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Talvez o maior escândalo dentro do caso Master seja o sumiço do celular de Alexandre de Moraes. Não foi entregue. Não foi apreendido. Não foi periciado. A sociedade está impedida de ver as respostas do magistrado da mais alta Corte do país ao banqueiro mafioso que - a julgar pelo conteúdo das mensagens apontadas em relatório policial - pedia ao amigo para exercer advocacia administrativa em seu favor ou obstruir a justiça, enquanto pagava mais de R$ 80 milhões ao escritório da esposa e dos filhos dele, referentes a um contrato de R$ 131 milhões com o banco. De quebra, Daniel Vorcaro chegou a consultar Moraes, dois dias antes da prisão, sobre se deveria fugir do país: “Acha que segunda já tenho que estar fora?” E não sabemos o que achou o ministro do STF, que continua dentro. Ele é blindado pelo PGR amigo e por colegas que igualmente curtiram os eventos patrocinados por Vorcaro e a degustação de charutos e whisky Macallan. Moraes nunca revelou o conteúdo das referidas conversas, não representou contra o banqueiro, não encaminhou o caso a autoridades para que as solicitações nada republicanas fossem investigadas. Dois meses antes da prisão de Vorcaro, na verdade, o magistrado alterou a configuração no WhatsApp, fixando o prazo de 24 horas para a exclusão automática das mensagens trocadas com o banqueiro. “Alexandre de Moraes usa uma duração padrão para mensagens temporárias em novas conversas. Todas as novas mensagens desaparecerão desta conversa após 24 horas”, diz um aviso do aplicativo, conforme print do chat de Vorcaro com o magistrado, presente no relatório da PF. O próprio Moraes, ao votar pela condenação de Débora do Batom no caso do 8/1, apontou “desprezo para com as instituições republicanas” no “fato de que a ré apagou e ocultou provas de sua intensa participação nos atos golpistas”, “haja vista a conclusão apresentada pela Polícia Federal”, “relacionada ao celular de sua propriedade”. Quando se compara o caso Master com o do jornalista do Maranhão, que teve notebook e celular apreendidos e sigilo da fonte violado, em busca e apreensão determinada por Moraes em razão de notícia verdadeira porém inconveniente ao colega Flávio Dino, nota-se também a dimensão da desigualdade entre um cidadão comum e um membro da casta, perante a oligarquia dos Poderes. A casta não conseguiu bloquear a prisão de Vorcaro, mas bloqueou o acesso às respostas do marido de Viviane Barci de Moraes ao banqueiro. É escandaloso o que essa gente chama de “democracia”. #justiça #democracia #corrupção

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Mendonça emitiu uma nota minutos após essa reportagem, confirmando a reunião e explicando o seu teor. Onde está a nota de Moraes sobre o tsunami de revelações sobre a conduta grave dele? Moraes não deveria entregar o celular à PF para que possamos ver suas respostas a Vorcaro? #Mendonça #Moraes #transparência

The head of European Union diplomacy, Kaja Kallas, classified a failed attack attributed to Russia at Leipzig airport as state-sponsored terrorism and announced discussions on the EU's response to this incident during an informal meeting of foreign ministers in Ireland. (translated)

Chefe da diplomacia da UE fala em terrorismo da Rússia

Dossiê: VORCARO - A Operação MENDONÇA. Respostas, Placar Interno e Bastidores + Todas as Denúncias https://t.co/iZkXwCao33 https://t.co/Rmd1nclzTh #VORCARO #MENDONÇA #Denúncias

