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#Fiscalidad

La representante @MafeCarrascal sin proponérselo, le hizo un buen homenaje al gran Thomas Sowell. La borrachera fiscal de su gobierno es un impuesto no legislado que hoy pagamos. https://t.co/6fXHJ1Tiq0 #ThomasSowell #Fiscalidad #Política

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Por cierto "FINCA ROCIO CHOCOLATE CORPORATION", empresa constituida en Albany en 2020, no ha presentado ninguna de sus obligaciones fiscales ni de reporte de ganancias desde el 2022. El negocio del que vive Andy López Beltrán según sus propios dichos... https://t.co/rrDmsM5M0b #Fiscalidad #Empresas #Transparencia

Socialismo... A internet tornou-se no faroeste da ignorância: os apoiantes do CHEGA e do IL berram "vamos acabar com o socialismo" e, quando lhes mostras o que isso significa na vida real, fazem ar de espantados: "ah, mas é isso? Não é como na Venezuela?". Na verdade, não existe socialismo propriamente dito na Europa. O que existe é, quando muito, social-democracia, e mesmo essa é cada vez mais reduzida. O que temos são políticas e medidas pontuais inspiradas em princípios socialistas, que garantem direitos e algum equilíbrio social. Quando os bilionários, através de alguns partidos, vos vendem a ideia de "acabar com o socialismo", não se trata de uma palavrinha mágica saída do Harry Potter ou memes com a Tatcher— é, sim, pôr fim a políticas concretas que servem para lhes transferirem mais riqueza e retirarem direitos aos restantes. Tudo isto é socialismo (ou, pelo menos, herança dele): 1. Jornada de 8 horas 2. Semana de 5 dias 3. Descanso semanal obrigatório 4. Férias pagas 5. Feriados pagos 6. Subsídio de férias 7. Subsídio de Natal (13.º mês) 8. Proibição do trabalho infantil 9. Escolaridade obrigatória e escola pública gratuita 10. Salário Mínimo Nacional (SMN) 11. Contratos escritos e regras contra a precariedade abusiva 12. Pagamento de horas extraordinárias e limites ao trabalho nocturno 13. Proibição de despedimento sem justa causa (forte protecção) 14. Indemnização por despedimento 15. Seguro de acidentes de trabalho 16. Licenças por doença (baixa médica paga) 17. Licença de maternidade 18. Licença de paternidade (direito próprio) 19. Protecção na gravidez e no regresso ao trabalho 20. Igualdade salarial por trabalho igual 21. Direito à greve 22. Liberdade sindical e direito de associação 23. Contratação colectiva e convenções sectoriais 24. Comissões de trabalhadores nos locais de trabalho 25. Segurança e saúde no trabalho (EPI, inspecções, ACT) 26. Serviço Nacional de Saúde (SNS) universal (desde 1979) 27. Vacinação em massa e programas materno-infantis 28. Centros de saúde, hospitais públicos e INEM 29. Medicamentos comparticipados e genéricos 30. Saúde mental e planeamento familiar 31. Segurança Social universal (pensões, invalidez, viuvez) 32. Subsídio de desemprego 33. Abono de família e prestações por filho 34. Rendimento Social de Inserção (RSI) (rede mínima de protecção) 35. Complementos sociais para idosos e pessoas com deficiência 36. Fiscalidade progressiva (quem ganha mais, paga mais) 37. Tarifa social de energia e apoios à factura de água/transportes 38. Passe social e políticas de transportes públicos (ex.: 2019 →) 39. Programas públicos de habitação e renda apoiada 40. Direitos do inquilino (mediação e regras de despejo) 41. Saneamento básico universal e água potável canalizada 42. Iluminação pública, espaços verdes e equipamentos colectivos 43. Reabilitação urbana e regras de salubridade na habitação 44. Leis de defesa do consumidor e direito de devolução 45. Rotulagem alimentar e informação nutricional 46. Garantias de produtos e assistência pós-venda 47. Regulação bancária e garantia de depósitos 48. Tarifas reguladas e serviço universal (energia, correios, telecomunicações) 49. Empresas públicas estratégicas (água, energia, transportes) 50. Sufrágio universal, voto das mulheres e voto secreto 51. Liberdade de imprensa, manifestação e associação 52. Leis anti-discriminação (género, raça, orientação sexual, deficiência) 53. Combate à violência doméstica, casas-abrigo, linhas de apoio 54. Justiça do trabalho e apoio jurídico para os mais vulneráveis 55. Leis do ar e da água limpos, gestão de resíduos 56. Parques naturais e metas de energias renováveis 57. Fiscalidade verde e eficiência energética nos edifícios 58. Educação de adultos (alfabetização) e acções de formação 59. Acção social escolar (bolsas, refeições, manuais comparticipados) 60. Carreira docente regulada e rede de universidades públicas Se, depois disto, ainda repetes "acabar com o socialismo", então ou és masoquista... ou és um dos privilegiados... ou és burro. Eduardo Maltez Silva | Facebook

