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#Férias

☢️ Reflexão da Cooperativa: a geração mais bem preparada de sempre. Sabem explicar a fotossíntese, resolver integrais, citar meia dúzia de estudos sobre asaúde mental e, ao mesmo tempo, entram em colapso mental porque as notas demoraram mais uns dias a sair. Os testemunhos sucedem-se. Ansiedade. Férias adiadas. Incapacidade de desligar. Dias de sofrimento. Parece que estivemos mesmo à beira de uma catástrofe humanitária e, afinal, estamos a falar de jovens que tiveram de esperar mais 3 dias para saber uma nota, outros, vá, uns quantos, demais é certo, com nota suspensa. ➡️➡️É pois esta a geração que nos vendem como a mais bem preparada de sempre. E talvez seja. A mais bem preparada para responder a testes. A encornar matéria. A dominar os Tik Toks desta vida. A repetir conceitos. Mas a vida, essa, é uma disciplina sem manual, e chumbam em toda a linha, do que me é dado a ver. Porque a escola ensina, mas não ensina a esperar. Ensina conteúdos, mas não ensina resiliência. Ensina competências, mas não ensina a lidar com a frustração. Ensina direitos, mas quase nunca fala de deveres. Ensina a exigir, mas raramente a aguentar. E bem, porque a essa outra tarefa, que encaixa noutro segmento mais abrangente, a educação, cabe aos pais. Percebem, papás? Criou-se uma geração convencida de que qualquer desconforto merece uma declaração pública, qualquer contratempo justifica uma crise existencial e qualquer obstáculo exige que alguém peça desculpa. O problema nunca é a forma como reagimos; é sempre o mundo que insiste em não corresponder às nossas expectativas.⬅️⬅️ E depois perguntamo-nos porque é que tantos continuam dependentes dos papás até bem depois da idade adulta. Porque é que tantos precisam que alguém lhes resolva cada problema, cada papelinho, cada decisão. Porque nunca saem de casa a pretexto de que a habitação está cara, e está, mas não é preciso começar pelo rooftop no Chiado. Façamos em conjunto, camaradas, um exercício de imaginação. Se amanhã Portugal tivesse de mobilizar cidadãos para defender o país perante uma ameaça real, como aconteceu e continua a acontecer em tantas partes do mundo, que sociedade apresentaríamos? Uma que sabe distinguir um pronome relativo de um complemento oblíquo, mas entra em ansiedade porque um calendário administrativo escorregou uns diazitos. Uma sociedade que teima em confundir desconforto com trauma. Não é uma crítica aos jovens por serem jovens. É uma crítica aos adultos que lhes venderam a ilusão de que crescer podia ser feito sem dor, sem espera, sem responsabilidade e sem fracassos. Pais que lhes limaram todos os obstáculos. Escolas que trocaram exigência por conforto. Uma cultura que transformou a vulnerabilidade numa identidade permanente e protegida, quando devia ser só uma condição passageira que se ultrapassa com querer e luta. ⚠️Talvez o verdadeiro exame não fosse bem o de matemática nem o de português. Talvez fosse mesmo este. O esperar. Aceitar que nem tudo depende da nossa vontade. Perceber que um atraso não é o fim do mundo. Chumbaram em toda a linha, pelo menos aqueles que os OCS insistem em nos mostrar pela conveniência da narrativa. Quem não consegue lidar com alguns dias de incerteza dificilmente estará preparado para enfrentar as décadas de incerteza que a vida inevitavelmente traz. Há mais conhecimento nesta geração. Disso ninguém duvida. O problema é que conhecimento não é sinónimo de maturidade. E um país que produz CV's bonzinhos de malta que encornou matéria, mas adultos frágeis, está, na verdade, a confundir educação com instrução. Isto para mim é muito mais preocupante do que qualquer nota de um exame nacional. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa #Educação #GeraçãoZ #SaúdeMental

ÉRIKA HILTON CHORA PRA ENGANAR SEU ELEITOR Eu nunca vi um parlamentar com um histórico tão ruim de faltas no trabalho. E essa pessoa acha que pode reclamar de férias e trabalho dos outros? https://t.co/JIyPVwr9gr #Ética #Política #Transparência

