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#Riqueza

É fácil entender por que o Xandão -- apesar de estar no centro do escândalo mais grave da história do STF -- continua rindo. A fortuna que sua família obteve com os depósitos que Vorcaro desviou dos aposentados e servidores garante que eles continuem entre os mais ricos do Brasil: não só para os filhos, mas para os netos e bisnetos. Riqueza para gerações.🤑😂 #STF #escândalo #riqueza

Trump is becoming more and more repugnant: he assaults the wealth of Venezuela and obscenely defends the criminal Delcy Rodríguez. (translated)

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

The article discusses how borders, especially the one separating Ceuta from Morocco, not only physically divide territories but also distribute inequalities in rights, opportunities, and wealth, which is reflected in the increase of walls and fences over the decades. (translated)

Ceuta y la galleta en el plato

Regreso de Nueva York con la misma convicción con la que llegué, el trabajo duro siempre paga bien. En esta visita rapida junto a mi hijo @SalinasBenjamin y mi amigo @JorgeNikaidoB, nos recibieron en @FoxNews y tuvimos muy buenas juntas de trabajo. Pero el gusto del viaje fue que me di el tiempo de ir a conocer por fuera la prisión donde hoy se encuentra recluido Nicolás Maduro y otro montón de delincuentes más. El contraste no es un detalle menor. Ver donde terminan sus días los malos gobernantes, esos que causan destrucción económica y tienen profundo desprecio por la libertad, pone en perspectiva lo que está en juego en México y me da esperanza de ver donde van a acabar sus días los políticos corruptos y aliados del crimen organizado de nuestro país. En México necesitamos más empresarios valientes que generen empleos, instituciones que funcionen bien y ciudadanos que no se rindan ante los malos gobiernos. Vámonos pues, es hora de volver a lo nuestro, trabajar por mi familia, por mis colaboradores, por las familias de mis colaboradores, por nuestros clientes y, sobre todo, por un mejor México. La riqueza bien ganada se construye todos los días y la riqueza repentina como la de las larvas del PEJE siempre termina en celdas. #México #TrabajoDuro #Libertad

Desafio alguém a citar um escândalo envolvendo um ministro do STF que seja mais grave, flagrante e destrutivo para o sistema de justiça do que o caso de Moraes e Banco Master. Não se trata só da enorme riqueza, mas também das mentiras constantes que ele contou para ocultá-la. #STF #justiça #escândalo

Ordené como jefe de Estado devolver 2 aviones estadounidenses llenos de colombianos y colombianas que llamaban ilegales a Estados Unidos y que venían con cadenas frente a sus hijos e hijas, hombres y mujeres en sus sillas que iban encadenados y creyeron falsamente que el mundo era libre, no admito que me regresen colombianos que son libres encadenados en aviones. Yo abrí con Venezuela las fronteras. Duque cerró las fronteras y hasta el corazón entre los colombianos y los venezolanos. Recibimos millones de venezolanos y muchos fueron hacia el sur de América, y luego devolvieron hacia Estados Unidos el paso del Darién colombiano, donde no pasaron un millón de personas, allí asesinaron a muchas mujeres y hombres y niños y niñas, usaron los migrantes como esclavos, trata de cuerpos, porque bloquearon económicamente a Venezuela y una persona que se creía socialista creyó que se podía ser socialismo sobre el petróleo y el dólar y se equivocó el socialismo es la hermandad de los pueblos trabajadores del mundo por el bloque- por el bloqueo de se originó el hambre en Venezuela, en medio de su propia riqueza sus tierras fértiles y sus angustias abundantes, pero la codicia se prefiere el petróleo y el petróleo ha sido de la maldición de Venezuela. Los pueblos deben ser libres y Venezuela debe ser libre y si somos un mismo pueblo, colombiano, venezolano, y ecuatoriano, y panameño, somos un mismo pueblo latinoamericano en el Pacífico, en el Andino con muchos llanos, selvas y aguas que son nuestras riquezas, la joya de la riqueza es el trabajo humano diario, cotidiano, ninguno, ninguna política tiene derecho a quebrantar. No usen gases, no usen escudos, no usen armas, no violenten al pueblo colombiano, que no es así, la policía enfrentará a su propio pueblo, padres, madres e hijos Venezuela recogió a Colombia y Colombia recogió a Venezuela, la época de oro del petróleo y fue la época... dondecuatro millones de colombianos hacia Venezuela hoy en día tienen hijos, nietos y fueron allí. Bien, bienvenidos. Ahora por órdenes extranjeras, ponen policías colombianos a golpear hombres, mujeres venezolanos, y lo que están es golpeando a Bolívar. Ahora, un empresario amigos del gobierno de Estados Unidos cerró al petróleo de Venezuela, parte de sus reservas. Yo detuve el éxodo del pueblo venezolano sin violencia. Y ya, no hay más éxodo. Yo no provoqué el éxodo, sino que detuve la sabiduría, no es golpear al venezolano, es embrazarlo como hermano o hermana Estos señores policías es inhumano, y va contra los derechos de la humanidad, y es mancha institucionalidad y al orden. No levanten sus armas contra su pueblo, porque serán malditos, dijo Bolívar. No deben confundir el pueblo con la deincuencia. Se necesita inteligencia para ello, no se necesita violencia entre humanos. #Libertad #PuebloUnido #DerechosHumanos