As of today, August 20, 2026, the Spanish will work exclusively for themselves, as so far, for 231 days of this year, they have paid taxes, which means that their so-called 'Tax Freedom Day' has moved two days later compared to last year due to an increase in tax revenues of 10.4% to 325.356 billion euros. (translated)

Desde hoy, los españoles trabajan para ellos: los 231 días que llevamos de año han sido pagar impuestos

Spanish electric companies are preparing for a fiscal battle with the government to avoid the closure of four nuclear plants scheduled for 2030, with the renegotiation of taxes and operating licenses being key, while the current tax burden in Spain is considered significantly higher compared to other European countries. (translated)

La eléctricas reabren la guerra fiscal para evitar el cierre de las nucleares

La mayoría de gente no es consciente de al nivel de asfixia fiscal que van a llevar a los jóvenes para mantener la mentira de las pensiones. #Fiscalidad #Jóvenes #Pensiones

A Cerveja Barata Que Vale Uma Fortuna ao Estado Vinte e cinco cêntimos de imposto, trinta e sete euros de história por trás de cada garrafa Pedi uma imperial ao balcão de uma tasca em Odivelas, no fim de uma tarde de trabalho. O empregado puxou a torneira com o gesto automático de quem já o fez dez mil vezes, deixou a espuma assentar o tempo certo, e devolveu-me o troco de uma nota de cinco euros sem sequer olhar para a máquina registadora. Foi um gesto banal, repetido todos os dias em milhares de estabelecimentos por todo o país. E, no entanto, dentro daquele copo de vinte centilitros escondia-se uma engenharia fiscal e económica em que ninguém, naquele balcão, estava a pensar. Vamos aos números. Numa cerveja de vinte centilitros como aquela, servida ao balcão, cerca de vinte e cinco cêntimos correspondem a impostos directos. A maior parte é IVA, que sobe com o preço; cerca de dois cêntimos são Imposto Especial de Consumo, calculado não pelo preço, mas pelo volume e pelo grau Plato da cerveja. É pouco. É quase simbólico, se compararmos com o preço de um maço de tabaco ou de um litro de gasóleo. Mas é precisamente esta modéstia que engana. Porque, segundo estudos recentes sobre o sector, cada euro de imposto directo cobrado à cerveja gera trinta e sete euros de receita fiscal total, espalhada por uma cadeia que vai da agricultura à restauração, passando pela indústria, pela energia, pelas embalagens e pelo transporte. Pense-se numa roda de bicicleta. O eixo é pequeno, quase insignificante perto do resto da estrutura. Mas é ele que, ao girar, arrasta consigo os raios, o aro, o pneu, e por fim a bicicleta inteira. O imposto directo sobre a cerveja é esse eixo: parece não fazer nada por si só, mas é o ponto de partida de um movimento que atravessa sectores inteiros da economia portuguesa. Sem ele, nada gira. Com ele, gira tudo. Há em Lisboa uma cervejaria que existe desde 1836, erguida sobre as ruínas do antigo Convento da Santíssima Trindade, destruído pelo terramoto e reconstruído sucessivas vezes até à extinção das ordens religiosas. A Cervejaria Trindade viu passar monarquia, república, ditadura e democracia, sempre com os seus azulejos oitocentistas na parede e cerveja a sair ao balcão. Não é um pormenor decorativo: é a prova de que este produto, aparentemente trivial, atravessou quase dois séculos de história portuguesa sem nunca deixar de gerar actividade económica à sua volta — fornecedores, empregados, rendas, impostos, turistas. Foi John Maynard Keynes quem, no século passado, deu nome científico a este fenómeno: o multiplicador. A ideia de que uma unidade de despesa, ao circular pela economia, gera muito mais do que o seu valor inicial. Ninguém, ao lê-lo, estaria a pensar em cerveja. Mas o princípio é o mesmo: o dinheiro que sai de um copo não morre ali. Continua a circular, a pagar salários, a gerar novos impostos, a sustentar outros negócios. O debate público sobre fiscalidade tende a ignorar estes efeitos indirectos. Discute-se o IRS, o IVA da habitação, o preço dos combustíveis. Raramente se olha para sectores específicos e se pergunta: quanto é que este produto, por si só, faz mover à sua volta? Num país onde a restauração e o turismo pesam tanto na economia, ignorar este tipo de análise é um erro de perspectiva. A cerveja não é excepção; é talvez o exemplo mais claro de como um imposto pequeno pode sustentar uma cadeia de valor gigantesca. Da próxima vez que pedir uma imperial ao balcão, repare no troco que lhe é devolvido. Vinte e cinco cêntimos de imposto directo, sim. Mas por trás desse troco insignificante está um agricultor no Alentejo, uma fábrica que paga IRC, um transportador que paga IVA, um empregado de mesa que descontou para a Segurança Social, e um festival de Verão que atraiu turistas até à sua terra. A cerveja não é apenas uma bebida de convívio. É uma engrenagem silenciosa da economia portuguesa — e talvez seja tempo de lhe darmos a atenção que merece. #Economia, #Fiscalidade, #Sector Cervejeiro, #Impacto Económico, #Cadeias Produtivas, #Restauração, #Turismo, #Economia Portuguesa, #Consumo, #Multiplicador Fiscal, #Portugal