Empresário de Ibrahima Ba acusa Strasbourg de mudar as condições salariais e nega falha nos exames médicos: "Quando o contrato do jogador nos foi apresentado, foi notada uma diferença de 33% no salário anual" "Então, ontem, as mentiras subiram de elevador, enquanto a verdade decidiu ir pelas escadas. Obviamente, as mentiras chegaram lá primeiro porque o elevador é simplesmente mais rápido. Toda a gente sabe que o Ibrahima Ba teve uma lesão ligeira perto do fim da época passada, razão pela qual não jogou os últimos 2 jogos. Ele treinou muito duramente durante as suas férias e juntou-se ao seu clube dez dias antes da chegada do grupo. No início da preparação de pré-época, ele estava perfeitamente operacional: treinava normalmente com o grupo e disputava jogos amigáveis. O treinador com quem ele trabalhava, a quem agradecemos calorosamente pela sua confiança e pela sua fé neste jogador, juntou-se a um outro clube na semana passada. Esse clube decidiu fazer tudo o que estivesse ao seu alcance para contratar o jogador. Pergunta para vocês, acham que se houvesse dúvidas sobre a saúde do jogador, o seu antigo treinador pediria ao seu novo [clube] para contratar o jogador por um montante recorde do clube?" Decidimos então aderir a este projeto depois de os dois clubes terem chegado a um acordo. O jogador fez testes médicos de 4-5 horas, fomos notificados de que tudo estava bem e que o jogador ia fazer a sessão de media por volta das 16h. Para nossa grande surpresa, quando o contrato do jogador nos foi apresentado, foi notada uma diferença de 33% no salário anual. Eu pessoalmente informei o clube de que o jogador não iria participar na sessão de media até chegarmos a acordo sobre o contrato do jogador. Foi-me então pedido para comparecer numa reunião para discutir este último assunto. Quando chegámos, outra enorme surpresa estava à nossa espera! Informaram-nos então de que existem preocupações com a saúde do jogador e que deveríamos esperar algumas horas por uma decisão vinda de Inglaterra. Após uma longa espera, decidimos regressar a Portugal. Outra grande surpresa: no minuto em que tomámos essa decisão, foi anunciado na comunicação social que o jogador tinha falhado nos exames médicos. O que é completamente falso." #IbrahimaBa #Futebol #Contratos

Mas eu estou de férias e fico cá 15 dias!

Abandono familiar: crime sem castigo?
observador.pt

Hoje o Senado entra oficialmente de férias sem ter votado o fim da Escala 6X1. É indignante ver a principal pauta dos trabalhadores brasileiros, apoiada por mais de 70% da população, parada na gaveta por razões menores. A quem interessa não votar a PEC da 6X1 antes das eleições? Seguiremos batalhando para que seja votada em agosto, logo após o recesso! #Trabalhadores #Senado #PEC6X1