RAINHA! Eli, uma das performances do “Daisy Chain Fields”, festival autoral de Olivia Rodrigo, criticou a ganância e a riqueza excessiva dos bilionários durante sua apresentação. https://t.co/Ue9agfYif2 #OliviaRodrigo #DaisyChainFields #CríticaSocial

Creo que, al menos conmigo, el depuesto régimen chavo-madurista, junto a sus corruptos jueces penales, sumó otro revés. Hoy se cumplen dos años de mi secuestro, ese con el que quisieron apartarme de la vida y quebrar mi conciencia. Han sido 535 días injustamente preso en la oscuridad y, a la fecha, 200 días más preso en la luz. Si la macabra idea era debilitarnos, no solo yo, sino mis cientos de compañeros de prisión, hoy estamos fortalecidos; si la idea era marcarnos y aislarnos, supimos aprovechar la experiencia para, en medio de la soledad, reafirmar nuestros valores políticos y, además, encontrarnos y reencontrarnos con la persona más importante de nuestras vidas: nosotros mismos. Cada herida en el cuerpo y en el alma proferida por ellos nos engrandece; cada lágrima y cada grito nos han expandido internamente. Somos ahora un batallón virtuoso: muchos en la calle, pasillos y veredas, sin muros alrededor; otros aún preparándose y en crecimiento entre paredes, algunas oscuras, la mayoría, más de 300. Otros afortunados como yo, en la luz, con grilletes y vigilancia cercana, pero en la luz. Recuerdo que cuando era trasladado, esposado de pies y manos en aquel vehículo oscuro luego del violento rapto, la sensación que me embargaba era de indignación, desolación y fracaso. Hoy, sin embargo, puedo entender al poeta Cadenas cuando le cantó al «Fracaso» que siempre le ayudaba a desquitarse. Con él, y por no encontrar mejores palabras que las suyas para hacerlo, me permito ir a su auxilio para agradecer: «Gracias por quitarme espesor a cambio de una letra gruesa. Gracias a ti, que me has privado de hinchazones. Gracias por la riqueza a la que me has obligado. Gracias por construir con barro mi morada. Gracias por apartarme. Gracias»… #Libertad #Resistencia #Venezolanos

Muito obrigado pelo apoio a nossa candidatura a deputado federal por Pernambuco, camarada José Kobori, economista e grande referência no Brasil! Precisamos renovar o Congresso com uma esquerda radical, comprometida com a luta e com os interesses do povo trabalhador! Seguimos na luta para mudar radicalmente esse modelo econômico que concentra cada vez mais renda e riqueza nas mãos de poucos. #Jones5050 Federação PSOL/REDE - PROPAGANDA ELEITORAL - CNPJ 68.571.443/0001-76 #Eleições2024 #Esquerda #MudançaSocial

leonel 1w

@https_joseffina La guita que se hizo es incontable, ese viejo debe ser top 3 más millonarios del país #dinero #riqueza #éxito