🚨URGENTE - Deputado Nikolas Ferreira propõe PEC para cortar salários de políticos em até 50% em caso de descontrole fiscal “PEC da Responsabilidade. Propus uma regra simples: se o governo não cuidar das contas públicas, quem paga primeiro é a própria política, não o cidadão” https://t.co/hYHqi9V9aM #Política #Fiscalidade #Responsabilidade

Hoy recibimos los informes finales de la Contraloría General de la República sobre la situación fiscal, administrativa y de gestión de distintos sectores del Estado. Los hallazgos son preocupantes. La Contraloría advierte una desfinanciación del presupuesto de 2027, deudas que comprometen la estabilidad del sector energético, miles de familias campesinas con tierras sin títulos formalizados, más de mil obras inconclusas, riesgos fiscales en infraestructura y alertas sobre programas para adultos mayores y la primera infancia. Agradezco a la Contraloría, a los 17 contralores delegados, a los ministros del Gobierno entrante y a los líderes sectoriales que hicieron parte de este ejercicio de articulación institucional. La información que hoy recibimos será fundamental para actuar desde el primer día, proteger los recursos públicos y corregir los problemas identificados. La transparencia comienza por decirle la verdad al país. Ese será siempre nuestro compromiso. #Transparencia #Gobierno #Fiscalidad

"It deserves to be debated whether the fiscal strategy of the Community of Madrid is compatible with the need to maintain sufficiently robust public services to face increasingly complex risks arising from climate change." (translated)

Dios Jul 23

Su socio se tira cuatro años sin hacer la declaración de la Renta y no pasa nada. Él guarda unas joyas de 1'3 M en una caja fuerte "que no sabía ni qué valor tenían" pero cuya secretaria se negaba a abrir hasta que la UCO amenazó con reventarla. https://t.co/jzixyxIMGx #Renta #Fiscalidad #Justicia

"Spain loses up to 2.3 GDP points 'per capita' due to high taxation on companies. That is, about 38.8 million euros. But tax fraud in Spain is estimated at 6% of GDP, then the GDP loss exceeds 100 million euros. Something to think about." (translated)

20 minutos Jul 20

El economista Jaume Menéndez propone en su nuevo libro una revisión de la fiscalidad de la vivienda en España, sugiriendo reformas como la penalización de la reventa de propiedades en menos de dos años y la reducción del IVA en la construcción de pisos de alquiler, con el fin de mitigar el impacto de los precios y fomentar una oferta más asequible. #FiscalidadVivienda #ReformaInmobiliaria #AumentoOfertaVivienda

Jaume Menéndez: "Debería penalizarse la reventa de viviendas en menos de dos años desde su compra"

With 40 of his companies for 4 years, no one saw that Julio Martínez did not file any tax return. Don't try to emulate him… (translated)

20 minutos Jul 17

El abogado David Jiménez advierte que cambiar de residencia para evitar el impuesto de sucesiones puede resultar más costoso debido a las implicaciones legales del falso empadronamiento, ya que la administración revisará la verdadera residencia del fallecido antes de su muerte. #ImpuestoSucesiones #Herencia #Fiscalidad

¿Es legal mudarte para evitar el impuesto de sucesiones? David Jiménez señala que un falso empadronamiento puede salirte "muy caro"
Carlos Coelho Jul 15

The report identifies the main challenges that we all know: labor market, social security, health systems, public finance and taxation, housing, among others. Demography needs to be a horizontal priority of public policies. (translated)

⭕️ Españoles, prueben a no presentar la declaración de la renta tres años seguidos sin ser “íntimos” de Zapatero, a ver si Hacienda les llama o no. Ah, dato irrelevante: más de 30 sociedades tenía Julito, el “Judini fiscal” #España #Fiscalidad #Hacienda

Pastrana Jul 14

El tal Julito moviendo millones de euros está tres años sin presentar la declaración de la renta y nadie se da cuenta. Tú te retrasas un día en el pago del IVA y tienes a los GEO en la puerta de tu casa en 20 minutos. #Injusticia #Fiscalidad #Corrupción

Joaquim Coll Jul 14

Somos de los pocos países occidentales donde la fiscalidad sobre el trabajo ha aumentado más que los salarios reales.

Impuestos altos, salarios bajos
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