Montenegro, os Exames Nacionais e os Bodes Expiatórios do Governo Em que um primeiro-ministro descobre, meses depois de todos os outros, que nem toda a gente concordava com o projecto que ele próprio lançou Há uns anos, quando ainda vivia a fase de organizar mudanças de casa com a ajuda de primos e cunhados, aprendi uma lição que nenhum manual de gestão ensina com a mesma clareza que um dia de caixotes e escadas: não se distribui trabalho a quem discorda do plano sem que isso volte, mais cedo ou mais tarde, sob a forma de uma caixa mal fechada ou de um móvel arranhado. Não é malícia. É apenas o que acontece quando se pede a alguém que execute uma ideia em que não acredita — a coisa acaba sempre por se notar nas juntas. Foi mais ou menos essa a cena que Luís Montenegro nos ofereceu esta semana, em Setúbal, nas jornadas do PSD/CDS. A poucas horas do fim das correcções dos exames nacionais, com professores a trabalhar contra-relógio e famílias em suspenso há semanas, o primeiro-ministro decidiu que era a altura certa para apontar o dedo: "aqui e ali tem havido alguma resistência" à digitalização das provas, disse, sublinhando que os professores "não têm todos a mesma opinião sobre este processo" e que isso "perturba o processo em si". Fê-lo, garantiu, "não para sacudir responsabilidades, nem para acusar ninguém" — a frase mais desmentida pela própria frase que se segue de que há memória recente. A reacção não se fez esperar. Filinto Lima, da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos de Escolas Públicas, chamou às declarações o que elas são: imprudentes, infelizes, e inúteis para resolver o que quer que fosse — "inflamou os ânimos", disse, numa altura em que os classificadores fazem "tudo por tudo" para que as pautas saiam a tempo. E aqui está o busílis: o que falhou, segundo quem esteve no terreno, não foi a boa vontade dos professores, foi a digitalização de milhões de páginas e uma plataforma que "não foi amiga" de quem tinha de a usar todos os dias. Ora, Montenegro não inventou este género de argumento — apenas herdou-o e agravou-o. Desde Junho que o ministro da Educação, Fernando Alexandre, vinha ensaiando a mesma partitura, sempre com um culpado novo à mão. Primeiro foram as escolas, acusadas de convocar para a correcção professores já falecidos, ou de não entregarem todos os exames às forças de segurança para transporte até à Casa da Moeda. Depois vieram os próprios professores, criticados por agrafarem a prova em cima do código QR, complicando a leitura digital das folhas. Mais tarde, já com o calendário atrasado, a bola passou para os pais, "imprudentes" por terem marcado férias justamente nesta época. Só esta semana, e pela primeira vez, o ministro reconheceu publicamente o trabalho dos classificadores e pediu desculpa pelos erros sucessivos. Um mês, um bode expiatório — e a acusação de Montenegro não é senão o mais recente episódio de uma série que já vai longa. É como culpar sucessivamente o condutor, depois o sinal de trânsito, depois o passageiro, pelo mesmo engarrafamento — quando a estrada, desde o início, só tinha uma faixa para o volume de carros que ali passou a circular. Peter Drucker dizia que "a cultura come a estratégia ao pequeno-almoço" — e não haverá frase mais aplicável a este episódio. Podia o Governo ter a melhor estratégia de digitalização da Europa; se não levou consigo, desde o primeiro dia, quem teria de a operar — nem verificou se a plataforma aguentava o volume real de páginas, nem se os professores tinham sido devidamente preparados — a estratégia fica reduzida a um powerpoint bonito e a uma sucessão de culpados trocados a cada mês que passa. E aqui chegamos ao verdadeiro problema, que não é de comunicação nem de tacto — é de sequência. Um gestor competente não descobre a resistência da sua equipa quando já não há tempo para a resolver. Descobre-a no dia zero, quando ainda pode ajustar o plano, reforçar a formação, ou simplesmente ouvir porque é que uma parte dos seus colaboradores não está convencida. Descobrir a discórdia às portas do prazo final, e responder-lhe com uma acusação pública — depois de meses a repetir o mesmo gesto com escolas, professores e pais, sucessivamente — não é liderança. É o gestor que chega à missa depois de esta ter terminado, e ainda assim se queixa de que os fiéis já não estão sentados. Se há uma coisa que este episódio nos ensina, caro leitor, é que a resistência de quem executa raramente é o problema — é o sintoma. E os sintomas, ao contrário do que por vezes convém a quem está no poder, não se corrigem com um discurso, nem com um culpado novo a cada semana. Corrigem-se olhando para a doença que os produziu, mesmo que essa doença tenha sido, desde o início, uma decisão mal preparada lá em cima. #Política Portuguesa, #Educação, #Exames Nacionais, #Luís Montenegro, #Gestão Pública, #Governo, #reforma educativa, #Exames, #correcção de provas