Socialismo... A internet tornou-se no faroeste da ignorância: os apoiantes do CHEGA e do IL berram "vamos acabar com o socialismo" e, quando lhes mostras o que isso significa na vida real, fazem ar de espantados: "ah, mas é isso? Não é como na Venezuela?". Na verdade, não existe socialismo propriamente dito na Europa. O que existe é, quando muito, social-democracia, e mesmo essa é cada vez mais reduzida. O que temos são políticas e medidas pontuais inspiradas em princípios socialistas, que garantem direitos e algum equilíbrio social. Quando os bilionários, através de alguns partidos, vos vendem a ideia de "acabar com o socialismo", não se trata de uma palavrinha mágica saída do Harry Potter ou memes com a Tatcher— é, sim, pôr fim a políticas concretas que servem para lhes transferirem mais riqueza e retirarem direitos aos restantes. Tudo isto é socialismo (ou, pelo menos, herança dele): 1. Jornada de 8 horas 2. Semana de 5 dias 3. Descanso semanal obrigatório 4. Férias pagas 5. Feriados pagos 6. Subsídio de férias 7. Subsídio de Natal (13.º mês) 8. Proibição do trabalho infantil 9. Escolaridade obrigatória e escola pública gratuita 10. Salário Mínimo Nacional (SMN) 11. Contratos escritos e regras contra a precariedade abusiva 12. Pagamento de horas extraordinárias e limites ao trabalho nocturno 13. Proibição de despedimento sem justa causa (forte protecção) 14. Indemnização por despedimento 15. Seguro de acidentes de trabalho 16. Licenças por doença (baixa médica paga) 17. Licença de maternidade 18. Licença de paternidade (direito próprio) 19. Protecção na gravidez e no regresso ao trabalho 20. Igualdade salarial por trabalho igual 21. Direito à greve 22. Liberdade sindical e direito de associação 23. Contratação colectiva e convenções sectoriais 24. Comissões de trabalhadores nos locais de trabalho 25. Segurança e saúde no trabalho (EPI, inspecções, ACT) 26. Serviço Nacional de Saúde (SNS) universal (desde 1979) 27. Vacinação em massa e programas materno-infantis 28. Centros de saúde, hospitais públicos e INEM 29. Medicamentos comparticipados e genéricos 30. Saúde mental e planeamento familiar 31. Segurança Social universal (pensões, invalidez, viuvez) 32. Subsídio de desemprego 33. Abono de família e prestações por filho 34. Rendimento Social de Inserção (RSI) (rede mínima de protecção) 35. Complementos sociais para idosos e pessoas com deficiência 36. Fiscalidade progressiva (quem ganha mais, paga mais) 37. Tarifa social de energia e apoios à factura de água/transportes 38. Passe social e políticas de transportes públicos (ex.: 2019 →) 39. Programas públicos de habitação e renda apoiada 40. Direitos do inquilino (mediação e regras de despejo) 41. Saneamento básico universal e água potável canalizada 42. Iluminação pública, espaços verdes e equipamentos colectivos 43. Reabilitação urbana e regras de salubridade na habitação 44. Leis de defesa do consumidor e direito de devolução 45. Rotulagem alimentar e informação nutricional 46. Garantias de produtos e assistência pós-venda 47. Regulação bancária e garantia de depósitos 48. Tarifas reguladas e serviço universal (energia, correios, telecomunicações) 49. Empresas públicas estratégicas (água, energia, transportes) 50. Sufrágio universal, voto das mulheres e voto secreto 51. Liberdade de imprensa, manifestação e associação 52. Leis anti-discriminação (género, raça, orientação sexual, deficiência) 53. Combate à violência doméstica, casas-abrigo, linhas de apoio 54. Justiça do trabalho e apoio jurídico para os mais vulneráveis 55. Leis do ar e da água limpos, gestão de resíduos 56. Parques naturais e metas de energias renováveis 57. Fiscalidade verde e eficiência energética nos edifícios 58. Educação de adultos (alfabetização) e acções de formação 59. Acção social escolar (bolsas, refeições, manuais comparticipados) 60. Carreira docente regulada e rede de universidades públicas Se, depois disto, ainda repetes "acabar com o socialismo", então ou és masoquista... ou és um dos privilegiados... ou és burro. Eduardo Maltez Silva | Facebook