Se Há Alguém Doente em Sua Casa, Faça Esta Oração Há dias em que a dor não bate à porta. Ela simplesmente entra. Entra como uma doença inesperada, uma notícia difícil, uma preocupação com alguém que amamos. De repente, a casa continua a mesma, mas tudo dentro dela parece diferente. O silêncio pesa. O coração se inquieta. E aquilo que não conseguimos resolver começa a roubar a nossa paz. Foi assim na casa de Simão. Havia alguém doente, acamado e com febre. Mas uma pequena frase muda toda a história: falaram com Jesus a respeito dela. Talvez seja exatamente isso que precisamos fazer hoje. Falar com Jesus a respeito daquilo que está acontecendo dentro da nossa casa. Contar a Ele sobre a doença, o medo, as noites mal dormidas, a preocupação escondida e até aquilo que não temos coragem de dizer a mais ninguém. Quando Jesus entra em uma casa, Ele não despreza a simplicidade do lugar nem considera pequena a nossa aflição. Ele se aproxima. Ele vê quem está sofrendo. Ele toca onde ninguém mais consegue alcançar. Nem sempre a resposta virá da maneira ou no tempo que esperamos. Há situações em que o milagre será a cura. Em outras, será a força para atravessar o vale. Às vezes, Deus muda as circunstâncias; outras vezes, Ele muda o nosso coração para que as circunstâncias não nos destruam. Mas uma coisa é certa: nenhuma oração feita com sinceridade se perde no caminho. Hoje, eu quero abrir as portas da minha casa e do meu coração para Jesus. Quero falar com Ele a respeito de cada pessoa que amo, de cada preocupação que carrego e de tudo aquilo que está além das minhas forças. Porque quando não sei o que fazer, ainda posso orar. Quando minhas mãos não conseguem alcançar, a mão de Deus alcança. E quando a esperança parece fraca, posso descansar na certeza de que Jesus continua perto, ouvindo cada palavra e recolhendo cada lágrima. Senhor, entra em minha casa. Visita cada coração, toca cada ferida e permanece conosco. Se for da Tua vontade, traz a cura. Se o caminho for diferente, dá-nos força, fé e paz para atravessá-lo. Que nunca nos falte coragem para falar Contigo a respeito daqueles que amamos. Amém. Eu sou Júlio Schneider. Se esta oração fez bem ao seu coração, compartilhe com alguém que você ama. Talvez seja exatamente a palavra que essa pessoa precisava ouvir hoje. Pense nisso… enquanto Deus te abençoa! 🙏 Quer fazer esta oração comigo? Em seguida compartilharei o link da Oração no Youtube, fique ligado. #Oração #Fé #Esperança

At least 11 people have died due to U.S. bombings in Iran, which provoked an Iranian military retaliation against U.S. bases and interests in the region. (translated)

Bombardeamentos dos EUA causam pelo menos 11 mortos no Irão

⚠️ Pedro Junio, vice-presidente da SAF do Cruzeiro e filho de Pedro Lourenço: "Estou aqui para assumir a responsabilidade junto ao departamento de futebol e falar que precisamos dar uma resposta. Temos uma obrigação com o torcedor: uma vaga na Libertadores do ano que vem." O dirigente fez um breve pronunciamento na Arena MRV, dizendo que todos estão indignados e pedindo desculpas ao torcedor cruzeirense. 🗞️ | 📸 @Gui_alvesc #Cruzeiro #Libertadores #Futebol

Pedro Junio, você-presidente da SAF do Cruzeiro e filho de Pedro Lourenço: "Estou aqui para assumir a responsabilidade junto ao departamento de futebol e falar que precisamos dar uma resposta. Temos uma obrigação com o torcedor: uma vaga na Libertadores do ano que vem." O dirigente fez um breve pronunciamento na Arena MRV, dizendo que todos estão indignados e pedindo desculpas ao torcedor. 🗞️ | 📸 @Gui_alvesc #Cruzeiro #Libertadores #futebol

“Vamos manter a UE unida apesar destes atos escalatórios e sérios. O Governo alemão tomou medidas firmes. E a mensagem é clara: os ataques híbridos não vão passar sem uma resposta clara”