Os inflacionistas: quem são? Onde vivem? O que comem? Os inflacionistas são um grupo peculiar de economistas. Gostam de holofotes — afinal, falar bobagem sozinho tem pouca graça. Sua principal característica é defender alguma versão da tese de que "um pouco mais de inflação faz bem". Respondendo à primeira pergunta, os inflacionistas são economistas que apreciam a exposição pública e defendem políticas com evidente viés inflacionário. Onde vivem? Por razões ainda não totalmente compreendidas pela ciência, os inflacionistas se concentram tradicionalmente em alguns habitats específicos, como Campinas e o Rio de Janeiro. Nas últimas décadas, porém, surgiu uma variante particularmente adaptável, que passou a ocupar nichos ecológicos na Faria Lima, em São Paulo — um ambiente mais quente, mais líquido, e com predadores mais bem vestidos. O que comem? As espécies tradicionais alimentam-se de bens e serviços compatíveis com uma renda da ordem de R$ 30 mil mensais — o suficiente para viver bem, mas não para saciar completamente o apetite de suas próprias teses. Já a variante da Faria Lima desenvolveu hábitos mais sofisticados: aprecia restaurantes estrelados, vinhos europeus e férias em destinos que, não raramente, coincidem com conhecidos paraísos fiscais. Comportamento e mimetismo O traço mais curioso da espécie da Faria Lima é seu mimetismo vocal. Como um papagaio bem treinado, repete "responsabilidade fiscal", "controle da inflação", "credibilidade" — o chamado de acasalamento de qualquer plateia que se preze. O problema aparece na hora de agir: diante de políticas concretas, essa mesma espécie frequentemente apoia exatamente o oposto do que anuncia em seu canto. As populações de Campinas e do Rio de Janeiro parecem agir por convicção intelectual genuína — acreditam de fato que um pouco mais de inflação trará algum benefício, e arcam com o próprio aumento do custo de vida como qualquer outro animal exposto às intempéries. Já a variante da Faria Lima descobriu uma mutação mais rentável: transformar a tese em posição financeira. Prega o remédio, mas se protege — e lucra — da doença. Um espécime recente contribuiu com um achado digno de nota na literatura: a proposta de que a melhor forma de combater a inflação seria elevar a meta de inflação. Se o termômetro incomoda, basta alterar a escala. Outro indivíduo da mesma linhagem declarou apoiar um teto para os gastos públicos, mas considerou "temerosa" a combinação desse teto com uma âncora de Dívida/PIB. Vale um parênteses técnico, porque o espécime tropeçou em um problema elementar de otimização: se a política fiscal precisa respeitar simultaneamente um limite de gastos e um limite de dívida, ela está sujeita a duas restrições — e um problema com duas restrições jamais tem um conjunto de soluções maior do que o mesmo problema sujeito a apenas uma delas. Impor uma restrição adicional nunca amplia o espaço de soluções viáveis: no máximo mantém a política igualmente restritiva, nunca mais permissiva. Constrangedor ter que explicar isso. Expansão e adaptação Restritos por décadas a pequenos habitats acadêmicos, os inflacionistas multiplicaram-se e sofisticaram-se. Uma subespécie recente proclama, em brasão bem visível, que "Lula 4 pretende deixar um legado além da área social, com um ajuste fiscal consistente" — e, no minuto seguinte à declaração, monta posições em bolsa, juros e câmbio que só rendem se essa mesma promessa fracassar. Depois do auge nos anos 1980, a espécie inflacionista pareceu recuar nos anos 1990 a uma curiosidade de habitats acadêmicos. Hoje voltou a ocupar posição de destaque no debate público, com duas subespécies bem distintas convivendo no mesmo território: uma que ainda acredita, de boa-fé, no próprio discurso — e paga o preço dele no supermercado como qualquer um; outra que descobriu como monetizar a discrepância entre o que fala e o que faz, e que, por isso, tem interesse ativo em desacreditar os não-inflacionistas: a vitória destes significaria prejuízo para as posições já montadas. Essa segunda variante — que fala fiscal e aposta contra o fiscal — é, até aqui, a mutação mais bem-sucedida da espécie. Cuidado, parece que estão em expansão. #Economia #Inflação #PolíticaEconômica

🦅🚨ATUALIZAÇÕES | Marcelo Paz atualiza negociação entre Corinthians e Memphis e afirma que o Timão não passará a janela de transferências com transferban. O executivo de futebol do Corinthians, Marcelo Paz, confirmou que o clube apresentou uma proposta formal para renovar o contrato de Memphis Depay, válido até 31 de julho. Segundo o dirigente, a oferta envolve diferentes frentes, como salário, receitas de marketing, produtos e participação em eventos. As partes seguem em negociação. “Ele está de férias. Se houver um acerto, ele volta a treinar. Se não houver, ele não volta”, afirmou Marcelo Paz, em entrevista ao Jogo Aberto, da TV Bandeirantes. 📰 | Jogo Aberto / TV Bandeirantes 📸 | Davi Bittencourt / Time do Povo #Corinthians #MemphisDepay #Transferências