A vanguarda do atraso - por Ricardo Noblat Da negação dos direitos básicos à recusa em dividir o bolo da riqueza: o retrato de uma elite que normalizou a injustiça Leia no blog https://t.co/wDBclrebhu #DireitosHumanos #JustiçaSocial #Desigualdade

Sim, é verdade. Romeu Zema governou Minas por dois mandatos e, não, nunca fez nada pelo povo mineiro além de comer banana com casca aparentemente, para seu próprio proveito. Na prática, Zema deixa um estado endividado, com serviços públicos pressionados e um patrimônio dos mineiros cada vez mais colocado à disposição de interesses privados. O que mais me deixa encucada é: como o nosso estado que elegeu presidentes que marcaram a história do Brasil e que elegeu Lula três vezes, Dilma Rousseff duas vezes e agora vai eleger Lula pela quarta vez consegue escolher tão mal quem governa o próprio estado? E não é só o Executivo. Também precisamos olhar para o Legislativo que elegemos para nos representar. Hoje, os outros estados estão rindo do que aconteceu no debate. E tudo bem, podem rir (é tudo TÃO caótico, que da vontade de rir mesmo). O problema é que, enquanto para quem está de fora isso rende meme, para quem vive em Minas Gerais foram oito anos de consequências. Oito anos vendo um estado rico ser tratado como se fosse pobre. Oito anos vendo nossas riquezas serem exploradas enquanto a população continua pagando a conta. Minas Gerais tem minério, água, agricultura, indústria, conhecimento e uma força de trabalho gigantesca. Mas quem fica rico com tudo isso? As mineradoras e os grandes grupos econômicos lucram. E o povo fica com os impactos ambientais, com cidades destruídas, estradas sobrecarregadas e serviços públicos que não dão conta da população. Minas precisa parar de eleger quem administra o estado como se ele fosse propriedade privada. Precisamos aprender a votar e, principalmente, a lembrar do que acontece depois que a urna fecha. Porque debate passa. Meme passa. Oito anos de governo, não. E a conta fica. #MinasGerais #Política #Eleição2024

🚨 ANTONIO Escohotado: “Un país NO es rico porque tenga petróleo, es rico cuando tiene educación. Educación significa que aunque tú puedas robar, no robas. En definitiva, la riqueza es conocimiento y respeto....”. https://t.co/8KR0Cr8uP3 #Educación #Riqueza #Conocimiento

Lula 2w

A riqueza do Brasil tem que gerar riqueza para o povo brasileiro. 🇧🇷 Nossos minerais críticos e terras raras são estratégicos para o futuro. E queremos mais do que extrair: queremos transformar, industrializar e produzir aqui, gerando tecnologia, empregos e desenvolvimento no nosso país. Celulares, chips, baterias e as tecnologias do futuro podem ter cada vez mais Brasil. Nossa riqueza. Nossa soberania. Nosso futuro. #Brasil #Desenvolvimento #Soberania

