arrependimento sem o inconveniente de assumir responsabilidade. Não sei a quem Cármen Lúcia pediu desculpas. Mas seria útil que explicasse. Se acredita que o Supremo cometeu excessos, diga quais. Se entende que direitos fundamentais foram violados, diga quando. Se considera que penas foram desproporcionais, ajude a corrigi-las. E, se acredita que nada disso aconteceu, então explique por que pediu desculpas. Porque o Brasil não precisa de uma fotografia de uma ministra constrangida para o Jornal Nacional. Precisa saber do que, exatamente, ela se arrepende. #CármenLúcia #STF #Justiça

Digoh 12h

@futebol_info A PRÓPRIA TORCIDA JÁ TINHA O PENSAMENTO DE QUE ESSE ANO ERA BRIGAR NO MEIO DA TABELA POR CONTA DA CRISE INSTITUCIONAL CARALHO São Paulo no começo do ano só aparecia em páginas policiais, ninguém na torcida estava esperando ser campeão de tudo, ainda mais com esse timeco #Futebol #SãoPaulo #Torcida

São Paulo eliminado da Copa Sul-Americana pelo Boca Juniors. Falar do jogo? Meio de campo bagunçado, trocas pouco efetivas e protagonistas desaparecidos. Em nenhum momento teve postura de time que mereceu classificar. Jogou acuado, caiu nas pilhas do Boca. Sem deixar passar, arbitragem horrorosa e ainda acho o gol do Ryan mal anulado, mas não deve servir de muleta. No primeiro jogo do ano, vs Mirassol em janeiro, eu falei que o título do São Paulo na temporada seria 45 pontos e limpeza institucional. Pelos covardes que habitam a vida política, a limpeza foi pela metade e não há esperança de futuro. E pelos arrogantes que habitam o departamento de futebol, os 45 pontos ainda não são uma realidade. Sábado tem jogo importante contra o Inter. A torcida sempre faz sua parte, apesar dos tapas na cara consecutivos. #SãoPauloFC #CopaSulAmericana #FutebolBrasileiro

"Quando se quebra a institucionalidade em nome dos fins legítimos, estamos quebrando o Direito", diz Dino. Quem fez isso foi o STF com o inquérito ilegal das fake news. O sistema acusa os outros daquilo que faz. Quando é conveniente, atropela a institucionalidade; e quando as reações institucionais atingem o sistema, acusa uma "quebra" em nome do combate à corrupção. O duplo padrão – ou método dos "dois pesos, duas medidas", criticado por Dino – é da ala pró-Moraes. A afetação de defesa das instituições contra pressões populares é sempre utilizada para blindar os intocáveis. #Direito #Institucionalidade #Justiça

E

In his first speech after the assault on Ceuta, Felipe VI emphasized that the city remains immersed in a situation of extreme complexity and reiterated institutional support for the affected population. (translated)

Felipe VI recuerda en su primer discurso tras el asalto que Ceuta continúa "en una situación de extrema complejidad"

Claudia Tacoronte's sister, a Spanish student murdered in Mexico, denounces the lack of institutional support following the crime and demands justice, criticizing the insecurity in university exchanges and the impunity of the attacker. (translated)

La hermana de la española asesinada explota: "Eso de que están apoyando a la familia es mentira"

El problema de que un ministro se refiera a los magistrados del TS como si fuesen una célula terrorista que se activa con la frase del jefe no es solo la falta de respeto institucional que supone, que también, sino una tremenda irresponsabilidad. Al atacar reiteradamente desde el poder ejecutivo a quien tiene la función constitucional de controlar la legalidad sólo, como hace Trump, para protegerte políticamente a corto plazo, se está deslegitimando a todo el sistema judicial, diciéndole a la ciudadanía que desconfíe de sus jueces, que no se fíe precisamente de quienes le protegen frente a los abusos de poder. Y no hay democracia que a largo plazo resista a esa desconfianza. #Justicia #Democracia #RespetoInstitucional

Caio Junqueira acaba de falar na CNN AO VIVO que empresários relataram que receberam ligações com ameaças de desengavetamento de processos caso eles não retirassem a assinatura do manifesto que cobra providências da vergonha que se instalou no Supremo Tribunal Federal. GRAVE! Usam a Justiça para intimidar as pessoas! Essa crise institucional precisa acabar. FORA MORAES! FORA LULA! #Justiça #CriseInstitucional #LiberdadeDeExpressão

Eu sei que a gente não pode sonhar muito… Mas já pensaram se os EUA aplicassem a Lei Magnitsky contra Dino, Zanin e Gilmar Mendes, sob a alegação de que estariam tentando proteger alguém que está sancionado? Seria um terremoto institucional. #LeiMagnitsky #justiça #política