O Instituto Português do Sangue e da Transplantação alertou para a redução preocupante das reservas de sangue, especialmente nos grupos sanguíneos A+, A-, O+ e O-, e fez um apelo à população para que efetue dádivas antes ou durante as férias, destacando que a necessidade de transfusões sanguíneas nos hospitais permanece constante. #DádivaDeSangue #Saúde #InstitutoPortuguêsDoSangue

Reservas de sangue em baixa, instituto apela a dádivas

A PSP alertou para um aumento de burlas em arrendamentos de casas de férias, com mais de 6 mil casos registados nos últimos três anos, e lançou uma campanha em parceria com a Airbnb para sensibilizar os cidadãos sobre os riscos associados a anúncios fraudulentos. #Burla #Arrendamento #Férias

PSP alerta para burlas em arrendamentos de casas de férias

🚨 Danilo vai comunicar ao Botafogo que deseja se transferir para o Palmeiras, assim que retornar das férias da Copa. Ele volta ao Rio de Janeiro essa semana. 🗞️ @falasoler https://t.co/p8YGJ5oLH2 #Botafogo #Palmeiras #Transferência

A Polícia de Segurança Pública (PSP) e a plataforma Airbnb alertaram para o aumento de burlas relacionadas a alojamentos online durante o período de férias de verão, recomendando aos consumidores cautela ao reservar e prestar atenção a sinais de fraudes, como websites falsos e ofertas excessivamente baratas. #Burla #PSP #Airbnb

PSP e Airbnb alertam para aumento de burlas

Uma coisa é fato: somos a única seleção pentacampeã. Vamos continuar sendo. Não fomos bem esse ano, a CBF deve explicações e ficam lições para corrermos atrás para a próxima… Nestas férias de julho, fica o convite: vá conhecer o Museu do Futebol, no Pacaembu, um dos grandes ícones de São Paulo. 💙⚽️ #copadomundo #cbf #futebol #brasil #museudofutebol

☢️ Reflexão da Cooperativa: parem lá de utilizar os alunos como escudos humanos Passaram anos a usar os exames nacionais como palco para greves, com milhares de famílias obrigadas a reorganizar férias, trabalho e a lidar com a ansiedade. Bastou uma plataforma informática tropeçar e, de repente, nasce um batalhão de cavaleiros defensores dos alunos, profundamente preocupados com o bem estar emocional dos estudantes. É quase enternecedor. Quase! Sim camaradas, a digitalização correu mal. Houve atrasos, falhas, confusão e decisões que merecem críticas. Modernizar um sistema desta dimensão sem problemas, em Portugal, não é fácil. O que não existia era certamente a necessidade de transformar cada erro técnico numa certidão de óbito da escola pública com direito a abertura no telejornal, acompanhada pelo habitual cortejo fúnebre da FENPROF e amigos, das lágrimas de crocodilo e dos ventos apocalípticos soprados pelos do costume. ➡️O objetivo desta esquerdalha nunca parece ser corrigir o problema. É garantir que o problema sobreviva tempo suficiente para cumprir a sua função política. É engraçado observar quem hoje grita que "os alunos não podem ser prejudicados" são os mesmos que durante anos não hesitaram em marcar greves em dias de exames nacionais, precisamente quando os alunos tinham mais a perder. Nessa altura, os estudantes eram danos colaterais aceitáveis. Hoje transformaram-se em escudos humanos. A matéria-prima é a mesma; muda a utilidade. Mas há um padrão. Qualquer tentativa de alterar o funcionamento da educação é imediatamente boicotado. Digitalizar? Um desastre. Rever carreiras? Um ataque. Alterar processos? Um escândalo. Avaliar de maneira diferente? Um crime contra a pedagogia. Se alguém propusesse substituir o giz por um marcador branco qualquer, provavelmente haveria uma vigília algures em defesa da ardósia, com uma petição à mistura e uma candidatura à UNESCO para património mundial de qualquer coisa. ⚠️Camaradas, o verdadeiro conflito aqui não é entre tecnologia e papel. Nem entre os computadores e as canetas. É entre mudança e conforto. O status quo é extraordinariamente confortável para quem aprendeu a viver dentro dele. Cada rotina cristalizada representa influência, previsibilidade, poder negocial e uma máquina perfeitamente afinada para travar qualquer reforma antes mesmo dela sair do papel. Não interessa se o motor novo consome menos ou anda mais depressa, o importante é sempre fazer prova de que o carro nunca devia ter sido ligado. ➡️➡️O mais irónico é que muitos dos que se apresentam como os grandes defensores da escola pública acabam por defendê-la da única coisa de que ela realmente precisa, de evolução. Confundem estabilidade com imobilismo e tradição com resistência à mudança. ⬅️⬅️ Só posso concluir que esta gente não quer uma escola preparada para o século XXI mas sim um século XXI obrigado a adaptar-se a uma escola que insiste em viver ainda no século passado. Carrega Fernando, é preciso caçar as bruxas todas.🥸 o dono da cooperativa Nota: o difícil que deve ser para o Fernando Alexandre trabalhar num campo que está todo minado. fotografia in Expresso [Estela Silva] #Educação #Mudança #Tecnologia