Las cien primeras horas son fundamentales para preservar la vida en una emergencia. La incapacidad de empalme del gobierno entrante que generó Abelardo, convirtió esas horas en un desastre. Es cierto que el mayor instrumento para mitigar el terremoto es un estado con presencia en todo el territorio colombiano, eso lo logra parcialmente nuestro estado a través de su servicio de salud y educación pública y que se ha expandido muy intensamente en mi gobierno. La existencia del buque/ hospital Benkos Biohó prácticamente fue reconocido por el gobierno una semana después y no se sabe aun ¿por qué los 9.000 millones dejados por mi gobierno no se convirtieron en acción inmediata? El buque podía dejar equipos de salud en el litoral e incluso internarse por los ríos. Ya había realizado 7.882 operaciones en todo el litoral y duró siete dias quieto en el puerto de Burnaventura mientras el ministro del interior pedía hospitales de campaña en el centro del país. La ministra de salud en silencio porque solo piensa en EPS. En todo el litoral Pacífico, desde Nariño hasta Panamá, exitían los territorios salidables con miles de enferemeras y médicos ¿por qué no se ractivaron si dependían de los dineros del gobierno y los helicópteros podían transportarlos con rápidez relativa a sus centros de referencia? Es indudable que la capacidad desplegada por mi gobierno en salud pública y presencia territorial no se utilizó por sectarismo e ignorancia. Esa estupidez sectárea de no mover a los funcionarios porque vienen de anteriores gobiernos, de no conocer de los equipos humanos y técnicos, desplegados por mi gobierno y cuya información se ofreció días antes siendo yo presidente, llevó a Abelardo a parcializar la ayuda a una acción de inteligencia en el terreno de Israel, sin experiencia em sacar sobrevivientes de los edificios qie generamente derrumban, rechazar la ayuda internacional y politizarla ha cobrado centenares de vidas que murieron innecesariamente. Ahora viene la gran discusión de donde se sacarán los 30 billones de la reconstrucción: ¿De las limosnas de los ricos? No ha llegado ni a un millón el aportes que los grandes pulpos de la economía han dado. ¿Llegarán del endeudamiento público? Eso no significa más que toda la sociedad pague la catástrofe y la reconstrucción con ruina de la economía futura. Es reconstrucción de una parte con destrucción de otra. Los israelíes y estadounidenses dirán que con oro y tierras colombianas para explotar petróleo y otras riquezas Eso es expoliación. Si fuera racional el gobierno de Abelardo, tendría que recuperar nuestro proyecto de reforma tributaria de 20 billones hacerlo aprobar y disminuír la deuda bajando el Banco de la República la tasa de interès https://t.co/oLLLxqRz0w #Emergencia #SaludPública #Colombia

Las cien primeras horas son fundamentales para preservar la vida en una emergencia. La incapacidad de empalme del gobierno entrante que generó Abelardo, convirtió esas horas en un desastre. Es cierto que el mayor instrumento para mitigar el terremoto es un estado con presencia en todo el territorio colombiano, eso lo logra parcialmente nuestro estado a través de su servicio de salud y educación pública y que se ha expandido muy intensamente en mi gobierno. La existencia del buque/ hospital Benkos Biohó prácticamente fue reconocido por el gobierno una semana después y no se sabe aun ¿por qué los 9.000 millones dejados por mi gobierno no se convirtieron en acción inmediata? El buque podía dejar equipos de salud en el litoral e incluso internarse por los ríos. Ya había realizado 7.882 operaciones en todo el litoral y duró siete dias quieto en el puerto de Burnaventura mientras el ministro del interior pedía hospitales de campaña en el centro del país. La ministra de salud en silencio porque solo piensa en EPS. En todo el litoral Pacífico, desde Nariño hasta Panamá, exitían los territorios salidables con miles de enferemeras y médicos ¿por qué no se ractivaron si dependían de los dineros del gobierno y los helicópteros podían transportarlos con rápidez relativa a sus centros de referencia? Es indudable que la capacidad desplegada por mi gobierno en salud pública y presencia territorial no se utilizó por sectarismo e ignorancia. Esa estupidez sectárea de no mover a los funcionarios porque vienen de anteriores gobiernos, de no conocer de los equipos humanos y técnicos, desplegados por mi gobierno y cuya información se ofreció días antes siendo yo presidente, llevó a Abelardo a parcializar la ayuda a una acción de inteligencia en el terreno de Israel, sin experiencia em sacar sobrevivientes de los edificios qie generamente derrumban, rechazar la ayuda internacional y politizarla ha cobrado centenares de vidas que murieron innecesariamente. Ahora viene la gran discusión de donde se sacarán los 30 billones de la reconstrucción: ¿De las limosnas de los ricos? No ha llegado ni a un millón el aportes que los grandes pulpos de la economía han dado. ¿Llegarán del endeudamiento público? Eso no significa más que toda la sociedad pague la catástrofe y la reconstrucción con ruina de la economía futura. Es reconstrucción de una parte con destrucción de otra. Los israelíes y estadounidenses dirán que con oro y tierras colombianas para explotar petróleo y otras riquezas Eso es expoliación. Si fuera racional el gobierno de Abelardo, tendría que recuperar nuestro proyecto de reforma tributaria de 20 billones hacerlo aprobar y disminuír la deuda bajando el Banco de la República la tasa de interès https://t.co/oLLLxqRz0w #Emergencia #SaludPública #Reconstrucción