Berlim acusa Rússia de ataque em Leipzig e promete respostas
observador.pt

🚨 PGR PEDE NULIDADE DO RELATÓRIO DA PF QUE EXPLODE MORAES A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a nulidade do relatório da PF que aponta indícios gravíssimos de possíveis crimes envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. A PGR afirma que houve um esforço para “buscar indicativos de envolvimento do ministro Alexandre de Moraes em ilícitos”. O que Mendonça fez foi requisitar informações atualizadas sobre uma investigação já existente, voltada à rede de influência e monitoramento de Daniel Vorcaro. O artigo 3º-B, inciso X, do Código de Processo Penal autoriza o juiz a requisitar documentos, laudos e informações sobre o andamento da investigação. As referências a Moraes surgiram no material apreendido e analisado pela própria PF. A PGR diz que “não cabe ao juiz realizar investigações pré-processuais” nem usar a polícia como sua “longa manus”. O princípio está correto, mas a reclamação seletiva da PGR é escandalosa. O Inquérito 4.781 foi aberto de ofício por Dias Toffoli em março de 2019. Moraes foi designado diretamente, sem distribuição, e passou a escolher delegados e determinar diligências. O plenário só declarou a constitucionalidade do inquérito em junho de 2020. A PGR da época, Raquel Dodge, chamou o inquérito de “tribunal de exceção”. O inquérito segue vivo até hoje e já deu origem a inúmeros outros inquéritos ilegais, todos relatados por Moraes. Onde estava essa indignação da PGR diante de uma concentração de funções muito mais grave e duradoura nas mãos de Moraes? A PGR também diz que Mendonça não poderia permitir que um colega da Corte fosse “escrutinado”. Só que Mendonça não apresentou acusação contra Moraes. Diante das informações produzidas pela PF, pediu a manifestação da PGR, retirou o sigilo e defendeu que o caso fosse examinado publicamente pelo plenário do STF. Essa é uma conduta transparente e institucional. O argumento do foro privilegiado também não salva o parecer. As referências a Moraes apareceram numa investigação mais ampla. Quando foram identificadas, Mendonça não julgou o mérito nem condenou ninguém. Encaminhou o material à PGR e pediu que o plenário analisasse publicamente o caso. A PGR sustenta que Mendonça deveria ter procurado o presidente do STF para que o plenário decidisse sobre a investigação. Foi exatamente isso que Mendonça fez no domingo, conforme revelou a própria imprensa. Agora, a PGR pede a nulidade do relatório e o arquivamento antes que o plenário examine as provas. O parecer invoca o plenário como pretexto enquanto tenta impedir que o material seja analisado pelo mesmo plenário. Existe algo ainda mais grave. A PF associa ao próprio Paulo Gonet as referências a “Paulo” presentes nas mensagens de Vorcaro. Em outra mensagem, Vorcaro fala em reforçar pedidos com “Andrei e Paulo”, o que seria uma referência, segundo a investigação, aos chefes da Polícia Federal e da PGR. O PGR citado no material pede a anulação do relatório que contém essas referências. Isso exige transparência máxima e uma avaliação independente, mas o que veio foi um pedido relâmpago de nulidade e arquivamento. Se a doutrina apresentada pela PGR fosse aplicada com a mesma força a todos, ela colocaria sob questionamento anos de concentração inquisitorial nas mãos de Moraes. Usada apenas contra Mendonça, vira instrumento de blindagem e de aplicação seletiva de princípios sagrados do Direito, que deveriam valer para todos. Fui procurador da República por 18 anos e tenho muito orgulho e amor pelo trabalho do Ministério Público Federal, cuja missão última é servir às pessoas, aplicar a lei, fiscalizar e investigar os poderosos. O parecer de hoje faz o oposto: protege o poderoso, ataca quem revelou as provas e tenta sepultar o caso antes que o Brasil receba respostas. #PGR #Justiça #STF

NESTA QUINTA-FEIRA, QUERO O MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES NO PLENÁRIO DO SENADO FEDERAL PRESTANDO ESCLARECIMENTOS AO BRASIL. Protocolei o requerimento para que ele venha responder sobre os fatos noticiados envolvendo o Banco Master, Daniel Vorcaro, o contrato milionário, os metadados e as mensagens que vieram a público. Que venha, apresente os documentos e responda às perguntas. O SENADO É A CASA DO POVO. E O POVO MERECE RESPOSTAS. Eu fiz a minha parte. PROTOCOLEI. AGORA É COM DAVI ALCOLUMBRE. O requerimento está na Presidência do Senado. PRESIDENTE DAVI, O BRASIL AGUARDA A SUA DECISÃO. #SenadoFederal #Brasil #Transparência