A eleição de 2026 não termina na escolha do próximo Presidente da República. O presidente eleito terá o poder constitucional de indicar ministros para eventuais vagas no STF. Cada indicado, porém, precisa passar pelo Senado e obter aprovação da maioria absoluta: 41 dos 81 senadores. O Supremo é composto por 11 ministros, e seus integrantes estão sujeitos à aposentadoria compulsória aos 75 anos. Portanto, a composição da Corte durante o próximo mandato dependerá das vagas que efetivamente surgirem. É por isso que a eleição presidencial e a eleição para o Senado precisam ser analisadas também pela dimensão institucional. Em outubro, o brasileiro não decidirá apenas quem ocupará o Planalto pelos próximos quatro anos. Também ajudará a definir quem terá participação direta na formação das instituições responsáveis por decisões que irão repercutir no país durante décadas. Presidência e Senado importam muito além de um mandato. Entenda o que está em jogo antes de votar. É @FlavioBolsonaro 2️⃣2️⃣ ou lula e Moraes! Ass: @CarlosBolsonaro 2️⃣2️⃣2️⃣ #Eleições2026 #PolíticaBrasileira #STF

Pri 2d

FINANCIAL TIMES DETONA MORAES A crise envolvendo Alexandre de Moraes arrastou o STF para uma grave crise institucional e pode impactar a eleição. O jornal destaca o passado de Lula, preso por corrupção, e diz que Flávio Bolsonaro enfatiza: “Votar em Lula é votar em Moraes.” https://t.co/qhkmODu8um #STF #Lula #Eleições

Estamos no terreno do inaceitável há pelo menos 7 anos. O Supremo baixou um Ato Institucional para proteger os ministros e todo o establishment, com o aplauso de toda a imprensa, incluindo o Estadão. Censuraram, perseguiram e prenderam pessoas por sua inclinação política. Chamaram isso de "defesa da democracia". E o que finalmente indignou a "imprensa profissional"? Não foi a perseguição política em massa. Não foram as centenas de vidas destruídas. Não foi o estado de exceção. Foi o contrato de R$ 129 milhões do escritório da esposa de Moraes com o banco de um trambiqueiro, hoje preso. O País viu tudo, e viu há sete anos. Vocês é que escolheram não ver. #Democracia #LiberdadeDeExpressão #Justiça

Sociologist Markéta Švarcová points out the need to cultivate male roles in child care and the long-term inequalities in gender pay, emphasizing that men are becoming more involved in child care, yet we still face traditions and a lack of institutionalized care that hinder real gender equality in the Czech Republic. (translated)

Nebát se emocí a pečovat o děti. Muži musí projít kulturní revolucí, říká socioložka

O editorial expõe que o tribunal está diante de um teste de integridade‼️ A investigação envolvendo Moraes e Vorcaro, não pode virar manobra para travar apurações, e qualquer tentativa de transformar o tribunal em palco de chicana mina a credibilidade institucional. Transparência, responsabilização e respeito ao devido processo são o mínimo esperado de quem ocupa o topo do Judiciário. O país não tolera mais jogos de bastidor disfarçados de legalidade‼️ #Justiça #Transparência #Responsabilidade

Cristiano Zanin, que não é relator do caso, determinou neste domingo, 13 de setembro, diretamente à Polícia Federal que entregasse ao seu gabinete, até as 23h, a ÍNTEGRA dos dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro. Até esta manhã, não há confirmação pública de que a entrega tenha sido efetivamente realizada. Mas olhem a sequência bizarra imposta por esta Corte: Zanin exige o celular inteiro; Gilmar Mendes também quer acesso integral. Alexandre de Moraes pressiona pelo material e pede a retirada do sigilo de outro procedimento às vésperas da sessão que poderá decidir se ELE PRÓPRIO será investigado. E a PGR chega ao julgamento defendendo a nulidade do relatório da PF que revelou as mensagens envolvendo Moraes. Enquanto isso, André Mendonça alerta expressamente que abrir indiscriminadamente o aparelho agora pode “tumultuar o julgamento” e comprometer outras investigações. Estamos a UM DIA do julgamento e o Supremo virou uma guerra por provas, competências e controle do processo. O resultado deste caos organizado é insegurança jurídica, conflito interno e terreno fértil para alegações de nulidade, justamente quando Moraes deveria ser submetido ao escrutínio do Plenário. Diante de uma crise dessa magnitude, qualquer ministro com conflito de interesse ou cuja imparcialidade esteja objetivamente comprometida deveria se declarar impedido ou ser afastado do julgamento. O Brasil precisa de investigação independente; não de ministros investigando, julgando e guerreando entre si. Isso é guerra pelo controle do processo, guerra dentro do Supremo e guerra para decidir quem pode investigar quem. E o Brasil assiste, em tempo real, à implosão da instituição que deveria ser a última trincheira da Constituição. Esse nível de desordem institucional exige reação imediata, caso contrário, não restarão sequer resquícios de justiça. #Justiça #Supremo #Brasil