A verdade sobre o petróleo na Margem Equatorial precisa ser dita. Quando fui ministro de Minas e Energia, com o apoio do então presidente @jairbolsonaro, defendi repetidas vezes que o Brasil avançasse na exploração dessa nova fronteira energética. No plano de governo de Bolsonaro, a Margem Equatorial era peça central da estratégia para atrair investimentos e desenvolver o Norte e o Nordeste. A Margem Equatorial não foi descoberta agora. O governo Lula perdeu quatro anos atrasando essa exploração — e nesses quatro anos, Norte e Nordeste ficaram sem os investimentos, os empregos, a renda e a arrecadação que poderiam ter tido. Agora, às vésperas das eleições, a Petrobras anuncia a descoberta de petróleo como se tudo tivesse começado neste governo. Não começou. A verdade é simples: Lula atrasou em quatro anos o desenvolvimento dessas regiões — e só lembrou delas quando a eleição chegou perto. Mas o Norte e o Nordeste podem ter esperança. Com @FlavioBolsonaro presidente, o Brasil vai explorar a Margem Equatorial com segurança, responsabilidade ambiental e tecnologia. Vamos transformar riqueza natural em investimento, emprego e renda para milhões de brasileiros. Norte e Nordeste já pagaram caro demais pela demora e pela incompetência do governo Lula. #Petróleo #MargemEquatorial #Desenvolvimento

¿Cómo le hacen los políticos para vivir del servicio público rodeados de inmuebles millonarios, vehículos, ropa y joyería de lujo? Trabajé más de 20 años en el servicio público. No me quejo, vivía bien, porque ser juez federal —en la época en que la preparación y la experiencia sí se valoraban en este país— no era mal pagado. Sin embargo, de eso a ostentar la riqueza que los políticos exhiben hoy en día hay una distancia abismal. Y no hablemos solo de los parásitos de Morena. El problema nunca fue el Poder Judicial de la Federación (PJF); el verdadero problema para ellos era que un contrapeso no les permitía a estos narcos seguir saqueando al país a sus anchas. Por eso decidieron, fiel a su estilo de “no soy yo el corrupto, eres tú”, desmantelarlo para ahora sí saquear a México sin límites. La lástima para ellos es que dejaron cabos sueltos y jamás esperaron que, tanto el periodismo mexicano como Estados Unidos, los fuera exhibiendo uno a uno. Hoy el cochinero ha quedado expuesto. La única interrogante es: ¿estos personajes seguirán en las cúpulas del poder o serán expulsados y desterrados para siempre en el 2027 y 2030, ya sea por las buenas o por las malas? El destino de la nación no lo escribirán las cúpulas, sino la memoria y la determinación de una ciudadanía que, confío, se rehusará a someterse más tiempo a la impunidad. ¿Qué piensan ustedes, mis conscientes e informados mexicanos? #Corrupción #México #Política