Estava lendo agora essa matéria. É surreal como a esquerda não está berrando. - A alíquota chega a 67%. - Diversos frigoríficos anunciaram férias coletivas e redução de turnos de abate para julho e agosto. - E, pra piorar, a UE anunciou a suspensão das importações de carne bovina brasileira a partir de setembro. #Política #Economia #Agronegócio

Diogo Costa esteve hoje no Olival antes de seguir para as merecidas férias. 🧤🇵🇹 https://t.co/6cqdmjo2de #DiogoCosta #Futebol #Portugal

Anastasia revelou à imprensa grega que “LOCA” surgiu depois que Anitta ouviu “Mystiko” no rádio durante suas férias na Grécia. Gostando da música, ela a usou em uma aula de dança do ventre e compartilhou o momento nos Stories do Instagram. A partir disso, a cantora grega entrou em contato com ela, e as duas conversam há cerca de um ano e meio. 🇧🇷🇬🇷 #Anastasia #Anitta #Música

Hóspede relata astral de Neymar em resort nos Estados Unidos: "Muito feliz". O craque aproveitou o dia de ontem para jogar golfe no resort de luxo em que está hospedado com a família, em Orlando. O momento de descontração foi registrado pelo colombiano Santiago Amador, que também está no local. Em contato com o UOL, Amador relatou ter visto um Neymar sorridente e tranquilo. “Foi um momento de entretenimento em que pudemos nos divertir um pouco. Ele estava muito feliz ao lado da família”, disse Amador. 🗞️ @UOL | @unollima | @lucas_musetti 📸 Reprodução #Neymar #Férias #Golfe

A indústria de carne bovina no Brasil entrou em férias coletivas e reduziu a produção após esgotar a quota de exportação para a China, que era de 1,106 milhões de toneladas, mesmo após ter enviado 1,7 milhões de toneladas ao país asiático, levando as empresas a buscarem diversificação em novos mercados devido ao aumento das tarifas de importação. #Brasil #CarneBovina #Exportações

Sem quota chinesa, indústria da carne no Brasil dá férias

🚨 Agora! Santos dá dias de descanso para Neymar após eliminação na Copa e planeja uma conversa sobre o futuro. Neymar segue nos Estados Unidos com a família. Não há uma data para a reunião e para uma eventual reapresentação ao clube. A expectativa é que o jogador tenha pelo menos 10 dias de folga. O Santos aguarda uma sinalização para conversar com Neymar e seu estafe. O futuro do astro foi colocado em dúvida pelo próprio estafe do jogador. Em publicação nas redes sociais, Neymar Pai pediu para o filho não encerrar a carreira. O Santos pensa que a situação será mais definida após os dias de férias. Até lá, aguarda o craque de 34 anos colocar a cabeça no lugar após a eliminação em sua última Copa do Mundo. 🗞️ @geglobo | @anacanhedo | @zeedgar 📸 Rafael Ribeiro/CBF #Neymar #SantosFC #Futebol