GOSTOU DO BATOM NA CUECA DO ALEXANDRE, GONET, ANDREI E CIA? PARECE QUE VEM MUITO MAIS POR AÍ! Há uma boa razão para imaginarmos que Mendonça só colocou a cabecinha e vem muito mais por aí. Isso porque o relatório da PF que veio a público tem 218 páginas, mas os próprios delegados escrevem, no fim dele, algo que pouca gente noticiou: que a análise "não possui caráter exaustivo". Foi feita em 72 horas, por ordem do ministro, e cobre UM único celular de Vorcaro: o iPhone apreendido no dia da prisão. A PF tem oito (ou nove) celulares dele, recolhidos em três apreensões diferentes. Em junho, a própria PF admitia que só cinco tinham sido periciados, total ou parcialmente, e que a análise pode se arrastar até 2027. Mas calma, que é pior. Vejam o que a PF admite no texto: 1. Só foram transcritas as "menções nominais diretamente identificadas". Referências indiretas ainda não foram detectadas. 2. A conversa direta com o contato "Alexandre de Moraes BRASILIA" estava quase toda apagada. Mensagens temporárias de 24 horas, exclusões em outubro, imagens de visualização única. O que a PF recuperou foram os rastros de sistema do lado de Vorcaro: 52 notas fotografadas e enviadas segundos depois àquele número. As respostas do outro lado não estão nesse aparelho. 3. O método só capturou o que seguiu o padrão nota, print, WhatsApp. Áudios, ligações e mensagens digitadas direto no chat não entram nessa conta. 4. Os diálogos com Fábio Faria, Ciro Soares, Viviane de Moraes e o advogado Palhares foram lidos apenas nos trechos que batiam com as palavras-chave pesquisadas. Ninguém leu esses chats inteiros ainda. Imagine o que tem? Imaginem o que podem vir de novas diligências? Por que diabos não houve busca e apreensão contra Fabio Farias ainda? 5. A PF cita outras duas investigações "em estágio avançado", com análises bancárias e exame de material apreendido ainda pendentes e oitivas previstas para os próximos 60 dias. 6. E o mais importante: a PF afirma que NÃO fez nenhum ato investigativo contra magistrado ou membro do Ministério Público, por causa da LOMAN. Só expôs os dados brutos que já estavam no celular. Ou seja, o que sabemos sobre Moraes, Gonet e Andrei Passos é o que sobrou de um telefone vasculhado às pressas, sem ninguém ter puxado um fio sequer. E mesmo assim já apareceu um banqueiro pedindo a um ministro do STF para "reforçar com Andrei e Paulo", perguntando se "médio a grave seria busca ou quebra de sigilo", e mandando uma lista com nomes de policiais e procuradores. E muito mais. Isso com o pé no freio. Imaginem quando alguém tirar o pé. #Política #Brasil #Investigações

Toyota announced a strategic shift by deciding to manufacture its new electric Lexus model in China first, challenging its tradition of prioritizing production in Japan, in response to the rapid advancement of the Chinese electric vehicle market. (translated)

Toyota muda de estratégia e fabrica um EV primeiro na China
SAFiel 1d

Nosso maior desafio hoje é combater a desinformação. A melhor resposta para boatos é informação, transparência e debate. Conheça a proposta antes de formar uma opinião. ▶️ Assista ao vídeo e conheça a proposta: https://t.co/Syev1pBnKc ➡️ Registre seu apoio: SAFiel Já! O Corinthians vai ser o time do povo #Desinformação #Transparência #Debate

Flávio Bolsonaro será alvo de busca e apreensão nos próximos dias. Alexandre de Moraes, Dino e Zanin, que formam o “gabinete da Democracia”, vão para cima do candidato como “resposta” a André Mendonça. Guarde este post. #FlávioBolsonaro #Justiça #Política

Moraes foi tirar satisfação com Mendonça? É uma várzea ou uma República? Todos sabem a resposta, claro. Mendonça, pelo visto, está sendo acusado pelo Centrão do Supremo de trair o “STF Futebol Clube”. Separem a pipoca. #STF #politica #Brasil

🆕AI is already shaping our daily lives — and also the future of democracy. In a feed, citizens can encounter deepfakes, fake news, and AI-generated content without even realizing it. That is why the response must be clear: more digital literacy, more media literacy. (translated)

O Metrópoles revelou nesta madrugada algo estarrecedor, André Mendonça pediu esclarecimentos sobre uma mensagem no relatório da PF em que Vorcaro teria pedido a Moraes que interviesse para obter proteção de Gonet e Andrei Rodrigues. Se isso for confirmado, o caso exige muito mais que explicações, exige respostas e punições a altura. #Justiça #Corrupção #Escândalo

André Mendonça quer RESPOSTAS! O ministro Mendonça pediu à PGR informações sobre uma mensagem atribuída a Daniel Vorcaro em que ele fala da necessidade de ter a “proteção” de “Andrei” e “Paulo”. Segundo relatório da PF, seriam referências a Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, e Paulo Gonet, procurador-geral da República. Investigadores também apontaram Alexandre de Moraes como destinatário da mensagem. Mais uma vez, o caso já alcança nomes no topo da PF, da PGR e do STF. E é por isso que precisamos de senadores que não se calem, que cobrem explicações e exijam respostas até o fim. Para o Senado pelo Paraná, Deltan é 300 🇧🇷 Compartilhe este post para que mais pessoas acompanhem esse caso de perto. #Brasil #Política #Justiça